<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254</id><updated>2012-02-18T08:54:21.684-08:00</updated><category term='RENOVAR CONFIANÇA NO TURISMO'/><category term='DIZ ELE ...'/><category term='PORTUGAL ... ESPERANÇA E FÈ EM 2010'/><category term='COSTA VICENTINA'/><category term='Vida quotidiana em Portugal'/><category term='GASTRONOMIA PORTUGUESA'/><category term='Governo'/><category term='EVENTOS: CALENDARIO E ORGANIZAÇÃO'/><category term='EUROLÂNDIA'/><category term='CRIME NÃO'/><category term='TURISMO E A CRISE GLOBAL'/><category term='SAGRES EM 2010'/><category term='CAMARATE E PORTUGAL 30 ANOS DEPOIS'/><category term='NOVA ROTA DA SEDA - CANAL DO PANAMÁ-SINES'/><category term='SEGURANÇA ALGARVE II'/><category term='Balanço Turístico de 2010'/><category term='Acidente A447 Rio-Paris=1Junho2009'/><category term='TURISMO: PERSPECTIVAS PARA 2011'/><category term='Férias em Portugal 2008'/><category term='ECONOMIA COM PIORES PREVISÕES'/><category term='EURO REFORMAS DOURADAS'/><category term='CRISE DA AVIAÇAO 2010'/><category term='POLÍTICA NACIONAL'/><category term='PORTUGAL AO VOLANTE'/><category term='SOLUÇÕES URGENTES PARA PORTUGAL'/><category term='Governo novo'/><category term='ELEIÇÕES 2009'/><category term='CENAS DO QUOTIDIANO'/><category term='IMAGEM DE PORTUGAL'/><category term='AVIACAO'/><category term='PORTUGAL E O MAR'/><category term='PORTUGAL ... ESPERANÇA E FÈ EM 2011'/><category term='TERCEIRA CRISE DO FMI EM PORTUGAL'/><category term='ENTRADA NOS EUA A 10 DOLARES POR CABEÇA'/><category term='ECONOMIA COMPARATIVA'/><category term='Programa de Turismo no Governo 2011-2015'/><category term='TURISMO EM PORTUGAL'/><category term='CRISE NA AVIAÇÃO EUROPEIA'/><category term='SEGURANÇA ALGARVE'/><category term='MEMÓRIA ANTI-NAZI'/><category term='AMERICA ARRISCA ATRASAR PAGAMENTO DÍVIDA'/><category term='CURIOSIDADES DO &quot;PORTUGUÊS&quot; -  2010'/><category term='Segurança Pública'/><category term='SETE MARAVILHAS DA NATUREZA'/><category term='CEM ANOS DE TURISMO EM PORTUGAL'/><category term='Turismo e Carnaval'/><category term='MARAVILHAS DA NATUREZA'/><category term='Pelas estradas de Portugal'/><category term='TURISMO - QUE FUTURO?'/><category term='POLITICA NACIONAL'/><category term='VIDA QUOTIDIANA NA LUSITÂNIA'/><category term='IMPRENSA'/><category term='COMPORTAMENTO CIVICO'/><category term='Cruzeiros'/><category term='Luso Sociologia'/><category term='OTA'/><category term='POLITICA e MÁ LÍNGUA NACIONAL'/><category term='PESCAS'/><category term='TURISMO REGIONAL SOB NOVO RUMO'/><category term='LUSO ABORTO'/><category term='CRISE GLOBAL 2008-2009 ...'/><category term='VIDA QUOTIDIANA NUM PAÍS PERIFÉRICO'/><category term='TGV SOB ATAQUE? OU CONTAS POR FAZER?'/><category term='Comunicação Social'/><category term='MUDAR A GASTRONOMIA PORTUGUESA'/><category term='NOVAS E ANTIGAS PROFISSÕES'/><category term='EURO AVIAÇÃO JUNHO 2010'/><category term='TURISMO NA EUROPA'/><category term='TRANSPORTES E TURISMO'/><category term='PORTUGAL NA ENCRUZILHADA DA DÍVIDA'/><category term='ENTRE A POLÍTICA E A ESCRITA'/><category term='FEBRE EUROPEIA PARA TAXAR O TURISMO'/><category term='GÉNIOS DA LUSOFONIA'/><category term='Historia de Cruzeiros'/><category term='Austeridade sim. Mas com Expansão planeada'/><category term='HOTÉIS E UNIVERSIDADES'/><category term='O TURISMO DA REPÚBLICA  À ACTUALIDADE'/><category term='PRÉMIOS EUROPEUS WTA 2010'/><category term='CRISE FINANCEIRA GLOBAL'/><category term='NUVEM DE CINZAS VINDA DA ISLÂNDIA'/><category term='BOAS  FESTAS e FUTURO DE PORTUGAL'/><category term='CLUSTER DO MAR'/><category term='esperança renovada no Turismo'/><category term='Turismo'/><category term='EUROPA NA ENCRUZILHADA DE SAGRES'/><category term='IMAGENS ESCRITAS DE PORTUGAL 2009'/><category term='MUDAR DE PARADIGMA NO TURISMO'/><category term='CLUSTER DO MAR EM FOCO A 25 DE ABRIL'/><category term='MODA LOW COST 2010'/><category term='POLITICA PORTUGUESA EM CRISE'/><category term='PETRÓLEO DESCE LUCROS DA AVIAÇÃO'/><category term='POLITICA PORTUGUESA'/><category term='QUO VADIS PORTUGAL'/><category term='OPORTUNIDADES DO TURISMO'/><category term='TELEFONEMAS A CUSTO ZERO?'/><category term='TURISMO EUROPEU SOB REORGANIZAÇÃO'/><category term='PORTUGAL AO RAIO-X'/><category term='AVIAÇÃO REVELA PRÉMIOS'/><title type='text'>BelaSagres.blogspot.com</title><subtitle type='html'>Divulgar Sagres. Bem-vindos ao melhor surf, pesca, mergulho, ciclo-turismo, e às praias vicentinas. Comentar a actualidade. Debater Ambiente, cruzeiros, aviação, excursões, hospitalidade, eno-gastronomia, desportos, cultura, eventos, formação e conhecimento. Aberto a contributos e críticas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>191</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-7336225654729837881</id><published>2012-02-17T04:13:00.003-08:00</published><updated>2012-02-17T04:43:01.561-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL EXCÊNTRICO OU “FOLLOW PORTUGAL’S LEADING STYLE” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Distribuição: como distribuir recursos, formalizar clusters e integrar estatísticas da exportação?&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou onrinuar a escrever sobre a série temática “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Contributos da Distribuição para uma História do Turismo em Portugal&lt;/span&gt;”. A actualidade a isso me impele, pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a cada dia o país fica mais submerso em buracos e contradições&lt;/span&gt;. Soube hoje que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o custo da ‘privatização´ do BPN atinge 5,3 mil milhões de euros&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Li que um membro do governo admitiu: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Andamos a trabalhar para alimentar o Estado&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Também soube que o Algarve vai ficar sem navios para a Madeira, por causa do desentendimento entre o armador espanhol e o governo regional madeirense (o armador pediu uma baixa nas taxas portuárias mas, devido à crise e ao "resgate" da Madeira, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um dos aumentos de receitas apontado por Lisboa foi exactamente a subida das taxas portuárias&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mas, valha-nos a sorte, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o presidente da CIP – Confederação Empresarial Portuguesa – depois da recente vitória na Concertação Social, deixou de ter desculpas sobre a inflexibilidade da legislação, com as novas normas que baixam o custo dos despedimentos, horas extras, trabalho aos sábados e feriados, deslocalização do local de trabalho, e outros antigos encargos que afectavam o custo do trabalho em Portugal&lt;/span&gt;. Mesmo assim ele (antigo sindicalista) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;insiste na redução da TSU, num período em que o desemprego atinge o recorde de 14%&lt;/span&gt; com 1.200.000 desempregados. Se isto &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não é uma postura gremial, como classifica-la?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;O único desafio positivo veio do Primeiro-Ministro, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ao convidar os cidadãos a apresentar boas ideias para melhorar Portugal&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;VAMOS RESPONDER AO DESAFIO DE PASSOS COELHO &lt;br /&gt;Assim, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aqueles dispostos a salvar o Turismo terão de arregaçar mangas e ajudar a salvar primeiro o País&lt;/span&gt;. Que está, aliás, a fazer repetidos negócios com a China, tornando-se &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o mais desleal concorrente da Europa vigiada por Bruxelas&lt;/span&gt;, pois, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal tem os custos mais baixos do trabalho duro e os mais altos para executivos e gestores públicos&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Para mim não é novidade, pois sempre ouvi dizer que Portugal é um país de contrastes sociais!&lt;br /&gt;MUDANÇA DE RUMO&lt;br /&gt;Mas que estamos a servir de ponta de lança aos objectivos da China na Europa nao há dúvida. A REN, edp e o retalho de roupas e bijuterias já são chineses, agora falta o porto de Sines e outros activos interessantes aos olhos dos liberais chineses. &lt;br /&gt;Assim, face às mudanças indispensáveis do actual modelo de fraco desenvolvimento sócio-económico, a minha prioridade, como comentador da situação de Portugal e da Europa, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;passa da organização do cluster do Turismo para a recuperação de Portugal, do Euro e da Europa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Várias vozes apontam para se mudar o modelo de distribuição instalado. Mas vão ser difíceis de implementar, pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não dependem apenas de nós mas dos europeus&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;CONSELHOS LEAIS &lt;br /&gt;Antes de apresentar um esquema de ideias para melhorar Portugal, vou enumerar alguns conselhos úteis e práticos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1 – CAPÍTULO 11&lt;/span&gt; – Passos Coelho disse na entrevista ao SOL: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nenhum país pode crescer com grande dívida às costas&lt;/span&gt;” e “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A ideia de que há oposição entre austeridade e crescimento é ociosa&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Ora aqui vai a minha contraposição: &lt;br /&gt;Sem financiamento adequado, podem as exportações crescer? E quantas empresas não têm encerrado sem fundos nem crédito para comprar matérias-primas nem para pagar salários e impostos? Os Estaleiros Navais de Viana (da estatal Empordef) está nessa situação caricata, e os operários só receberam na sexta-feira os salários de janeiro. É este o modelo imposto pelo governo? Numa empresa pública?  &lt;br /&gt;ALTERNATIVAS NEGADAS PELOS EUROPEUS  &lt;br /&gt;Ora os EUA têm uma lei para evitar o encerramento de empresas falidas. É o chamado &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;acordo entre accionistas, a banca, credores e trabalhadores, passando a empresa a funcionar ao abrigo do Capitulo 11, durante o qual os credores não podem accionar os seus direitos nos tribunais&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Há milhares de empresas que se salvaram da bancarrota assim (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a maioria das companhias aéreas já passou pelo capítulo 11&lt;/span&gt;), com acesso adequado a novas linhas de crédito da banca para aplicar segundo o acordo. &lt;br /&gt;Dir-me-ão: esta é uma das diferenças entre a América e a Europa! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Então voto na América! &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;Portanto, enquanto faltam fundos para qualquer país, empresa, ou projecto, avançar, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os credores não devem exigir prioridade na liquidação urgente dos créditos&lt;/span&gt;, mas, sim, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apoiar um plano viável de prestações, fornecendo o indispensável crédito, até controlado por um auditor independente credível, para se produzir e vender bens transaccionáveis e serviços que possam subir as receitas e reequilibrar a economia&lt;/span&gt;. O que se aplica a qualquer empresa, pode aplicar-se, também, aos países sob assistência financeira do FMI, BCE e UNião Europeia. A troika insiste na austeridade e em repetir o lamentável caso da Grécia. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Logo, não voto na troika&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2 – AFOGAR-SE JUNTO À PRAIA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;– O PM diz: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pobres já somos mas alguns ainda não perceberam&lt;/span&gt;” e “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Temos que passar de um registo consumista para um de poupança e investimento&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Pergunto: pode um povo pasar a alimentar-se mal e pode um país assistir à falência diária de dezenas de empresas e ao despedimento de milhares de trabalhadores, durante três anos seguidos? Enquanto a minoritária população activa se sacrifica mais para adiantar o pagamento da dívida? Será que somos os novos escravos europeus de colarinho branco?    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3 – EUROPA QUO VADIS&lt;/span&gt; – Apoiar empresas em dificuldades, evitando despedimentos e segurando a economia, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;é uma norma elementar, lamentavelmente esquecida pelos actuais responsáveis da troika e da maioria dos dirigentes da “União” do Desemprego Europeu&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Chegados à beira da rotura, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;face ao fracasso de um fraco naipe de líderes europeus e mundiais&lt;/span&gt;, resta-nos o dever urgente da sociedade civil sensibilizar e tentar mudar o existente modelo sócio-económico. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Europa fica insustentável com cerca de 40 milhões de desempregados&lt;/span&gt;. Portugal entre subsidiados e desempregados de longa duração e outros à procura do primeiro emprego, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;caminha para os 1.200000. Um recorde vergonhoso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A grande prioridade do Governo, do empresariado, dos sindicatos e dos portugueses em geral, é pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;criar emprego e dinamizar as exportações&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O que só pode ser conseguido com o crescimento de cada sector ou cada empresa. E com um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PLANO INTEGRADO DA ECONOMIA EUROPEIA&lt;/span&gt; e de outro enquadrado neste, capaz de fomentar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA NACIONAL&lt;/span&gt;. Os espanhóis chamam-lhe PLANO INTEGRADO DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA NACIONAL. Sem uma economia adjacente pujante, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não há turismo nem indústria que resista!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO MODELO DE SOCIEDADE &lt;br /&gt;Há que mudar, assim, o modelo de distribuição da riqueza produzida, dos recursos disponíveis, e do know-how adquirido, nas universidades e na prática profissional, mas mal aplicado nas últimas décadas, face ao fracasso do modelo internacional da austeridade imposto desde os anos 70. Impõe-se aprovar e implementar outro mais eficaz e não especulativo.  &lt;br /&gt;O que a Europa, e quiçá o mundo, precisam é de uma Agência para a Recuperação Equilibrada do Trabalho, Investimento, Produtividade e Distribuição de Recursos, Meios e Proveitos. Uma SOCIEDADE PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL AVANÇADO. &lt;br /&gt;PAPEL DO TURISMO – Em vez de cada país ter um embaixador na ONU, seria a ONU a deslocar um consultor especializado para apoiar cada governo assistido, a superar a sua crise específica. Aliás, Portugal aparenta estar satisfeitíssimo com o intercâmbio gerado com a troika. Diz Passos Coelho: A troika tem apresentado o exemplo de Portugal nos seus contactos com o exterior e isso +e muito importante porque nos separa da Grécia. Contraponho: só não consegue influenciar as agências de rating!  &lt;br /&gt;Perguntam-me: e o que tem o Turismo a ver com essa reorganização utópica? &lt;br /&gt;Tem tudo. O Turismo é a única actividade (a caminho dos mil milhões de turistas em 2012 e de 1.800 milhões em 2030), que pode servir de charneira a esta ciclópica tarefa de reequilibrar o excessivo endividamento global dos governos, empresas, e famílias. O Turismo é o sector que tem mais experiência internacional e de intercâmbio de relações comerciais. É o ramo que promove mais feiras, congressos, encontros, e inovação operacional. E o que apresenta mais pesquiza em novos destinos, programas e soluções. Admito que nas últimas décadas não conseguiu gerar quem se tenha sobreposto no exterior, tanto nos organismos e associações internacionais como na gestão empresarial.  &lt;br /&gt;PROPOSTA PARA MUDAR PORTUGAL – Vou, entretanto, enumerar uma receita caseira.&lt;br /&gt;A - APOIAR A NATALIDADE – A primeira questão que um chefe de governo deve saber é em que País desejam, afinal, os cidadãos viver e criar os seus descendentes? &lt;br /&gt;Creio que a baixa taxa de natalidade nas últimas décadas em Portugal,é um sinal evidente das erradas políticas aplicadas pelos sucessivos governos. O Japão, por exemplo, com uma população de 126 milhões, preocupa-se com as previsões da quebra de 33% da população até 2060. Os 81,7 milhões de japoneses do grupo etário dos 15 aos 64 anos devem baixar para 44,1 milhões, constituindo 50,9% da população total, enquanto o grupo etário dos seniores (com mais de 65 anos) sobem de 23% para 39,9%. Tóquio avisa que o país será insustentável nestes moldes e que vai tomar medidas adequadas. Em Portugal o desequilíbrio já é maior, mas em Lisboa, não ouvi nem li qualquer proposta oficial para inverter a situação. Portanto, é preciso um PROGRAMA DE APOIO ao Crescimento Sustentável da TAXA DE NATALIDADE.&lt;br /&gt;B – ESTRATÉGIA NOVA PARA O DESENVOLVIMENTO – Sei que os portugueses estão fartos de pagar Planos, Estudos, Programas e Medidas falhadas pelos diversos governos e autarquias. Mas desenvolver um país sem um consensual PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL, é uma missão impossível. Por isso, recomendo, com urgência, a encomenda de um amplo plano com este objectivo nacional mas enquadrado numa Europa do Emprego e Unida. &lt;br /&gt;Um país com boas perspectivas de crescimento e rendimentos sustentáveis? Ou um país sujeito à instável vontade dos mercados financeiros e seus agentes (agiotas globais que ganham fortunas à custa dos juros especulativos)?&lt;br /&gt;B – EIXOS ESTRATÉGICOS – Em segundo lugar, importa elaborar, aprovar e implementar um PLANO DE PRIORIDADES ESTRATÉGICAS consensuais, que atravesse o espectro partidário, social, económico e laboral. Mais do que um Programa de Governo, deve ser um PROGRAMA NACIONAL, que abranja a sociedade civil, e não focado nos interesses dos novos “grémios”, excessivas federações e confederações. Todos devem participar. As sociedades científicas e tecnológicas, as universidades e os melhores génios e “campeões” nas seguintes vertentes:   &lt;br /&gt;1 - APOIAR O EMPREGO – Se a Segurança Social foi incapaz de dinamizar os centros de emprego, entregue-os à gestão a especialistas de colocação de pessoal – “agências de casting”. Em Espanha sabe-se, por exemplo, que devido á crise, as agências de viagens reduziram 7600 postos de trabalho entre 2008 e 2011. Não foram apenas mais 7600 desempregados mas 7600 postos de trabalho e de vendas perdidos. Outra ideia importante é actualizar e dinamizar as estatísticas em todas as vertentes. São tardias e não correspondem ás exigências dos novos gestores nem dos académicos, políticos e jornalistas.&lt;br /&gt;2 - POLITICA SALARIAL MAIS JUSTA – Sem a qual a produtividade e a competitividade não sobem. Portugal não pode continuar a ter os salários mais baixos da União. As exportações lusas só crescem pela qualidade e design. Não pelo baixo custo do trabalho pouco produtivo e especializado;&lt;br /&gt; 3 - POLITICA FISCAL MAIS JUSTA – Acabar com os escalões de rendimentos no IRS, e aplicar uma taxa média equilibrada, para evitar a empresas e independentes suspender a facturação ao aproximarem-se do escalão seguinte. O governo calculou quanto perde com este sistema? Quem tudo quer…! Sabe-se agora que o Fisco tem vigiado o movimento dos cartões de crédito em restaurantes, lojas, e hotéis. Custa-me a acreditar que num país, com uma Comissão de Protecção de Dados tão vigilante para defender a privacidade dos cidadãos e dos suspeitos de assaltos em locais públicos, permita agora esta intromissão fiscal sobre o que cada cartão de crédito movimenta em tipos específicos de terminais? Por isso é preciso saber em que País querem os portugueses viver? Sob uma ditadura fiscal, não!&lt;br /&gt;4 – EXPORTAR MAIS E MELHOR – Proponho que se acabe com este conceito vago, substituindo-o pelas seguintes acções directas:&lt;br /&gt;4 A – CONSOLIDAR clusters, empresas, autarquias e a academia, em máxima sintonia possível, com o Governo, Banca, Sindicatos, e Redes de Distribuição Interna e Externas a apoiar e não para complicar;&lt;br /&gt;4 B – BAIXAR custos de produção das empresas que alcancem as metas médias fixadas anualmente pelos respectivos clusters (beneficiando de descontos nos custos da energia, combustíveis, impostos, taxas e outros encargos administrativos). O custo do trabalho é importante, até para dinamizar o consumo interno e a qualidade de vida da população. Mas não há milagres! &lt;br /&gt;4 C – INVENTARIAR, analisar, monitorizar e APOIAR, legislativa e publicamente, os clusters com maior potencial, pelos respectivos nomes (por exemplo): Mar; Turismo; Transportes e Logística; Calçado; Vestuário (moda, pronto a vestir, têxteis, confecção, marcas, etc.), Vinhos e Bebidas; Gastronomia, conservas, alimentos e sobremesas congelados; Obras Públicas e Civis em países estrangeiros (em Portugal só quando esta crise for paga!); Tecnologia; Ciência; Agricultura (pecuária, horticultura, floricultura, transformação, e marcas), Floresta, Cortiça, Madeiras e Pasta de Papel, Indústria Ligeira e Pesada; Aeronáutica; Construção Naval; Automóveis; Pedras Ornamentais; Joalharia; Cultura, Desporto, etc. &lt;br /&gt;Não esquecendo ainda os sectores exportadores previstos na Nomenclatura Combinada do INE (que peca por desactualização): Máquinas e Aparelhos; Veículos (acima: cluster automóvel); Combustíveis; Químicos; Plásticos e Borracha; Metais Comuns; Minerais e Minérios; Produtos Alimentares (acima: cluster gastronomia, conservas e congelados); Óptica e Precisão; Peles e Couros. &lt;br /&gt;O novo Fundo de Fomento da Exportação (creio que o legado passou para a tímida AICEP) deve promover um CONCURSO ANUAL INTERNO para apurar os maiores e mais consistentes exportadores em cada uma das fileiras (enumerei acima um total de 22 a que acrescentei mais oito retirados da Nomenclatura Combinada por categoria de produto agregada. No total, temos aqui 30 trunfos em clusters com vasta experiência mas com organizações distribuídas em compartimentos estanques. E há mais! Sendo bom relembrar que a união faz a força!   &lt;br /&gt;4 D – GARANTIR O ACESSO AO CRÉDITO indispensável às exportações – Sem bancos e apoios semelhantes aos praticados, por exemplo, nos Emirados Árabes Unidos, Irlanda e Holanda, entre outros, um País pequeno e descapitalizado, como Portugal, não terá grande hipótese de avançar e superar a crise. Menos ainda se continuar focado na AUSTERIDADE (aliás, tanto o FMI como a Cimeira da União Europeia em 30/31 de janeiro, já admitiram isso ao mundo). Também não vale insistir na falhada tónica de que o endividamento público e privado é positivo mas tudo o que é público é fixe, enquanto tudo que é privado é duvidoso; &lt;br /&gt;5 – PROMOVER A IMAGEM DE PORTUGAL - Melhor e com mais profissionalismo, lembrando que PORTUGAL não é uma marca, mas uma boa referência, boa opção, ou boa aposta. Promover mais os nossos PRODUTOS, BENS, SERVIÇOS e, especialmente, MARCAS mais representativas no exterior. Como, por exemplo, o Mateus Rosé, a Vista Alegre, a TAP, a Agência Abreu, os papéis Renova, canoas Nelo, pranchas de surf, etc. &lt;br /&gt;Lembro que é imperioso LANÇAR MARCAS COM NOMES PORTUGUESES MAIS ACESSÍVEIS AOS ESTRANGEIROS. Há casos de sucesso como “RENOVA tissues”, mas são raros. Os clientes precisam de decorar com facilidade e associar as marcas portuguesas e qualquer dos clusters de qualidade acima referidos, no ponto 4 C. Para vender mais no mercado interno, também ajuda os portugueses saberem o que os estrangeiros mais apreciam da produção nacional. O povo deve ser mais mobilizado para apoiar as exportações e o Turismo. &lt;br /&gt;6 – DISTRIBUIÇÃO DAS EXPORTAÇÕES – Creio que nesta fase, o BALCÃO ÚNICO DAS EXPORTAÇÕES poderia ser formalizado sob uma entidade público-privada, por exemplo, sob um rótulo sugestivo. Por exemplo ESTILO PORTUGAL, PORTUGUESE STYLE! Your help desk online! Ou FOLLOW PORTUGAL’S LEADING STYLE!&lt;br /&gt;ATENÇÃO: no título, Portugal Excêntrico é outra forma de criticar Portugal periférico. &lt;br /&gt;E a nova AICEP (como referido acima) deve promover anualmente CONCURSOS INTERNOS para apurar os maiores e mais consistentes exportadores em cada um dos 30 clusters. Além do valor das vendas, ou dos preços mais convenientes dos produtos, o que as empresas e consumidores mais apreciam são os prémios relacionados com marcas, empresas e especialidades regionais ou locais. Na distribuição dos prémios seriam convidados os melhores importadores estrangeiros, com visitas guiadas, no roteiro das exportações (a criar) para se interessarem, potencialmente, por outros produtos.&lt;br /&gt;Nas feiras internacionais, a nova AICEP (aliada às propostas parcerias privadas) deve distinguir os produtos portugueses importados em maior volume em cada mercado, e as respectivas importadoras, distribuidoras gerais e retalhistas. Queira o leitor notar que estou a referir-me ao conjunto das exportações portuguesas e não apenas ao Turismo. Este sector é o que, de facto, se enquadra bem em qualquer feira temática internacional, e nas feiras de Turismo até merece a “companhia” de vinhos e bebidas, gastronomia, moda e calçado, equipamentos desportivos e de viagem; joalharia, cultura, desporto, etc.&lt;br /&gt;Por fim, as CAMPANHAS DE PROMOÇÃO DAS NOSSAS EXPORTAÇÕES, em cada mercado potencial e específico, devem ser organizadas em moldes diferentes e a médio prazo. Seleccionando, por exemplo, 12 clusters complementares por ano, e focar um diferente em cada mês e cada mercado. Se tivermos 12 mercados e 12 clusters, teremos um total de 144 temas, spots, ou cartazes diferentes num ano. Podendo sempre associar-se cada produto a cada região de origem ou de fabrico, numa articulação útil entre o fabrico e o turismo. &lt;br /&gt;EUROENEWS – Hoje, a promoção externa faz-se através de múltiplos meios e ideias (aliás, tal como a interna). Mas um país ou um produto ausentes dos canais internacionais da TV e da internet são votados ao esquecimento. Sucede que a Euronews atravessa dificuldades – a comprovar que afinal os 27 Estados não estão muito interessados em aderir ao conceito da Europa Unida, mas apenas em retirar o melhor proveito possível dos ”eurofundos”, à custa do reforço do espírito nacionalista de cada povo. Por vezes, basta que um pequeno país, como Portugal, aproveite melhor as vantagens disponíveis da Europa Unida. A RTP poderia negociar com a Euronews, por exemplo, a continuidade do programa em português contra a emissão de programas semanais sobre as exportações e o Turismo de Portugal. Seria um bom negócio para ambas as partes. E Portugal marcaria, assim, presença assídua entre os telespectadores da Euronews, a um custo que já faz parte da divulgação mundial da língua portuguesa.    &lt;br /&gt;7 – RECICLAGEM DE TRABALHADORES - Resolvida a abertura da via para o aumento das exportações, sob o rótulo ESTILO PORTUGAL, temos o problema do DESEMPREGO parcialmente resolvido. Mas é preciso investir mais na formação permanente dos activos de forma a aproveitar os talentos mais abertos à ADAPTAÇÃO aos novos métodos de PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE – afinal são estes os maiores trunfos dos portugueses que se destacam no exterior! Mas o crescimento do EMPREGO depende essencialmente do aumento da procura interna e externa, da disponibilidade do crédito bancário, e do crescimento articulado dos sectores público, autárquico, privado e misto. Não há milagres!&lt;br /&gt;8 – TALENTO – Entre os melhores recursos portugueses (naturais, económicos, culturais e científicos), escolho os nossos talentos individuais e colectivos, nas mais variadas actividades laborais, intelectuais, desportivas e comunicativas. Mas lamento ter assistido nas últimas cinco décadas ao desperdício de muitos talentos, que tiveram que emigrar para ser reconhecidos. A Pátria não os contemplou, apressada como tem estado a idolatrar políticos e futebolistas. Há responsáveis de departamentos públicos que actuam como se receassem a concorrência de jovens que lhes apresentam sugestões e soluções. Assim, continua-se a viver, mesmo depois do 25/4, sob o NEPOTISMO. Foi preciso Passos Coelho vir com esta excelente ideia de pedir ideias aos portugueses, aliás sem descriminar idades. É de facto preciso que sejam criadas mais oportunidades aos jovens com talento. Mas este concurso ou passatempo é um bom prenúncio para se criar e respeitar uma BOLSA DE TALENTOS LUSOS, a cargo de uma entidade privada.&lt;br /&gt;CONTINUA: Distribuição V: Aproveitar marcas, Natureza e âncoras para diferenciar Férias com Estilo, em Portugal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-7336225654729837881?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/7336225654729837881/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=7336225654729837881' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7336225654729837881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7336225654729837881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2012/02/portugal-excentrico-ou-follow-portugals.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-1531804503860307781</id><published>2012-02-10T15:32:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T15:51:25.396-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Turismo e Carnaval'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Distribuição V – Atrair turistas renovando o calendário turístico&lt;br /&gt;Top5 da HotelTravel.com do Carnaval no mundo em 2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publituris.pt&lt;/span&gt; - 2012 fev 10 - &lt;br /&gt;por &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização dos festejos de Carnaval, em cada cidade ou zona conhecida como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;destino de Carnaval&lt;/span&gt;, começa, normalmente, quando acabam as festas do ano corrente, e ainda durante a comemoração dos eventuais prémios conquistados, ou na ressaca das derrotas sofridas pelos grupos de dirigentes, autarcas e voluntários envolvidos, mas que não satisfizeram o júri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratam logo de eleger, ou nomear, os responsáveis para o Carnaval do ano seguinte e da angariação dos indispensáveis fundos e apoios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se a fase da criação e concepção/confecção dos temas, músicas, letras, guarda-roupa, carros alegóricos, decoração complementar, e artistas voluntários responsáveis por cada naipe de tarefas. Depois, há a fase da aprovação dos projectos e maquetas e da escolha dos ajudantes para cada sector (carpinteiros, escultores, costureiras, pintores, etc.). Em seguida começa a fase do plano e orçamento para a promoção, DISTRIBUIÇÃO e reservas, pelos canais adequados. No Outono já deve estar tudo reservado ou vendido, para se obter cash-flow até Fevereiro. É, afinal, um puro exercício de economia operacional, esquecido por alguns políticos que se mudaram para outra galáxia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A HotelTravel acaba de divulgar os cinco destinos de Carnaval 2012 mais procurados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – NOVA ORLEANS com o Mardi-Gras de tradição crioula franco-africana-americana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – TRINIDAD e TOBAGO – país das Caraíbas de tradição mista. Foi Cristovão Colombo que chegou às ilhas em 1498, depois seguiram-se colonizadores holandeses e ingleses, assim como emigrantes portugueses. A independência chegou em 1962. Com menos de 2 milhões de habitantes é o país caribenho com a segunda maior população de língua inglesa, depois da Jamaica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – RIO DE JANEIRO – imagine só o maior espectáculo do mundo em terceiro lugar!;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – SYDNEY com o maior Carnaval para as comunidades homossexuais (na moda?);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – GOA, o maior Carnaval na Ásia (?) de secular tradição portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A HotelTravel.com fixou-se mais nos gostos dos norte-americanos e nas viagens de longo curso, mas esqueceu-se inteiramente da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;tradição do Carnaval europeu&lt;/span&gt;. E esqueceu-se sobretudo de que os grandes “consumidores” do Carnaval são europeus e africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREFERÊNCIAS EUROPEIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem diferente a minha selecção para as melhores e maiores festas mundiais do Carnaval:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – RIO DE JANEIRO e, de maneira geral todo o Brasil, apesar deste ano a situação em Salvador de Bahia ter estragado as festas naquele Estado. Mas não faltam festas em Recife e Olinda, no Estado de Pernambuco (talvez as mais autênticas), assim como em outros estados brasileiros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – VENEZA – o Carnaval mais sofisticado do Mundo, que atrai sempre grande número de norte-americanos e europeus de classe. A TAP tem uma promoção especial para Veneza;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – RIVIERA FRANCESA em NICE, MENTON E CANNES, cujos desfiles e salões são também muito frequentados por norte-americanos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – LONDRES com o Carnaval de NOTTING HILL e a garantia de Londres agregar as mais diversificadas comunidades, talvez do mundo inteiro, desde os expatriados caribenhos de língua inglesa aos múltiplos europeus que vivem no Reino Unido, mais os diferentes grupos que valorizam a cultura contemporânea da capital britânica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – DUSSELDORF e COLÓNIA, duas cidades alemãs com tradição carnavalesca, as quais atraem milhares de europeus de língua alemã, apesar de na Baviera, Boémia, Áustria e Suíça não faltarem festas de carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTUGAL ALEGRE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro destinos europeus desta selecção não têm concorrência, quando comparado o seu potencial com o português. Mas até esse grande desafio de competir com as festas internacionais de Carnaval mais conhecidas só tem feito bem aos dirigentes, empresários, autarcas e voluntários portugueses empenhados na valorização do Turismo e da animação no nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Carnaval português fica, assim, este ano fora do meu  Top5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A justificação é triste: o nosso governo decidiu dificultar o acesso dos trabalhadores às habituais festas e desfiles, já organizadas pelo país de Norte a Sul, por ter divulgado a “intolerância” de ponto só em Fevereiro, quando toda a despesa estava comprometida. Essas tradicionais iniciativas falhadas nos orçamentos, contribuem, agora, para alargar os buracos financeiros existentes na maioria das autarquias e empresas. Mais um gravoso erro na gestão dos dinheiros públicos, talvez com receio da próxima visita da troika. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficam, assim, de fora deste ranking, as festas populares, entre outras, em Ovar, Serra da Estrela, Figueira da Foz, Bairrada, Torres Vedras (o Carnaval mais típico, não importado do Brasil), Sesimbra e toda a margem sul do Tejo, Sines, Loulé e todo o Algarve, sem esquecer a Madeira e Açores. Mais uma vez o Governo castiga o Povo e impede os promotores municipais e as pequenas e médias empresas de ganhar uns "cobres" para reduzir os prejuízos acumulados desde que a crise nos atingiu em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regista-se, porém, com agrado que todos os autarcas destas zonas desobedeceram ao Primeiro-Ministro. Espero que ele leia este texto e se informe, finalmente, da importância do Carnaval nos calendários turísticos das maiores potências mundiais do Turismo (em Espanha também há centenas de localidades com festas de Carnaval, com tolerância das autoridades). Mas lamento que a tradição em Portugal vai ser banida até nova ordem. Depois, uma grande parte dos portugueses activos ou está desempregada ou tem que deixar de ser "piegas" e trabalhar com mais alegria e vontade por 485 euros mensais, menos os descontos, o aumento nos transportes e nas taxas moderadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver quem vai conseguir, assim, brincar este ano ao Carnaval? &lt;br /&gt;O pessoal do Turismo até costuma trabalhar durante o Carnaval, por isso está habituado. E tem a BTL a abrir no dia 29 de Fevereiro, com a Festa do Publituris-BTL para a entrega dos "Portugal Trade Awards 2012", em 16 categorias. Para incentivar quem mais se distinguiu no sector em 2011. Actividade eminentemente exportadora que ainda não está incluída na NC = Nomenclatura Combinada dos nossos produtos agregados mais exportáveis. Bemdita a organização governamental que temos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-1531804503860307781?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/1531804503860307781/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=1531804503860307781' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1531804503860307781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1531804503860307781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2012/02/distribuicao-v-atrair-turistas.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-8883969131263038007</id><published>2011-12-20T11:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T00:00:03.312-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Austeridade sim. Mas com Expansão planeada'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal tem emenda? Sim. Se a maioria quiser!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo ano, novos planos e votos. Vamos ter que mudar de vida mais uma vez. Vamos unir-nos e trabalhar mais para reconstruir um País mais justo e produtivo, sem depender tanto de cada governo nem da subsídiomania. Vamos apurar mais o nosso saber colectivo e pessoal, ao serviço do ramo em que temos mais experiência. Vamos concentrar-nos nas âncoras em que Portugal tem potencial para obter maiores êxitos externos. Vamos afastar as rivalidades regionais e ser mais abertos à mudança estratégica que se impõe realizar em cada actividade, projectando com viabilidade a nossa capacidade técnica, económica, cultural ou científica. Vamos acompanhar de perto e contribuir para a evolução europeia e mundial. Vamos trabalhar melhor em equipa para o bem colectivo e aconselhar o governo e as instituições públicas e privadas, a produzir melhor informação e comunicação, apontando alternativas e não apenas vias falhadas mas preconcebidas para beneficiar os habituais lóbis instalados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DIREITO Á INFORMAÇÃO CORRECTA&lt;/span&gt; – A democracia exige que se proporcione a cada grupo a melhor opção, mas que a proposta maioritária vencedora em cada acto eleitoral exerça o poder com imparcialidade. O fortalecimento do tecido produtivo, por sua vez, exige que os sectores vitais disponham de dados periódicos bem ordenados e rigorosos, que permitam avaliar, por exemplo, a tendência das exportações e importações, para se poder analisar os saldos de cada fileira activa a actuar da melhor maneira. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em resumo, importa apetrechar a gestão com mais dados úteis e práticos, em vez de se lançaram tantos palpites avulsos na comunicação socia. E importa, sobretudo, travar ou neutralizar as intervenções negativas (ou menos felizes) dos líderes partidários&lt;/span&gt;, que continuam a disparar aos alvos errados (os seus preferidos), como o actual governo, que só transmite austeridade, cortes, despedimentos (na função pública) e avisos de novos sacrifícios em 2012. Esquecendo a reorganização, racionalização, promoção e crescimento.&lt;br /&gt;Abracei a carreira de jornalista profissional em Maio de 1975, num período também muito difícil, mas o primeiro dinheiro que ganhei foi em libras esterlinas, a escrever para o Glasgow Herald em 1953, sobre a marinha mercante portuguesa. &lt;br /&gt;Ouso, assim, dar mais um conselho a este governo, empossado há seis meses: a solução da crise não passa mais pela austeridade, nem pela subida dos impostos, cortes nos proveitos das empresas e dos trabalhadores, nem por constantes provocações e desconfiança sobre o futuro. Passa, sim, por planos concretos e urgentes para cada um dos sectores prioritários a apoiar e desenvolver. E, por outras palavras, por uma postura de comunicação correcta e à prova de mal entendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EXEMPLO ESPANHOL&lt;/span&gt; – O novo presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, já anunciou o esquema racional das prioridades do seu programa: &lt;br /&gt;1 - cortar 15,5 mil milhões de euros nas despesas do sector público; &lt;br /&gt;2 - apresentar a Lei da Estabilidade Orçamental, visando a redução da dívida pública para 60% do PIB até 2020); &lt;br /&gt;3 - congelar contratações na função pública (não irá contratar quadros para os novos gabinetes? A administração pública terá quadros da confiança de ambos os partidos?); &lt;br /&gt;4 - alterar todos os feriados para segundas e sextas-feiras (com excepção do Natal e Ano Novo),evitando “pontes” mas garantindo o funcionamento normal do calendário do Turismo Interno; &lt;br /&gt;5 - cobrar IVA após a liquidação das facturas às empresas (para apoiar as PME e abreviar, assim, os prazos de pagamento aos privados); &lt;br /&gt;6 - manter o nível tributário vigente (sem aumentos); &lt;br /&gt;7 - e implementar com urgência &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Plano Integrado de Desenvolvimento Turístico&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Aparentemente, os partidos em Espanha fazem melhor o seu TPC, atacando as prioridades dos sectores que criam mais empregos.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ESCLARECER CONSUMIDORES&lt;/span&gt; – Enquanto cá se prevê o agravamento da evasão fiscal com o aumento do IVA, em Janeiro, e a descida do consumo devida ao aumento dos preços e aos cortes salariais, a Espanha tem uma visão de expansão e de justiça. &lt;br /&gt;Muitas empresas lusas já não pagaram o subsídio de férias em Agosto nem podem agora pagar o 14º mês. Portanto, não foi só a função pública atingida (falta saber como o governo vai cobrar metade de um subsídio não recebido? Daí a minha referência acima à justiça!). &lt;br /&gt;Por outro lado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;convém mandar afixar, em cada local de venda, bem destacado, o novo valor do IVA a partir de 2012, aplicável aos respectivos produtos e serviços&lt;/span&gt;. Os consumidores têm o direito de ficar a saber que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Estado arrecada mais 23% em cada transacção do escalão mais alto, o que se reflecte na subida inevitável do preço de venda ao público e do custo de vida&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Aliás, o nível do custo da vida familiar vai subir, quer pela cotação externa e interna da maioria dos serviços, bens, e produtos, quer pelo colossal aumento do IVA. As subidas variam de 6% para 13% e de 13% para 23% no IVA, mais em diversas percentagens, quanto ao aumento sucessivo dos custos de produção (energia, matérias-primas, transportes e impostos). &lt;br /&gt;Não há volta a dar. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O consumidor e o contribuinte pagam mais, mas o Estado arrecada menos receita&lt;/span&gt;. É linear para todos, menos para a troika e para o governo. &lt;br /&gt;Compete por isso &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aos empresários esclarecer os clientes que o Estado é repetente&lt;/span&gt;. Não se contentando com a subida no IRS, IRC, IMI, IPP e outros impostos, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;penaliza mais a economia com a excessiva subida de 7% e 10% no IVA&lt;/span&gt;, provocando mau estar social nas empresas e nas famílias, e comprometendo o futuro de todas as gerações, sob a desculpa dos erros cometidos nas últimas três décadas e por três intervenções pesadas do FMI.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TURISMO CASTIGADO&lt;/span&gt; – Todos os sectores foram castigados pelas medidas de austeridade da troika, aprofundadas por este governo, mas o Turismo foi o maior mártir. &lt;br /&gt;Com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;transportes reduzidos&lt;/span&gt; e mais caros (os cortes previstos no Plano Estratégico de Transportes representam um recuo de 20 anos e abrangem a CP, as rodoviárias municipais e privadas e as ligações fluviais, assim como os voos de cabotagem para os Açores e Madeira). &lt;br /&gt;Com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;refeições mais caras&lt;/span&gt; e incompatíveis com os preços praticados na restauração espanhola. &lt;br /&gt;Com animação mais cara e de menor qualidade, pela asfixia das câmaras. &lt;br /&gt;Com menos promoção a nível externo, regional e local, idem. &lt;br /&gt;Com taxas portuárias e de segurança mais altas. &lt;br /&gt;E &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem um Plano Integrado de Desenvolvimento do Turismo&lt;/span&gt;, como Rajoy prometeu em Madrid.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; – O anuário “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;XXI Ter Opinião 2012&lt;/span&gt;”, editado pela &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fundação Francisco Manuel dos Santos&lt;/span&gt;, é leitura indispensável para quem se interessa pelo futuro de Portugal. &lt;br /&gt;O tema desta primeira edição é: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal tem emenda?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Respondo convicto; Tem ainda uma pequena folga. Mas desde que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a maioria da população saiba e queira remar avante num rumo certo&lt;/span&gt;. Mesmo que indignando-se, abertamente, contra as medidas erradas, seja de que governo for! O que importa acima de tudo à sociedade civil é propor alternativas, como acima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-8883969131263038007?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/8883969131263038007/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=8883969131263038007' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8883969131263038007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8883969131263038007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/12/portugal-tem-emenda-sim.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-1800435280878000377</id><published>2011-07-19T10:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T10:53:20.976-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Governo novo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esperança renovada no Turismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mais empreendedorismo e muito trabalho …&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;(Publicado no PUBLITURIS em 8 Julho 2011, na coluna TURICÓPIO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se sair da crise, só com mais empreendedorismo, trabalho, organização, mobilização e poupança colectiva.&lt;br /&gt;Afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o brinde do Turismo saiu ao CDS&lt;/span&gt;, apesar do PSD ter o programa mais equilibrado nesta área. &lt;br /&gt;E a pasta da Administração Interna, ponto forte do CDS, foi para o PSD, com o Faroeste no Algarve e outros pólos de aptidão turística. &lt;br /&gt;A moda agora é deitar gás para as “ATM”. &lt;br /&gt;Mas isto vai melhorar com as credenciais da nova equipa. Competência e mérito não lhe faltam. Pois não? &lt;br /&gt;Acabo de ouvir afirmar ao patrão da CTP: o&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Estado precisa de ideias e gente fresca!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Talvez! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desde que não suba o salário mínimo para 500 euros…num país de alta qualidade e low-cost&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aplaudo de pé a escolha do prof. Manuel Pinto de Abreu para secretário de Estado do Mar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mar, Turismo e Compras Made em Portugal&lt;/span&gt; são três eixos a valorizar. &lt;br /&gt;Todavia, valeu mais a Secretaria de Estado do Turismo a tempo inteiro, depois de se falar que iria ser partilhada com outra. &lt;br /&gt;“Boys &amp; Girls” ganharam assim a aposta certa! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MEMÓRIA&lt;/span&gt; – Sem acreditar em superministros, pensei que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os secretários de Estado do ciclo Passos viessem a ser dignificados&lt;/span&gt;, como Santana Lopes e Licínio Cunha foram no ciclo Cavaco. &lt;br /&gt;Lembro a fase anterior do Ministério do Comércio e Turismo, e da Secretaria de Estado do Turismo sob o Ministério da Economia, sem esquecer a experiência do 2º Ministério de Turismo em 2004. Instalado em Lisboa, com o secretário de Estado no Algarve, todos os dias a caminho da capital. &lt;br /&gt;Até que, agora, chegou o superministério da Economia, com sete pastas de três anteriores ministérios: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Economia, Inovação e Energia; Emprego; e Obras Públicas, Transportes e Comunicações&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Vai ser excitante observar uma equipa multidisciplinar dinamizar tantos clusters, sob uma voz experiente, nomeadamente a indústria, comércio, exportações, Turismo, energia, transportes, portos, aeroportos, estradas, inovação e emprego! &lt;br /&gt;O Turismo vai, finalmente, reencontrar a vocação receptiva e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;validar a garantia dada aos congressistas da Divisão Internacional da ASTA, reunidos na Gulbenkian, em 1977&lt;/span&gt;: &lt;br /&gt;“O Turismo em Portugal é um sector privado, a incentivar a vertente do Turismo receptivo". &lt;br /&gt;Após 34 anos só falta, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;segmentar o turismo receptivo, doméstico, social e emissor&lt;/span&gt;. Pouca coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOVO ESTILO&lt;/span&gt; – A Feira do Artesanato de Lisboa foi primeira visita pública de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Álvaro Santos Pereira, titular da “Economia e Companhia”&lt;/span&gt;, que mostrou dinamismo e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;recomendou aos expositores para identificarem as peças nacionais com bandeiras de Portugal&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;A auto-estima faz falta e ajuda a valorizar a nossa imagem colectiva, como Scolari e Marcelo conseguiram no Euro2004, quando as janelas e lojas se coloriram com bandeiras verdes e vermelhas. &lt;br /&gt;O futebol continua a ser o nosso maior orgulho e alimento para a auto-estima, mas os esforços para o estender ao artesanato, outros desportos e artes, são bem-vindos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CINCO MEDIDAS&lt;/span&gt; – Espero que Álvaro queira ler algumas das minhas sugestões:   &lt;br /&gt;1º - Inventariar os recursos, produtos, marcas e serviços diferentes e mais genuínos, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal possa vender melhor&lt;/span&gt;. E entre os que estão ao nível da nossa concorrência, quais os que os estrangeiros mais apreciam? Para os integrar na sua nova estratégia alargada!&lt;br /&gt;2º - Criar um conselho informal de gestores dinâmicos, para se maximizar e programar prioridades, e elaborar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma estratégia consensual para 2012-2014&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Conforme exposto na recente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ExpoEventos&lt;/span&gt;, deve-se &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apostar em marcas fortes&lt;/span&gt; (começando por reduzir as 15 mil de vinhos), visto &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a marca branca Portugal&lt;/span&gt; não transmitir, há mais de 10 anos, as boas experiências que os turistas podem viver nas férias entre nós. &lt;br /&gt;3º - Com o apoio de operadores externos, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;inventariar as vantagens SWOT da oferta receptiva e propor programas articulados com parceiros dinâmicos&lt;/span&gt;, servidos por políticas transversais nas redes de aeroportos, portos, viárias e intermodais, e nas regiões plano continentais, mais Madeira e Açores. &lt;br /&gt;4º - Actualizar e divulgar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Calendário Electrónico de Eventos Sazonais&lt;/span&gt; com interesse externo, nas áreas do desporto, património, indústria cultural, arte popular, entretenimento, etc.&lt;br /&gt;5º - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Articular o Turismo com os programas do MOPT&lt;/span&gt; e fomentar a sociedade civil a formalizar as constelações dos recursos viáveis, desde a exportação à produção agrícola e tecnológica, ao comércio e Turismo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROGRAMA DO GOVERNO&lt;/span&gt; – Destaco a aposta no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo Atlântico&lt;/span&gt;; a a&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;rticulação horizontal das políticas de Turismo, transportes, equipamentos públicos, Ambiente, Mar, Saúde, Desporto e Cultura&lt;/span&gt;; e o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Código do Turismo&lt;/span&gt; (criando e apoiando os municípios turísticos). &lt;br /&gt;Convém que Estado e autarquias não penalizem mais empresas e iniciativas. &lt;br /&gt;Aguarda-se a nova estratégia promocional em vez da “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;umbrela Portugal” sem mais-valia agregada&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Se quando se viaja, trazemos brindes para obsequiar familiares e amigos, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;como se promove um programa turístico sem se associar o comércio à estratégia promocional?&lt;/span&gt; Bens transaccionáveis não faltam! Oxalá não se percam mais apostas de cooperação horizontal!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUADRO DE HONRA&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;1º - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRÉMIO ULYSSES&lt;/span&gt; conferido &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pela Unesco à Secretaria Regional de Turismo e Transportes da Madeira, no Fórum Algarve&lt;/span&gt;, na categoria de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;melhor iniciativa de governação pela emissão de certificados às unidades mais amigas do Ambiente&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os meus Parabéns a Conceição Estudante&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DIA DA MARINHA DO TEJO&lt;/span&gt; – 25 de Junho, incluído nas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Festas de Lisboa, com o Cais das Colunas emoldurado com canoas, catraios e faluas, objecto da reportagem da RTP&lt;/span&gt;, com arrais, dirigentes, presidente da CML António Costa, CEMA e prof, Carvalho Rodrigues. &lt;br /&gt;Uma das raras oportunidades para os lisboetas e turistas de passagem se aproximarem da comunidade marítima do Tejo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAISAGEM CULTURAL DO TEJO&lt;/span&gt; – As &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Associações Tagus Universalis de Portugal e Espanha&lt;/span&gt; preparam o processo para a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rede Cultural do Tejo Ibérico a Património Mundial da Unesco. &lt;/span&gt; Será a confirmação da incomparável  "aliança" entre os monumentos classificados na zona histórica ribeirinha (Jerónimos e Torre de Belém)e a protegida Reserva do Estuário do Tejo na margem sul, reforçada pela cultura avieira das comunidades piscatórias a montante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VELA INTERNACIONAL&lt;/span&gt; – As regatas para o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;campeonato mundial WMRT em Match Racing&lt;/span&gt;, em Portimão de 22 a 26 Junho. A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ISAF&lt;/span&gt; e velejadores &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;optaram pelo Algarve pelo 8º ano seguido&lt;/span&gt;. E lembro que, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;de 6 a 14 de Agosto, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Clube Naval de Cascais&lt;/span&gt; acolhe a 1ª série da ACWS da Taça América 2013&lt;/span&gt; (America's Cup World Series), cuja fase final terá lugar na Baía de San Francisco. Daqui incentivo o Turismo, vela e comunicação social &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a apoiar este 1º evento da Taça América em águas nacionais&lt;/span&gt;. Como? Comparecendo na Marina de Cascais nos treinos e regatas e divulgando os resultados e os programas sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-1800435280878000377?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/1800435280878000377/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=1800435280878000377' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1800435280878000377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1800435280878000377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/07/mais-empreendedorismo-e-muito-trabalho.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-7038064504976305669</id><published>2011-06-29T06:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T07:13:24.208-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa de Turismo no Governo 2011-2015'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROGRAMA DE TURISMO DO XIX GOVERNO CONSTITUCUONAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Comentado por Humberto Ferreira (2011Jun28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estilo deste programa é semelhante aos exercícios de anteriores executivos. Uma série de conceitos vagos, como a repetição de chamadas aos factores de inovação, eficiência, gestão, recursos e regulação. Na prática significam ZERO. Ou pior copiaram os anteriores. &lt;br /&gt;Das sete medidas enunciadas, destaco "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o reforço da articulação das políticas de Turismo com o Ordenamento do Território, Ambiente, Transportes, Saúde, Mar e Cultura"&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mas também não se trata de novidade. São, sim, medidas difíceis de concretizar. &lt;br /&gt;Há, todavia, um sinal positivo: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Ministério da Economia agora passa a gerir o Ministério dos Transportes, o que pode facilitar uma certa articulação Turismo-Aviação, Portos, Estradas e Ferrovias.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;De facto, enquanto a Espanha já tem uma das maiores redes de alta velocidade, Portugal continua com a sua bitola ibérica. &lt;br /&gt;Por isso, o Turismo deve pressionar o governo para elaborar um plano de substituição gradual das linhas férreas convencionais, pendulares e de alta velocidade, com especial ênfase nas ligações do porto de Sines a Lisboa e a Espanha. &lt;br /&gt;Pois, a partir de 2014 espera-se que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o porto de Sines seja a plataforma de entrada na Europa de milhares de contentores, por semana, vindos do Oriente, pelo Canal do Panamá!&lt;/span&gt; Talvez uma matéria demasiado complexa para os recém-empossados membros do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TURISMO ATLÂNTICO&lt;/span&gt; – Destaco também a excelente proposta de criar uma “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;plataforma económica e logística para se projectar um mercado alargado que reforce os fluxos de raiz atlântica&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Ora isto é, nem mais nem menos do que a concretização de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma antiga aliança atlântica entre Portugal, Brasil, Angola e Cabo Verde&lt;/span&gt;, gizada entre ilustres estrategas dos quatro países, mas sempre adiada. Com a anunciada privatização da TAP(imposta pela Troika) poderemos vir a dar o primeiro passo para esta aliança inevitável, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;desde que a TAM,a TAAG e a TACV se unam à TAP&lt;/span&gt;. Vamos, pois, espero bem, torcer para que se atribua prioridade à formalização desta proposta, com o indispensável de fortes investidores interessados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DISFUNÇÃO ORGÂNICA ENTRE ENTIDADES DO SECTOR&lt;/span&gt; – Já não deposito tanta confiança no apelo “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ao reforço da acção reguladora para uma visão estratégica e articulada entre parceiros públicos e privados&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Por duas razões: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o conhecido historial negativo das agências reguladoras até à data&lt;/span&gt; (alegadamente independentes, mas inegavelmente subordinadas ao governo no poder. Por outro lado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;há a fragilidade da Confederação do Turismo face às associações temáticas de hotelaria, distribuição, programação e animação, assim como às entidades regionais e até locais&lt;/span&gt;, pois qualquer iniciativa do Turismo de Lisboa ou do Algarve consegue maior visibilidade mediática do que a CTP. &lt;br /&gt;Sem esquecer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a corrida ao protagonismo do instituto público central&lt;/span&gt;, nos primeiros anos da sua polémica existência, invariavelmente afastado do diálogo, como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nos casos do PENT e das leis dos empreendimentos e das agências de viagens&lt;/span&gt;. Anteriormente, havia interlocutores especializados em cada área. Hoje concentra-se tudo numa pessoa, pelo que o título &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Instituto Central do Turismo&lt;/span&gt; assentaria melhor. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR&lt;/span&gt; – Compete (ou não?) às empresas especializadas dar maior ou menor relevo às modalidades de Turismo Sénior, Étnico, Religioso, de Saúde (incluindo as acessibilidades para turistas deficientes)? Assim como tentar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;obter maiores receitas de exploração?&lt;/span&gt; Pois são, de facto, os mercados que determinam essa flutuação entre a oferta disponível, a concorrência, e a procura. E não, nem nunca foi,qualquer programa governamental ou campanha de sensibilização que vai moldar cada ano ou época turística. &lt;br /&gt;O que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as empresas precisam é que o Estado e as autarquias não as atrapalhem nem as penalizem com mais impostos ou taxas&lt;/span&gt;. Aliás, no Turismo está instituído o facto consumado de que entramos num período prolongado de cortes aos apoios ad-hoc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CÓDIGO DO TURISMO&lt;/span&gt; – Creio que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a melhor ideia deste Programa de Governo é a breve elaboração de um Código do Turismo e das Actividades Turísticas&lt;/span&gt;, desde que não seja demasiado intervencionista (como as opções do PS se revelaram sempre). &lt;br /&gt;Já agora que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o novo Código possa definir e proteger, também, os municípios classificados como turísticos, facilitando-lhes a aprovação de projectos que impliquem aprovação central&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROMOÇÃO INTEGRADA&lt;/span&gt; – Por fim, quanto à promoção externa e interna do Turismo, sempre recomendei que fosse &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;associada aos principais recursos nacionais, mais apetecidos por estrangeiros&lt;/span&gt;, nomeadamente: o Desporto, Cultura (erudita e popular), Ciência, Vinhos e Bebidas, Moda e Pronto-a-Vestir, Calçado, Porcelanas e Cristais, Alimentação, Saúde (termalismo e recuperação), Turismo Residencial (imobiliário), Congressos e Feiras, Logística e Transportes, Móveis e Materiais de Construção e Decoração, Compras e Artesanato, Ensino Erasmus e outros programas de formação complementar, etc. No total são 26 áreas com potencial valor para a expansão do made em Portugal pelo mundo&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Turismo é o grande cluster charneira para o melhor "Mix Portugal Holiday Shopping"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CLUSTER DO MAR&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;O Turismo, as Compras e o Mar&lt;/span&gt; são, à priori, os três grandes eixos disponíveis para a breve recuperação que todos desejamos. &lt;br /&gt;E nesta fase embrionária do novo ciclo de esperança e confiança, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a criação e nomeação da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Secretaria do Estado do Mar&lt;/span&gt; é talvez aquela que me merece maior confiança, esperança e aplauso. Manuel Pinto de Abreu&lt;/span&gt; é um conceituado oceanógrafo, responsável pelo programa de alargamento da plataforma continental subaquática que poderá tornar Portugal num dos países ricos europeus. Bem sei que é um projecto a prazo, mas nem por isso é menos importante!  &lt;br /&gt;Mas o programa governamental passa por cima dos problemas dos portos, terminais de cruzeiros e de cargas, assim como da estratégia para acolhermos as novas rotas oceânicas que vão procurar portos portugueses de contentores, de produtos petrolíferos, de cruzeiros e de carga geral. &lt;br /&gt;Nos cruzeiros, que interessam mais directamente ao Turismo, o que mais me satisfaz não é o crescimento positivo das escalas em Lisboa e Funchal (portos tradicionais com movimentos semelhantes aos dos anos 55/75)mas a significativa programação de escalas nos portos de Portimão, Leixões e Ponta Delgada. Oxalá a nova tabela de taxas do SEF não venha estragar a árvore das patacas!&lt;br /&gt;É evidente que as prioridades do governo, associadas ao Turismo, em matéria de política aérea também ficaram aquém da nossa ambição.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MARCAS FORTES&lt;/span&gt; – Lembro que em cada ramo é preciso criar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;marcas fortes e distintas, integradas em campanhas institucionais e de venda agressiva, de modo a que todos os públicos-alvo identifiquem essas marcas como fizeram (e fazem) ao Mateus Rosé&lt;/span&gt;, o vinho português mais conhecido no exterior e menos bebido em Portugal.&lt;br /&gt;Não conheço qualquer marca institucional - United States, Britain, ou España - que se tenha sobreposto a qualquer marca forte privada oriunda dos EUA, Reino Unido ou Espanha entre as que conquistaram projecção global! &lt;br /&gt;O que cada país usa, habitualmente, e um slogan forte para atrair turistas e compradores. Três dos mais bem sucedidos foram: "Sorria, está em España!", "Swiss Made" ou "Incredible India"!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não sou, pois, adepto do reforço da marca Portugal&lt;/span&gt; para promover simultaneamente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo&lt;/span&gt; (programas e destinos com 300 possíveis municípios concorrentes entre si) e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;produtos e serviços de mais de 25 origens diferentes mas bastante associadas ao Turismo&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Só que não podemos também cair mais no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;exagero de tentar vender 15 mil marcas de vinhos lançadas nos mercados. Há que também seleccionar as sete melhores, como as Sete Maravilhas da Natureza e da Gastronomia&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O que têm andado os gestores e promotores do ICEP e da AICEP a fazer estes anos? E o que tem sido feito para aproximar, em parceria, os organismos de coordenação e promoção dos nossos 25 recursos principais de exportação, acima indicados? A tónica tem sido: salve-se quem puder! E, pelos vistos, vai continuar a ser! Quando o novo governo se desinteressa desta aconselhável aproximação de sinergias.   &lt;br /&gt;E para a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;obtenção de melhor retorno aos investimentos promocionais públicos e privados&lt;/span&gt;, deve-se distribuir as acções e peças das diversas campanhas sazonais, pelos mais acessíveis, ou seja: Internet, TV, Outdoors e Imprensa Especializada – esta para atrair os grupos profissionais e temáticos específicos de cada ramo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PERGUNTA FINAL&lt;/span&gt; – Quando se viaja para o exterior, habitualmente, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o que fazemos para brindar amigos e familiares?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Compramos lembranças úteis, identificativas do destino, ou curiosidades. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como é então possível elaborar um programa de desenvolvimento turístico sem associar o Turismo ao comércio local?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Começa mal este novo ciclo de esperança. confiança e recuperação das marcas e produtos portugueses mais apetecidos no exterior! Incluindo o Turismo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-7038064504976305669?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/7038064504976305669/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=7038064504976305669' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7038064504976305669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7038064504976305669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/06/programa-de-turismo-do-xix-governo.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-6716212652827698046</id><published>2011-06-26T11:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-26T11:13:01.225-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FEBRE EUROPEIA PARA TAXAR O TURISMO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza recua na taxa sobre dormidas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt; (Notícia de 2011Jun23)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A anunciada aplicação de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma taxa de um euro por estrela, por pessoa, por noite, na zona turística de Veneza&lt;/span&gt;, a partir de Julho, fo&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;i adiada face aos crescentes protestos populares e associativos por parte dos ramos ligados ao turismo e comércio da região autónoma do Veneto&lt;/span&gt; e por parte dos operadores internacionais, em especial do ETOA - Associação Europeia de Operadores Turísticos (agências organizadoras em Portugal pós-Sócrates!).&lt;br /&gt;O autarca Orsini, dinamizador desta medida para obter fundos destinados a obras de manutenção e para modernizar e proteger a cidade contra as habituais inundações e outros factores negativos, provocados pelo difícil equilíbrio e mobilidade numa extensa zona do delta do rio Pó, recheado de ilhas e de canais urbanos que atravessam Veneza e se estendam a Mestre, Lido, Jesolo, Marghera e outras localidades, constatou como tinha desagradado à maioria da população que vive do turismo, comércio, eventos e cultura. &lt;br /&gt;A proposta de Orsini, à primeira vista, parece simples e até nem demasiado dispendiosa. E Veneza não tem rival em termos do seu património artístico e da sua morfologia física e ambiental, mas as forças vivas da região não ficaram satisfeitas nem inteiramente esclarecidas. Por exemplo, sobre qual seria o valor mais baixo da taxa a aplicar nas cidades adjacentes de Mestre, Lido, Jesolo, e nas dezenas de ilhas, além das mais conhecidas de Murano e Burano. Ou qual seria a taxa mais baixa a aplicar na época baixa.&lt;br /&gt;Tudo porque Veneza vive essencialmente do movimento gerado pelo turismo e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;todas as medidas políticas que possam afastar turistas dos seus mais de 300 hotéis, milhares de restaurantes, lojas, ateliers e empresas de serviços complementares, não é bem recebido&lt;/span&gt;. Nem se sabe se a taxa é para aplicar todo o ano, ou se destina mais a afastar os turistas com menos posses da afluência de Julho e Agosto.&lt;br /&gt;Mas o presidente do município continua determinado a convencer os opositores e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;adiou a entrada em vigor da polémica taxa sobre dormidas de turistas para 23 de Agosto&lt;/span&gt;. Entretanto, continua a convocar reuniões com as partes, na expectativa de as convencer durante Julho. Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;teimar em aplicar uma nova taxa a partir de 23 de Agosto, em plena época alta, revela que a política e a actividade empresarial andam de costas voltadas na Região Veneto&lt;/span&gt;. Oxalá, o mundo não fique entretanto privado dos eventos que marcam, em Veneza, a vida cultura europeia todos os anos, tais como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Carnaval, os Festivais de Cinema e Jazz, a Bienal de Veneza, as exposições temáticas dos mestres da pintura italiana, os concertos e os congressos de cultura que a cidade acolhe&lt;/span&gt;. Aliás, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a programação cultural de Veneza é um dos grandes trunfos do Turismo Italiano&lt;/span&gt;, objectivo que não pode ser desviado por causa de uma taxa de um euro por dormida, por pessoa. E se for num dos grandes hotéis de cinco estrelas, um casal pagará mais 10 euros por noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-6716212652827698046?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/6716212652827698046/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=6716212652827698046' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6716212652827698046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6716212652827698046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/06/veneza-recua-na-taxa-sobre-dormidas.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-5181657131692657017</id><published>2011-06-14T08:20:00.000-07:00</published><updated>2011-06-26T11:05:27.254-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RENOVAR CONFIANÇA NO TURISMO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turiscópio 10 Junho 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Esperança no novo ciclo e nas constelações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTOR+FONTE: Humberto Ferreira - publicado no semanário PUBLITURIS em 09 Junho 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUADRO DE HONRA&lt;/span&gt; – Apontei a distinção mensal aos dois grandes eventos náuticos realizados em Cascais e no Arade. Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal continua a não projectar os eventos que valorizam o turismo receptivo&lt;/span&gt;. A comunicação social ignorou a 1ª etapa de 2011 das regatas da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AudiMedCup em Cascais&lt;/span&gt;. Mais badalada foi a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;F1 em Motonáutica em Portimão&lt;/span&gt; mas sem desmobilizar os adeptos da bola, política e concertos rock. &lt;br /&gt;Agora, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;de 6 a 14 de Agosto próximo, Cascais acolhe o “circo” da Taça América para a 1ª etapa das eliminatórias dos dois finalistas em 2013, na Baía de San Francisco&lt;/span&gt;. Esta nova série faz parte da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mais prestigiada prova mundial de vela desde 1851&lt;/span&gt;. Espero bem que se conjugam os indispensáveis esforços para projectar, desde já, este evento entre o público português, e que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;este novo ciclo governamental facilite, promova, sensibilize e divulgue online os calendários programados em cada época em Portugal&lt;/span&gt;.  &lt;br /&gt;Poderia ainda recorrer à falhada hipótese da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ryder Cup 2018&lt;/span&gt;, que acabou de ir para França. De tantos países, nunca me passaria pela cabeça a França, mas também &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que país pensaria em apresentar uma importante candidatura internacional na Comporta, um destino de golfe no papel?&lt;/span&gt; Este foi &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o atestado de distracção&lt;/span&gt; que faltava a quem tem gerido o nosso Turismo Oficial há 6 anos. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Neste período, não faltou a duplicação de organismos, nomes, decretos e teimosias&lt;/span&gt;. A mais recente farpa: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os operadores turísticos passam a “agências organizadoras”&lt;/span&gt;. É bom Portugal ser diferente, mas daí a mudar os nomes mundiais correntes? É desfaçatez ou teimosia impulsiva? &lt;br /&gt;Assim, para o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quadro de Honra de Maio&lt;/span&gt; avanço com o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;colóquio ”Turismo e Mar – 2000 km de Oportunidades”&lt;/span&gt;, organizado pelos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mestrandos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, a 31 de Maio&lt;/span&gt;. Cerca de 20 talentosos oradores cumpriram o vasto programa de produtos, normas, oportunidades e tendências do Turismo no Mar. E os jovens licenciados com poucos meios tiveram um desempenho a 100%. Proponho ainda &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;duas menções honrosas para as campanhas do Turismo da Madeira (Festa da Flor) e dos Açores&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OPORTUNIDADE PARA AS CONSTELAÇÕES&lt;/span&gt; – A ideia foi do saudoso prof. Ernâni Lopes: criar as &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Constelações do Turismo e do Mar&lt;/span&gt;. Há hoje bastantes seguidores, entre os quais me incluo. &lt;br /&gt;Ora com tanto fórum, confederação, missão, e tantas ideias úteis, há que enquadrá-las em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“constelações” de saber e liderança&lt;/span&gt;. É um termo português que exprime o popular “cluster” do prof. Michael Porter. É a forma fácil de dinamizar a economia numa fase de esperança. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo e o Mar&lt;/span&gt; são os sectores mais adiantados nesta onda, cabendo à sociedade civil formalizar estas constelações de base associativa, para mudar Portugal.      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MELHORAR&lt;/span&gt;- Quando se muda o governo, ou a direcção de uma empresa, a tendência aponta para se ignorar todo o anterior trabalho feito. Encomendam-se mais estudos, contratam-se novas caras e demora-se a inventar alternativas para se melhorar, por magia, o país ou o ramo. A herança é má &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas se empresários e técnicos se unirem até se esquecem da burocracia&lt;/span&gt;. Tal como os bons árbitros pouco aparecem nos bons encontros de futebol.  &lt;br /&gt;Na situação de devedores comprometidos com a Troika, não há espaço nem verbas para se mudar tudo, pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;começa-se logo a trabalhar na época alta do Turismo&lt;/span&gt;. Confio que o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;novo SET&lt;/span&gt;, vindo da área do PSD, seja conhecido, experiente e com provas dadas. Um dos males é a inconsistência dos programas eleitorais e de governo, dispensando governos ”sombra” e responsáveis por cada área, que estudem as mudanças a introduzir na legislatura seguinte. Creio que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o novo ciclo dignificará mais os secretários de Estado.   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FIXAR METAS&lt;/span&gt; – Não mudar por mudar nem sequer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o esquema esquizofrénico da regionalização polarizada&lt;/span&gt;. Estancar sim a histeria da liberalização europeia, visando a instalação de empresas e serviços adhoc, sem gestores e profissionais habilitados em cada ramo, que possam garantir a prestação de serviços ao nível das normas europeias de qualidade. Um antigo objectivo europeu ignorado pela Comissão e Parlamento Europeu. Oxalá me engane, mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a directiva Bolkenstein vai, por si, fomentar fraudes e abusos, nos múltiplos serviços desregulados e prestados no espaço da UE a milhões de consumidores de todo o mundo&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A competitividade não pode ser uma desculpa para a expansão do intrusismo! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DEFENDER O PORTUGUÊ&lt;/span&gt;S – E estancar outra histeria lusa: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o abuso de nomes ingleses para atrair mais clientes estrangeiros aos hotéis e outras unidades&lt;/span&gt;. O governo que implementou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a escrita à moda dos Palops foi o mesmo que transformou os nomes de hotéis portugueses em ”sucursais” dos quartos com pequeno- almoço em Blackpoo&lt;/span&gt;l. Tarefa imediata: expedir banners nos portais do TP, entidades e pólos de turismo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apelando à descontinuidade desta moda&lt;/span&gt;. Pedindo mesmo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apoio aos principais grupos hoteleiros, restauração, animação e indústria alimentar&lt;/span&gt;. A oferta não pode abdicar da nossa língua nem da nossa identidade e cultura &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas deve evitar nomes nasalados, ou com demasiados R, X ou Z, para facilitar o uso do português aos estrangeiros&lt;/span&gt;, pois até há &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nomes portugueses lindos, como AMIGO&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SEGMENTAR TAREFAS&lt;/span&gt; – O novo governo deve dar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mais protagonismo aos empresários e gestores mais dinâmicos e com capacidade de reunir consenso e parcerias inovadoras&lt;/span&gt;. Empresários e gestores ficam gerações, políticos e “boys” mudam com frequência, e os substitutos demoram anos a aprender, excepto quando vêm do privado. &lt;br /&gt;Importa definir melhor a segmentação, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;promovendo mais os destinos “premium” e menos os populares (low-cost), pois convém-nos, a nível externo, cativar e vender os produtos mais caros&lt;/span&gt;. Portugal tem uma óptima oferta, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cobrindo vastos segmentos da procura&lt;/span&gt;. Mas há países a adoptar, durante décadas, factores que valorizam a sua imagem externa e se identificam com a sua cultura, através de um bom slogan. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que o que mais nos identifica, hoje, é o Desporto e as provas internacionais&lt;/span&gt;. E o desporto está ligado ao clima, gastronomia, eventos, animação e sobretudo à hospitalidade. Logo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a 1ª ferramenta a melhorar é o calendário online de eventos patrocinados pelo Turismo de Portugal&lt;/span&gt;, destacando com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um selo de garantia os eventos de maior projecção internacional, como a cultura europeia em Guimarães ou a regata dos grandes veleiros no Tejo em 2012&lt;/span&gt;. Mas há mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-5181657131692657017?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/5181657131692657017/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=5181657131692657017' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5181657131692657017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5181657131692657017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/06/turiscopio-10-junho-2011-esperanca-no.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-5032022701732493935</id><published>2011-06-13T08:32:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T09:01:18.039-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AMERICA ARRISCA ATRASAR PAGAMENTO DÍVIDA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOTÍCIA DO DIA DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA 13Jun2011 – REVISTA DE IMPRENSA DE HF:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;América pode entrar um default em agosto &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chineses e as agências de notação Fitch e Moody's "zangaram-se" com o Congresso americano. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Se o limite de endividamento dos EUA não for aumentado&lt;/span&gt;, 30 mil milhões de dólares de títulos do Tesouro que vencem a 4 de agosto, cuja liquidação pode ficar em maus lençóis.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FONTE: Expresso.pt Domingo, 12Jun2011&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra default subiu pela primeira vez explicitamente ao mais alto palco político nos Estados Unidos. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A crise da dívida soberana ameaça passar a entrar na vida americana e a ser tema de conversa no mundo inteiro&lt;/span&gt;. A luta política no Congresso em torno do aumento do limite de endividamento do governo federal está a provocar uma onda de nervosismo entre os investidores estrangeiros na dívida emitida pelo Tesouro dos EUA. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dois responsáveis chineses&lt;/span&gt; advertiram na semana que terminou que os parlamentares americanos que se opõem ao aumento desse teto &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estão "a brincar com o fogo"&lt;/span&gt;. Li Daokui, do Banco Central da China, afirmou que havia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o risco real de um default da dívida americana&lt;/span&gt;, no que foi acompanhado por Yuan Gangming, da Academia de Ciências Sociais da China. Gangming referiu inclusive que a guerrilha política interna nos Estados Unidos, à medida que se aproxima a eleição presidencial de 2012, poderá colocar em risco a situação do Tesouro americano. Segundo a Reuters, alguns &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;congressistas republicanos "pensam que um default técnico [no princípio de agosto] poderá ser o preço a pagar para que a Casa Branca aceite cortar na despesa" e imaginam que os credores aceitariam "um pequeno atraso, talvez uns dias" até que consigam dobrar Obama&lt;/span&gt;. O novo ano fiscal dos EUA inicia-se a 1 de outubro, pelo que esta guerrilha não vai parar durante o verão.&lt;br /&gt;Para além da China, logo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Banco Central da Índia e o Banco Central do Omã (refletindo a voz do Golfo da Arábia) vieram manifestar publicamente a sua apreensão pelo desfecho desta luta política entre republicanos conservadores e democratas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rating dos EUA ameaçado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para completar o ramalhete, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a agência Fitch, veio ameaçar na quarta-feira (8 junho) que poderia baixar no princípio de agosto o rating dos Estados Unidos do nível atual de triplo A para B+&lt;/span&gt; caso antecipe verificar-se qualquer default técnico, ou  moratória, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;na altura do vencimento de letras do Tesouro americano no valor de 30 mil milhões de dólares a 4 de agosto&lt;/span&gt;, e se o assunto não for resolvido até 11 de agosto, quando há novo vencimento de dívida. &lt;br /&gt;Na semana anterior tinha sido a vez da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Moody's Investors Service a ameaçar que procederia a uma revisão da notação dos Estados Unidos em julho se o assunto continuar neste plano da desconfiança e chantagem política&lt;/span&gt; entre republicanos e democratas.&lt;br /&gt;Este problema deriva do facto do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nível máximo de endividamento federal já ter sido atingido a 16 de maio passado&lt;/span&gt;. Um conjunto de medidas extraordinárias tomadas pelo secretário do Tesouro, Tim Geithner, permitiu adiar a situação de rutura até 2 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A dívida pública americana atingiu os 14,3 biliões de dólares&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cada cidadão americano nasce com 143 mil dólares de dívida ao pescoço desde que o cordão umbilical é cortado&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O PIB americano foi de 14,7 biliões no ano passado&lt;/span&gt;, pelo que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a dívida pública é praticamente 100% do PIB&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mal estar económico pela retoma que não retoma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os números da economia americana continuam a desagradar. E muitos analistas e economistas falam do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;risco de uma recaída na recessão&lt;/span&gt; - double-dip na designação inglesa. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O desemprego&lt;/span&gt;, segundo o relatório do US Bureau of Labor Statistics de 3 de junho, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;atingiu os 13,9 milhões de pessoas, uma taxa de desemprego de 9,1% em final de maio&lt;/span&gt;, em que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o desemprego estrutural é de 45,1% e o desemprego entre os jovens é de 24,2%&lt;/span&gt;. É o mais alto desemprego estrutural desde 1969 . O número mais elevado neste período foi em janeiro de 1983 com cerca de 3 milhões - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;hoje são 7 milhões de desempregados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Há já mais de 800 mil "trabalhadores desencorajados" que já não procuram emprego. Espera-se que o nível de desemprego suba para 9,2% em final de junho.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A economia americana vive em 70% do consumo interno&lt;/span&gt; e este está afetado por duas doenças: o desemprego (já referido) e a quebra brutal no valor do imobiliário detido pelas famílias americanas. A baixa do preço do imobiliário (e o consequente valor em ativos detidos pelas famílias) desde o rebentar da bolha em 2007 &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;já fez desaparecer 7 biliões de dólares (cerca de €5 biliões) e espera-se que caia mais 1 bilião no próximo ano&lt;/span&gt;. O professor Robert Shiller, da Universidade de Yale, e co-autor de um indicador sobre o imobiliário americano (conhecido como S&amp;P/Case-Shiller home price índex), disse esta semana que não ficaria surpreendido se &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os preços do imobiliário caíssem ainda mais 10 a 25%&lt;/span&gt;, segundo a Reuters.&lt;br /&gt;Ben Bernanke, o presidente da Reserva Federal (FED, o banco central), no seu discurso da semana passada na Conferência Monetária Internacional, em Atlanta, apesar de admitir uma retoma económica "espasmódica e frustrante" que continuará a exigir "uma política monetária acomodatícia" (na fixação dos juros), insistiu que o consenso dentro da equipa da FED é que se assistirá &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a uma inversão no segundo semestre e que o surto inflacionário será temporário&lt;/span&gt;. No entanto, o presidente da FED advertiu os políticos republicanos que "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma consolidação orçamental abrupta no curto prazo" poderá enfraquecer ainda mais a "retoma ainda frágil"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Este desapontamento ocorre em simultâneo com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma economia totalmente inundada por dinheiro quente. A base monetária dos EUA atingiu agora um recorde de 2,5 biliões de dólares (equivalente a €1,75 biliões,ou €1750 mil milhões)&lt;/span&gt;. Há menos de 3 anos, durante a bolha, essa base monetária era de 820 mil milhões de dólares, ou seja a intervenção monetária na economia desde a crise gerou um aumento de 300% - o que compara com os magros 44% entre 2000 e 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem beneficiou da injeção monetária?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para onde foi essa inundação de dinheiro? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não para a economia real&lt;/span&gt;. Os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;bancos aumentaram as suas reservas na Reserva Federal (FED) e embrenharam-se na especulação financeira uma vez mais&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Peter Cohan, em declarações ao Expresso, é muito claro sobre esta política de Bem Bernanke: "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Já vimos que o efeito desta injeção de dinheiro não levou ao crescimento do emprego - as empresas estão a 'armazenar' o dinheiro nos seus balanços, os bancos usam-no para comprar títulos do Tesouro em vez de emprestar às empresas e os traders utilizam-no para especular nas commodities"&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Paul Krugmam colocou os nomes nos bois na sexta-feira passada na sua coluna no The New York Times com um artigo sugestivamente intitulado: "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Governados por rentiers&lt;/span&gt;". &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rentiers é a palavra francesa, usada em economia, para os que vivem de rendas financeiras&lt;/span&gt;. Diz o Nobel: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Estou cada vez mais convencido de que [a paralisia das políticas transatlânticas] é uma resposta à pressão de grupos de interesse&lt;/span&gt;. Conscientemente ou não, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os decisores estão a servir quase exclusivamente os interesses dos rentiers"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Preocupante também o facto da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FED ter ultrapassado a China como principal credor do Tesouro norte-americano&lt;/span&gt;. Harm Bandholz, economista-chefe do UniCredit nos EUA, deu os detalhes: em virtude do QE2 (2º programa de alívio quantitativo, quantitative easing em inglês, que injetou 600 mil milhões de dólares), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a FED passará a deter 16% da dívida federal no final de junho&lt;/span&gt;, bem à frente da China que deteria menos de 12% em finais de março. Os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;restantes titulares desta dívida são as famílias americanas (como aplicação de poupanças), o Japão, os governos estaduais e locais da federação americana e os fundos de pensões privados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Se Ben Bernanke decidir não renovar nenhum programa de alívio quantitativo quando o QE2 terminar no final deste mês, alguém terá de preencher o lugar principal na aquisição de títulos do Tesouro e para tal os juros dos títulos do Tesouro terão de subir significativamente para ser atrativos. Atualmente, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os juros dos títulos do Tesouro americano são mais baixos do que os juros dos Bunds (títulos alemães) nas maturidades a 5 anos&lt;/span&gt; (1,56% contra 2.17%), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas superiores nas maturidades a 10 anos &lt;/span&gt;(2,97% contra 2,96%) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;e 30 anos &lt;/span&gt;(4,18% contra 3,52%).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As bolsas refletiram este mal-estar&lt;/span&gt;. O índice bolsista S&amp;P quebrou 1,4% na sexta-feira, findando uma semana em que caiu 2,24%. Desde o pico em 29 de abril, o S&amp;P já desceu quase 7%. Foi a sexta semana consecutiva em baixa. E entretanto o índice bolsista Dow Jones desceu abaixo dos 12.000 pontos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIO HF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a economia mundial tende a servir, preferencialmente, os rentiers&lt;/span&gt; (palavra francesa para definir os investidores que vivem exclusivamente das suas aplicações financeiras à escala global). Mas o certo e bastante negativo é que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as “famílias” políticas, que corporizam as cinco facções do actual espectro político global (conservadores, liberais, socialistas, comunistas-verdes e radicais), não se entendem, preferindo continuar a radicalizar posições e destruir todas as vias de diálogo, na Europa e na América, perante a apatia dos eleitores e contribuintes&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Entretanto, a Reserva Federal dos EUA passou a ser o maior credor do Tesouro Americano e os "mercados" globais, apesar de ameaçarem e protestarem, continuam a investir forte, contentando-se com margens impensáveis na Europa (entre 1,56% e 4,18% a 30 anos).Por outro lado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os líderes políticos contemporâneos continuam a não conceber formas de custear os seus projectos orçamentais, endividando as gerações seguintes até 30 anos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os fundos provenientes dos vultuosos empréstimos feitos com uma frequência inaudita&lt;/span&gt;, à conta da dívida soberana de cada Estado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não são injectados na economia real&lt;/span&gt; (a que as empresas, as famílias e os consumidores costumavam recorrer no quotidiano) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas sim absorvidas pelos mercados secundários, alimentados pelos banqueiros e investidores (rentiers) e absorvidos pelos governos mais gastadores, em ternos de obras públicas e políticas sociais sem retorno&lt;/span&gt; (como o pagamento de crescentes subsídios de desemprego a contingentes de trabalhadores, que bem poderiam estar a trabalhar e produzir proveitos na economia real, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;se os fundos fossem antes distribuídos às empresas&lt;/span&gt;). &lt;br /&gt;Todos sabemos como tudo isto se deve resolver com urgência: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mudando as normas que continuam a proteger hoje o capitalismo selvagem&lt;/span&gt;, que tanto agrada aos rentiers e dos banqueiros, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas está por nascer o primeiro líder político com coragem para travar a corrida para o abismo&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O aviso chegou-nos no início de 2007&lt;/span&gt; (disse Sócrates que só chegou a Portugal em finais de 2008, possivelmente mais uma mentira sua, desta vez por deficiente ligação à internet?), mas até agora tanto a América como a fragilizada União Europeia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pouco, ou nada, têm feito para reforçar a propalada regulação dos bancos, das bolsas e das offshores&lt;/span&gt;. Até lá, bem podem TODOS queixar-se (e até chorar), para fingir que se preocupam com as famílias, o desemprego, as empresas e a economia real, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas não contem comigo!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Só quando fizerem o trabalho de casa, a que são obrigados por inerência ao cargos que exercem, e por uma questão de verticalidade. Infelizmente tão rara!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-5032022701732493935?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/5032022701732493935/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=5032022701732493935' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5032022701732493935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5032022701732493935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/06/noticia-do-dia-de-santo-antonio-de.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-8568493788336749545</id><published>2011-05-24T15:33:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T16:03:06.335-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PORTUGAL E O MAR'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TEMAS ACTUAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O destino de Portugal passa pelo Mar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; FONTE: PUBLITURIS online 23Maio2011 por Humberto Ferreira&lt;br /&gt;(texto revisto e actualizado pelo autor em 2011Mai24)  &lt;br /&gt;Entre 17 e 22 de Maio, a Marinha comemorou o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dia da Marinha em Setúbal&lt;/span&gt; e a Sociedade de Geografia comemorou o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dia Europeu do Mar a 20 de Maio&lt;/span&gt;. Enquanto, de 16 a 22 de Maio tiveram lugar em Cascais a primeira mão das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;regatas europeias de veleiros para o Troféu AudiMedCup 2011&lt;/span&gt;, entre 12 embarcações – duas delas portuguesas e tendo ambas subido ao pódio –; e de 21 a 22 de Maio, Portimão recebeu &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a 13ª edição do GP de Portugal em motonáutica&lt;/span&gt;, com dois pilotos portugueses e 14 estrangeiros. Mas todos estes eventos passaram despercebidos da opinião pública, tal como o Congresso do Centenário do Turismo Oficial e o Salão de Turismo de Cruzeiros, em Ponta Delgada, na semana anterior.&lt;br /&gt;Mais uma vez, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal não foi mobilizado para qualquer destes eventos&lt;/span&gt;, pois a única coisa que nos move é o futebol. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A 18 de Maio, largos milhares foram a Dublin à final da Taça Europa de Futebol entre o F.C. Porto e o S.C. Braga&lt;/span&gt;, enquanto o resto do país parou para assistir ao jogo pela TV, num crescendo de auto-estima, pois a taça foi disputada por duas equipas portuguesas. Auto-estima ainda reforçada por mais &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;dois feitos de Cristiano Ronaldo: o título de maior goleador de sempre da Liga Espanhola com 41 golos&lt;/span&gt; (no total 52 na época), e de ser &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o 3º vencedor português de duas botas de ouro&lt;/span&gt;. Os canais da TV, aliás, dedicaram a maior parte desta semana ao futebol, desde manhã até ao serão, com múltiplos directos sobre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a final da Taça de Portugal em 22 de Maio&lt;/span&gt;, que esgotou o Estádio Nacional e a programação televisiva.&lt;br /&gt;Resta-me admitir, publicamente: com mais crise ou menos crise, a única coisa que nos anima é o futebol e o talento de alguns dos seus “artistas”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O RESTO É LIRISMO OU NEGLIGÊNCIA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Dia Europeu do Mar foi inspirado na chegada de Vasco da Gama a Calecute em Maio de 1498&lt;/span&gt; e comemorou-se pelo 4º ano. Mas o que importa isso aos contemporâneos?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A União Europeia também tem andado afastada do Mar&lt;/span&gt;, por uma velha submissão admitida aos parceiros ingleses.&lt;br /&gt;Em 1985, após a nossa adesão à CEE, a geoestratégia e a acção diplomática lusa mudaram-se do Atlântico e das relações privilegiadas com a Lusofonia, em direcção a Bruxelas e às rotas terrestres (com ênfase na rodoviária), malgrado a forte emissão de CO2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tal erro custou-nos o abandono da marinha mercante, construção naval e pescas&lt;/span&gt;, desenvolvendo-se, em sentido oposto, múltiplas campanhas de sensibilização sobre as vantagens da Europa, pelo menos até que, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;na Expo1998 foi escolhida a temática dos Oceanos&lt;/span&gt;, mas sem um objectivo palpável. Doze anos depois, sem um resultado a creditar à temática da Expo1998, estou numa bela praia oceânica a admirar o Atlântico, e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a lamentar e a escrever o que falta fazer para viabilizar o Mar em proveito do Pais e dos portugueses&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOVA GEOESTRATÉGIA ATLÂNTICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O programa do Dia Europeu do Mar, em Lisboa, em 2011, debruçou-se sobre o novo e ambicioso projecto de Bruxelas: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a Europa 2020!&lt;/span&gt; Valha-nos o arrojo do estudo contemplado neste programa e as medidas para emendar erros que vêm sendo apontados desde a década de 80.&lt;br /&gt;A Europa 2020 abrange a proposta &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EERA – Estratégia Europeia para a Região Marítima Atlântica, a implementar até 2014&lt;/span&gt;. Quantos portugueses sabem deste novo eixo de desenvolvimento europeu? Certamente poucos.&lt;br /&gt;Ora este projecto emana de uma proposta do Conselho Europeu de Junho de 2010, visando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;definir, finalmente, a política marítima europeia&lt;/span&gt;, alargada às ilhas da Macaronésia (Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde), numa tentativa de dinamizar esses territórios à imagem de certos arquipélagos asiáticos, como activos entrepostos de produção e comércio internacional, a par dos seus atributos turísticos e de escala transatlântica. Não sei quem pediu este aparente “upgrade”, nem se as populações o aceitam? Mas parece-me positivo! A Europa tem vivido com políticas integradas para o Carvão, Aço, Energia e Agricultura, mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;à deriva no que ao Mar respeita&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A EUROPA VIRADA AO ATLÂNTICO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eis senão quando a velha “senhora” Europa é acordada, em Julho de 2010, para o fenómeno marítimo que a rodeia. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A área da RMA compreende 1200 portos e nove mares&lt;/span&gt;, por onde navega &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a maior frota mercante mundial&lt;/span&gt; (em fase de profunda transformação e intensa renovação por navios maiores, mais seguros e menos poluentes), e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;será maior que a soma das ZEE de cada Estado Membro&lt;/span&gt;, aproximando-se da área de “busca e salvamento de todo o Atlântico Norte até ao paralelo 15”, o que prevê um eventual acordo especial de cooperação com Cabo Verde, país lusófono situado nas rotas de confluência aérea e marítima mais próximas do Atlântico Sul, e no vértice de uma zona ainda, em 2011, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem cobertura de radar de apoio à navegação e segurança aérea&lt;/span&gt;. Resta saber se esta extensão vai ser consensual. O Reino Unido costuma ser contra tudo o que seja reformar a estratégia oceânica do pós-guerra 1939/45.&lt;br /&gt;Quanto a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pescas, a RMA tem a maior frota mundial e emprega 527 mil pescadores e afins&lt;/span&gt;, abrangendo ainda os dinâmicos sectores da construção e engenharia naval, da actividade portuária e dos transportes indispensáveis para movimentar mercadorias a carregar e descarregar nos seus 1200 portos. &lt;br /&gt;Como vimos, desde 1957 os europeus têm vivido sem uma política integrada para o Mar, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;continuando, porém, os portos do Norte da Europa a ser os mais movimentados do globo e grande parte do comércio mundial a ser transaccionado pelas respectivas bolsas de valores e matérias-primas e bancos europeus&lt;/span&gt;. Quer dizer, as rédeas dos negócios marítimos continuam a ser comandadas pela Europa Setentrional &lt;br /&gt;Repito, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o maior obstáculo à estratégia atlântica europeia tem vindo do Reino Unido&lt;/span&gt;, cujo governo ainda pensa que representa a maior potência marítima mundial. Mas é difícil aos ingleses aceitarem que já não dominam a economia mundial nem os mares!&lt;br /&gt;Com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o alargamento em curso do Canal do Panamá&lt;/span&gt; (obras a concluir em 2014 para poder movimentar os novos porta-contentores gigantes e navios de cruzeiro pós-Panamax), a rota mundial da China e Oriente para a Europa, vai transferir-se do Suez para o Panamá, e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Atlântico Ocidental vai reconquistar o seu estatuto áureo da época das especiarias portuguesas, no século XVI&lt;/span&gt;. A viagem é mais curta, menos poluente e gera uma economia de sinergias altamente vantajosa para armadores, carregadores e importadores.&lt;br /&gt;E a grande sorte peninsular é que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Algeciras e Sines são os dois portos europeus mais bem localizados e apetrechados&lt;/span&gt; para substituírem, então, o forte movimento de contentores até agora &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;concentrado em Roterdão, Hamburgo e outros portos da Mancha e do Mar do Norte&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUANTO CUSTARÃO OS ERROS DE ONTEM E HOJE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas não há bela sem senão. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Sines ainda faltam as AE para Lisboa, Elvas e Vilar Formoso, e o CF para Beja e Poceirão&lt;/span&gt; (destino com dupla função: plataforma logística e terminal da nova via TGV-Madrid-Portugal). &lt;br /&gt;Aliás, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a Portugal ainda falta a substituição da bitola ibérica pela europeia&lt;/span&gt;, em toda a rede ferroviária.(se não quiser ficar isolada da Espanha e do resto da Europa). Creio que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal merece ser apoiado pelos fundos de coesão europeia, neste gigantesco investimento favorável às siderurgias que sobreviveram à orquestrada racionalização da Comunidade do Aço!&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;Portanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Gabinete da Área de Sines, criado em 19 Junho 1971 e extinto em 6 Fevereiro 1986&lt;/span&gt;, não teve meios, em 15 anos, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para dotar o porto com as indispensáveis ligações rodo-ferroviárias&lt;/span&gt;. E os governos que se seguiram não tiveram, certamente, nestes 25 anos que se seguiram, tempo de se debruçar sobre os factores competitivos que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ainda faltam para tornar Sines no grande porto terminal europeu da nova “rota de seda”&lt;/span&gt;, cujas mercadorias são agora transportadas em contentores, provenientes dos mercados asiáticos de baixo custo, mas de alta tecnologia, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem as quais os gigantescos entrepostos da Europa não poderão crescer&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;E convém lembrar que já &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;só faltam menos de três anos para 2014!&lt;/span&gt; Havendo já perto de vinte navios desta série de porta-contentores para 15000 TEU, seis dos quais já escalam Sines.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTOS OU SURF?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Mas muito gostam os portugueses de dar tiros no pé! O problema é que setenta surfistas realizaram, neste fim-de-semana (21/22 de Maio), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma curiosa manifestação contra o prolongamento do cais de Sines, para não modificar o padrão das ondas na praia de São Torpes&lt;/span&gt;. E a Comunicação Social &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;verde e encarnada&lt;/span&gt; deu “abrigo” a estes protestos inconsequentes, de quem pensa que pode travar o progresso e condenar um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;porto feito por visionários portugueses, 50 anos antes de se vir a tornar num dos grandes destinos da marinha mercante mundial&lt;/span&gt;. Isto, claro, desde que os eleitores entendem o que está em jogo! Aliás, já também li que o sucesso de Sines se fica a dever ao PS. Quando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o projecto e as obras datam de 1971 e que nos 40 anos seguintes não foram ainda dados os passos principais para dotar Sines com as infraestruturas indispensáveis à sua dimensão&lt;/span&gt;. Mas não admira, em Portugal, o Mar é agora tutelado, pelo menos, pelos ministérios da Defesa, Ambiente e Ordenamento, Obras Públicas e Transportes, Economia e, claro, das Finanças!&lt;br /&gt;Terá sido assim que foi &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;dada prioridade ao Aeroporto de Beja, em 2002&lt;/span&gt;, o qual também não dispõe ainda da “scut” para Sines nem para Espanha. Repetindo-se o erro do “metro” não servir ainda a Portela em Lisboa, desde a criação da linha vermelha em 1998.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TGV DO ARCO ATLÂNTICO: A GOTA DE ÁGUA&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estratégia Europeia para o Atlântico já foi estudada&lt;/span&gt;. E visa, em resumo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;promover a utilização das ZEE e as plataformas continentais oceânicas&lt;/span&gt; (Portugal espera ficar com 13 vezes mais superfície no fundo do Atlântico do que a do seu território); e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;participar nas redes das regiões periféricas marítimas&lt;/span&gt;, nomeadamente da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comissão do Arco Atlântico&lt;/span&gt;, do Comité das Regiões, etc.&lt;br /&gt;Da participação da CCDRLVT no Dia Europeu do Mar, fica assim, uma curiosa lista de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;objectivos errados sobre o polémico projecto "CFA – Corredor Ferroviário do Atlântico"&lt;/span&gt; – projecto que pretende, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;tornar o comboio como meio de transporte mais competitivo e menos poluente do que os navios&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E o que propõe, afinal, o Arco Atlântico?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Dispor de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma linha férrea de bitola europeia para carga, em alta velocidade, para servir os portos do litoral Norte de Portugal e de Espanha até Bordéus, Brest e Havre&lt;/span&gt; (portos ligados a Paris, não entre si). Os promotores políticos e técnicos desta sub-estratégia, estão abertos à "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;inevitável&lt;/span&gt;" participação dos portos de Sines, Setúbal e Lisboa no prolongamento do Arco Atlântico para Sul. &lt;br /&gt;"&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Inevitável&lt;/span&gt;", pois enquanto se aceita, pela sua dimensão e localização, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sines seja o novo mega entreposto europeu da Nova Rota da Seda&lt;/span&gt;, e que os portos de Setúbal e de Lisboa possam ser complementares deste tráfego, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os restantes portos do Arco Atlântico serão apenas portos de transbordo para as respectivas "hinterlands"&lt;/span&gt;, numa rota que se prolongará até Hamburgo e ao Báltico, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;se&lt;/span&gt;, como se espera, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vencer a vertente do transporte marítimo mais económico e amigo do planeta&lt;/span&gt;, do que o actual sistema de distribuição rodoviário. &lt;br /&gt;Quanto ao projecto TGV do Arco Atlântico entre o Porto e França, tratando-se de uma infraestrutura interegional que abrange três países, ainda nem é conhecida a entidade responsável pela sua coordenação (além da proposta do comité europeu das regiões). &lt;br /&gt;Surgiram na década de 90, os primeiros pedidos regionais do Arco Atlântico, para se prolongar o TGV Lisboa-Porto a Vigo e, subsequentemente, até Irun. Mas os actuais planos da RENFE abrangem duas linhas distintas: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma de Madrid a Bilbau e Victoria&lt;/span&gt;; e a outra: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a linha AVE Atlântico, que poderia ligar Madrid a Vigo, Coruña e Santiago, via Vallodolid e Zamora, prevista apenas para 2018&lt;/span&gt;. Portanto, quatro anos depois da abertura do Canal do Panamá à nova rota dos porta-contentores pelo canal do Panamá. O lobi ecologista, por seu turno, tem vindo a pressionar os governos e a opinião pública para a urgência em reduzir drasticamente o tráfego rodoviário de mercadorias pesadas nas estradas europeias e, em especial, no Arco Atlântico peninsular. Assim, este caso da ligação férrea, para transbordo de mercadorias pesadas, entre a Península e a França, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;torna-se bastante urgente, uma vez que a Normandia ameaça, depois de 2014, não permitir já nas suas estradas a circulação de mais mercadorias TIR, ou em veículos pesados&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Será, assim, possível candidatar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sines ou Algeciras à categoria de mega portos de transbordo europeu de tráfego TEU&lt;/span&gt; (unidade de contentores), afectada como está, afinal, a garantia de escoamento rápido ferroviário ou rodoviário (este por razões ecológicas)? &lt;br /&gt;Resposta: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;só será possível se este transbordo for garantido a bordo de navios de cabotagem adequados&lt;/span&gt;. Creio que neste aspecto não haverá problema, pois os experientes armadores europeus saberão responder. Infelizmente, em Portugal deixaram, praticamente, de existir armadores. Não vejo é qual será a função que os portos de Aveiro, Leixões, Vigo e Coruña poderão representar num quadro destes. Pois garantir o abastecimento ou as exportações dos respectivos “hinterlands” aparenta não bastar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CRESCEM OS PORTOS PARA CRUZEIROS E FERRIES  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E para satisfazer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o crescente número de turistas mundiais, que queiram descobrir o belo litoral do Arco Atlântico, oferece-lhes ferries&lt;/span&gt; – já em abundância de Bilbau para a Grã-Bretanha e Irlanda,  e, por enquanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;no mítico comboio Sud-Express&lt;/span&gt; (até com o regresso das carruagens de estilo mais antigo, para atrair o tráfego turístico numa réplica do serviço que data de 1887, agora num mix da bela época séc.XVIX-séc.XX). O turismo contemporâneo não deve eliminar totalmente as tradições! &lt;br /&gt;Além, evidentemente, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;do razoável número de portos peninsulares que atraem mais cruzeiros oceânicos, ao longo de todo o litoral&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Em Portugal, nas últimas décadas, apenas Lisboa e Funchal alternavam no registo do maior número de escalas anuais de cruzeiros. Pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;desde 2009, os portos de Leixões, Portimão e Ponta Delgada passaram a ser considerados concorrentes potenciais&lt;/span&gt;. O mesmo se espera dos portos espanhóis, que já oferecem uma forte panóplia: Bilbau, Coruña, Vigo, Cadiz, Algeciras, Málaga, Valência, Barcelona, Palma, Las Palmas, Tenerife, Lanzarote, etc. Com a vantagem dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;armadores continuarem receptivos a propostas de outros portos com atractivos diversificados&lt;/span&gt;.  &lt;br /&gt;Mas, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estão os portugueses a par destes múltiplos planos e alternativas?&lt;/span&gt; Assim como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as nossas entidades públicas e privadas estão preparadas para as mudanças previstas já para 2014?&lt;/span&gt; (praticamente amanhã). Nas estradas europeias, por um lado, e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nas rotas marítimas intercontinentais e nas tendências internacionais da procura e da oferta, por outro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Convém lembrar, neste período sensível, que qualquer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Plano Estratégico Português, englobando políticas do Mar, Ambiente, Ordenamento, Turismo e sobre as tendências da Economia, depende da visão e interesses (sempre opostos) de cada partido&lt;/span&gt;. Será assim tão difícil &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;encontrar um denominador comum?&lt;/span&gt; O que Portugal &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;precisa já é de políticas consensuais e com metas estabelecidas para o Mar, incluindo os portos, terminais especializados e marinas, aliadas aos indispensáveis transportes intermodais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O mal é que o cidadão comum continua a conviver na “santa ignorância”! O que lhe &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;interessa mais&lt;/span&gt;, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;são os resultados da bola doméstica ou internacional!&lt;/span&gt; Para a bola não há crise nem negas! &lt;br /&gt;Por um lado, não há debate político que resista a tanta complexidade das variáveis económicas e financeiras, e, por outro, não há paciência para tantos problemas, desde a obrigação do pagamento da avultada dívida pública e privada aos credores estrangeiros, ao crescente desemprego e às múltiplas oportunidades perdidas! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Oxalá, este texto atraia mais jovens a reflectir e a apostar sobre o futuro de Portugal no contexto da Europa Unida e ... tecnológica e socialmente avançada!&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;(15638 caract.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-8568493788336749545?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/8568493788336749545/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=8568493788336749545' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8568493788336749545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8568493788336749545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/05/temas-actuais-o-destino-de-portugal.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-248359933751978810</id><published>2011-05-17T07:24:00.000-07:00</published><updated>2011-05-17T07:40:56.660-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acidente A447 Rio-Paris=1Junho2009'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL PRECISA DE AGILIZAR INQUÉRITOS E PROCEDIMENTOS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIA DO DIA – Revista de Imprensa – UM EXEMPLO PARA PORTUGAL:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Acidente aéreo vitimou 228 pessoas&lt;br /&gt;Análise das caixas negras aponta para erro dos pilotos do voo AF447 Rio-Paris em 1 de Junho de 2009 &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIOS DE HUMBERTO FERREIRA&lt;/span&gt; - FONTE ORIGINAL: Público – 17Maio2011 - 12:49&lt;br /&gt;A análise às “caixas negras” do voo entre o Rio de Janeiro e Paris, que se despenhou há quase dois anos sobre o Atlântico, atribui o acidente a um erro dos pilotos, segundo revelou o jornal "Le Figaro". O acidente matou os 228 ocupantes do birreactor A330 da Air France.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A informação ainda não foi ainda confirmada pelos investigadores&lt;/span&gt;, mas foi revelada na segunda-feira, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um dia depois de ter sido confirmado que os dados recolhidos das caixas negras estavam em bom estado&lt;/span&gt;, apesar de terem estado tanto tempo no fundo do mar, a quatro mil metros de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As “caixas negras” contém todos os registos electrónicos das manobras de navegação aérea e de voz, ocorridas durante o voo e, além delas, do fundo do mar foi também resgatada a caixa com a gravação sonora de tudo o que se passou no cockpit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o "Figaro", &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as gravações ilibam a Airbus, fabricante do aparelho, um A330, que estava a ser acusada de homicídio involuntário no processo judicial aberto em França&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas da BEA (gabinete de investigação e análise) estão agora &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a apurar se o erro cometido pelos pilotos é "puramente um erro humano", ou se foram violadas as normas de segurança da companhia a que o avião pertencia, a Air France&lt;/span&gt;, adiantou o jornal francês. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Air France foi também acusada no processo aberto depois do acidente&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos registos das “caixas negras” os investigadores vão reconstruir os acontecimentos de 1 de Junho de 2009, quando o voo AF447 se despenhou no oceano Atlântico, enquanto se dirigia num voo de rotina diária, entre o Rio de Janeiro e o aeroporto de Roissy (Charles De Gaule), em Paris. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório técnico, divulgado depois do acidente, feito antes de terem sido encontrados destroços do aparelho e as “caixas negras”, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;atribuiu a causa a uma falha nas sondas que medem a velocidade do avião, que teriam ficado bloqueadas pelo vento, o que terá levado os pilotos do Airbus a fazer alterações na rota&lt;/span&gt;, aliás, um procedimento também considerado normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O novo relatório final&lt;/span&gt;, já com todos os dados das “caixas negras”, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;deverá estar concluído no Verão&lt;/span&gt;, apesar de o "Figaro" adiantar que a atribuição de responsabilidades poder ser revelada antes disso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;UM PAÍS ENSOMBRADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIO HF – Este pode ser considerado mais um exemplo para as autoridades portugueses seguirem. Tendo em vista, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;em Portugal, este processo teria demorado longos anos, antes de ser divulgado ou antes de se tomar qualquer decisão delicada&lt;/span&gt;. Aliás, extensível a qualquer área da administração pública retrógrada, conservadora, pouco produtiva, ineficaz, frustrada,  desiludida, e muito dispendiosa, além de ser contagiada por &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um sector privado castigado e sacrificado, mas receptivo ás esmolas do poder político, seja em legislação protectora, seja em subsídios, apoios, ou benesses especiais&lt;/span&gt;. Os privados exigem tudo menos jurisprudência técnica, operacional e jurídica sem desvios, para os advogados mais ousados poderem, assim, aproveitar a fraqueza do regime. &lt;br /&gt;ESTOU CONVENCIDO QUE É DISTO QUE A MAIOR PARTE DOS ELEITORES QUEREM, EM 5 DE JUNHO&lt;br /&gt;Apesar da modernização de Portugal e a sua capacidade de poder vir a emparceirar com os 27 Estados-Membros da União Europeia, passar, pois, pela urgente reforma da legislação, em geral, e da implementação de procedimentos judiciais. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A VERGONHA DA ANÁLISE DA “TROIKA”&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Já basta a “vergonha internacional” a que os portugueses (excepto os socialistas adeptos do sr. José Sousa) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;acabam de ser sujeitos, quando os técnicos da “Troika”, missão constituída por quadros da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional enviada a Lisboa em Abril, recomendaram (sem direito a mais diálogo ou objecção, aliás depois aprovada pelos três maiores partidos portugueses) ao próximo governo a tomar posse em Lisboa, da necessidade obrigatória de simplificar e adaptar a antiquada Justiça vigente às normas e práticas internacionais seguidas no Ocidente&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Se o governo eleito a 5 de Junho se recusar a cumprir este compromisso, Portugal passa logo a Estado não cumpridor e, depois, seja o que os “tais mercados financeiros internacionais”, credores da nossa elevada dívida, pública e privada, quiserem aplicar aos portugueses mais gastadores. Os tais que ainda pensam que devem ser os ricos a pagar as dividas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROPOSTA PESSOAL &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ora proponho, como cidadão, contribuinte e eleitor desta República, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;se os chefes e restantes ministros e secretários de Estado dos18 anteriores governos constitucionais da III República&lt;/span&gt;, não conseguiram analisar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o gravoso ónus desta obscura prática jurídica&lt;/span&gt; (imprópria do regime e das alianças ocidentais instituídas desde o final da II Guerra Mundial em 1945), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nem avaliar os prejuízos dos efeitos da sua demorada reforma, em termos de menorizar a imagem e o rating internacional do nosso País, junto das instituições bancárias e bolsas mundiais, nestes 37 anos de liberdade&lt;/span&gt; (aliás, altamente condicionada pelos directórios partidários, autocráticos a multiplicar), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DEVEM os mesmos GOVERNANTES &lt;/span&gt;DEVOLVER AS CONDECORAÇÕES RECEBIDAS NOS DIAS DE PORTUGAL, benemeritamente outorgados pelos Presidentes obsequiosos e rotineiros que temos voluntariamente elegido. &lt;br /&gt;Pois tais cidadãos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não merecem MAIS nem o respeito nem o voto dos seus compatriotas&lt;/span&gt;. Pelo contrário, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;devem ser punidos por omissão, negligência e incapacidade de não dotarem o Pais, ao longo de 37 anos, com leis equilibradas, eficazes, justas e de acordo com as apregoadas novas tecnologias&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O atraso de PORTUGAL contemporâneo tem sido uma vergonha continuada! Quando comparado com o avanços dos países fundadores da União Europeia, assim como dos países mártires do antigo Leste Europeu, sob domínio soviético mas mais disciplinados, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;entretanto admitidos e já adiantados em relação a Portugal!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;HOJE, as decisões políticas e económicas devem ser rapidamente analisadas, respondidas e negociadas. Temos para isso o recurso às novas tecnologias e ao maior número de doutorados da história universal. &lt;br /&gt;QUE trabalhem, pois, MAIS ao ritmo da ciência e dos negócios internacionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-248359933751978810?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/248359933751978810/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=248359933751978810' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/248359933751978810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/248359933751978810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/05/portugal-precisa-de-agilizar-inqueritos.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-5639112519763442667</id><published>2011-05-03T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T15:56:24.578-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CEM ANOS DE TURISMO EM PORTUGAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;100 ANOS DE IMPRENSA TURÍSTICA EM PORTUGAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A INFORMAR E ACOMPANHAR O TURISMO EM PORTUGAL E NO MUNDO&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;A minha introdução aos livros sobre viagens teve lugar nos anos 40, na prova de admissão à Universidade de Glasgow, lendo e interpretando extractos de livros de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Joseph Conrad&lt;/span&gt; sobre viagens marítimas.&lt;br /&gt;Designadamente “Lord Jim” de 1900 - passado em 1880 a bordo do “Jeddah”;  e “Youth e outros contos” de 1902 - a bordo do “Palestine”&lt;br /&gt;É um autor que ainda hoje me delicia com as suas experiências como tripulante durante 16 anos, em longas viagens a bordo de veleiros, no Atlântico, Caraíbas, Índico e Pacífico, além de um longo período embarcado num vapor de carreira, no rio Zaire. &lt;br /&gt;Na época, como as viagens eram muito longas, e feitas sob condições quase sub-humanas, sujeitas a frequentes naufrágios, os marinheiros eram contratados por viagem, mas já havia a figura dos armadores de navegação e da aprendizagem prática para as carreiras de marinhagem, mestrança e comando.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;INTRODUÇÃO HISTÓRICA&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;As primeiras viagens relatadas para a História também foram sobre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;epopeias marítimas&lt;/span&gt;, realizadas ao longo de várias civilizações, cujos líderes sentiram a necessidade de se expandir e descobrir o que se encontrava para além do horizonte, que se perde no mar. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Expedições e conquistas terrestres pelo Oriente&lt;/span&gt; deram também mote a muitas lendas e crónicas históricas. Entre as mais conhecidas destaco: &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Preste João das Índias&lt;/span&gt;, figura fictícia ou real que terá sido imperador da Etiópia ou rei de um estado Indiano, e que data do século XII, pois as primeiras crónicas chegaram a Roma pelo bispo Hugo de Gabel em 1145. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marco Polo&lt;/span&gt; (1254-1324) conta as suas expedições através do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Livro das Maravilhas&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Os portugueses &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pero da Covilhã&lt;/span&gt; (c. 1450-1530) e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Afonso de Paiva&lt;/span&gt; (c.1443-1490), diplomatas ou espiões do Reino, também foram notáveis exploradores e cronistas das rotas intercontinentais que percorreram. &lt;br /&gt;Também foram as expedições marítimas que deram lugar às &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;descobertas portuguesas&lt;/span&gt; que mais contribuíram para este valioso legado patrimonial. Entre os nossos maiores cronistas relembro: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gomes Eanes de Zurara&lt;/span&gt; (c. 1410-1474), que escreveu sobre as tomadas de Ceuta em 1415 e da Guiné em 1453; e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fernão Mendes Pinto&lt;/span&gt; (c. 1510-1583), que escreveu a “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Peregrinação&lt;/span&gt;”, depois de 21 acidentados anos entre Ormuz, Malaca, Birmânia, China e Japão. &lt;br /&gt;Sem esquecer o anterior contributo histórico do Infante D. Henrique (1394-1460), que deu continuidade às primeiras expedições de D. Dinis ao Norte de África e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;à criação do Almirantado em 1317&lt;/span&gt;, sob o comando do genovês Emanuel Pessanha, cujos descendentes detiveram essa honra vitalícia até 1385. &lt;br /&gt;Lembro ainda que o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;período áureo da expansão lusíada&lt;/span&gt; durou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;até à chegada dos portugueses à China em 1513 e ao Japão em 1543&lt;/span&gt;, interagindo com extraordinários testemunhos sobre culturas e hábitos de povos diferentes. &lt;br /&gt;Pela minha própria experiência de reportagens, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para se escrever sobre viagens é preciso, primeiro de tudo, viajar e saber observar a paisagem e os costumes de outros povos, outras culturas, outra gastronomia, outras vidas&lt;/span&gt;. Depois, ter gosto em transmitir por escrito as experiências vividas, contando pequenas histórias sobre os episódios mais marcantes.  &lt;br /&gt;Poderá parecer insólita esta comparação da imprensa turística contemporânea com as crónicas históricas. Mas creio, sinceramente, que no fundo se assemelham, até quando leio agora &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os excelentes livros e crónicas de viagem do Gonçalo Cadilhe&lt;/span&gt;, ou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os textos de Urbano Tavares Rodrigues sobre o Alentejo&lt;/span&gt;, entre outros. &lt;br /&gt;E ainda no que respeita as crónicas de viagens marítimas portuguesas, destaco os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;livros de Maurício de Oliveira&lt;/span&gt; (1909-1972, jornalista especializado em temas navais e marítimos, que trabalhou no “Diário de Lisboa” e dirigiu “A Capital” e o “Jornal de Comércio”. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Foi ele que cobriu o 1º voo do Atlântico Sul por Gago Coutinho e Sacadura Cabral em 1922&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Mas não foram apenas os portugueses a apostar no mar para se inspirarem na escrita sobre viagens inesquecíveis. Destaco três exemplos: Sir John Barrow, autor da “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Revolta na Bounty&lt;/span&gt;” (1831 – Mutinity on the Bounty); Thor Heyerdahl, autor de “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Expedição do Tigris&lt;/span&gt;” (1977); e o canadiano &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Allan Villiers&lt;/span&gt; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Quest of the Schooner Argus&lt;/span&gt;” (1951) e “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;By the Way of Cape Horn&lt;/span&gt;” (1952). Hoje, se disser ao meu neto para ler estes livros, ele responde-me: “isso” está na net! Que pena as gerações mais jovens não apreciarem o cheiro e o toque do papel e d tinta, tal como nos jornais e revistas!&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O SUCESSO DA “GAZETA DOS CAMINHOS DE FERRO”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Talvez o primeiro grande êxito editorial de uma publicação dedicada às viagens e turismo, em Portugal, tenha sido, o da “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gazeta dos Caminhos de Ferro&lt;/span&gt;”, de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Leonildo Mendonça e Costa&lt;/span&gt;. Numa primeira fase entre 15 de Março de 1888 e 1898 como “Gazeta dos Caminhos de Ferro de Portugal e Hespanha”, e a partir daí até 1940 como “Gazeta dos Caminhos de Ferro (GCF)”. &lt;br /&gt;O projecto original foi de inspiração espanhola, mas durante 42 anos sobreviveu independente - à Monarquia e às 1ª e 2ª Repúblicas - até que o Secretariado de Propaganda Nacional passou no Estado Novo a tutelar o Turismo, como instrumento de propaganda entre 1933 e 1974. &lt;br /&gt;Nota - O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo de Portugal&lt;/span&gt; acaba de publicar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;livro do congresso evocativo do 1ª Centenário do Turismo oficial em Portugal&lt;/span&gt;,coordenado por Sérgio Palma Brito e intitulado &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Direcção-Geral do Turismo - Contributos para a Sua História&lt;/span&gt;", onde constam os marcos e os episódios mais importantes deste primeiro centenário de ouro da oficialização do Turismo português, e que constitui um elemento de consulta obrigatória para gestores, técnicos, estudantes e jornalistas que queiram aprofundar os seus conhecimentos sobre a evolução e os contratempos deste sector fundamental de vida portuguesa.     &lt;br /&gt;A Gazeta tinha várias secções inovadoras para a época, das quais destaco duas: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Viagens e Transportes&lt;/span&gt;”, entre 1910 e 1940; e a secção “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Termas, Campos e Praias&lt;/span&gt;” desde 1894. Na época, as estações termais e balneares constituíam as maiores atracções das férias da sociedade. Assim, além dos horários e promoções dos comboios, a Gazeta tinha crónicas e sugestões para férias e viagens no País e no estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A SOCIEDADE DE PROPAGANDA DE PORTUGAL  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;A 28 de Fevereiro de 1906 foi fundada, em Lisboa, numa iniciativa privada. a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sociedade de Propaganda de Portugal&lt;/span&gt;, no seguimento do movimento de "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sindicatos de iniciativa local&lt;/span&gt;" que foram sendo criados na Europa e que deram lugar à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Federação Franco-Hispano-Portuguesa dos Sindicatos de Iniciativa e Propaganda&lt;/span&gt;, a que a Sociedade de Propaganda de Portugal aderiu. Foi esta federação internacional que constituiu a origem e o grande êxito deste primeiro congresso internacional realizado em Portugal, o qual reuniu, entre 12 e 19 de Maio de 1911 (tendo um considerável grupo prolongado a estada em Portugal até 28 de Maio), um total de 1475 congressistas, portugueses, espanhóis e franceses. &lt;br /&gt;Este movimento, pioneiro da promoção turística europeia, foi crescendo e alargando-se a outros países, sendo simultaneamente cimentada uma forte aliança entre os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sindicatos de iniciativa e propaganda&lt;/span&gt;, por um lado e os "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;touring clubs&lt;/span&gt;" e "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;automóveis clubes&lt;/span&gt;" por outro, nas vertentes de apoio e promoção de viagens turísticas, desportivas e de lazer. &lt;br /&gt;Perguntam-me e o nosso Automóvel Clube?&lt;br /&gt;Com efeito, o Real Automóvel Clube de Portugal fora criado em 1903, sob o patrocínio de D. Carlos I. Ora tendo este apoio oficial ao turismo sido uma iniciativa republicana,e tendo Leonildo Mendonça e Costa desenvolvido contactos nas suas viagens pela Europa com o movimento dos "Touring Clubs", o Real Automóvel Club terá sido afastado deste processo, pois a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FIA - Federação Internacional do Automóve&lt;/span&gt;l foi, também, criada em 1904, para regulamentar e organizar corridas de automóveis. Mais tarde a FIA criou a sua secção de Turismo, sendo a respectiva rede mundial de automóveis clubes, responsável pela deslocação anual de largos milhões de turistas internacionais em todo o mundo. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ACP - Automóvel Club de Portugal&lt;/span&gt; é o representante português na FIA, enquanto o movimento dos "Touring Clubs" europeus foi perdendo espaço e aliados, devido à proliferação das agências de viagens e turismo e à consolidação da FIA e dos "Automóveis Clubes".&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;HOMEM MULTIFACETADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Leonildo Mendonça e Costa, verifica-se como ele foi ganhando influência política, desportiva e turística à escala internacional. Entretanto, ele chegou a inspector-chefe dos Caminhos de Ferro, acumulando as funções de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;colaborador regular do “Diário de Notícias”, e director e proprietário da “Gazeta dos Caminhos de Ferro&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Defino-o como um amigo dos comboios (existe há anos a APAC - Associação Portuguesa dos Amigos dos Comboios, integrada no movimento internacional de associações e clubes similares), um dos primeiros dirigentes associativos do Turismo e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o grande pioneiro do jornalismo turístico&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Em Dezembro de 1906, a Sociedade de Propaganda de Portugal tinha 2175 sócios, de todos os quadrantes políticos e segmentos da sociedade, comprovando o seu rápido crescimento e a aceitação das classes que mais viajavam em Portugal, que mais se interessaram pelo Turismo na época, incluindo muitos comerciantes. &lt;br /&gt;A Sociedade de Propaganda de Portugal publicava, AINDA, um boletim mensal para informar os associados das suas iniciativas e excursões. &lt;br /&gt;Em 1907, Leonildo Mendonça e Costa publicou a 1ª edição do “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Manual do Viajante em Portugal&lt;/span&gt;”, cujas edições seguintes se prolongaram até à minha entrada profissional no Turismo, sob a coordenação de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos D’Ornelas&lt;/span&gt;, que substituiu o primeiro director da “Gazeta” em 1924 (Leonildo morrera em 1922), dando continuação á sua obra até 1955.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A PRIMEIRA REPARTIÇÃO DO TURISMO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não se estranha, assim, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;graças à influência de Leonildo Mendonça e Costa, da “Gazeta dos Caminhos de Ferro” e da Sociedade de Propaganda de Portugal&lt;/span&gt;, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;governo da época&lt;/span&gt;, representado por Bernardino Machado, ministro dos Estrangeiros (mais tarde Presidente da República), tenha anunciado, solenemente, a 16 de Maio de 1911, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a criação da 1ª Repartição de Turismo, integrada no Ministério do Fomento, nesse IV Congresso Internacional de Turismo, realizado na Sociedade de Geografia de Lisboa, organizado sob o dinamismo dos Touring Clubs da Europa&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Note-se que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o I Congresso Nacional de Turismo&lt;/span&gt; viria a realizar-se apenas 25 anos depois, de 12 a 16 de Janeiro de 1936, em Lisboa.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ALÉM DA IMPRENSA ESCRITA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A fotografia, o cinema e a tecnologia audiovisual e electrónica vieram também contribuir fortemente para a evolução da escrita sobre viagens, pois tanto as fotografias precisam de legendas, como os filmes e os vídeos de um guião. &lt;br /&gt;Hoje, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a escrita, a fotografia, o cinema, o vídeo e a internet completam-se&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;No que toca à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;fotografia&lt;/span&gt;, quero relembrar o contributo do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;professor e geógrafo Orlando Ribeiro&lt;/span&gt; (1911-1997) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para o melhor conhecimento de Portugal através da image&lt;/span&gt;m, com o seu valioso espólio fotográfico, disponível aos investigadores &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;no Centro de Estudos Geográficos, do agora Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisboa&lt;/span&gt;. Comemora-se TAMBÉM este ano o aniversário do seu nascimento, tendo a RTP estreado recentemente o excelente documentário “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Itinerâncias de um Geógrafo&lt;/span&gt;”, por António João Saraiva. Estando igualmente prevista a realização de exposições da obra de Orlando Ribeiro nos principais centros de estudos geográficos.&lt;br /&gt;Quanto a fotógrafos especializados em turismo (livros, álbuns, cartazes, exposições, etc.) quero destacar, além do pioneiro Orlando Ribeiro, os nomes de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Maurício de Abreu, Carlos Barros, Armando Seródio, Horácio Novais, José Meco, Jorge Alves, Asta e Luís de Almeida d´Eça, Clara Azevedo, Paulo Vaz Henriques, Santos de Almeida Júnior, Nuno Calvet e, na actualidade José Manuel Simões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para lançar um apelo, dirigido aos editores da imprensa contemporânea, para dedicarem mais espaço a iniciativas culturais deste tipo, para que as gerações modernas tomem o devido conhecimento dos estudos, pesquisas e divulgação que os portugueses têm feito, ao longo do séculos, na área do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Planeamento do Território e do seu enquadramento turístico&lt;/span&gt;, competindo aos futuros cientistas aprofundar e completar as obras anteriores, em defesa do nosso valioso património cultural. Caso contrário tudo ficará esquecido na voragem das tecnologias passageiras. &lt;br /&gt;De facto, a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Geografia e a Sociologia&lt;/span&gt; são ciências próximas do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo&lt;/span&gt;. Felizmente, a Academia conhece bem esta ligação e tem dado boas provas de aproximação ao Turismo, com a valorização de cursos e iniciativas de intercâmbio na área do Planeamento e Ordenamento do Território e da Sustentabilidade Ambiental. Oxalá as empresas turísticas sigam um caminho semelhante de valorização e divulgação dos seus projectos e das vantagens de cooperação mútua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRIMEIROS CONTACTOS COM A IMPRENSA TURÍSTICA&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;Os meus contactos datam de 1955, pois foi enquanto trabalhei em construção naval e no agenciamento de navios, que entrei em contacto directo com o Turismo e com a imprensa especializada da época. &lt;br /&gt;A minha primeira impressão é da “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Revista do Turismo&lt;/span&gt;”, então dirigida pelo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Henrique Aragão Pinto&lt;/span&gt;, que mais tarde foi meu colega e amigo; e o “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jornal de Turismo&lt;/span&gt;” dos também meus amigos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gentil Marques e Mariália&lt;/span&gt;. Admito que a criatividade dos editores da época, com a repetição dos títulos não era diversificada, mas também estavam muito na moda os Hotéis de Turismo. &lt;br /&gt;Aliás, nesta &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mostra da Hemeroteca Municipal de Lisboa&lt;/span&gt;, a mais antiga publicação deste ramo é a “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Revista de Turismo” de 1916&lt;/span&gt;. Não sei se era da mesma “cepa” da que vim encontrar em 1955. O que importa saber é que, em 1916, já havia em Portugal outras publicações dedicadas ao Turismo, além da referida “Gazeta dos Caminhos de Ferro”.&lt;br /&gt;Não sendo bibliógrafo estudioso, ainda li alguns números da revista “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Ilustração Portuguesa” datados desde 1917&lt;/span&gt; – o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;suplemento do diário “O Século”&lt;/span&gt;, com diversos temas curiosos, como aeronáutica, caminhos de ferro, turismo, etc. &lt;br /&gt;Lembro-me também da revista “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Panorama&lt;/span&gt;”, editada pelo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SPN – Secretariado de Propaganda Nacional&lt;/span&gt;, e dirigida por &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;António Ferro entre 1942 e 1949&lt;/span&gt;. Foi a primeira publicação de turismo do antigo regime, com a colaboração dos melhores escritores, jornalistas e fotógrafos da época. Teve uma interrupção em 1950 mas publicou-se até 1974.   &lt;br /&gt;Outra publicação que deixou marcas foi a “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bússola&lt;/span&gt;”, também editada pelo SNI (evolução do SPN para o Secretariado Nacional de Informação), com informação mensal detalhada sobre a agenda para turistas em visita a Lisboa e a Portugal, publicada nos principais idiomas até 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“NOVA” GERAÇÃO E DESCOBERTA DA NOVA VOCAÇÃO&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;A 1 Março 1968, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nuno Rocha e Mário Ventura Henriques&lt;/span&gt; (jornalistas do Diário Popular) lançaram, em Lisboa, o quinzenário “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publituris&lt;/span&gt;”, para cobrir a dispersa informação especializada em promoção e investimentos do turismo, aviação, cruzeiros, hotelaria, excursões e eventos. Foi &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um projecto profissional que perdura no 44º ano de publicação em 1911&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O “Publituris” é a única publicação que resiste, da época inicial &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;do crescimento do Turismo, associada aos Planos de Fomento de 1965-67 e 1968-73&lt;/span&gt;, e onde continuo a colaborar, depois de ter sido chefe de redacção, redactor principal, e editor do “Publituris Internacional”.  &lt;br /&gt;Nuno Rocha “descobriu” a minha vocação para escrever (relatórios de viagens e algumas notícias breves sobre os paquetes da Italian Line que visitavam o porto de Lisboa) convidou-me, então, para colaborador do Publituris. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em 1973 lançamos a edição em inglês e em 1975 fundamos a Associação dos Jornalistas e Escritores Portugueses de Turismo (Ajept – hoje Ajopt&lt;/span&gt;, depois de “retirarem” os escritores). De colaborador entrei para a redacção do “Publituris” (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;hoje integrada no grupo Workmedia&lt;/span&gt;) em 1986, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;já sob a direcção de Belmiro Santos&lt;/span&gt;, um dos melhores jornalistas portugueses de turismo, com quem tive o privilégio de trabalhar até 1999.&lt;br /&gt;Entretanto, em 1975 tornei-me jornalista profissional, tendo chefiado as redacções no “Tempo”, “A Tarde”, “Publituris” e colaborado em diversos títulos nacionais e estrangeiros, destacando o “Correio da Manhã”, as revistas “Vela” (portuguesa e brasileira), “Jornal da Marinha Mercante”, “Bordo Livre”, “Vela Brasileira”, “OAG Magazine”, “Travel Trade Gazette” e “Travel Agent Magazine”.&lt;br /&gt;Curiosamente, o primeiro dinheiro que ganhei foi em 1953, como correspondente do “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Glasgow Herald&lt;/span&gt;”, na qualidade de “especialista da renovação da frota mercante portuguesa”, tendo por base o consagrado “Despacho 100”, de 10 de Agosto de 1945, assinado pelo então ministro da Marinha, cmg Américo Tomás. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entre 1947 e 1961 foram construídos 56 navios portugueses, 26 dos quais paquetes&lt;/span&gt;, de um total de 70 navios previstos, entre unidades de carga, passageiros, cabotagem e petroleiros. &lt;br /&gt;O primeiro foi o “Pátria” da Companhia Colonial de Navegação, à entrega do qual assisti, no estaleiro John Brown, no rio Clyde, como estudante do Royal Tehnical Colege, em Dezembro de 1947, e o último foi o “Funchal” em Setembro de 1961, mas construído na Dinamarca. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cerca de 37 navios foram construídos em estaleiros britânicos&lt;/span&gt;, daí o interesse do “Glasgow Herald” na minha colaboração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;BREVE PANORÂMICA DA IMPRENSA TURÍSTICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A partir dos anos 70 tem havido, felizmente, múltiplas iniciativas para dinamizar a imprensa turística, prova de que o sector continua activo e com perspectivas. Prefiro não falar dos projectos falhados ou suspensos, por isso lembro, na impossibilidade de cobrir todos, os seguintes: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publituris&lt;/span&gt;” (1968) (que deu também lugar às revistas “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publituris International&lt;/span&gt;” (hoje “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal Travel News&lt;/span&gt;” em inglês, destinada ao exterior), “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Equipotel&lt;/span&gt;” (hoje “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Hotelaria&lt;/span&gt;”) e “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;What’s On in Lisbon&lt;/span&gt;”); o “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guia Terra, Mar e Ar&lt;/span&gt;” (1972); “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turisver&lt;/span&gt;”; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Viajar&lt;/span&gt;”; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ambitur&lt;/span&gt;”; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Volta ao Mundo&lt;/span&gt;”; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rotas e Destinos&lt;/span&gt;”; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tempo Livre&lt;/span&gt;” (antiga revista do Inatel); “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Evasões&lt;/span&gt;”; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Blue Travel&lt;/span&gt;; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VV - Visão Vida e Viagens;&lt;/span&gt; "&gt;Time Out in Lisbon; “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Algarve Essential&lt;/span&gt;”; "Portugal Life &amp; Travel Magazine", “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guia Michelin&lt;/span&gt;”, “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Revista ACP - do Automóvel Clube de Portugal&lt;/span&gt;”, “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Revista de Cruzeiros&lt;/span&gt;”(editada na Madeira, Janeiro 2011), etc.&lt;br /&gt;Omiti, por falta de espaço, boletins e revistas associativas impressas e portais na internet, assim como revistas de cadeias de hotéis e transportadoras aéreas.  &lt;br /&gt; Entre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os “sites” de turismo&lt;/span&gt;, destaco os do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publituris, Turisver, Ambitur, e dos organismos centrais, regionais e locais de Turismo&lt;/span&gt;. E destaco entre os que não têm edição impressa, os sites &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Presstur”, “Opção Turismo”, “Info-Cruzeiros”&lt;/span&gt;, etc.&lt;br /&gt;Uma amostra bastante maior do que a exposta na Hemeroteca. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESTINATÁRIOS DA IMPRENSA ESPECIALIZADA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de publicações especializadas em Turismo, há que definir os destinatários, nomeadamente entre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;profissionais e turistas&lt;/span&gt; (ou consumidores de produtos turísticos).&lt;br /&gt;A gama dos profissionais é bastante alargada, pois há gestores, técnicos, consultores e docentes, com requisitos diversos nos sectores da Hotelaria, Aviação, Distribuição (operadores, grossistas e retalhistas), Cruzeiros, Autocarros, Automóveis de Aluguer, Caminhos de Ferro; Animação e Eventos Turísticos, Desportivos e Culturais (incluindo congressos e incentivos); Restauração; Organização Turística e Órgãos de Turismo; Promoção Turística; Legislação e Análise; Produtos Turísticos; e Turismo Sustentável.&lt;br /&gt;Enquanto os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;turistas contemporâneos &lt;/span&gt;(tal como os do século XX) recorrem cada vez mais a informação conceituada dos grandes editores mundiais, como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os guias da American Express, Michelin, Lonely Planet, Fodor's, etc&lt;/span&gt;., ou dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;portais electrónicos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Não quero deixar de referir o papel importante da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;imprensa regional&lt;/span&gt;, de frequência  mensal,quinzenal, e semanal, cujos órgãos dedicam bastante espaço aos temas de Turismo, Lazer, Transportes, e Eventos, constituindo uma inesgotável fonte de informação regional e local especializada. &lt;br /&gt;E há a terceira via que se alarga também aos portais cibernéticos, dispersa em quatro vertentes:&lt;br /&gt;1 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;GUIAS, ROTEIROS, ATLAS, MAPAS DE TURISMO e GUIAS DE GASTRONOMIA, RESTAURANTES E HOTELARIA&lt;/span&gt; – destinados a viajantes e excursionistas, assim como a profissionais do sector, incluindo as publicações monográficas locais e as edições dos órgãos de promoção turística. &lt;br /&gt;NOTA - Na área da restauração e gastronomia, falta-nos, por exemplo, um projecto semelhante ao do ENIT (Entidade Nacional Italiana para o Turismo), intitulado “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Tavola in Italia&lt;/span&gt;”, com a cobertura nacional das especialidades italianas desde a década de 70. &lt;br /&gt;2 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ORGÃOS DE EMPRESAS, CADEIAS, GRUPOS&lt;/span&gt; (House Magazines) – para divulgação dos seus projectos, novos serviços e programas (especialmente na Hotelaria, Aviação, Cruzeiros e Serviços de Promoção dos Destinos Turísticos).&lt;br /&gt;3 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ORGÃOS GENERALISTAS &lt;/span&gt;com secções de Turismo – Também todos os jornais e revistas, de uma maneira geral, dedicam hoje crescente espaço ao noticiário e opinião sobre a problemática do Turismo. Alguns têm mesmo suplementos semanais de Turismo, dos quais destaco o “Fugas” do diário “Público”. Até consultando as colecções dos semanários “Expresso” e “Sol” vemos muitas páginas dedicadas a este sector. Tem também havido vários projectos de Turismo dos canais televisivos, o mais recente dos quais é o programa de cruzeiros da SIC Notícias, coordenado por José Figueira e Fernando Santos.&lt;br /&gt;4 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CRÓNICAS DE VIAGENS&lt;/span&gt; – com uma oferta bastante diversificada e actualizada de destinos e costumes, escritos por autores de mérito consagrado e por jornalistas de prestígio.    &lt;br /&gt;Quero ainda lembrar que talvez a maior carência da bibliografia portuguesa de Turismo, seja na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;área dos manuais sobre estudos, teorias, práticas e teses associadas ao desenvolvimento do sector&lt;/span&gt; e dos múltiplos ramos que o integram. Estive associado a vários projectos que não vingaram e está por editar a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“História do Turismo em Portugal” e “Quem foi quem no Turismo em Portugal”&lt;/span&gt;. Temas que têm sido cobertos, de forma exemplar, pelos oficiais e estudiosos das marinhas de guerra, mercante, pesca e recreio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra de agradecimento à organização deste evento, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aos responsáveis da Hemeroteca Municipal de Lisboa, e da Comissão organizadora do Centenário da 1ª Repartição de Turismo em Portugal&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Esta experiência comprova, afinal, como de um tema alegadamente árido, sobre uma mostra de publicações de turismo, se consegue contar uma série de pequenas histórias curiosas, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ligadas aos 100 anos de Turismo, que Portugal comemora em 2011&lt;/span&gt;. Ficaria muito satisfeito se, de alguma forma, consegui entusiasmar mais alguém para a causa da Turismo, através de ter tentado valorizar a utilidade das publicações especializadas em Turismo. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;RECOMENDAÇÕES DE LEITURA &lt;br /&gt;Para dar uma ideia da variedade de opções de informação sobre os vários aspectos do Turismo e Viagens, considerando que se deve continuar a consultar as obras de referência que cobrem o período em que, um homem como eu, viajou nos comboios a vapor e nos de alta velocidade, nos navios a carvão e em dois de energia nuclear assim como em vários paquetes de grande potência e dimensão, ou em carros a gasogénio, a gasolina com chumbo e a álcool, assim como em aviões biplanos e em jactos gigantes, em 2011 é a altura certa para se avaliar da herança legada ao Turismo por vultos de elevada visão.  &lt;br /&gt;Para este agradável trabalho consultei a seguinte bibliografia:&lt;br /&gt;*“Guia de Portugal” (1927 – reeditado 1960-70), coordenado por Raul Brandão, autor de “Os Pescadores”, “As Ilhas Desconhecidas”, etc. *“Manual do Viajante em Portugal” por Carlos d’Ornelas – edição da Gazeta dos Caminhos de Ferro (1924-1945).*“Triângulo Arrábida Palmela Cezimbra! – edição do SNI – Secretariado Nacional de Informação. *“Sintra” – edição do Guia de Portugal Artístico, por Robélia de Sousa Lôbo Ramalho (1945). *“Algarve” – edição da Comissão Regional de Turismo do Algarve, por Frank Cook (1944-1971-1973). *“Portugal” – Collins Holiday Guides, por Peter Whelpton (1966). *“The Shell Guide to Europe”, por Diana Petry, Londres (1968). *“Roteiro da Arte Portuguesa” – Ministério da Educação (1970). *“Portugal” – edição Der Grosse Polyglott – Munique (1975). *“Portugal 1974” – edição Fodor’s Hodder &amp; Stoughton (1974). *“Portugal” – edição “Lonely Planet” (1997) por Julia Wilkinson e John King. *“Lisboa” – Guia American Express (1998). *“Portugal – Guia del Trotamundos” – edição Gaesa (1998). *“España Portugal” – Guia Michelin (1996, 1999 e 2004). *“À Descoberta de Portugal” – edição Selecções do Reader’s Digest (1982). *“Auto-Atlas – Portugal, Espanha, Marrocos, Europa” – edição Circulo dos Leitores (1984). *“Livro Branco do Turismo 1991” – Edição da SET comemorativa dos 80 anos do Turismo Oficial. *“A Constelação do Turismo na Economia Portuguesa” 2010 – Edição SOL, por Ernâni R. Lopes (Saer).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-5639112519763442667?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/5639112519763442667/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=5639112519763442667' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5639112519763442667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5639112519763442667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/05/100-anos-de-imprensa-turistica-em.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-7563056792002223380</id><published>2011-04-26T00:43:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T01:56:57.045-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TERCEIRA CRISE DO FMI EM PORTUGAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUANTA BOA VONTADE CONCENTRADA EM BELÉM EM 25 DE ABRIL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EX-PRESIDENTES APONTARAM AO NOVO GOVERNO UM ACORDO DE APOIO MAIORITÁRIO PARLAMENTAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aderi em 1974, com muita esperança, ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Movimento das Forças Armadas&lt;/span&gt;. Depois, começaram a chegar a Lisboa os chefes políticos exilados e começaram as minhas primeiras desilusões e dúvidas, alargadas ao comportamento de Otelo, como general graduado do CopCon, e sobre tantos outros episódios pouco dignificantes para a Democracia a instaurar. Duvidei em especial sobre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a justificação atribuída desde logo à complexidade do exercício político&lt;/span&gt;? Tudo não seria melhor e mais fácil para os governantes, quanto mais simples fosse para o cidadão comum da época? Mas os políticos gostam de complicar tudo e baralhar todos. Foram estes maus exemplos que me afastaram da política em Portugal, depois de ter vivido quatro anos a desfrutar a fluente democracia britânica. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A esperança surgida com o 25/4 foi, assim, avara em frutos&lt;/span&gt;. E a verdade é que digam as maravilhas que queiram, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os trabalhadores portugueses&lt;/span&gt;, sejam científicos, intelectuais, técnicos, agrícolas, industriais, comerciais, de prestação de serviços ou auxiliares, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;continuam passados 37 anos a auferir os salários mais baixos da União Europeia, em contraste com os vencimentos mais altos dos executivos de empresas públicas e privadas portuguesas&lt;/span&gt;. Até algumas das antigas repúblicas comunistas do Leste da Europa já conseguiram, numa dezena de anos, ultrapassar o salário médio luso. Mantendo e melhorando as suas indústrias, explorações agrícolas, escolas e centros de investigação, e apostando no comércio internacional.    &lt;br /&gt;A nossa descolonização apressada foi direccionada a favor do PC, criando demasiados anti-corpos, inclusivamente nos quadros e empresários portugueses residentes nas colónias, que foram trabalhar e investir noutras paragens mais flexíveis. A nível interno, as rivalidades políticas, bastante extremadas, também não permitiram nem governos de salvação nacional, nem a criação de um texto constitucional moderado, numa época em que já se adivinhava o colapso do comunismo internacional na Europa. O muro de Berlim cairia a 9 de Novembro de 1989 e o regime soviético a 29 de Agosto de 1991, respectivamente 15 e 17 anos após a revolução dos cravos em Lisboa. Mas vão lá relembrar, ainda hoje, estes factos aos filiados no PCP! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ainda não são capazes de admitir estas verdades&lt;/span&gt;, nem tão-pouco a sua derrota em querer transformar logo Portugal numa república soviética, obediente ao Kremlin! São falhados e teimosos!&lt;br /&gt; Assim como não reconhecem, ainda hoje, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o descalabro da reforma agrária e das cooperativas que enlutaram o Alentejo e a nossa agricultura&lt;/span&gt;, nem os crimes do PREC.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESPREOCUPAÇÃO, ALTOS INTERESSES OU INCOMPETÊNCIA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hoje, tirando as vinhas, pomares e algumas estufas para mimos hortícolas, a agricultura lusa ainda não conseguiu recuperar dessa crise. Continua,pelo contrário, a atrair cada vez mais dificuldades para os últimos produtores da pecuária, florestais, seareiros, e outros. Portugal deve ser, hoje, o país europeu com maior parte das suas terras agrícolas abandonadas ou à venda à espera de compradores que as transformem em urbanizações fantasma, a que se junta cerca de 22% do nosso território verde dedicado a reservas naturais. Não somos ricos, mas temos a mania que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;podemos viver como os ricos, rodeados de reservas e parques naturais, que no verão até são pasto das chamas, por falta de meios de vigilância e ordenamento&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DIREITO À ALIMENTAÇÃO PASSA PELO ESTUDO E TRABALHO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; E o pior é que uma parte significativa da população mais pobre pensa e acredita que se estamos na União Europeia, os países ricos que nos forneçam comida boa e barata. Pelos vistos esqueceram como foram tão explorados pelos fascistas portugueses, desejando repetir a dose com outros exploradores europeus do capital e do trabalho alheio. Como é possível ainda haver pessoas a pensar assim? &lt;br /&gt;Isto, numa época em que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os produtos alimentares sobem exponencialmente nos mercados&lt;/span&gt;, procurados para novos bio-combustíveis, por causa do excessivo custo internacional do barril do petróleo e, entre nós, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;agravado pelo excessivo peso dos impostos sobre produtos petrolíferos e pelo monopólio da refinação nacional, nas refinarias de Sines e Leixões&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Governantes, empresários e consultores de planeamento estratégico devem andar muito distraídos, pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não falta muito tempo para que outra crise nos atinja&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a falta de cereais para o pão que consumimos, assim como de batata e legumes para a alimentação das famílias&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Terras faccionadas e abandonadas há décadas demoram alguns anos a preparar para sementeiras produtivas ao nível do resto da Europa. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O minifúndio, a construção, o factor verde, e o individualismo deram cabo da agricultura&lt;/span&gt;. E &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o emparcelamento rural nunca foi bem aceite&lt;/span&gt;, mas quem paga as facturas dos erros de planeamento e as medidas erradas são sempre os mesmos.  O povo que ainda consegue trabalho para pagar impostos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACTIVIDADE ECONÓMICA EM QUEDA&lt;br /&gt;A organização e a dispersão do tecido empresarial português não têm ajudado a integração de Portugal na Europa competitiva. &lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pesca e as indústrias também morreram&lt;/span&gt;, com poucas mas honrosas excepções, com destaque para a Autoeuropa, a Sonae Indústria e outros produtores de madeira e mobiliário, de moldes industriais de plástico e ferramentas. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Reina o ciclo da alta tecnologia&lt;/span&gt;, e das propostas low-cost. Mas até as fábricas e empresas tecnológicas têm sido alvo de sucessivas deslocalizações e encerramentos, tanto por parte de iniciativa lusa como estrangeira, com perdas de largos milhares de postos de trabalho e investimentos, nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PONTO MÁXIMO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nota positiva do 25 de Abril foi a nossa capacidade de reintegração de cerca de 900 mil retornados das antigas colónias, num curto período. &lt;br /&gt;Foi pena, esses portugueses, devido ao adverso clima político instalado nos cinco novos países da lusofonia (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, e Cabo Verde), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;terem preferido regressar a Portugal sem nada&lt;/span&gt;, em vez de integrar o desafio da esperançosa criação desses novos países. Ficaram marcados pela perda total dos seus investimentos, esforços, trabalho e dedicação de décadas. Hoje seriam parceiros influentes nessas zonas do globo.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O balanço destes 37 anos também é geralmente positivo&lt;/span&gt;. Mas poderia ter sido bastante melhor, com melhores políticos, dirigentes mais abertos à cooperação e maior audição aos membros mais sábios e experientes de cada geração. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É pena os nossas políticos dedicarem-se mais à intriga política e ao debate eleitoral e menos a planear e construir um país viável&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt; Preferem sacrificar um povo que se vê, já três vezes, à beira da falência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O 25 DE ABRIL DE 2011 SEGUNDO SAMPAIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ouvi, atentamente, os quatro discursos da manhã, na tenda montada nos jardins de Belém. Por acaso, esteve um dia lindo de sol. Se chovesse, como ontem ao fim da tarde choveu na praia dos Pescadores, em Albufeira, queria ver os ilustres convidados presidenciais … &lt;br /&gt;Sampaio foi quem deu a mão a Sócrates, desprezando uma amizade antiga com o anterior líder do PS, Ferro Rodrigues, e tirando o tapete a Santana, pelo que a sua margem de manobra é algo reduzida. &lt;br /&gt;Mas este antigo PR propôs a criação de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma estratégia para uma marca colectiva de promoção externa de Portugal, feita para projectar o talento português desenvolvido após o 25 de Abril nas mais diversas áreas&lt;/span&gt;: letras (Saramago, etc.), música, ciência, arquitectura, engenharia, tecnologia, universidades, gestão (por exemplo, Luís Horta Osório no Lloyds’ Bank, etc.), desporto, em vez de se destacar apenas os talentos individuais e dispersos. É uma sugestão prática com cabeça, tronco e membros. Mas custa dinheiro e sem “mecenas” hoje, nem há rissóis para as festas!&lt;br /&gt;Sampaio também disse – e bem - que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para grandes e novas doenças&lt;/span&gt;, como a nossa crónica insuficiência financeira para sustentar o modelo de Estado instalado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não bastam as mesmas receitas antigas&lt;/span&gt;! &lt;br /&gt;Talvez numa alusão à repetitiva distribuição de votos racionados e dispersos, pelos eleitores cada vez mais ausentes das assembleias de votos (tal a desilusão sofrida). Ora estes molhos de votos dispersos, não favorecem governos estáveis nem reformas inadiáveis. Mas os portugueses são assim, gostam d distribuir as esmolas pelos pobres que lhes batem à porta!&lt;br /&gt;Por isso, o que esteve na moda em Belém foram &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quatro apelos à unidade&lt;/span&gt;. Como se isso fosse possível e vantajoso. Eleições monocórdicas e superiores a 95% só na Coreia do Norte, Cuba, SLB, e Matosinhos (no recente congresso do PS foi tudo à imagem mediática de José Sousa).&lt;br /&gt;E da União Nacional fiquei farto. Foi o partido inventado por Salazar, com todo o poder da época! &lt;br /&gt;É evidente que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;esta sugestão de Sampaio caiu bem ao PCP e ao BE&lt;/span&gt;, pois ambos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sonham ainda com a mudança radical das políticas liberais, mais ou menos, adoptadas nestes 37 anos quer pelo PS quer pelo PSD&lt;/span&gt;, aliás com resultados muito duvidosos. Só que uma vitória do comunismo ou trotskismo em Portugal, além de ser um regresso inoportuno ao passado, não passa de um sonho empacotado nas respectivas cassettes partidárias aos respectivos militantes. E tenho a certeza que também esse não seria o desejo do Presidente Sampaio.&lt;br /&gt;À noite vi a entrevista de Sampaio a Fátima Campos Ferreira, e vi como está agitado e animado com esta crise política e financeira. Para ele não importa apurar responsabilidades, mas sim aos três partidos europeistas que sobram do arco parlamentar entenderem-se num governo apostado em enfrentar a crise e pedir todos os sacrifícios a que os portugueses estão habituados. Não tem havido década sem crise, nem governos que não imponham mais sacrifícios. Esse é o papel do povo, pagar sem refilar, enquanto os políticos passeiam pelo País e pelo mundo alegadamente a tratar deles. Até me deu para o comparar com José de Sousa, tal a imagem de determinação e convicção que transmitiu aos tele-espectadores.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O DESEJO DE MÁRIO SOARES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Soares falou bem no seu experiente estilo. Mas além de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apelar à unidade eleitoral&lt;/span&gt; – como se isso fosse possível e natural, mesmo para curar uma crise? – avançou pouco mais. &lt;br /&gt;Teve a coragem de dividir as responsabilidades pela crise, o que não terá agradado a José Sousa, pelos motivos conhecidos (a culpa é toda do PSD). &lt;br /&gt;No final, só lhe faltou trazer e distribuir fichas de inscrição para os convidados do PSD (e sabe-se lá do CDS) se inscreverem já no PS, antes da campanha eleitoral e dos dislates habituais. Pois, certamente, não espera sensibilizar os camaradas de esquerda, Jerónimo e Louçã. &lt;br /&gt;Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os portugueses também já tiveram tempo e ocasião que baste para verificar que José de Sousa tão-pouco é menino para honrar acordos políticos a quatro anos&lt;/span&gt;. Nem horas depois. O seu extinto de animal feroz já é conhecido de sobra. Está-lhe na massa do sangue transmontano.“Penso eu de que…!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A LIÇÃO DO DOUTOR EANES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Coube ao general e doutor Eanes apresentar uma &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;curiosa tese no 25 de Abril&lt;/span&gt;. Os partidos e os governos têm sido surdos ao pulsar do país. Têm descurado quatro grandes objectivos estruturais, a saber: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;desburocratizar, reformar, despartidarizar&lt;/span&gt; (não admira vindo de em ex-militar mas sem efeito junto dos políticos mais duros do país), e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;descentralizar&lt;/span&gt; (emagrecendo o aparelho do Estado). &lt;br /&gt;Também &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não poupou a sociedade civil&lt;/span&gt;, pois não foi capaz de eliminar o egoísmo e o excessivo endividamento. Os civis nem foram capazes de exigir uma informação verdadeira em vez da crescente queda para a propaganda política. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ora já cá faltava o toque da praxe aos jornalistas&lt;/span&gt;! São sempre os culpados de tudo e de mais alguma coisa! &lt;br /&gt;Mas Eanes teve o bom senso de admitir, neste capítulo, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;falta ainda uma classe média forte e mais empreendedora&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O PCP e BE não devem ter gostado desta! &lt;br /&gt;E adiantou que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cabe à sociedade civil entender as vantagens de eleger a 5 de Junho, um governo maioritário, capaz de projectar mais estabilidade e concluir mais reformas inevitáveis no quadro da aliança europeia&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;O terceiro orador presidencial deu uma no cravo e outra no ferro, concedendo aos diversos governos a introdução de melhorias significativas, realçando o acolhimento e integração dos retornados. Concluiu que “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;tudo o que se fez até aqui NÃO FOI SUFICIENTE”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt; Um verdadeiro atestado de incompetência geral. Bem feito! &lt;br /&gt;Acrescentando uma verdade dura e actual: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a insustentatibilidade económica, financeira e orçamental foi a marca da maioria dos 37 anos da nossa Democracia&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;E terminou a sua lição com uma citação de Torga: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Somos nós que fazemos o Destino!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAVACO APELA AO ENTENDIMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Presidente Cavaco Silva veio ler a mensagem política que a crise exige, lembrando que bom seria repetir o sentimento originado no 25 de Abril (eu creio que foi apenas em 1 de Maio de 1974):”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sem divisões entre portugueses!&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;Como num brinde, disse: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold; e "&gt;vamos hoje celebrar as esperanças de Abril&lt;/span&gt;!&lt;/span&gt;” (aquelas ainda por concretizar, acrescentaria eu!).&lt;br /&gt;E chamando as coisas pelo nome, apelou: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem crispações artificiais e sem conflitos em permanência!&lt;/span&gt;” Mereceu aqui, os meus aplausos!&lt;br /&gt;Depois, teórico, como compete a um professor universitário, mas não ao Chefe do Estado, reclamou: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a comunicação social deve ser imparcial!&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;Onde? Onde é que a comunicação social é imparcial? Na Coreia do Norte, China, Venezuela e China, certamente (mas só segundo a perspectiva unânime dos respectivos secretários-gerais ou general-presidente). E talvez nos países árabes onde a democracia e a liberdade tardam em chegar? &lt;br /&gt;Palavra de honra: uma vez por todas, cada jornal canal de TV, rádio, ou jornalista deve ser livre de expressar a sua opinião e a opinião dos seus leitores e ouvintes! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Será isto alguma doença crónica que ataca os políticos portugueses?&lt;/span&gt; Esta de sonharem com jornalistas anémicos? &lt;br /&gt;Cada povo tem direito a aceder a todas as correntes de pensamento político, social e económico, e Portugal é um bom exemplo desta liberdade, praticada pelo menos até agora, salvo algumas tentativas de manipulação de OCS e de afastar jornalistas inconvenientes, aliás, apenas José Sousa é suspeito de ter conseguido o recorde do afastamento do maior número de jornalistas hostis! &lt;br /&gt;O que a Lei de Imprensa pode regulamentar é que, pelo menos, a partir de um mês antes de cada acto eleitoral, cada OCS deve publicar/editar, em espaço destacado, uma nota da direcção esclarecendo leitores, teles-espectadores e ouvintes, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;qual o partido ou a lista que, a Redacção por consenso, apoia&lt;/span&gt;. Homem ou mulher, bem avisado, vale por dois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PARTE FINAL &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Presidente Cavaco sugeriu para os portugueses: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;compararem as esperanças de Abril de 1974 com a realidade de 2011&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Fazendo a tal análise de custos-benefícios (ou SWOT – análise dos pontos fortes, fracos e das oportunidades e ameaças; usadas em marketing), levará cada um a conferir que há mais factores positivos que negativos. &lt;br /&gt;Oxalá, no dia 16 ou 17 de Maio, possamos ter a mesma opinião? Ou seja, no dia da assinatura do acordo sobre o empréstimo tripartido FEEF, BCE, FMI.&lt;br /&gt;Por fim, fez mais quatro apelos: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;somos os HERÓIS que, no presente, vamos construir um país digno da memória de Abril". "Vamos  unir, no essencial, as discrepâncias que nos separam". "Respondemos por Portugal e o Futuro" &lt;/span&gt;(relembrando o livro de Spínola que, em Fevereiro de 1974, sustentou o plano para a mudança política concretizada, em Abril, pelo Movimento das Forças Armadas). &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Respondemos pela adopção de soluções estáveis e credíveis e queremos um governo com apoio maioritário na Assembleia da República"&lt;/span&gt;! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;REACÇÕES IMEDIATAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos comentadores políticos ouvidos pela TV, após a cerimónia, interpretaram o discurso do Presidente Cavaco como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um aviso sério aos partidos e aos eleitores, de que não dará posse a um governo que não garanta um acordo de apoio político maioritário, negociado após os resultados de 5 de Junho&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;E que as suas palavras sugeriram, ainda mais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um acordo anterior à assinatura do pedido de empréstimo ao FEEF, BCE e FMI, sem o qual, será difícil a aprovação pela União Europeia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E, de facto, os quatro oradores presidenciais apontaram &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;todos no sentido desse desejável compromisso político.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os comentários televisivos mais críticos partiram dos representantes da CGPT, PCP e BE. &lt;br /&gt;O líder do PSD, acompanhado da Mulher, e o líder parlamentar laranja, disseram meia dúzia de futilidades, perante uma bateria de jornalistas desejosos, cada um, de um exclusivo. Os directores dos canais televisivos ainda não aprenderam que, nestas maratonas políticas dá mais resultado fazer como nos EUA (acompanhei a campanha eleitoral de Jimmy Carter, que levava sempre dois aviões com jornalistas americanos e internacionais) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sortear apenas um arguente experiente&lt;/span&gt;, capaz de interpretar melhor, a cada passo, a principal dúvida popular após cada intervenção, para as entrevistas flash com os candidatos. &lt;br /&gt;Neste caso, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;se o PSD aceita, ou não, acordos multipartidários visando o empréstimo e o novo governo? &lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;De manhã, só o líder parlamentar falou à TV, mas pouco adiantou. E os quatro notáveis titulares da PR escusaram-se igualmente a comentar.  Fica esta reportagem possível. E esclarecedora, espero!  Foi para lembrar o tempo em que trabalhei em redacções políticas, sob alta pressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-7563056792002223380?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/7563056792002223380/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=7563056792002223380' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7563056792002223380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7563056792002223380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/04/quanta-boa-vontade-concentrada-em-belem.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-3384158201067454385</id><published>2011-04-16T11:10:00.000-07:00</published><updated>2011-04-16T11:43:23.413-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NOVA ROTA DA SEDA - CANAL DO PANAMÁ-SINES'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOVA ROTA DA SEDA ABRE EM 2017 COM ALARGAMENTO CANAL DO PANAMÁ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EC 15Abr2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Maersk deverá encomendar mais dez navios de 18 000 TEU &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É o maior contrato da história da indústria mundial de construção naval&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Maersk deverá exercer em Junho a primeira opção para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a encomenda de mais navios de 18 000 TEU&lt;/span&gt;, adiantou em Singapura o CEO da companhia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A primeira decisão é em Junho e esperamos exercer a opção para mais dez, referiu Nils Andersen, citado na imprensa internacional. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O negócio, avaliado em 1,9 mil milhões de dólares, elevará para 20 o número de navios da classe Triple-E&lt;/span&gt; encomendados pelo armador dinamarquês aos estaleiros da Daewoo Shipbuilding &amp; Marine Engineering. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Até ao final do ano a Maersk poderá ainda exercer a segunda opção, relativa a mais dez navios iguais&lt;/span&gt;. E nesse caso o contrato elevar-se-á a 5,4 mil milhões de dólares, o maior contrato da história da indústria de construção naval.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os navios deverão ser entregues entre 2013 e 2015&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O ALARGAMENTO DO CANAL DO PANAMÁ ESTÁ PREVISTO PARA 2014, &lt;br /&gt;QUANDO O CANAL COMPLETA O 1º CENTENÁRIO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os “Triple-E” sucedem aos “E-Class”, actualmente os maiores navios da Maersk. Os novos navios terão 400 metros de comprimento e transportarão mais 16% de contentores, dispostos em 23 filas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os navios navegarão a uma velocidade comercial de 19 nós (menos que a concorrência), com a vantagem de consumirem menos e poluírem menos também: menos 20% que os navios da classe do “Emma Maersk” e menos 50% que a média das embarcações que operam no Ásia-Europa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, também a CMA-CGM estará a preparar-se para dar mais um “salto” na dimensão dos seus navios. O armador francês estará a negociar com os estaleiros da Samsung Heavy Industries o aumento da capacidade de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cinco navios encomendados, de 12 800 TEU para 16 000 TEU.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Actualmente, o maior navio da CMA-CGM é o “Cristóvão Colombo”, com uma capacidade de 13 344 TEU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTOS PREPARAM-SE PARA O RENOVADO CANAL DO PANAMÁ EM 2014&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1 – Por HUMBERTO FERREIRA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo MSC está interessado, segundo os analistas de “shipping”,  em adquirir a Maersk para se tornar na maior frota de navios contentores do mundo. &lt;br /&gt;A MSC é, entretanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a maior companhia a escalar regularmente o porto de Sines&lt;/span&gt; – que poderá tornar-se no seu primeiro terminal atlântico na nova rota do Extremo Oriente para a Europa, via Canal do Panamá (a partir de 2014), quando o percurso passar a ser mais rápido e com menos gasto de combustível. &lt;br /&gt;O que irá beneficiar o transporte de mercadorias entre o Extremo Oriente e a Europa e vice-versa. Sem esquecer que o novo canal do Panamá vai também beneficiar do crescente tráfego de mercadorias entre a China, Japão e toda a costa Leste asiática e a costa Leste dos Estados Unidos (para contentores) e o Golfo do México (para petroleiros).   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sines concorre, entretanto, com os portos de Algeciras e Tânger MedII&lt;/span&gt;, todos apostados em ocupar o lugar cimeiro nesta nova rota do comércio mundial. &lt;br /&gt;ALGECIRAS é o 24º porto em termos de movimento mundial de mercadorias transportadas em contentores, o 5º europeu e o 1º da área do Mediterrâneo. A Maersk tem ali uma da sua maiores bases para descarga dos navios chegados pelo Canal do Suez. &lt;br /&gt;Enquanto o porto marroquino de TÃNGER MED II concluiu a sua primeira fase no período 2002-2008, para movimentar 2,6 milhões de TEU em 2009, prosseguindo a segunda fase para acolher, em 2014, o crescente tráfego espectável depois do alargamento do Canal do Panamá.&lt;br /&gt;No Mediterrâneo, além dos movimentados portos do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pireu, Génova, Marselha, Barcelona e Valência&lt;/span&gt;, todos com boas ligações rodoviárias e ferroviárias para o Norte e Centro da Europa, há que contar ainda com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o novo porto italiano de Gioia Tauro&lt;/span&gt;, na Reggio Calábria do Norte, em operação desde 1995.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NAVIOS PANAMAX EM FIM DE CICLO&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;O canal do Panamá tem movimentado navios com dimensão Panamax (isto é, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;até 294 metros de comprimento, 33 de largura e 10 de calado&lt;/span&gt;). &lt;br /&gt;Mas a partir de 2014 vai poder movimentar paquetes, petroleiros e porta-contentores pósPanamax, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;até 360 metros de comprimento, 56 de boca, e 15 de calado&lt;/span&gt;, com uma substancial redução de custos operacionais. &lt;br /&gt;E &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o porto de Sines&lt;/span&gt;, a funcionar em cooperação com a operadora logística PSA de Singapura, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;perfila-se para ser um dos portos europeus de interface deste nova tráfego via Canal do Panamá&lt;/span&gt;, desde que disponha de uma ligação directa por auto-estrada e por ligação ferroviária (de preferência com bitola europeia) à fronteira espanhola e ao aeroporto de Beja. &lt;br /&gt;Para que tal se concretize, em 2011 Portugal encontra-se já atrasado em relação á concorrência e terá de demonstrar, na prática, a sua &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;competitividade logística&lt;/span&gt; (em termos burocráticos, de despacho simplex e de vasto armazenamento racional de contentores), o que é fortemente, na actualidade, contrariado pela sua excentricidade periférica. &lt;br /&gt;Importa, assim, criar e promover, com urgência, uma competitiva estratégia de interface europeia, havendo uma boa proposta para subordinar essa proposta ao tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A NOVA ROTA DE SEDA DO ORIENTE PARA A EUROPA, via SINES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como vantagens temos as condições específicas da costa portuguesa, dos seus portos de águas profundas, a par do desenvolvimento da nossa indústria, tecnologia e comércio internacional, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;reforçando a importância estratégica do rota do Atlântico sobre a do Suez e Mediterrâneo&lt;/span&gt;, que funcionou até agora e que continuará a funcionar para as importações e exportações do Leste da Europa e Médio Oriente. &lt;br /&gt;Portugal dispõe de vasta experiência em transportes marítimos e intermodais, em operações de transbordo e logística internacional, possuindo uma moderna frota de veículos TIR por toda a Europa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TRABALHO DE CASA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E Sines é um porto moderno de águas profundas, com um hinterland em crescimento e possui uma excelente plataforma intermodal. &lt;br /&gt;O problema maior é provar que os carregadores, operadores e recebedores que se decidirem por encaminhar os seus contentores via Sines vão poder reduzir custos operacionais? &lt;br /&gt;A questão da criação de uma &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zona Franca&lt;/span&gt; é uma proposta a debater, assim como a de aprovar um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Plano Nacional de Transportes Internacionais&lt;/span&gt;, centrado em Sines, com os seguintes vectores: melhorar a capacidade negocial entre as empresas e os organismos oficiais; aumentar a capacidade produtiva circundante; apostar no valor acrescentado e nos acordos comerciais a nível internacional, para captar novos parceiros; redefinir objectivos; participar nas estratégias europeias capazes de garantir a operacionalidade e eficácia dos novos itinerários de distribuição logística através da península ibérica; e concentrar os meios e investimentos indispensáveis na zona de Sines.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMPETITIVIDADE ESTRATÉGICA  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os portos portugueses devem competir mais com os estrangeiros, em áreas em que são mais especializados, petroleiros, porta-contentores, paquetes. ferries RollOnRollOff  e ferries de passageiros, cargueiros de cabotagem ou de “feeder-lines”, porta-granéis, navios frigoríficos, tráfego fluvial, etc. &lt;br /&gt;Seria vantajoso articular, DESDE JÁ, uma estratégia comum de especialização, entre os portos de Lisboa, Setúbal e Sines.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANÁLISE SWOT&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vantagens de SINES&lt;/span&gt;: Portugal oferece a rota mais curta entre a América e a Europa. E o Canal do Panamá vai ser a rota mais curta do Japão, China e Ásia para a América e Europa. &lt;br /&gt;Por outro lado, 80% das mercadorias mundiais movimentadas, continua a ser por via marítima e a Europa detém 40% do movimento do comércio mundial. &lt;br /&gt;A China, por sua vez, já ultrapassou o Japão, passando a ser a segunda potência económica mundial. &lt;br /&gt;E entre os 10 maiores portos mundiais para carga contentorizada, sete localizam-se entre as costas do Japão, China e Singapura; dois na Europa do Norte (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Roterdão e Hamburgo&lt;/span&gt;) e um nos Estados Unidos (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Los Angeles&lt;/span&gt;). &lt;br /&gt;O transporte aéreo de mercadorias representa apenas 0,2% do total mundial, mas uma ligação por via férrea e auto-estrada Sines-Aeroporto de Beja, será sempre um ponto forte (mas estamos em 2011 e a fase alargada do Canal do Panamá começa a funcionar JÁ em 2014).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desvantagens de SINES&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal ainda não usa nos caminhos de ferro a bitola europeia&lt;/span&gt;, o que provoca um aumento de custos operacionais no transbordo de contentores por via férrea para França e além. Entretanto, já foram encomendados a vários estaleiros da Coreia, algumas séries dos maiores navios porta-contentores do mundo, com capacidade entre 18 mil e 22 mil TEU. &lt;br /&gt;Os maiores navios actuais, da MSC e da Maersk, transportam entre 14 e 15 mil TEU. &lt;br /&gt;A Espanha oferece aos armadores e carregadores mundiais três portos especializados neste tráfego, com vasta experiência: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Algeciras&lt;/span&gt; (concorrente directo de Sines), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Valencia e Barcelona&lt;/span&gt; (estes mais vocacionados para o tráfego vindo do Canal de Suez, talvez do Indico e dos países da Arábia). &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2 – TEXTO DA WIKIPEDIA SOBRE O CANAL DO PANAMÁ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(tradução de castelhano para “brasileiro”)&lt;br /&gt;A ampliação do Canal do Panamá abre novas possibilidades para a região &lt;br /&gt;Considerada uma das obras mais importantes do mundo, a ampliação do Canal do Panamá é muito mais do que motivo de orgulho para o segmento de infraestrutura. O canal é, sem dúvida, o principal motor econômico do istmo centroamericano e tem importância fundamental para o comércio internacional, já que permite a comunicação entre os oceanos Atlântico e Pacífico e facilita o intercâmbio entre Ásia e Europa passando pela América. &lt;br /&gt;Esse fato explica a importância do projeto, aprovado em referendo de 2006, em que os panamenhos puderam decidir se queriam levar adiante a obra cuja conclusão está marcada para 2014. Nesse ano, o canal abrirá suas comportas por meio de um novo conjunto de eclusas a tempo para as comemorações do seu centenário. Contudo, entre uma data e outra, há um oceano de cifras econômicas e projetos empresariais que, de acordo com especialistas consultados pelo Universia Knowledge@Wharton, deixam claro a importância da obra.&lt;br /&gt;Talvez o dado que melhor resuma a importância atual e futura do canal seja o citado pela professora da Universidade do Panamá, Vielka Vásquez de Ávila. Segundo a professora, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;passa atualmente pelo canal “4% do comércio mundial”, e graças à ampliação, “teremos plenas condições, a partir de 2015, de fazer frente ao que seria um possível aumento de até mais de 6% do comércio mundial pelo Istmo do Panamá&lt;/span&gt;”. Esse aumento é resultado de vários fatores. &lt;br /&gt;Por um lado, a ampliação em si implica &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o aumento da capacidade dos navios&lt;/span&gt; que transitarão pelo local. Neste caso específico, o número de toneladas do Atlântico para o Pacífico praticamente duplicará, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;podendo chegar a 600 milhões ao ano, ante os 340 milhões atuais&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;De acordo com informações fornecidas pela Autoridade do Canal do Panamá (Autoridad del Canal de Panamá, ACP), órgão do governo que administra o canal, esse salto espetacular será possível porque &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o novo conjunto de eclusas possibilitará a travessia de navios de grande porte batizados de pospanamax&lt;/span&gt;, cujas dimensões extraordinárias permitem economias de escala e, ao mesmo tempo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;reduzem entre 7% e 17% o custo operacional por contêiner&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Seus 366 metros de cumprimento equivalem a mais de sete piscinas olímpicas e comportam em seu interior até 12.000 Unidades TEU&lt;/span&gt; (contêineres). &lt;br /&gt;Uma das razões pelas quais as autoridades panamenhas decidiram pela ampliação foi a perda de competitividade da infraestrutura atual, que não permitia a passagem dos pospanamax. &lt;br /&gt;A crescente demanda por esses meganavios &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;elevará a frota mundial de navios-contêineres em 37% em 2011&lt;/span&gt;, o que explica a necessidade imperiosa de adaptação do istmo a eles. &lt;br /&gt;Depois de centenas de estudos, a Autoridade do Canal do Panamá (ACP) chegou à conclusão de que, com essa obra, sua participação de mercado na rota que vai do norte da Ásia em direção à costa leste dos EUA &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;passará de 38% para 41% em relação à queda que sofreria se continuasse com a infraestrutura atual, cuja sua participação de mercado ficaria relegada a 23%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROJECTOS ALTERNATIVOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Canal de Suez e todo o sistema intermodal dos EUA (os barcos chegam ao porto e oS TEU atravessam por terra todo o país, por comboio ou estrada) são os principais concorrentes do Canal do Panamá, que poderá também ter de enfrentar novos rivais interessados numa parte do bolo suculento representado pelo tráfego marítimo crescente entre o Atlântico e o Pacífico. &lt;br /&gt;Conforme lembra Juan Carlos Martínez Lázaro, professor da Escola de Negócios Instituto de Empresa (IE), especialista em macroeconomia, “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o México e a Nicarágua querem também unir os dois oceanos com passagem pelos seus territórios&lt;/span&gt;”. No primeiro caso, o modelo seria semelhante à atual rede intermodal dos EUA, ao passo que, no segundo, cogita-se a possibilidade de ligar as duas costas por meio de canais fluviais com uma infraestrutura semelhante à do Panamá.&lt;br /&gt;Embora o professor do IE creia que tais projetos devam perder seu atrativo diante da ampliação do Canal do Panamá, ele lembra que “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o comércio entre o Pacífico e o Atlântico será cada vez mais interessante devido ao crescimento anual de 7% do comércio asiático&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;A China tem papel fundamental nisso, com seu desenvolvimento econômico espetacular e um apetite insaciável por energia. O istmo centroamericano poderá tirar proveito disso por meio da travessia de petroleiros e evitar assim outras alternativas de abastecimento. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A China tem grande interesse no petróleo venezuelano&lt;/span&gt;. Houve, inclusive, um momento em que os chineses se interessaram em financiar a construção de um oleoduto que sairia do Pacífico, através da Colômbia, mas que não se concretizou devido às más relações entre os países”, acrescenta Martínez Lázaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;HISTÓRIA DE UMA PAÍS LIGADO A UM CANAL&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;A importância do canal para o Panamá é de tal ordem que até sua independência da Colômbia foi determinada por ele. Quando, em 1889, o engenheiro Philippe-Jean Bunau-Varilla assumiu o comando da obra, vencida nove anos antes pela empresa francesa Compagnie Universelle Du Canal Interocéanique de Panamá, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;procurou-se o governo americano em busca de financiamento. Este acabou comprando os direitos de construção e de exploração em 18 de novembro de 1903, depois de garantir a independência do istmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A administração americana durou 74 anos&lt;/span&gt;, até que o presidente Jimmy Carter e seu colega panamenho, Omar Torrijos, decidiram firmar o tratado Torrijos-Carter, que transferia ao país centroamericano poder absoluto sobre a obra &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a partir de 31 de dezembro de 1999&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Apenas um dado, fornecido pela ACP, permite compreender a importância que teve para o Panamá essa mudança administrativa: durante os 85 anos de presença americana, os cofres panamenhos receberam somente 1,878 bilhão de balboas (1,372 bilhão de euros ou US$ 1,915 bilhão) oriundos do canal, praticamente a mesma quantidade (1,821 bilhão de balboas) arrecadada durante os seis primeiros anos sob a administração da ACP.&lt;br /&gt;Conforme ressalta Vásquez de Ávila, “o canal teve papel de destaque no desenvolvimento do país. Atualmente, depois da transferência do canal, sua contribuição é substancial para todos os projetos de desenvolvimento nacional. No governo do presidente Torrijos, ficou estabelecido um volume fixo de milhões de balboas que deverão servir ao desenvolvimento das comunidades, que apresentarão seus próprios projetos. &lt;br /&gt;Além disso, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a ampliação do canal permitirá a passagem de navios importantes, que até o momento achavam-se impedidos de fazê-lo, o que resultará no aumento do tráfego e na maior geração de receitas para o país&lt;/span&gt;. Do ponto de vista político, creio que o governo do canal foi exemplar, algo realmente fundamental para nós, já que a transferência do canal é reconhecida não só pelos panamenhos, mas também internacionalmente, mostrando que o país tem condições de administrar e de superar as expectativas que tinha o canal quando em poder dos EUA”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROJECTO FINANCEIRO AUTO-SUSTENTADO PELAS RECEITAS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A ACP estima que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;durante os 11 primeiros anos de vida do canal ampliado a arrecadação será de 30 bilhões de balboas (cerca de 22 bilhões de euros&lt;/span&gt; ou US$ 30,588 bilhões). Este número é seis vezes maior do que os US$ 5,2 bilhões (3,662 bilhões de euros ou 5,282 bilhões de balboas) destinados pelo governo panamenho para o projeto de ampliação do canal, no qual há uma provisão de US$ 785 milhões (797 milhões de balboas ou 552 milhões de euros) para possíveis erros ou atrasos. Além disso, para que o bolso da população não seja prejudicado pela obra, o modelo escolhido pelas autoridades do país prevê o financiamento da obra com fundos procedentes das atividades do canal por meio da elevação das tarifas pagas pelos usuários da obra.&lt;br /&gt;Impacto econômico&lt;br /&gt;Marco Fernández, professor de origem panamenha do Incae, especializado em ciências econômicas, contextualiza o investimento. “Quando se percebe a magnitude desse projeto, logo vem a pergunta: qual seu tamanho real em relação à economia do país? A resposta é que nos próximos sete anos ele representará cerca de 35% de todos os investimentos públicos. &lt;br /&gt;Trata-se, portanto, de um projeto viável. É como adicionar 30% aos investimentos públicos em um bom ano.” A obra, por sua vez, permitirá elevar em 1,2% o PIB atual do país. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O mais importante, porém, é que atrairá investimentos estrangeiros e promoverá o desenvolvimento industrial no setor marítimo&lt;/span&gt;. “As vantagens trazidas pelo canal não decorrem tanto da obra em si, e sim de negócios colaterais como estaleiros, abastecimento de grandes navios, portos de contêineres. &lt;br /&gt;Na verdade, muitos investimentos estrangeiros já decorrem da boa percepção que têm as empresas do mundo todo em relação à obra. Toda essa atividade complementar ao canal dará a medida do seu verdadeiro impacto, o que começaremos a sentir dentro de sete anos”, acrescenta Fernández.&lt;br /&gt;(((&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A empresa SOMAGUE PORTUGUESA (associada da Sacyr de Espanha) FOI UMA DAS EMPRESAS do consórcio hispano-italiano, vencedor do Concurso Mundial, avaliado em 2235 mil milhões de euros&lt;/span&gt;))).&lt;br /&gt;A licitação internacional feita pelo governo panamenho para a construção do terceiro conjunto de eclusas, que é a parte mais importante de todo o projeto, despertou o interesse dos grandes grupos de construção e de infraestrutura do mundo todo. Por fim, apenas três consórcios foram convidados a apresentar uma oferta definitiva: um espanhol, outro capitaneado pela norteamericana Bechtel &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;e um terceiro hispano-italiano. Este último, batizado de Unidos pelo Canal, acabou vencendo a licitação&lt;/span&gt;. Comandado pela espanhola Sacyr em parceria com a transalpina Impregilo, a holandesa Jan de Nul e a panamenha Constructora Urbana, alcançou a maior pontuação técnica, tendo feito a proposta financeira mais econômica: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um orçamento de US$ 3,118 bilhões (2,235 bilhões de euros&lt;/span&gt; ou 3,167 bilhões de balboas), isto é, 280 milhões de dólares a menos do que o orçamento inicial estabelecido pela ACP.&lt;br /&gt;A transparência que caracterizou todo esse processo reforça o referendo convocado pelo presidente Martín Torrijos em outubro de 2006, cinco meses depois de sancionado oficialmente o projeto e depois de 120 estudos realizados durante os cinco anos anteriores. &lt;br /&gt;A obra teve o apoio de 78% dos que votaram, embora a abstenção tenha sido a tônica dominante, já que apenas 42% da população compareceu às urnas. A partir desse momento, e sempre atentas aos prazos que coincidem com o centenário do canal, em 2014, e já com a ampliação inaugurada, as autoridades do país fizeram uma licitação internacional. As ofertas ficaram sob custódia do Banco do Panamá para garantir total confidencialidade. “Foi, sem dúvida, um processo muito transparente em que ficou clara a liderança das companhias de infraestrutura espanholas presentes em dois dos três consórcios finalistas, tendo um deles vencido o processo”, observa Martínez Lázaro.&lt;br /&gt;Além de servir de vitrine internacional para o país, o processo de licitação trouxe à tona também valores econômicos importantes relacionados à nova infraestrutura. Somente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;durante o período das obras, prevê-se um impacto no emprego de 40.000 postos de trabalho, dos quais 7.000 estarão diretamente relacionados a ela&lt;/span&gt;, de acordo com números fornecidos pela ACP. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No momento em que o terceiro conjunto de eclusas entrar em funcionamento, o número de postos de trabalho deverá oscilar entre 150.000 e 250.000&lt;/span&gt;. “O impacto econômico da ampliação do canal beneficiará não só o Panamá, mas toda a América Latina, uma vez que atrairá a indústria e fomentará o intercâmbio comercial na região”, observa Fernández.&lt;br /&gt;A parte mais espinhosa de todo o processo refere-se ao impacto da obra sobre o meio ambiente. O problema foi equacionado por meio de diversos estudos que referendaram sua viabilidade. Conforme assinala Vásquez de Ávila, “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;qualquer projeto dessa magnitude gera impacto ambiental, uma vez que a construção de um terceiro conjunto de eclusas modificará a paisagem natural&lt;/span&gt;. A modificação da paisagem significa que boa parte da terra firme será inundada com consequente impacto sobre o meio ambiente. Todavia, o essencial é que esse impacto, de acordo com relatórios feitos por órgãos nacionais e estrangeiros, será mínimo em comparação com os benefícios que o canal deverá gerar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-3384158201067454385?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/3384158201067454385/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=3384158201067454385' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3384158201067454385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3384158201067454385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/04/nova-rota-da-seda-abre-em-2017-com.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-6588921733081879534</id><published>2011-03-29T10:40:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T10:51:40.597-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ECONOMIA COM PIORES PREVISÕES'/><title type='text'></title><content type='html'>NOTÍCIA DO DIA - BOLETIM DA PRIMAVERA 2011 DO BdP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recessão agrava-se em 2011 e prolonga-se em 2012&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;FONTE: RTP 2011Mar29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIO PRÉVIO DE Humberto Ferreira:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A HERANÇA DE SÓCRATES - Depois de Guterres, Barroso e Santana, só nos faltava o Sócrates!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que esta é uma previsão bastante conservadora, por parte da Autoridade de Regulação Bancária “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Independente de Portugal&lt;/span&gt;”, face a um plano de extrema austeridade (PEC IV), comprometido em Bruxelas, à “sucapa” dos restantes órgãos de soberania e dos representantes da oposição parlamentar, pelo Exmo. Senhor Mandador-Mor da Lota, que ainda ocupa o cargo a prazo, e que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;teve a ousadia de assinar mais um PEC (o quarto), sem qualquer projecto apenso, até à data, relativamente ao indispensável crescimento económico&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ESQUECIMENTO IMPERDOÁVEL&lt;/span&gt; - Pois, sem crescimento sustentado, o Fisco não consegue cobrar mais impostos, as empresas não conseguem subir os lucros nem investir mais, as exportações não podem crescer por obra e graça do São José, o consumo desce, o comércio asfixia, o País empobrece, os depósitos bancários esgotam-se uns e fogem os outros (esqueceu-se que já vivemos na era da globalização financeira?), e os investidores procuram outras paragens enquanto os credores continuam a atacar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RECEITAS FALHADAS&lt;/span&gt; - Digam o que disserem, sejam os nossos mal esclarecidos governantes, os inefáveis comentadores político-económicos, ou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os implacáveis gestores, técnicos e consultores da Comissão Europeia, do Euro-Grupo, do BCE, do FMI&lt;/span&gt;, assim como os desconhecidos corretores dos tais enigmáticos mercados financeiros internacionais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um País, uma região, uma cidade, ou uma empresa&lt;/span&gt; não consegue prosperar sem &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um plano de crescimento económico aprovado por TODOS os parceiros&lt;/span&gt; e não apenas pelo gerente temporário da LOJA ... à beira de falência vergonhosa, por falta de produção capaz de compensar tanta despesa e desperdício e tão pouco apoio à economia e ao desenvolvimento!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO&lt;/span&gt; - Portugal enferma de uma elite contemporânea entrincheirada em posições "clubistas" radicais, quer por parte do actual Governo PS (ainda em gestão), quer por parte dos dirigentes do partido incumbente (candidato alternativo ao poder)... o desnorteado PSD. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pois, de 23 de Março até hoje, os inexperientes e deslumbrados dirigentes sociais-democratas, ainda não foram capazes de garantir, publicamente, aos portugueses que têm um projecto melhor e menos penoso do que o do PS, para relançar a economia, reduzir o desemprego, e pagar suavemente a dívida contraída nos últimos seis anos&lt;/span&gt;! Portanto, tudo como dantes, quartel-general em Abrantes …&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PEC IV = PEC V E PEC VI AINDA PIOR&lt;/span&gt; - E, por favor, enquanto os portugueses (tal como os gregos e irlandeses) não se entenderem no essencial, não esperem por algum milagre em 2011. Nem Sócrates muda, nem o PSD se concentra num denominador comum mais acessível e realista, e, por outras palavras, nem o Pai chega, nem a gente almoça… Não me digam, depois, que não os avisei a tempo de que a nossa situação colectiva piora dia-a-dia - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;HF&lt;/span&gt; - (usa ortografia lusa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TEXTO DA NOTÍCIA&lt;/span&gt; (em ortografia luso-brasileira) &lt;br /&gt;O Boletim do Banco de Portugal (BdP) procedeu (terça-feira) a uma revisão em baixa das suas estimativas para a economia, antecipando agora uma contração de 1,4 por cento em 2011. No Boletim de Primavera, a instituição liderada por Carlos Costa inscreve ainda &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a perspetiva de um novo recuo no próximo ano&lt;/span&gt;, tendo em conta &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as medidas adicionais de austeridade que terão de ser postas em prática para cumprir as metas de redução do défice&lt;/span&gt; das contas públicas, comprometidas junto dos parceiros europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Boletim de Inverno para o Boletim de Primavera, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Banco de Portugal revê em baixa a sua estimativa para o desempenho da economia&lt;/span&gt;. Em 2011, espera-se uma recessão de 1,4 por cento, contra a anterior previsão de uma quebra de 1,3 por cento. A instituição de supervisão assinala, no entanto, que as previsões agora publicadas “apenas consideram as medidas orçamentais bem especificadas e já aprovadas” no quadro do Orçamento do Estado para este ano. Ou seja, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não refletem “todas as medidas necessárias ao cumprimento dos exigentes objetivos orçamentais assumidos pelo Estado português para 2011&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;O Banco de Portugal &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;corrige igualmente em baixa a estimativa para o próximo ano, antecipando um crescimento de 0,3 por cento&lt;/span&gt; – o Boletim de Inverno avançava com uma projeção de 0,6 por cento. Todavia, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;antevê desde já que o pacote de medidas de austeridade “que ainda falta especificar” vai conduzir o país a uma “nova contração significativa da atividade económica em 2012&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;“Dado que ainda falta especificar medidas para 2012, os resultados para esse ano devem ser especialmente relativizados”, avisa a instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Emprego em queda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao mercado de trabalho, o Banco de Portugal prevê que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o país continue a pulverizar postos até ao próximo ano - o emprego deverá ter uma quebra de 0,9 por cento em 2011 e de 0,3 por cento em 2012, depois de ter já regredido 1,5 por cento em 2010&lt;/span&gt;. O “fraco desempenho da atividade económica” deverá acarretar efeitos negativos para o emprego nos setores público e privado. Mas é no segmento público que o banco central espera um recuo “mais pronunciado”, dada “a redução do número de efetivos da Administração Pública considerada nas hipóteses de finanças públicas subjacentes à atual projeção”.&lt;br /&gt;A instituição prevê, por outro lado, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o consumo de famílias e empresas resvale este ano 1,9 por cento&lt;/span&gt;, contra a estimativa de 2,7 inscrita no último Boletim, ao passo que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a estimativa para as exportações surge praticamente inalterada: as vendas para o exterior deverão crescer seis por cento este ano, ligeiramente acima da última previsão, de 5,9 por cento&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A inflação apresenta uma diferença mais pronunciada&lt;/span&gt;. O Banco de Portugal antecipa que os preços aumentem 3,6 por cento, bem acima dos 2,7 por cento da anterior estimativa.&lt;br /&gt;De resto, o Banco de Portugal antevê &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma quebra de 3,4 por cento no rendimento disponível das famílias&lt;/span&gt;, devido à situação do mercado de trabalho e por causa das medidas de austeridade orçamental. A que se somam “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;condições de acesso ao crédito mais restritivas&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Juros da dívida externa em ascensão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Boletim Económico da Primavera do BdP prevê ainda que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a taxa de juro média anual da dívida pública a dez anos se agrave em 2011 e 2012&lt;/span&gt;. As projeções do Banco de Portugal antecipam uma média de 7,6 por cento este ano e de 7,9 por cento no próximo. Nas estimativas, sublinha a instituição, “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;admite-se a manutenção de condições particularmente restritivas de acesso dos bancos nacionais aos mercados internacionais de dívida por grosso&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;É também previsto &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um agravamento da taxa de juro de curto prazo&lt;/span&gt;, com base na taxa do mercado interbancário para operações a três meses – de mais 1,5 por cento em 2011 e 2,3 por cento em 2012. O défice externo deve apresentar um agravamento este ano e estabilizar em 2012: o Boletim da Primavera &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;piora as estimativas para as necessidades de financiamento externo, de 7,1 para 8,9 por cento em 2011 e de sete para 8,3 por cento no próximo ano&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-6588921733081879534?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/6588921733081879534/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=6588921733081879534' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6588921733081879534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6588921733081879534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/noticia-do-dia-boletim-da-primavera.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-5031929107157744023</id><published>2011-03-24T11:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-24T12:45:04.051-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='POLITICA PORTUGUESA EM CRISE'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUARTA-FEIRA NEGRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRIMEIROS EFEITOS DA NÚVEM NUCLEAR JAPONESA EM PORTUGAL?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Uma análise sobre as CRISES portuguesas: &lt;br /&gt;de ordem financeira, económica, política e institucional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A 23 de Março de 2011, uma quarta-feira de sol, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a nuvem nuclear japonesa&lt;/span&gt; portadora dos gases libertados da central de Fukushima, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;despenha-se em Lisboa&lt;/span&gt;, na encosta da Estrela-São Bento, causando as primeiras vítimas europeias das terríveis catástrofes que assolaram há dias o Japão: um sismo de magnitude 9, um tsunami violento, e vários acidentes em algumas das suas centrais nucleares. &lt;br /&gt;Curiosamente, as vítimas mais atingidas em Lisboa &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;foram os políticos de turn&lt;/span&gt;o, no mais frequentado convento beneditino da capital portuguesa.&lt;br /&gt;Após largas horas de luta oral, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;contra sucessivos os azares do subdesenvolvimento ibérico&lt;/span&gt;, os capatazes das cinco equipas em contenda &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;retiraram o tapete ao socialista-mor&lt;/span&gt;, um destemido conquistador equiparado a Afonso de Guimarães, mesmo sabendo (eles os capatazes) que os avaliadores estrangeiros e os agiotas internacionais não brincam em serviço.&lt;br /&gt;Diz-se que toda a crise traz janelas de oportunidade proporcionadas pela ruptura com os métodos de qualquer gerência desmascarada e pela lufada de ar fresco, trazida na bagagem da nova gerência, ansiosa de mostrar as suas capacidades alternativas. Mas ontem não se vislumbrou, durante toda a tarde nem pela noite dentro, um lance de génio que possa resolver &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o estado de insegurança crónica, em que 10 milhões de portugueses ficaram depois da chegada da nuvem&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUEM NÃO QUER SER LOBO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os social-liberais da combativa ala socrática estão irredutíveis no combate à endemia … que deflagrou sobre Lisboa. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Querem mais empréstimos externos&lt;/span&gt; para meios complementares de diagnóstico, mais carros patrulhas paras as forças de segurança em alerta à posteriori, mais aviões para transporte de tropas e deslocados de missões humanitárias, assim como a renovação da frota de falcons da FAP Air, tudo sem olhar a despesas. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem vier atrás, que pague a dívida&lt;/span&gt;. E querem continuar a viver bem e á portuguesa, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem abdicar dos comboios de alta velocidade, de empresas públicas altamente deficitárias e endividadas, nem de empregos artificiais para os boys &amp; girls do refúgio do Rato&lt;/span&gt;. É o Portugal cor-de-rosa no seu pior!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUEM VAI DE TER DE REPETIR O PEDIDO DE DESCULPAS AO POVO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os laranjas, por seu lado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;começaram por esconder o jogo&lt;/span&gt;, pois, todos sabem, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não têm outro remédio senão aceitar, amanhã, as condições já impostas pela Tia Angela ao mordomo do refúgio do tal Rato&lt;/span&gt;, ainda em funções provisórias. &lt;br /&gt;Desempregados há seis anos, os laranjas estão  endividados até às orelhas, a parte do corpo que as equimoses nucleares começam sempre por atacar. &lt;br /&gt;Ora a inteligência nunca foi muito pródiga com a burguesia acomodada ao luxo dos encontros de Davos, Bloomberg e Emirados. Mais a mais quando estes burgueses estão ávidos de mordomias, viagens e salamaqueques! &lt;br /&gt;Na manhã seguinte, a caminho de Bruxelas, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o quinto barão da Lapa&lt;/span&gt; lá se descuidou. Com efeito, a Quinta da Lapa tem tido uma alta rotatividade de caseiros, depois da saída do José Manuel para comandar a legião europeia. Seguiu-se-lhe D.Pedro Bynight, o Nóia do Surf, e a Dona Manuela das Cobranças. &lt;br /&gt;Mas voltando à forma mais humana de pagar a dívida, o barão lá avançou com uma ideia peregrina: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;com ele, reformados e pensionistas podem ficar descansados, que não lhes corta o estipêndio. Prefere aumentar o terrível IVA sobre o consumo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Portanto, todas as reformas milionárias, vencidas com poucos anos de descontos, ficam assim garantidas, justiça PSD. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O comércio, a indústria, os serviços que se lixem&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um quarto da facturação é absorvido à partida, pelo glutão da fazenda pública&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;E o comércio raiano que se mude, de armas e bagagens, para o litoral. &lt;br /&gt;Só por esta medida, recomendo, desde já, a Belém que o distinga ao Barão, com a Ordem do Infante, se possível já no próximo 10 de Junho!&lt;br /&gt;Isto é que é inteligência! Transferir todo o comércio e indústria raiana para o litoral, por não poderem mais competir com o comércio, indústria e agricultura raianos. Só que transferir a agricultura da raia para o litoral, só se o autor da jangada de Pedra estivesse vivo!      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OS RADICAIS TEIMOSOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os bloquistas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não há maneira de passarem na cadeira de Economia e Finanças&lt;/span&gt;, ministrada por um tal famoso catedrático Franceslouca (dois em um). Dos seus textos e intervenções continua a ressaltar uma total desactualização e falta de conhecimentos sobre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os vigentes sistemas bancários, financeiros, bolsistas, económicos&lt;/span&gt; (na era do comércio livre e concorrência aberta, reforçada até no direito comunitário de estabelecimento de serviços – ao abrigo da “abençoada” directiva Bolkestein), nem &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sobre os efeitos dos tratados multilaterais e obrigações externas e internas dos Estados&lt;/span&gt;, assim como uma total ignorância dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;compromissos anteriores assumidos por Portugal nestas áreas&lt;/span&gt;, mas que os governos seguintes são forçados a cumprir, ou então a renunciar, se forem da brigada do Chavez! &lt;br /&gt;Como pode alguém no seu juízo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;imaginar um país europeu governado por uma seita tão radical, no século XXI&lt;/span&gt;? &lt;br /&gt;Pouco há a fazer, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;enquanto os generais do bloco não compreenderem que produtividade, concorrência, gestão racional e lucros são, por um lado, indispensáveis para o crescimento de qualquer Estado, empresa, ou família&lt;/span&gt;, e por outro lado &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;são incompatíveis com a gestão megalómana das empresas e serviços públicos&lt;/span&gt;, nem enquanto for o binómio Estado-Governo a dominar e asfixiar a sociedade civil, como eles desavergonhadamente advogam. &lt;br /&gt;Peço pouca coisa aos bloquistas: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apenas a lista das empresas e serviços públicos bem geridos e com balanços positivos?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Por outras palavras: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quais são as empresas públicas que aplicam bem as dotações atribuídas do erário público?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Pois é, a maior parte vai tudo pela água abaixo! E quem paga? São os contribuintes! Sim, são os trabalhadores empregados, comerciantes, industriais e agricultores, quer tenham lucro ou prejuízo nas suas contas. Ou seja,  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os que trabalham e arriscam, sustentam os protestantes profissionais, que passam a vida a discutir e trocar ameaças e insultos nas mil e uma reuniões e debates&lt;/span&gt;, com que a TV pública se entretém a fingir que esclarece e diverte o povo! Não será isto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a verdadeira exploração de muita gente ordeira, por alguns manipuladores da opinião pública?&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;Enquanto for assim, não poderá haver futuro neste jardim à beira Atlântico plantado. Pois, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para se poder pagar salários e subsídios razoáveis aos soldados, camponeses, pescadores e desempregados&lt;/span&gt; (um modelo já obsoleto mas sempre na boca dos bloquistas), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;é preciso, primeiro, alguém ganhar dinheiro e, ter lucro razoável para dividir com os que trabalham!&lt;/span&gt; É bastante simples, mas Franceslouca, apesar dos seus múltiplos e altos prémios académicos, não entende!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A UNIÃO SOVIÉTICA REINOU 69 ANOS (1922-1991)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Os comunistas, bem, estes pararam no tempo da URSS e desistiram de qualquer evolução posterior. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Continuam a insistir que os ricos paguem a crise&lt;/span&gt;, as contas faraónicas e fraudelentas do SNS, os prejuízos dos transportes públicos, os desperdícios na Educação e Justiça, e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o défice crónico do tal Estado soberano mas pouco, por ter ficado endividado até à quinta geração&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Curiosamente, estes "combatentes" já não têm acesso a fundos do que resta da Liga Internacional. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As cooperativas agrícolas e empresas de vários ramos, que montaram depois do 25/4, já faliram&lt;/span&gt;.  não há um único projecto de Estado Comunista, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;de que se possam orgulhar, por ter contribuído para a salvaguarda da liberdade das pessoas e dos direitos humanos&lt;/span&gt;. Bem pelo contrário! &lt;br /&gt;Por isso, eles sonham em retirar o que resta das empresas viáveis. Das que sobrevivem com imensas dificuldades, impostas pela União Europeia também sedenta de criar taxas e sobretaxas sobre tudo em que os privados consigam converter do risco em lucro. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O lucro continua a ser um acto criminoso para esta espécie de militantes em extinção!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Por isso, eles sonham em alcançar a gestão do dinheiro alheio, para garantir os seus luxos predilectos: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;organizar manifestações, festas, feiras, desfiles militares, e protestos!&lt;/span&gt; É incrível como ainda há jovens que acreditam nesta fantasia!Quantos anos mais dura esta atitude?  &lt;br /&gt;Dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Verdes&lt;/span&gt; não vale a pena falar, pois só existem para que os seus “pares vermelhos” possam, assim, repetir, ainda hoje, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nos assaltos parlamentares da praxe, a cassete dos velhos bolcheviques do século XIX&lt;/span&gt;. Qual é o outro partido português que consegue tanto tempo de antena e, pelo menos, dois discursos em cada debate parlamentar?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E OS CONSERVADORES EM BANHO-MARIA!&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;Falta-me referir os “portistas” (não do Porto, mas do Portas). São os mais iludidos com a oportunidade desta crise. Já têm programa de governação, um plano B para qualquer emergência (em 2005, o actual chefe foi fazer um retiro prolongado, creio que nas feiras regionais e na cinemateca da meia-noite), e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;já sonham que vão conquistar o palacete de São Bento em Junho, só porque foram eles os primeiros a sugerir ao mordomo do refúgio do Rato, para aproveitar a reforma antecipada!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Um aparte: de facto,  o popular social-liberal (que trata por tu, em inglês técnico, todos os dirigentes mundiais, em especial o Hugo, o Muammar, o Eduardo e o Zé Luís), já cumpriu uns 14 anos de trabalho cívico, tem direito a uma das tais reformas milionárias, onde o seu adversário preferido  se comprometeu já a não mexer! &lt;br /&gt;O mal dos “portistas” é não enxergarem, ainda, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os erros que cometeram, quando dividiram a fascina do burgo com o Zé Manel de Bruxelas e o D. Pedro Bynight&lt;/span&gt;. Eles, afinal, deixaram o pântano do Guterres ainda mais mal cheiroso! Dizem-me que estão a crescer! Oxalá tenham aprendido com as trapalhadas anteriores! São inofensivos! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTANTO - TRÊS PERGUNTAS: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1ª - O que vai mudar no PEC IV?  Resposta: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NADA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;2ª - Quem vai ganhar a contenda de Junho?  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DUVIDO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3ª – O que se passa até lá?  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;UMA CRISE AINDA MAIS GRAVE E PROLONGADA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TRÊS APOSTAS SIMPLES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para já os srs. Steps Rabbit e  Ângelo, ficaram muito satisfeitos com a quarta-feira negra! Não, não é o marido da Tia Angela! É conterrâneo.&lt;br /&gt;Mas para memória futura, como disse ontem a Voz do Dono, eu prefiro relembrar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as primeiras opções que o indigitado chefe amargo dos “laranjas” tomou para inverter esta crise:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1 - PSD livra pensões e reformas de cortes, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas sobe taxa do IVA para 24% ou 25%&lt;/span&gt;. Quer dizer, um quarto do montante de qualquer transacção em 2012, é absorvido pelo Estado glutão. O comércio e agricultura raianos vão ter que se mudar para o litoral, a mal da desertificação.&lt;br /&gt;2 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quer um governo com 10 ou 11 ministros e menos secretários de Estado&lt;/span&gt;. Com pastas tão delicadas, com tantas reuniões internacionais, e com uma tamanha dívida externa pela frente, opta por cortar a direito, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem extinguir os “duplicados” existentes nos mil e tal organismos, institutos, missões, fundações e gabinetes que proliferam no Estado-polvo criado desde 1974&lt;/span&gt;, cortando antes nos ministros. &lt;br /&gt;Espero estar cá para ver o resultado! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Se há áreas fundamentais são a Justiça, Educação, Saúde, Economia e Agricultura e Pescas &lt;/span&gt;(sem o breve crescimento destas áreas, nada feito), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Segurança&lt;/span&gt; (mais do que Administração Interna) e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Administração Pública&lt;/span&gt;. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ambiente&lt;/span&gt; faz parte do politicamente correcto, mas já está bem ligado ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ordenamento&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAIS UMA ACHEGA PESSOAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, nunca critico sem dar uma ou mais sugestões. O que eu (sem ser nem ter aspirações a político), assim como, muitos outros cidadãos (igualmente não políticos), esperamos do próximo governo (que deveria poder tomar posse dentro de 30 dias):&lt;br /&gt;1 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O CRESCIMENTO DA ECONOMIA&lt;/span&gt; – abrangendo o TURISMO, EXPORTAÇÕES, COMÉRCIO INTERNO, AGRICULTURA, PESCAS, ACTIVIDADES DO MAR (PORTOS, CONSTRUÇÃO NAVAL, MARINHAS DE COMÉRCIO, PESCA E RECREIO, INVESTIGAÇÃO) e TRANSPORTES (articulação de ligações aéreas, marítima, ferroviárias e rodoviárias). Como? Cabe ao governo criar condições (incluindo o acesso ao crédito) para as empresas portuguesas poderem competir e produzir melhor que as suas congéneres estrangeiras, em especial as espanholas junto da nossa fronteira!&lt;br /&gt;2 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A REDUÇÃO DO DESEMPREGO&lt;/span&gt; – Desde que a economia cresça, o desemprego baixa. Mas PARA ISSO é preciso incentivar os empregadores a investir e aumentar a capacidade de produção, exportação, venda e de prestação de serviços. A flexibilização do trabalho já existe na maioria dos países europeus (talvez menos apenas nos antigos países que sobreviveram ao regime soviético). O pior é que cá, muitos (maus) patrões (incluindo outro eventual governo do Sócrates) se preparam, desde já, para despedir os empregados mais antigos, com indemnizações menores, para substituir os seus efectivos laborais por jovens menos experientes mas mais mal pagos. Cabe ao novo Governo contrariar esta tendência!  &lt;br /&gt;3 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EMAGRECER O ESTADO&lt;/span&gt; – O governo ontem derrotado na AR apresentou uma lista de 50 MEDIDAS para baixar a despesa do Estado, a qual contemplava a eliminação de alguns organismos, institutos, autoridades, agências, missões, fundações e gabinetes dos mil e tal que existem para desempenhar quantas funções em duplicado? Mas que o povo saiba, nem uma foi eliminada até agora. Compreendo que custe a despedir mesmo os milhares de assessores, consultores, adidos, conselheiros e guarda-costas que trabalham para o Estado, a recibo-verde. Mas bolas, é preciso vir algum técnico estrangeiro da Europa ou da delegação do FMI desempenhar essa missão? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL não pode sustentar um ESTADO TÃO GORDO!&lt;/span&gt; Digam o que disserem os camaradas Jerónimo, Louça e Pereira da Silva!&lt;br /&gt;Como podem constatar, em vez de 50 medidas, peço apenas três! A conta que Deus fez!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-5031929107157744023?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/5031929107157744023/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=5031929107157744023' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5031929107157744023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5031929107157744023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/quarta-feira-negra-primeiros-efeitos-da.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-5943954458703340541</id><published>2011-03-21T02:00:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T02:46:23.761-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GASTRONOMIA PORTUGUESA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O melhor bolo de chocolate do mundo…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado no semanário PUBLITURIS, em Lisboa, em 18 de Março de 2011&lt;br /&gt;(na página 4 intitulada TURISCÓPIO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;… é português, consta na internet, produz-se numa pastelaria de Campo de Ourique, com quatro franchisadas em São Paulo, e junta-se ao êxito do pastel de Nata, queijada de Sintra, Dom Rodrigo do Algarve, Brisas do Lis, etc. Portugal entra, assim, com bastante ambição no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Festival do Chocolate em Óbidos&lt;/span&gt; e no novo concurso das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa&lt;/span&gt;, com final marcada para Santarém, a 10 de Setembro de 2011.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RODA DOS VINHOS&lt;/span&gt; - Temos conquistado &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;grandes-prémios de vinhos&lt;/span&gt;, em concursos e rankings internacionais, mas poucos se lembram das marcas, d&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ado haver mais de 15 mil referências de vinhos de mesa!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Sugiro há anos aos produtores &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que se concentrem em menos marcas com maior expansão&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as marcas lusas primam pela ausência&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nos grandes hotéis, restaurantes, clubes, bares, cruzeiros e supermercados mundiais&lt;/span&gt;, à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;excepção do Mateus Rosé desde os anos 60&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Há regiões sobrepostas, como os vinhos de Lisboa, Tejo, Oeste e Ribatejo, esquecendo os de Colares e Carcavelos, mas não de Oeiras? O mercado carece de formação urgente!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;À MESA&lt;/span&gt; – O que agrada mais aos turistas é a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;hospitalidade lusa à mesa&lt;/span&gt;. Para substituir as Tascas na BTL2011 escolheu-se “Prove Portugal”, a lembrar uma antiga piada da aviação. Prefiro: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Com Portugal à Mesa&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Ao ignorar-se a memória, cresce o azar das propostas promocionais mais recentes. Vítor Neto indaga, bem, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quantos turistas estrangeiros acrescentaram aos 12,2 milhões acolhidos em 2001&lt;/span&gt;, as “prodigiosas” campanhas “Go Deeper” e, abreviado, WC of Europe? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SETE MARAVILHAS DA GASTRONOMIA&lt;/span&gt; – Parabéns pelo inovador concurso nacional de gastronomia, que poderá abrir um novo ciclo.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1ª Sugestão&lt;/span&gt; – Se os PALADARES evoluem, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;este concurso deve ser repetido de 7 em 7 anos&lt;/span&gt;. Entretanto, mude-se o nome de alguns termos, pratos e ementas para os forasteiros se lembrarem facilmente dos nomes. &lt;br /&gt;Peçam-se ideias à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Academia Portuguesa de Gastronomi&lt;/span&gt;a, e às &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Confrarias e Associações de Restauração&lt;/span&gt;, para dinamizar um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sector carente de uma estratégia comum de organização, marketing e internacionalização&lt;/span&gt;, enquanto se optou por alimentar mais as rivalidades locais e regionais. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E onde entram os novos turistas estrangeiros atraídos para voar na TAP… de braços abertos?&lt;/span&gt;Uma campanha com um bom tema, aliás já experimentado pelo ex-Instituto de Promoção Turística nos anos 8o, com base na hospitalidade lusa! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2ª Sugestão&lt;/span&gt; – Substituir o redutor “pequeno-almoço” por “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Primeiro Almoço&lt;/span&gt;”, ”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bufete Bom Dia&lt;/span&gt;” ou “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mata-bicho&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Não precisa o Turismo de maior eco internacional? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Facto&lt;/span&gt;: Os 70 membros do júri das 7 Maravilhas da Gastronomia vão, primeiro, seleccionar 700 maravilhosas opções divididas em sete categorias: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ENTRADAS, SOPAS, MARISCO, PEIXE, CARNE, CAÇA e DOCES&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3ª Sugestão&lt;/span&gt; – Prefiro &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;APERITIVOS, SALADAS, SOPAS, PRATOS DE PEIXE-MARISCO (seafood), AVES, CARNE, e SOBREMESAS&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sempre com títulos em português acessível a estrangeiros&lt;/span&gt;, evitando alguns “r” e “aõs”. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Facto:&lt;/span&gt; esqueceram as &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SALADAS&lt;/span&gt; (tanto como prato, como guarnição), o que é negativo, em termos nutritivos e de mercado. &lt;br /&gt;Juntei &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;peixe e marisco&lt;/span&gt; na mesma categoria, e inclui "seafood" (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;gastronomia do mar&lt;/span&gt;)nos seis escalões de custos, remetendo a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;caça&lt;/span&gt; aos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;festivais típicos sazonais&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;4ª Sugestão&lt;/span&gt; – Reorganizar a oferta em categorias, escalões, rotas temáticas e típicas, festivais, concursos e prémios nacionais, regionais e internacionais, promoções e ementas mix. associadas a feiras e eventos.       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SOPAS&lt;/span&gt; – Notei que a marca “Smooth” anuncia As &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhores Sopas de Portugal&lt;/span&gt;, quando temos as &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhores Sopas do Mundo!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Cada jurado vai depois apurar, na 1ª fase do concurso, das 700 concorrentes admitidas, 70 opções, 10 por categoria, que serão depois “provadas” e reduzidas a três vezes sete. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No total, apenas 21 opções na final&lt;/span&gt;, num país tão diversificado em culinária e ementas com produtos frescos. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;5ª Sugestão&lt;/span&gt; – Aplicar sempre o padrão "sete regiões", "sete categorias", obtendo na fase final s&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ete opções em cada categoria&lt;/span&gt;, ou seja, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;no total 49 pratos&lt;/span&gt; (não 21) para optimizar a selecção final das nossas "maravilhosas" especialidades.    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;6ª Sugestão&lt;/span&gt; – Após a selecção das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;7 maravilhosas sopas&lt;/span&gt;, por exemplo, nos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;anos par&lt;/span&gt; haveria &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Festivais das Sopas&lt;/span&gt;, para premiar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a melhor receita e melhor revelação&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Assim como Festivais idênticos, mas desencontrados, nas restantes categorias, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nos anos par&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;7ª Sugestão&lt;/span&gt; – Incentivar a restauração a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;renovar o hábito da refeição com sopa&lt;/span&gt;, seguindo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;alertas nutritivos&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Festivais e Concursos são &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;óptimos para promover novos hábitos e recolher dados sobre tendências dos mercados, visando articular os desejos de clientes nacionais e estrangeiros, com os conselhos dos nutricionistas e os produtos das empresas, marcas, escolas, profissionais, críticos, promotores e OCS.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;8ª Sugestão&lt;/span&gt; – A restauração (alheada do concurso?) poderá também &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;optimizar as 49 opções nacionais finais.&lt;/span&gt; Por isso acho poucas as 21 propostas finais a concurso, num país com tal variedade de produtos frescos e naturais. Por isso proponho competições e desafios intercalares mais comerciais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;até à sugerida renovação das “7 Maravilhas” sete anos depois&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Se os hotéis renovam os quartos de 7 em 7 anos, para surpreender os hóspedes, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os restaurantes devem fazê-lo tanto com as ementas como com o ambiente&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;As minhas sugestões visam a internacionalização da gastronomia portuguesa, na senda das 7 Maravilhas … mas sem ponto final…, e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;desde que a &lt;span style="font-style:italic;"&gt;marca 7 Maravilhas&lt;/span&gt; aceite a parceria pioneira e exclusiva com Portugal&lt;/span&gt;! Ou, colocando a questão em termos mais práticos, desde que Portugal tenha meios e retorno, para "alimentar" a rotatividade dos concursos de sete em sete anos, numa demonstração da força, vitalidade e variedade da sua incomparável gastronomia, aliada ao incremento das exportações de produtos alimentares, e ao desenvolvimento da procura turística valorizada.   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRÉMIOS E DESAFIO DA SALADA&lt;/span&gt;  – Admitir: 1º QUE todas as 49 opções, nomeadas ao grande prémio nacional, são vencedoras! 2º QUE os enchidos, feijoadas, ensopados, guisados, fritos e cozidos com gorduras,&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; não estão mais na moda nem na rota da nutrição&lt;/span&gt;. 3º &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAS QUE as saladas sim!&lt;/span&gt; 4ª QUE &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a auto-estima da geração Erasmus subirá se a SALADA AMÁLIA fizer frente às saladas grega e César!&lt;/span&gt; (leia o meu TURISCÓPIO no PUBLITURIS de 27 de Agosto de 2010) &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;9ª Sugestão&lt;/span&gt; – Importa incutir, sem comprometer a tradição e a criatividade dos chefs, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quanto vale agradar a 20 milhões de turistas/ano! &lt;/span&gt; O montante anual estimado de turistas, excursionistas e passageiros em trânsito marítimo e aéreo que entram em Portugal!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;10ª Sugestão&lt;/span&gt; – Em anos impar, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;organizar além de festivais das especialidades típicas (incluindo a caça), concursos das melhores ementas em SEIS escalões&lt;/span&gt;: POPULAR (baixo-custo), CONTEMPORÂNEO (baixas calorias), TÍPICO (iguarias sazonais, sável, lampreia, caça, etc.), REGIONAL (receitas tradicionais a preço moderado, como sopa da pedra), GOURMET (alta-cozinha) e GALA (mix de alta sofisticação).&lt;br /&gt;Creio que este seja um modelo complementar das 7 Maravilhas, mais comercial para premiar ementas e serviço de valor diverso, e conciliando concursos e festivais diferentes todos os anos. Para tornar Portugal num dos mais consagrados Templos da Gastronomia Mundial! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;11ª Sugestão&lt;/span&gt; – Se a democracia une a roda social, recorra-se a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um símbolo valioso para classificar a restauração&lt;/span&gt;, ligando a mesa à História. Recomendo o inimitável ASTROLÁBIO, em seis versões: de madeira, pedra, cobre, estanho, prata e ouro. Creio que sejam os materiais mais valiosos, com história nos solos do nosso país! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;12ª Sugestão&lt;/span&gt; – Onde está o "chef" e o “templo da restauração” português, que se queiram candidatar à “cátedra” de Ferran Adriá? O El Bulli encerra este ano! Aqui fica mais um desafio. Desta feita aos nossos "chefs" e empresários da restauração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-5943954458703340541?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/5943954458703340541/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=5943954458703340541' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5943954458703340541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/5943954458703340541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-949945874569111121</id><published>2011-03-21T01:48:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T01:57:21.843-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GASTRONOMIA PORTUGUESA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AS SETE MARAVILHAS DA GASTRONOMIA PORTUGUESA 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decorre até 27 de Março a inscrição dos pratos concorrentes ao novo Concurso Nacional de Gastronomia, inserido na série As Sete Maravilhas de Portugal.&lt;br /&gt;Primeiro, foram os sete novos monumentos clássicos mundiais, depois as sete Maravilhas do Património Monumental Português, as sete Maravilhas da Natureza em Portugal, e agora, em 2011, os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sete pratos mais maravilhosos da nossa culinária&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Já estão nomeados 70 especialistas para apurarem 700 ementas concorrentes em sete categorias: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entradas, Sopas, Marisco, Peixe, Carne, Caça e Doces&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;As iguarias concorrentes serão distribuídas por 10 regiões: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Litoral, Beira Interior, Estremadura e Ribatejo, Lisboa e Setúbal, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Estes 10 júris regionais vão, assim, ter um trabalho ciclópico para o apuramento das 70 ementas semi-finalistas, sete por cada região. &lt;br /&gt;Segue-se, até 21 de Maio, o apuramento por outro júri nacional constituído por 21 personalidades de reconhecido mérito no sector, quando terá lugar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a apresentação pública das 21 ementas seleccionadas para a fase final&lt;/span&gt;, três em cada categoria.&lt;br /&gt;Decorre, então, até 7 de Setembro, a votação pública por sms, chamada telefónica ou no site oficial e no Facebook. As sete ementas vencedoras, uma em cada categoria, serão apuradas pelo maior número de votos, mas não serão eleitas mais do que duas Maravilhas por região.&lt;br /&gt;A iniciativa culminará com um grande evento televisivo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a 10 de Setembro de 2011&lt;/span&gt;, transmitido em directo pela RTP, a partir de Santarém, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;capital do Festival Nacional de Gastronomia&lt;/span&gt;, que se realiza anualmente. &lt;br /&gt;Está prevista a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;edição de um livro com as receitas das 70 ementas pré-finalistas&lt;/span&gt;, uma grande &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;prova gastronómica com as 21 especialidades finalistas&lt;/span&gt;, e o lançamento do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guia das Maravilhas Gastronómicas de Portugal&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;A organização deste evento conta com a participação da Câmara Municipal de Santarém, RTP, Federação Minha Terra, Associação Portuguesa de Desenvolvimento Local e Grupos de Acção Local (GAL), através dos projectos de cooperação Leader e no âmbito dos programas europeus Proder, Prorural e Proderam, visando promover a qualidade da culinária portuguesa, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;como eixo cultural da nossa identidade e factor decisivo na escolha de Portugal como destino turístico internacional&lt;/span&gt;. Esta iniciativa conta ainda com o apoio oficial do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Estado do Turismo.&lt;br /&gt;A organização aponta, no regulamento, para a divulgação da gastronomia tradicional em paralelo com a evolução na forma de confeccionar a alimentação contemporânea, com base na pesquisa de conceituados "chefs" profissionais que tenham alcançado êxito na consagração gastronómica da excelente mesa portuguesa, valorizando o receituário português, garantindo o carácter  genuíno dos produtos portugueses, e privilegiando a diversidade regional das associações ou confrarias que representam.&lt;br /&gt;O regulamento prevê ainda que, cada um das 10 regiões participantes, será representada através do mínimo de três no total dos pré-finalistas.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;========================&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONHECE A CONFRARIA GASTRONÓMICA DOS CHÍCHAROS DA SERRA, SEDEADA EM LEIRIA?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       A planta que produz esta gramínea tem a sua origem na Europa  Austral e no próximo Oriente.   Desenvolve-se em terrenos fracos, com forte acentuação de rochas calcárias, avessos a outras produções. Por isso, os solos das serras de Aire e de Sicó, são propícios ao seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Os habitantes  das localidades serranas, em tempos ancestrais, em que as vias de comunicação eram praticamente inexistentes, para se alimentarem socorriam-se do que a terra dava e o rebanho proporcionava. “a pastorícia, em terreno a isso propício, foi um dos seus recursos utilizados, a par com as capoeiras  as gramíneas que os solos pobres permitiam cultivar” (in Guia Gastronómico do Concelho da Batalha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O grão, em si, é um legume seco com a forma do tremoço, de quem se diferencia por apresentar o grão engelhado (com pregas), enquanto o tremoço é de superfície lisa e regular. Foi sempre cultivado na Alta Estremadura, merecendo especial referência na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, que a isso se refere designando a região por Beira Litoral como, ao tempo, era chamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Não tendo semelhança ao feijão frade, regiões há em Portugal em que esse pequeno feijão de olho negro é “crismado erradamente”, com o seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Não carece de grandes cuidados de cultivo. Cedo foi adoptado na alimentação humana, dado o seu paladar aveludado e ser de consistência macia após a cozedura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Combina perfeitamente com muita variedade de alimentos, mas a preferência dos consumidores alia-o ao bacalhau, quer seja cozido ou assado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Na região serrana da freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho de Leiria, por ser tradição o seu cultivo e consumo, há cerca de uma dezena de anos intensificou-se  o costume com a criação de um festival anual denominado “Chícharo da Serra”, que atrai centenas de forasteiros ávidos em saboreá-lo, regado com o genuíno azeite das oliveiras que abundam em toda a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           A triologia, chícharo, bacalhau, azeite, levou a que,  tivesse surgido, em pleno distrito de Leiria, a Confraria Gastronómica do Chícharo  com o propósito de fazer a divulgação da iguaria à escala nacional, enaltecendo-lhe as qualidades alimentares por ser rico em proteínas, hidratos de carbono e sais minerais outrora prato omnipresente nas casas abastadas da região. E, não se julgue que é apenas  nos alongados limites das referidas serras supra indicadas que a gramínea é consumida e apreciada (Alvaiázere –em plena Sicó, no norte do distrito leiriense; Satª Catarina –Serra de Aire, concelho de Leiria), porquanto o seu consumo estende-se à vasta área leiriense em que, muitos restaurantes o incluem nos seus cardápios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Do mesmo modo, cabe aqui referir que o luxuoso Hotel Vale Flor (Grupo Pestana), sito no Palácio do mesmo nome, Rua Jau, em Lisboa, de que é responsável de cozinha uma destacada figura internacional, várias vezes galardoada, o Chef Aimé Barroyer, tem no seu bem elaborado cardápio “Chícharos com bacalhau assado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de preparação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Barrela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocam-se os chícharos, em seco, num recipiente em que possam ser recobertos de água e ficarem com folga. Sobre a boca desse recipiente coloca-se um pano que cubra toda a superfície bucal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado têm-se cinza fria, de lenha de oliveira e não de outra lenha qualquer, que se coloca sobre o pano. Sobre a cinza derrama-se, devagar, água morna até os chícharos estarem recobertos dela. Deixa-se, nesta barrela, toda uma noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cozedura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã seguinte, quando for altura de os cozer, retira-se o pano e lavam-se muito bem em água fria até estarem devidamente limpos da barrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez lavados, colocam-se numa panela, se for das antigas de ferro, tanto melhor, com água que os cubra, um raminho de salsa de uma cebola grande inteira, a que se poderá dar um golpe lateral e sal q.b. Deixam-se cozer durante mais ou menos uma hora, vigiando para que não fiquem cozidos em demasia. Nem todos carecem do mesmo tempo de cozedura. Consoante os solos, onde foram criados,  assim é a sua resistência, pelo que convém fiquem cozidos sim, mas não derretidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bacalhau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for assado, basta que seja posta alta e se asse lentamente sobre brasas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-se colocando broa que convém tenha sido cozida de véspera, esfarelada no lastro do prato e, sobre ela colocar os chícharos bem escorridos da água da cozedura. Sobre eles, a boa posta de bacalhau acabada de assar. Ou, de cozer, se for esse o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao lado, coloca-se salsa picada e cebola picada, conjuntamente com o galheteiro bem provido de azeite, afim de que o comensal se sirva a seu talante.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Texto por Mapone&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-949945874569111121?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/949945874569111121/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=949945874569111121' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/949945874569111121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/949945874569111121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/as-sete-maravilhas-da-gastronomia.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-7732060608958103504</id><published>2011-03-14T12:39:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T12:57:51.023-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='QUO VADIS PORTUGAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Esta noite choveu sacrifício &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(em 2011Mar12)&lt;br /&gt;Uma noitada inesquecível, com ensaio geral na cosmopolita Bruxelas e estreia simultânea marcada nos dez estádios do Euro94 na "WC da Europa"  – obras maravilhosas do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pai&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estado Social Europeu à Rasca&lt;/span&gt; – os animados templos das galas de despedida às vitoriosas conquistas do 25 de Abril.&lt;br /&gt;Em cena José &amp; Fernando, os grandes mestres do Estado Social Europeu à Rasca (ESER), incansáveis obreiros da versão pelintra do século XXI, a que doaram agora a sua mais genial criação: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o revolucionário IMPOSTO ESPECIAL PARA IDOSOS&lt;/span&gt;, nascidos e criados na Lusitânia, o mais pobre estado europeu, … pois tem as fronteiras mais antigas! Portanto paga mais taxas e não tem direito a reembolso.&lt;br /&gt;Esta dupla faz parte da banda dos eméritos descobridores da nova &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Europa do Desemprego e da Desilusão&lt;/span&gt;, que este ano vão concorrer em Dusseldorf ao Eurofestival da Melhor Canção Europeia, com o "simpatico" grupo "Homens da Luta". Uma Europa que se quer com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mais Estado e mais Sector Empresarial do Estado&lt;/span&gt;. Com governos a regular tudo e todos, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;desde o tamanho ideal da maçã ao teor de sal no pão e do açúcar no café&lt;/span&gt;! Para não falar de outros casos como não ser preciso curso médio nem superior para desempenhar qualquer profissão, excepto médico e advogado! E como é que o nosso Zé Manuel, tão amigo do Cherne, foi dirigir um "time" destes em dois longos mandatos de cinco anos cada?&lt;br /&gt;É certo que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a União está frágil&lt;/span&gt;. Sim, mas bem centrada na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;caverna do Ali Babá&lt;/span&gt;, onde se depositam todos os tesouros portugueses de milhares de intocáveis institutos, fundações, missões, empresas públicas, empresas municipais, empresas regionais, projectos e obras públicas megalómanas, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sem esquecer as famosas parcerias público privadas&lt;/span&gt;. Tesouros destinados a valorizar as fortunas dos beneméritos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;tubarões da imparável Europa agro-industrializada de raiz&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;José &amp; Fernando são também os autores dos novos parâmetros e indicadores económicos mais ambicionados pelos responsáveis pela &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;transformação da União Europeia do Desemprego em Massa na Grande União EuroAsiáticaAfricana do Desemprego Crónico&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Os indicadores previstos são: mais desemprego, mais trabalho precário, mais salários baixos, mais cortes nos salários e nos apoios sociais (incluindo o abono de família aos pais que se atrevem a criar mais jovens para o Desemprego e para a Noite), mais pobreza, mais improdutividade, mais concorrência desleal, mais dumping, mais reformados precoces e mais crime organizado. Uma verdadeira revolução social que nem os "chinas" se atrevem a patrocinar. &lt;br /&gt;Mas a grande fama internacional de José &amp; Fernando foi devida &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a sua atitude altamente humanitária de encerrarem tudo o que custa dinheiro aos pobres desempregados, jovens, adultos e idosos&lt;/span&gt;, e que, por tabela, retira as verbas para as pequenas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;extravagâncias do grupo da Academia do Largo do Rato&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Sejam o encerramento compulsivo de mais hospitais, urgências, maternidades e centros de saúde, escolas públicas e privadas, linhas férreas, fábricas, oficinas, lojas e armazéns, serviços públicos, esquadras policiais e postos da guarda, unidades especializadas no combate ao contrabando, ao cumprimento facultativo das normas da estrada e das pontes (estas cada vez mais esburacadas, com mais acidentes e menos receitas), para que os automobilistas paguem mais multas ou "coimas" como agora se diz...&lt;br /&gt;Pois nesta renovada &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Europa islamizada&lt;/span&gt; o que é preciso são mais partidos políticos, para dar emprego a mais candidatos à boa vida, mais manifestações de protesto, mais horas produtivas perdidas, mais insegurança pública, mais assaltos, mais violência, mais criminosos com pena suspensa, mais processos arquivados, mais traumas psicológicos, e mais pessoas descontentes, de todas as idades, profissões, condições e ambições.&lt;br /&gt;Na noite de 11 de Março deu-se, assim, no recato da vida bruxelense, esta espectacular e inesquecível produção dramática, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;candidata ao Nobel do Novo Estado Social Transeuropeu, Transiberiano e TransAtlas&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mais uma lança no coração da Europa, num tiro sublime do Grande Sócrates! Governante, filósofo e engenheiro civil a quem não se aplica aquele dito de ferrador: “uma no cravo e outra na ferradura”, mas, sim, “sempre a doer”. E quanto mais melhor, seja nos pobres, jovens, adultos, ou idosos, sejam privados ou públicos! Para isso, aliás, ele dispõe sempre da dedicação do astuto ponta-de-lança Augusto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o malhador de serviço mais disputado pelos clubes europeus!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Que pena José &amp; Fernando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estarem a esgotar o seu tempo de antena&lt;/span&gt;. Por favor, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;deixem-nos no poleiro até ao fim do ano!&lt;/span&gt; Para que os não crentes – dos poucos que restam – possam até lá usufruir das suas manhas por mais nove meses e sair pela porta dos fundos! &lt;br /&gt;Afinal, é o menos que este escriba pode fazer para lhes demonstrar a sua censura, desprezo e repulsa. Com mais nove meses, não haverá português de lei que volte a cair na esparrela desta impagável dupla de desgovernantes! &lt;br /&gt;E depois? É esperar por um novo milagre da multiplicação dos pães! Já não há almoços grátis!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-7732060608958103504?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/7732060608958103504/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=7732060608958103504' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7732060608958103504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7732060608958103504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/esta-noite-choveu-sacrificio-humberto.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-8743174074191785441</id><published>2011-03-03T02:01:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T10:35:16.179-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PORTUGAL E O MAR'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal Ignora Paquete Funchal Reclassifcado ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;O armador é grego. Porque não houve nenhum empresário ou industrial português com coragem de comprar o Funchal em hasta pública em 1980, e pô-lo a navegar em cruzeiros desde então. &lt;br /&gt;Este armador grego constituiu a sua empresa em Lisboa e tem hoje cinco navios na frota, todos com bandeira portuguesa (Funchal, Athina, Princess Danae, Princess Daphne e Arion). &lt;br /&gt;Contrata, na maioria, comandantes, oficiais e tripulantes portugueses. &lt;br /&gt;Tem os únicos paquetes portugueses a navegar pelos portos mundiais, da Austrália ao Canadá.&lt;br /&gt;Em 2011 entraram em vigor novas regras de Convenção Solas para melhorar a segurança dos navios, evitar naufrágios e derrames de combustível nos oceanos. &lt;br /&gt;Todos os navios modernos têm agora casco duplo, enquanto os antigos têm que se reconverter.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;George Potamianos decidiu investir cerca de 15 milhões de euros para continuar a operar o "Funchal" (construído em 1961)&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Assim, o Funchal ficou em fabrico, em Lisboa - em estaleiro portugueses (Naval Rocha e Alfeite)-  desde o final da época passada, no Outono quando cumpriu o seu programa de cruzeiros. &lt;br /&gt;Quando terminar esta reconversão, em Junho, realizará um mini-cruzeiro para o mercado nacional, partindo em seguida para mais uma época na Austrália.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;INCRÍVEL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pois bem (ou, antes, pois mal), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não houve ainda NENHUM GOVERNO ou ENTIDADE OFICIAL&lt;/span&gt;, que se lembrasse de homenagear este armador. &lt;br /&gt;Quem, no logotipo da Classic Internacional Cruises, até desenhou a Torre de Belém e uma caravela com a  Cruz de Cristo! Visível nas chaminés da frota. &lt;br /&gt;E&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; é o único armador que o Sindicato do Pessoal da Marinha Mercante homenageou com o título de sócio-honorário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas, pior! Também, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não houve nenhuma associação ligada ao Mar ou ao Turismo, nem comissão de Prémios&lt;/span&gt;, que se lembrasse, até agora, de homenagear este armador!&lt;br /&gt;Pior, ainda! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não houve Órgãos de Comunicação Social, nem associações de jornalistas&lt;/span&gt;, que se lembrassem de DAR NOTÍCIAS sobre esta grande reconversão do FUNCHAL em Lisboa, excepto o portal da Infocruzeiros.&lt;br /&gt;AFINAL, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;foi preciso um portal internacional de cruzeiros, para que o FUNCHAL na doca-seca em Lisboa FOSSE MATÉRIA PARA NOTÍCIA INTERNACIONAL, COM FOTOS&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Estou desolado! &lt;br /&gt;Ainda haverá alguém que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vá a tempo de remediar esta nódoa lusa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É que, em 16 de Maio de 2011, comemora-se na Sociedade de Geografia de Lisboa, o 1º Centenário do Turismo oficial em Portugal. E um dos "eventos" previstos no programa oficial é uma visita a um navio de cruzeiros, dado o importante papel das excursões organizadas para os passageiros dos paquetes estrangeiros, que escalam os portos de Lisboa e Funchal desde os tempos da República!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas ninguém das altas esferas do Turismo se lembrou do FUNCHAL&lt;/span&gt; ... É verdade que está no estaleiro ... mas é visitável e vai, em breve, continuar a flutuar e a içar a bandeira portuguesa pelas principais rotas marítimas mundiais. &lt;br /&gt;Segue a notícia de 28 de fevereiro, em inglês, sobre a entrada do Funchal em doca-seca em Lisboa.&lt;br /&gt;===========================  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruise News&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * 3/3/11 - Grenada Planning More Berthing Space&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Construction of American Cruise Lines’ Mississippi Sternwheeler Ahead of Schedule&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Hurtigruten Posts Preliminary Results&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Holland America Launches Stateroom Direct Service&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Los Angeles 'Plugs In' Three Different Cruise Lines to Shore-Side Electrical Power&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Norwegian Pearl to Set Sail from New York for the First Time&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - San Francisco’s Pier 80 Welcomes Freighter Carrying America’s Cup Winning Trimaran&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - SeaDream Announces Machu Picchu Tours&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Celebrity Cruises 3-D Street Art at New York Stock Exchange (photos)&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Puerto Rico Spending Heavily on Infrastructure&lt;br /&gt;    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * 3/2/11 - Winter 2012/2013: Oosterdam to Australia&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Solstice to Australia for Winter 2012/2013&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Norwegian Upping Cruise Fares on April 1&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Silversea Enhances Group Sales Program&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - San Diego City Council Approves Funding Plan for North Embarcadero Project&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Second Pier Discussions Ongoing for St. Kitts and Nevis&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - MSC Menus Feature Top Quality Ethnic Foods&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Royal Caribbean Debuts Latest ‘Musical’ on the Phone Lines&lt;br /&gt;    * 3/1/11 - Carnival Announces Winning Couple for Cooper River Bridge Run 2011 Wedding&lt;br /&gt;    * 2/28/11 - Royal Caribbean Schedules Trial Call for Allure in St. Kitts&lt;br /&gt;    * 2/28/11 - Funchal Drydocking in Lisbon&lt;br /&gt;    * 2/28/11 - Columbus to Leave Hapag-Lloyd Fleet&lt;br /&gt;    * Archives: Costa Carla A&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - Norwegian Drops Mazatlan Calls&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - Celebrity Expands Premium Culinary Offerings&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - Mario Martini Appointed to New Position at Costa&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - Brian MacDonald Remembered&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - STX Europe 4Q 2010 - Strong Improvement&lt;br /&gt;    * 2/25/11 - Abercrombie &amp; Kent to Resume Operations in Egypt&lt;br /&gt;    * 2/24/11 - MSC Offers Carnival in Venice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2/28/11 - Funchal Drydocking in Lisbon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funchal in drydock. Photos: Rui Minas Agostinho&lt;br /&gt;The Funchal is undergoing a 20-day drydocking at NavalRocha in Lisbon, according to Sergio Rodrigues, commercial director for the yard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We will handle the tail shaft removal and work on steel renewal,” said Rodrigues. “The work is straightforward, it is typical steel and mechanical work.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funchal in drydock. Photo: Rui Minas AgostinhoThe biggest challenge, according to Rodrigues, is the age of the vessel, which can lead to unexpected work. Fortunately, the 1961-built vessel had been tied up since the start of the year, giving the yard to time to evaluate the job, which required 100 workers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A second drydocking will take place at the start of the summer, where we will fit back the tail shafts and propellers and conclude the class renewal as well as a complete hull treatment in order to have a great arrival in Australia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The refit was estimated by operator Classic International Cruises at 5 million euro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-8743174074191785441?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/8743174074191785441/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=8743174074191785441' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8743174074191785441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8743174074191785441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/portugal-ignora-paquete-funchal.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-6628229576423174300</id><published>2011-03-02T11:15:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T12:07:57.851-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PETRÓLEO DESCE LUCROS DA AVIAÇÃO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SELECÇÃO “NOTICIA DO DIA” HF&lt;/span&gt;  …&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERA INEVITÁVEL ...&lt;br /&gt;... mas precisamos de nos acautelar com medidas preventivas.&lt;br /&gt;Pois, as energias alternativas ...eólicas, barragens, ondas, e autos eléctricos não bastam! Fornecem pouco e a preços ainda muito mais elevados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IATA revê em baixa lucros para 8,6 mil milhões de dólares devido à subida do petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Companhias de aviação esperam queda de 46 por cento nos lucros em 2011 (comparativamente a 2010) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Público 2011Mar02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escalada dos preços do petróleo nos mercados internacionais nas últimas semanas poderá fazer cair para quase metade (em 46 por cento) os lucros das companhias aéreas em 2011, comparativamente ao ano passado, calcula a Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização, que representa 93 por cento do tráfego aéreo comercial &lt;br /&gt;...(quer dizer, os restantes 7% da capacidade de oferta do transporte aéreo mundial é representado pelas empresas de baixo-custo (ELCA), pelas regionais (ERA) e pelas transportadoras independentes (todas sem acesso à IATA ou associações específicas), ... reviu em baixa as previsões dos lucros de 2011 para 8,6 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros), face aos 16 mil milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de euros) encaixados pelo sector no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando, em Dezembro, a associação mundial do sector reviu em alta os resultados da indústria no ano passado, avisou que em 2011 o crescimento seria travado, temendo já uma subida do preço do petróleo. Nessa altura, a IATA estimava uma descida dos lucros para 9,1 mil milhões de dólares (6,6 mil milhões de dólares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, as estimativas apontam para uma quebra de 46 por cento dos lucros no sector, pelo que as transportadoras terão de garantir a sobrevivência através de uma margem apertada, de 1,4 por cento, que o director-geral da IATA, Giovanni Bisignani, considerou hoje “patética”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Dezembro, as previsões tinham sido feitas com base no preço do petróleo a valer 86 dólares por barril, mas “os levantamentos políticos no Médio Oriente” obrigaram a uma revisão a partir do momento em que o petróleo escalou “acima dos cem dólares”, justificou o director-geral da IATA. O cálculo da organização foi feito tendo como referência o valor de 96 dólares o barril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mudança mais significativa nas nossas previsões tem a ver com o preço do petróleo”, sublinhou à AFP Bisignani. Os gastos energéticos representam, em situação normal, 29 por cento da factura de custos operacionais das transportadoras, poderá situar-se nos 166 mil milhões de dólares (120 mil milhões de euros), agravados em dez mil milhões pela subida dos preços dos combustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado das receitas, é esperada uma quebra para os 594 mil milhões de dólares (430 mil milhões de euros), não tendo Giovanni Bisignani dito se o sector poderá compensar as quebras com um aumento das tarifas.&lt;br /&gt;===================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIO de Humberto Ferreira&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;O ”histórico” dos altos e baixos da gestão financeira e operacional da aviação comercial (desde que foi introduzida uma pseudo-liberalização nos EUA, entre 1977  e 1980, durante o mandato do Presidente Carter e sob a estratégia de Alfred Khan, professor de Economia na Universidade de Cornell (NYC), nomeado para presidir ao extinto CAB – Civil Aviation Board - passa exactamente pela constante busca de se agradar aos reguladores mais apostados, acima de tudo e de todos, em proteger os consumidores do que as empresas e centenas de milhares de trabalhadores da aviação. O QUE PARA MIM, NÃO FAZ SENTIDO, NUM SECTOR ESTRATÉGICO!&lt;br /&gt;Para os passageiros (nacionais e estrangeiros) viajarem quase de graça (a sete e oito euros à partida de Faro para destinos europeus, tarifas artificiais como a Ryanair tem vindo a promover desde o Outono de 2010), os governos europeus permitem que outras companhias de aviação constituídas entrem em falência, suspendam operações e despeçam os trabalhadores. &lt;br /&gt;EM PORTUGAL, entre as companhias que não conseguiram acompanhar esta pressão, destaco: a Air Luxor, Air Sul, Air Columbus, Linhas Aéreas Regionais, etc. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESREGULAMENTAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O passado da desregulamentação (aérea processo iniciado nos EUA em 1977 e seguido na União Europeia duas décadas depois) demonstra BEM não haver a mínima contemplação com as frequentes falências de grandes companhias internacionais(como a PanAm, TWA, Braniff, Eastern, Panair e Varig, Swissair (aliás Grupo Sair), AOM, Air Liberté, British United, British Caledonian, etc.) nem com o despedimento de largas dezenas de milhares de trabalhadores dessas companhias e de outras que continuam em risco!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;GESTÃO AGRESSIVA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É evidente que os executivos da aviação internacional também são BASTANTE culpados pela sua teimosia e  resistência à subida normal das tarifas, de acordo com a flutuação dos custos operacionais e financeiros da sua actividade... ao longo deste conturbado período. Sonham sempre, em primeiro lugar, na destruição da concorrência, por eles serem os melhores gestores e os que conseguem lucros com as tarifas mais baixas do mercado. E quando dão por eles, são os primeiros a ter que abandonar o mercado e a deixar milhares de desempregados atrás!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O FANTASMA DO DUMPING&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A prática também demonstra, ainda, que os executivos da aviação mundial, preferem praticar o DUMPING (totalmente condenado por leis nacionais e internacionais, mas amplamente consentido pelos reguladores em nome da tal defesa dos consumidores), em vez de calcular bem e aplicar correctamente os preços das passagens e dos fretes aéreos, em consonância com alguns custos que não dominam. Desde os combustíveis às crescentes taxas e impostos aplicados ao sector; ás graves condições impostas pelo ATC (Controlo de Tráfego Aéreo e Navegação) e pela maioria dos aeroportos mais populares; à concorrência de novos e mais dispendiosos modelos de aviões; e ao desafio da abertura de novos aeroportos e consequente mudança de estruturas locais (de vendas, operações, manutenção e imagem); e, por fim mas não menos importante, à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;complexa distribuição&lt;/span&gt; – hoje alargada a seis vectores: (1) as redes de agências de viagens; (2) as agências de viagens independentes; (3) as suas próprias redes de lojas de venda ao público, nas cidades e nos aeroportos, por um lado, e (4) de “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;call-centres&lt;/span&gt;” estrategicamente deslocados em países terceiros, por outro lado; (5) a intervenção dos GDS (agora sob cerrado ataque da American Airlines); (6) e, por fim, a importante oferta de promoções na hora, e de reservas com antecedência e de última hora, através da internet, e em articulação com a técnica do yield management, que exige uma gestão de 24 sobre 24 horas nos inventários de milhares de voos, em partida de centenas de aeroportos e de mercados, o que se torna numa operação complexa, variável e altamente dispendiosa para se tornar eficaz!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SUGESTÃO DIFÍCIL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por isso, esta sugestão para a IATA recorrer ao aumento das tarifas … não faz sentido! Os executivos receiam que aumentar tarifas seja sempre aproveitado pela concorrência para os "destruir".  &lt;br /&gt;Tal como não tem solução á vista, a questão da actual asfixia dos produtores portugueses de leite, batata, legumes, fruta (por exemplo banana) pescado fresco, e outros produtos. Uma vez que os portugueses não conseguem produzir e vender a preços de concorrência ... pela falta de dimensão crítica do nosso mercado e por falta de apoios comunitários aos pequenos PAÍSES. Pois é, ainda ninguém deu por isso? E note que a tendência para este desequilíbrio da produção, distribuição e comercialização de alimentos, viagens, etc., … é cada vez pior para pequenos países, como Portugal, subsídio-dependentes!   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VOLTAR AO SISTEMA DOS PREÇOS CONTROLADOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A única solução seria voltar ao antigo sistema em que a IATA não permitia às companhias associadas BAIXAR TARIFAS em cada rota, exactamente em nome da concorrência leal, entre parceiros. Havia tarifas aprovadas e publicadas pela IATA (através do OAG) e as companhias nem descontos podiam fazer a ninguém sem estar previsto nas normas, tais como gestores e empregados e familiares, agentes de viagens adstritos à venda do transporte aéreo e à programação e comercialização de pacotes de férias, congressos e viagens de incentivos, com voos incluídos.&lt;br /&gt;Diziam os defensores do sistema actual que havia o perigo de cartelização por parte das transportadoras. E agora? Há o perigo das falências e do desemprego maciço de pessoal!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRIVATIZAÇÃO DA TAP &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É neste quadro internacional,  que o Governo de Lisboa acredita poder fazer, em 2011,, o negócio das Arábias (que tarda desde 2002),com a privatização (venda) da TAP a algumas companhias estrangeiras interessadas? (Qatar Airways e Lam-LanChile?).&lt;br /&gt;O MOPTC parece ter dito numa comissão parlamentar, que há companhias estrangeiras muito interessadas em "beneficiar do excelente trabalho produzido pela administração brasileira nos últimos 11 anos (lembro que esta equipa foi inicialmente contratada pelo grupo suíço SAIR (1997-2001) para gerir a TAP, em nome dos prometidos accionistas suíços, que, afinal, acabaram por falir primeiro, quando a UBS, num dia de Outubto de 2001, lhes tirou o tapete!). Foi o MOPTC Jorge Coelho que aproveitou a experiência dessa equipa e reiterou a sua contratação. Que, aliás, tem sido renovada, dados diversos êxitos alcançados, até à data!&lt;br /&gt;Mas pelos vistos, o actual MOPTC está afastado da problemática internacional do sector e dos factores que nem ele nem o governo dominam. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como, até onde vão subir os preços do petróleo?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Qual vai ser o impacto negativo nos resultados das transportadoras?&lt;/span&gt; aéreas, marítimas, rodoviárias e ferroviárias? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E em que sentido vai acabar a agitação no Magrebe e no Médio Oriente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL NA ENCRUZILHADA, ENTRE O MEDITERRÂNEO E O ATLÂNTICO  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ninguém tem a certeza, mas coisa boa não se espera certamente!&lt;br /&gt;Já sabemos do fatal destino dos governos da Tunísia, Egipto e Líbia (o líder deste país – amigo do actual chefe do governo de Lisboa - continua em guerra civil com a oposição, mas tem o destino marcado!). &lt;br /&gt;Só não conhecemos o que o futuro reserva a esses países e a essa zona estratégica do globo? &lt;br /&gt;Que grupos e interesses irão dirigir esses países? A Al-Qaeda? Os moderados? Ou outros radicais ainda piores em  termos de abrirem frentes de batalha? Como o Hamas?&lt;br /&gt;E o que vai acontecer nos outros países ÁRABES onde já correm intensos focos de agitação contra os poderes instalados? Desde Marrocos aos Emirados Árabes Unidos? &lt;br /&gt;Uma das companhias interessadas na privatização da TAP até é dos Emirados Árabes Unidos! &lt;br /&gt;ESTOU MUITO PREOCUPADO! MAS, ESPERO, SINCERAMENTE, QUE, PELO MENOS, O PM TRAGA, HOJE, BOAS NOTÍCIAS DE BERLIM!&lt;br /&gt;TRANSPORTES, TURISMO E IMAGEM DE EFICÁCIA SÃO VITAIS PARA PORTUGAL, nesta encruzilhada!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-6628229576423174300?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/6628229576423174300/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=6628229576423174300' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6628229576423174300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6628229576423174300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/03/seleccao-noticia-do-dia-hf-era.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-1301128770452152847</id><published>2011-02-16T11:38:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T11:59:09.902-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PORTUGAL NA ENCRUZILHADA DA DÍVIDA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Av. da Liberdade... rota do protesto...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AMIGOS: em vez de protestar aponto defeitos e apresento melhores sugestões alternativas!&lt;br /&gt;QUEREM SABER QUAIS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses, pelo menos os que redigiram o manifesto de protesto, abaixo, e que estão &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a tentar mobilizar um milhão de cidadãos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(... um dia destes, a uma hora ainda não determinada), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para uma marcha de protesto pela Avenida da Liberdade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;transformada no roteiro de todos os protestos na capital portuguesa, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;depois dos sindicalistas recentemente "apanhados" A DESOBEDECER na Calçada da Estrela! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;... mas dizia que:&lt;br /&gt;OS MEUS COMPATRIOTAS ainda NÃO INTERIORIZARAM &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O QUE É E O QUE VALE A DEMOCRACIA AO ESTILO DA UNIÃO EUROPEIA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pois, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ainda no dia 29Set2009&lt;/span&gt;, VOTARAM MAIS nas propostas eleitorais do José Sócrates.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESCARTANDO&lt;/span&gt; negativamente OUVIR, ANALISAR e ACEITAR &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os AVISOS BEM INTENCIONADOS da MFL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;... - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ela bem nos disse a VERDADE&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mas a maioria dos eleitores não a aceitou!&lt;br /&gt;Apesar de haver cidadãos como eu, que lhes fizeram chegar, até por este meio, esses AVISOS SÉRIOS e verdadeiros!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agora vamos TODOS (eles e nós) pagar esse ERRO HISTÓRICO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;ELA CHAMOU-NOS A ATENÇÃO...&lt;br /&gt;... exactamente para o PERIGO DE NOVO GOVERNO DE SÓCRATES 2009/2013.&lt;br /&gt;VIRIA &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;empenhar o futuro das gerações mais jovens, por causa da excessiva DÍVIDA PÚBLICA,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;mais das empresas e das famílias (estas através dos elevados empréstimos externos dos bancos portugueses &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aos clientes ad hoc&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;CIDADÃOS sem condições, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pela falta de habilitações, de experiência e estabilidade profissional, e de salários insuficientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pois tais agregados familiares não tinham (nem têm ainda) condições para possuir UMA casa ou MAIS casas próprias (mas a pagar à banca),&lt;br /&gt;carros próprios, até em alguns casos embarcações de recreio (as marinas estão cheias),&lt;br /&gt;equipamentos domésticos, electrónicos e de lazer, super-actualizados,&lt;br /&gt;filhos a estudar, por vezes no super-dispendioso ensino superior privado (apesar de haver mais de 30 mil docentes desempregados),&lt;br /&gt;ou outras famílias a sustentar filhos casados mas desempregados!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os jovens desta época não trabalham porque não há postos de trabalho suficientes&lt;/span&gt;. A economia portuguesa está fraca há cerca de duas décadas.&lt;br /&gt;Os jovens pouco estudam, pela desmotivação de saber que há 46 mil licenciados desempregados.&lt;br /&gt;Não podem constituir FAMÍLIA, porque não têm proveitos próprios. Vivem à custa dos pais e outros familiares e amigos.&lt;br /&gt;NÃO TÊM FILHOS ... IDEM! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Esta foi uma das provocações do PS! Promover o casamento entre homosexuais, para reduzir a taxa de natalidade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E, entretanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal  só vai vivendo para pagar as dívidas das farras&lt;/span&gt;, primeiro do PREC, depois da era do BETÃO, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;e agora da era do PARQUESCOLAR reabilitado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;ESCUSAMOS DE SABER, claro, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUE já chove a cântaros dentro das escolas reabilitadas por esta simpática empresa pública gerida por pessoal pró-PS&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Que "boas" obras públicas! ... Não é o que o Sócrates diz? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tudo o que é PÚBLICO É PORREIRO, PÁ!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que é privado é ligado à CORRUPÇÃO, AO DESPERDÍCIO, à ESPECULAÇÃO, AO NEPOTISMO, e À INCOMPETÊNCIA. Eu chamo a isto desarranjo cerebral!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTECIPAR É PRECISO ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi por isso, que a ministra Helena acaba de nomear Só BOYS DO PS PARA AS "VAGAS" dos novos dirigentes da SEGURANÇA SOCIAL!&lt;br /&gt;DEIXEM-ME RIR, Não é nada disso. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É mas é para deixar o aparelho do Estado TODO nas mãos de socialistas da facção SÓCRATES!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A CONTAR VOLTAREM A GANHAR AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Espero eu que NÃO GANHEM, mas que sejam lá para Novembro 2011, depois das previsões do desempenho do OE2011, ou do chumbo do OE2012!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NUNCA IGNORE ALERTAS SOBRE MAROSCAS POLÍTICAS ... &lt;/span&gt; Saiba diferenciar entre os políticos que dizem a verdade (MFL) e os que são compulsivos manipuladores (JSPS).&lt;br /&gt;A MAIORIA DOS ELEITORES em Set. 2009,  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PREFERIU ignorar os tais AVISOS e votou no PS.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi por pouca diferença, mas basta um VOTO para se ganhar uma eleição.&lt;br /&gt;E agora muitos desses votantes no PS, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estão arrependidos&lt;/span&gt;. Mas tarde piaste! E não param de se queixar.&lt;br /&gt;Chegando alguns, desiludidos, a pensar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que vão correr com o Sócrates numa marcha pela Liberdade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SÓCRATES ainda tem muitas contas a ajustar com os portugueses&lt;/span&gt;. AGORA, precisa de executar e cumprir o OE2011,&lt;br /&gt;... mais as normas e alcavalas impostas pelo directório europeu da Alemanha+França.&lt;br /&gt;Se correr tudo bem, podemos TODOS respirar. Senão, então &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;é o tempo certo para correr com ELE e os seus BOYS e GIRLS!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas para SEMPRE!DESDE QUE HAJA UMA MAIORIA PARLAMENTAR responsável!&lt;br /&gt;Agora, daria sempre a impressão de que foi apenas devido a um levantamento de rancho, que provocou ao "sargento da companhia" ...&lt;br /&gt;... cumprir uns dias ou meses de detenção no quartel do Rato! Regressando a São Bento ilibado e ainda mais arrogante!&lt;br /&gt;OS ELEITORES AINDA NÃO PERCEBERAM, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nem Portugal é a TUNÍSIA, o EGITO que mandam nos governantes da Rua para fora dos Palácios!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nem é o IRÃO onde quem protesta PODE MORRER!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;NEM NINGUÉM, em seu perfeito juízo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUER TOMAR AGORA CONTA DESTE DESGOVERNO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;DEIXEM O "ENGENHEIRO" FINGIR, MAIS UNS MESES, QUE AINDA GOVERNA! Ele (E QUEM VIER ATRÁS) tem que obedecer à Tia Ângela e ao Nicolau da Bruna!&lt;br /&gt;Espero, sinceramente, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que tenham compreendido a MENSAGEM&lt;/span&gt; ... não é do Pessoa, mas é da pessoa que vos estima ...&lt;br /&gt;humberto&lt;br /&gt;PS - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E NÃO LIGUE A ESTA MOBILIZAÇÃO DO MILHÃO&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL PRECISA É DE MILHÕES DE EXPORTAÇÕES (DE TURISTAS POR EXEMPLO!) E DE MILHÕES DE LUCROS ... PARA PAGAR AS DÍVIDAS DOS QUE NÃO TIVERAM JUÍZO!&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CURIOSIDADES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A VIDA DA MAIOR PARTE DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS CONTEMPORÂNEAS  dava um romance de ZOLA.&lt;br /&gt;ESTÃO ENTERRADOS NA MISÉRIA, mas vivem como ricos.&lt;br /&gt;Pagando uma contas, adiando outras, pedindo mais empréstimos, mas acreditando sempre nas promessas dos políticos mais descarados.&lt;br /&gt;Em promessas IMPOSSÍVEIS transmitidas por POLÍTICOS mal FORMADOS e grandes MANIPULADORES da OPINIÃO PÚBLICA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ENTÃO NÃO HÁ SAÍDA PARA A CRISE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está claro que há! MAS se as dívidas feitas PELOS TAIS POLÍTICOS GASTADORES&lt;br /&gt;(em desperdícios, até de OBRAS PÚBLICAS para favorecer certos grupos económicos e certos países exportadores!),&lt;br /&gt;... e obras feitas por empresas públicas gastadoras e, ainda, pelas tais FAMÍLIAS gastadoras!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não precisamos de ter a rede de auto-estradas com menor taxa de utilização da União&lt;/span&gt;, até quando as SCUTS eram de borla!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não precisamos do TGV para Madrid&lt;/span&gt;. Para Paris, para substituir o Sud-Express ... já outro GALO CANTARIA!&lt;br /&gt;Lisboa-.Madrid faz--se de avião em menos de uma hora, por um custo que o TGV não pode competir sem perder dinheiro!&lt;br /&gt;E &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO QUEREMOS MAIS EMPRESAS DEFICITÁRIAS&lt;/span&gt;. Porque não as podemos suportar mais!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO QUEREMOS TER UM AEROPORTO DE BEJA sem aviões&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Só para agradar aos eleitores alentejanos que votaram PS, afastando o PCP.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO QUEREMOS o TERMINAL DE CONTENTORES em Alcântara&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;primeiro porque o PORTO DE LISBOA, não tem calado em todas as marés para movimentar os navios porta-contentores pós-Panamax,&lt;br /&gt;que trazem 15 mil unidades TEU e descarregam cinco ou seis mil em seis ou oito horas,&lt;br /&gt;prosseguindo viagem para ROTERDÃO, HAMBURGO, FELIXTOWE, HAVRE. OU ATÉ PARA SUL,  ALGECIRAS, TÂNGER-MED, VALÊNCIA OU GIOIA-TAURO!&lt;br /&gt;No Porto de Lisboa, esses navios perdem demasiado tempo em manobras, e o cais de Alcântara não tem escoamento para estas operações.&lt;br /&gt;TERMINAIS PARA MILHÃO E MEIO DE UNIDADES TEU já não se usam, com a nova geração de porta-contentores gigantes da Maersk e MSC,&lt;br /&gt;dois dos quais já escalam Sines regularmente. &lt;br /&gt;Além disso, é mais fácil construir terminais modernos e bem equipados, de raiz,  como em  Sines, do que dispendiosas transformações em Alcântara.&lt;br /&gt;Os outros países também aderiram aos portos oceânicos com profundidade suficiente (Algeciras, Tânger-Med e Gioia Tauro são exemplos).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal tem o porto de Sines há mais anos&lt;/span&gt; ... mas ainda lhe falta contratar mais armadores e operadores regulares.&lt;br /&gt;ATÉ ISTO DAS OBRAS PÚBLICAS não depende tanto das promessas e vontade dos políticos,&lt;br /&gt;como, afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;dos bons contratos assinados com armadores e operadores logísticos internacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AS EXPORTAÇÕES E O TURISMO SÃO AS NOSSAS MELHORES APOSTAS ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E PARA ISSO PRECISAMOS DE INVESTIR EM PORTOS ADEQUADOS.&lt;br /&gt;BASTA UM PORTO ÓPTIMO (COMO SINES para CONTENTORES E PETROLEIROS)&lt;br /&gt;E OUTRO PARA FERRIES (LEIXÕES  OU PORTIMÃO),&lt;br /&gt;FICANDO SETÚBAL COM O ESTALEIRO DA SETENAVE, E LISBOA PARA CRUZEIROS E CABOTAGEM.&lt;br /&gt;E OS RESTANTES PORTOS CONTINENTAIS TAMBÉM PARA CABOTAGEM.&lt;br /&gt;ISTO SÃO APENAS IDEIAS, PROVOCADAS POR ALGUM ESTUDO.&lt;br /&gt;MAS SEM DESVIOS POLÍTICOS NEM INTERESSES EMPRESARIAIS.&lt;br /&gt;DA DISCUSSÃO SAI A LUZ. DO OBSCURANTISMO, SAEM GERAÇÕES DESFAVORECIDAS!&lt;br /&gt;Como sempre faço, quando escrevo a criticar a falta de coordenação a a falta de noção das prioridades nos investimentos públicos,&lt;br /&gt;DOU SEMPRE ALTERNATIVAS E SUGESTÕES PARA OS PROBLEMAS MAIS CRÍTICOS.&lt;br /&gt;NÃO PROTESTO CONTRA PESSOAS, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mas protesto com melhores sugestões alternativas!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;OBRIGADO PELA ATENÇÃO. E FAÇA O FAVOR DE LER O MANIFESTO DO MILHÃO &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PARA PROTESTAR NA AV. DA LIBERDADE. NÃO VOU, OBRIGADO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;HF&lt;br /&gt;==================      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto:  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1 milhão na Av. da Liberdade pela demissão de toda a classe política&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da repetição e redundância de algumas alíneas, parece-me&lt;br /&gt;importante passar e repassar este mail. Faça scroll down e leia até ao&lt;br /&gt;fim.&lt;br /&gt;Eu queria ver isto sim, mas já com data marcada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, o facto de cada dia que passa mais gente aparecer a protestar&lt;br /&gt;inconformada com a situação é um sinal claro de que as coisas estão a&lt;br /&gt;mudar e de que não iremos aceitar muito mais tempo a forma como os&lt;br /&gt;políticos de 2ª que dirigem o país nos têm vindo a tratar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal não é a Tunísia nem o Egipto, mas é tempo de arrepiarem caminho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora leia o texto dirigido à classe política:&lt;br /&gt;======================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exmos, Senhores,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças - e&lt;br /&gt;todos vocês - não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso&lt;br /&gt;que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio e o receio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de&lt;br /&gt;pessoas. A guerra contra a "chulisse", está a começar. Não subestimem o&lt;br /&gt;povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do&lt;br /&gt;porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!&lt;br /&gt;Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer – quase tudo, para&lt;br /&gt;mudar o rumo deste abuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal&lt;br /&gt;falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de&lt;br /&gt;impostos a pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum governante fala em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,&lt;br /&gt;suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) do actual&lt;br /&gt;e dos três Presidentes da República retirados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes,&lt;br /&gt;profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias&lt;br /&gt;na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e&lt;br /&gt;outras libações, tudo à custa do pagode;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que&lt;br /&gt;não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º&lt;br /&gt;emprego;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir&lt;br /&gt;milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam&lt;br /&gt;funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais,&lt;br /&gt;numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira,&lt;br /&gt;em 1821, etc...;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento&lt;br /&gt;de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 €&lt;br /&gt;nas Juntas de Freguesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da&lt;br /&gt;quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem,&lt;br /&gt;para conseguirem verbas para as suas actividades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc,&lt;br /&gt;das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares&lt;br /&gt;pelo País;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento&lt;br /&gt;das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e&lt;br /&gt;famílias e até, os filhos das amantes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e&lt;br /&gt;entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não&lt;br /&gt;permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular&lt;br /&gt;tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado&lt;br /&gt;a compras, etc;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e&lt;br /&gt;respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos&lt;br /&gt;contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos&lt;br /&gt;por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o&lt;br /&gt;regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE&lt;br /&gt;ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE&lt;br /&gt;ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA&lt;br /&gt;PÚBLICA....;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos&lt;br /&gt;que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há&lt;br /&gt;hospitais de província com mais administradores que pessoal&lt;br /&gt;administrativo. Só o de PENAFIEL tem SETE ADMINISTRADORES&lt;br /&gt;PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do&lt;br /&gt;partido no poder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos&lt;br /&gt;sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com&lt;br /&gt;o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que&lt;br /&gt;criminalizar, autuar, julgar e condenar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do&lt;br /&gt;Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao&lt;br /&gt;BPN e BPP;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e&lt;br /&gt;Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma&lt;br /&gt;recebe todos os anos, ou acabar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam&lt;br /&gt;milhões ao erário público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de&lt;br /&gt;funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem&lt;br /&gt;a quadros do Partido Único (PS + PSD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos&lt;br /&gt;depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela&lt;br /&gt;corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do&lt;br /&gt;que forma habilidosa de uns poucos "patifes" se locupletarem com&lt;br /&gt;fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle&lt;br /&gt;seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço&lt;br /&gt;que "entendem"...;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito,&lt;br /&gt;perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e&lt;br /&gt;adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País,&lt;br /&gt;manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando&lt;br /&gt;dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e&lt;br /&gt;vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o&lt;br /&gt;progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela&lt;br /&gt;precisam;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns&lt;br /&gt;anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo&lt;br /&gt;com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso&lt;br /&gt;sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os&lt;br /&gt;crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas&lt;br /&gt;que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas&lt;br /&gt;pelos ditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam&lt;br /&gt;cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu&lt;br /&gt;património antes e depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. Pôr os Bancos a pagar impostos.&lt;br /&gt;==============&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-1301128770452152847?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/1301128770452152847/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=1301128770452152847' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1301128770452152847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1301128770452152847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/02/av.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-6058101532894124606</id><published>2011-02-13T03:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T04:41:24.334-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUROPA NA ENCRUZILHADA DE SAGRES'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CostaVicentina ... nem a Chuva Afasta Lutas Politicas ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha que dois edis! De Vila do Bispo. Um do PS. Outro do PSD. Este com a folha de serviço mais longa, onde consta até a desistência das Bandeiras Azuis nas praias da Costa Vicentina até 2009, por ter discordado de uma análise positiva num areal da zona.&lt;br /&gt;Isto num concelho que vive do Mar e que devia ainda atribuir ao Mar mais atenção para retirar mais rendimento.&lt;br /&gt;Olha que dois partidos! Tão semelhantes no que toca ao encerramento de serviços públicos, escolas, maternidades, hospitais, urgências médicas, postos da GNR e da PSP, capitanias e delegações marítimas, até em repartições do Fisco!&lt;br /&gt;E que também aplaudem tanto o aumento dos custos de produção de todas as actividades económicas, assim como em  dificultar a vida a quem procura produzir e ganhar a vida fora do aparelho do Estado soberano mas arruinado!&lt;br /&gt;Exactamente pelas políticas seguidas pelos dois partidos, desde os tempos de Soares e Cavaco, até aos de Santana Lopes e Sócrates. É sempre tudo aos pares!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAÍS NA RESERVA DA PRODUÇÃO OU NA DITADURA VERDE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agora 65% do território de Vila do Bispo estar dependente das proibições sistemáticas do Instituto Nacional de Conservação (ou Mumificação?) da Natureza, é OBRA! &lt;br /&gt;Até aqui foi também a MARINHA uma grande desmotivadora do empreendedorismo na Costa Vicentina, por causa da  desactivada Estação Rádio Naval de Sagres, agora reduzida a umas tantas antenas e a um quartel abandonado! A fartura dá muitas vezes em fome, quando é de natureza corporativa.&lt;br /&gt;Com o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;novo Plano de Ordenamento da Costa Vicentina&lt;/span&gt;, fica abrangida ainda mais a faixa marítima ... com umas vastas milhas quadradas em que se proíbe tudo ... MENOS FAZER XIXI E DEITAR O LIXO PARA O MAR ... pois deixaram de haver cabos de mar e guardas fiscais!&lt;br /&gt;ALIÁS, este processo é muito semelhante ao verificado em 2009 com a aprovação do recente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Plano de Ordenamento do Parque Natural da Serra da Arrábida&lt;/span&gt;, cuja direcção passou também a "comandar" toda a actividade marítima, incluindo a pesca profissional e lúdica, a prática de desportos náuticos, as actividades de turismo  marítimo, as praias, enfim a VERDADEIRA DITADURA VERDE, comandado pelo secretário de Estado Humberto Rosa - a eminência parda ara os fundamentalistas ambientais do PS!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CASTIGAR QUEM TRABALHA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agora, é tudo controlado electronicamente, com o comando da unidade GNR de Vigilância Marítima em Beja e as Torres Electrónicas em Aljezur! Isto é que é alta tecnologia!&lt;br /&gt;Talvez dê bem para alertar as acções de contrabando, com lanchas velozes que chegam de Marrocos e chamam logo a atenção das câmaras e da central.&lt;br /&gt;Pois chamam a corveta, o submarino novo, a Força Aérea e, por fim, chega a GNR para capturar mais umas toneladas de droga, tabaco ou especiarias. Para "alegrar" os tele-jornais e as edições dos tablóides. &lt;br /&gt;Ou então dá sempre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para fiscalizar as traineiras da pesca artesanal&lt;/span&gt;, avisando as lanchas de fiscalização da GNR, que uma das embarcações lá pescou mais robalo do que o permitido por Bruxelas e os pescadores são assim multados e o pescado confiscado. É assim, aliás, que este Estado alimenta as organizações de solidariedade! Quanto mais multas e peixe confiscado melhor!&lt;br /&gt;A Marinha e a FAP só entram nas grandes operações de perseguição de piratas ao largo da Somália, ou em buscas e salvamentos na nossa zona económica exclusiva ... mas pouco!Já não temos praticamente Marinha Mercante nem de Pesca. Só temos submarinos novos, fragatas Meko, e mais iates e lanchas rápidas, algumas bem luxuosas! &lt;br /&gt;Ao que isto chegou ... querem à força transformar as acções de protecção e vigilância do Estado, da Natureza, e dos contribuintes, em simples manobras electrónicas!&lt;br /&gt;Não importa o custo dos investimentos e as polémicas dos concurso públicos que envolvem essas negociatas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMO DE PERDE DINHEIRO COM O PESCADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;SÓ NÃO SABIA QUE A DOCAPESCA também é comandada do Largo do Rato, via delegações distritais e concelhias, uma vez que acata ordens para mudar funcionários da lota da praia da Salema para Sagres. Decisão genial!&lt;br /&gt;A Docapesca atravessa uma crise, desde que o ex-edil João Soares acabou com as Lotas de Pedrouços e da Ribeira, em Lisboa, mudando-as para o MARL em Loures - de onde nem se vê o Mar! Foi no seguimento da falhada candidatura de Portugal à organização das regatas da Taça América. &lt;br /&gt;Quando os políticos se metem nas empresas ... elas passam a dar sempre prejuízo.&lt;br /&gt;O peixe cada vez mais caro ao consumidor e mais barato para o pescador. Os intermediários é que ganham o quinhão maior.&lt;br /&gt;Bruxelas a cortar mais nas cotas atribuídas a Portugal e a aumentar as de Espanha, porque tem uma frota maior e mais organizada?&lt;br /&gt;Enquanto Portugal tem poucos armadores e a Docapesca tem mais "Boys" do Largo do Rato como administradores e directores, pois então!A empresa precisa de mais capital mas o capital agora, como sabemos, está curto! &lt;br /&gt;Os privados só avançam quando o governo lhes garantir um negócio viável! Mais taxas sobre o pescado, mais peixe pescado, mais fiscalização da Asae ao pescado vindo diariamente de Espanha, etc, etc. Até lá o Zé (povinho) que pague  mais e cale-se! &lt;br /&gt;Senão vem de lá o atento general arvorado SS, e desata ao ataque "a malhar na DIREITA"! Que grande exemplo de democrata!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUE DESGOSTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais portugueses desvinculados do Estado e desempregados dos privados melhor! Pois quanto mais empresas falidas, mais o Estado manda! E os "serventes" fazem a cruzinha no boletim, onde os mandões lhe dizem, pois que sem essa cruzinha eles ficam sem quaisquer esmolas do Estado Social instalado em Portugal graças ao poder que lhes é conferido pelos eleitores. Esta, confesso, não me saiu bem. É uma espécie de pescadinha de rabo na boca, mas é verdade. Quanto mais pobre o eleitor for, mais atende às ordens dos caciques. E os políticos no poder satisfazem, assim, o seu ego e prolongam as suas mordomias e bem estar!&lt;br /&gt;O quer havemos de fazer, então, a estes políticos de meia- tigela que nos saíram na rifa?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;BARBAS DE MOLHO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aos políticos do PSD, afastados do arco do poder desde Março de 2005, aconselho que ponham as barbas de molho e mandem calar já o Steps Rabbit. &lt;br /&gt;Com que então ele, quando chegar a PM vai fechar todas as empresa públicas que têm dado prejuízo? &lt;br /&gt;Ele tem mas é que ir já tirar um curso das Novas Oportunidades, mas na Academia Alemã. Não em Massamá (aliás, freguesia socialista) nem em Sintra (autarquia social-democrata em fim de ciclo). &lt;br /&gt;Olhe que as empresas públicas fazem falta em qualquer país europeu. Sejam de transportes, televisão, saúde, ensino, saneamento, protecção ambiental. etc. &lt;br /&gt;Devem é ser melhor geridas por profissionais competentes e habilitados, e não por políticos de meia-tigela sedentos de poder! &lt;br /&gt;E algumas destas empresas dão prejuízo, exactamente, por que são PÚBLICAS. Isto é funcionam para servir o público!&lt;br /&gt;O que vai o Steps Rabbit fazer quando encerrar as rodoviárias e as ferroviárias que aceitam os passes sociais? Vai ele e o Tio Ângelo abrir novas empresas? Para substituir as encerradas! Ou vai antes obrigar o Estado a pagar as indemnizações compensatórias na hora? Mas onde é que o Estado tem dinheiro? Naqueles prestamistas que se fartam de reabrir agora as antigas lojas de penhores?  &lt;br /&gt;As compensações às empresas públicas bem estão previstas em Diário da República, mas não são cumpridas nos prazos estipulados nem nos valores calculados? Ao Estado tudo se perdoa. Aos cidadãos de tudo se desconfia! &lt;br /&gt;Ora o Steps Rabbit que vá, antes, mas é aprender para Primeiro Ministro! E deixar de dizer tantas asneiras!  &lt;br /&gt;E que se deixe de perder tantas horas no barbeiro e ginásio de Massamá! Os portugueses estão fartos de políticos vaidosos! Do Sócrates ao Steps Rabbit há pouca diferença! Há quantos anos o partido da Lapa não consegue eleger um líder capaz? Desde o tempo em que Cavaco Silva foi PM? Até 1995! Bolas! Já não é azar mas falta de massa cinzenta para aquelas banda.      &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MOEDA ÚNICA SEM HARMONIZAÇÃO FISCAL NEM POLÍTICA ECONÓMICA COMUM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses queixam-se da Europa com alguma razão. Só agora, com esta ataque internacional ao EURO, é que os líderes europeus estão a ver que têm que mudar de estratégia. Uma moeda única exige harmonização fiscal, políticas económicas comuns, e crescimento sustentado da competitividade e produtividade comuns, mais a promoção equitativa dos recursos e especializações de cada Estado-Membro. Como foi feito nos Estado Unidos vai para oitenta anos! &lt;br /&gt;SOBRE os portuguese acrescento para concluir: &lt;br /&gt;QUEM NÃO SOUBE GOVERNAR O PAÍS DURANTE 36 ANOS,&lt;br /&gt;COM O QUE OS PORTUGUESES CONSEGUIRAM TRABALHAR, PRODUZIR E AMEALHAR, &lt;br /&gt;preferindo antes endividar e castigar as futuras gerações (até lá para 2050), &lt;br /&gt;SERÃO OS RESPONSÁVEIS HISTÓRICOS PELA tendencial SUPREMACIA ALEMÃ, &lt;br /&gt;NA ANUNCIADA &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;GOVERNAÇÃO DA EUROPA ECONÓMICA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E A GRÉCIA (entre os piores alunos da Academia de Bruxelas) CAMINHA JÁ PARA SE TRANSFORMAR NO &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRIMEIRO PROTECTORADO DA NOVA EUROPA&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;SEGUE-SE A IRLANDA, PORTUGAL, ESPANHA, mas já há outros países, ainda disfarçados, em lista de espera inclinada ... a BÉLGICA, A ITÁLIA, MAIS OS PAÍSES DE LESTE, como a HUNGRIA, ROMÉNIA, ESLOVÁQUIA, LETÓNIA, etc.  &lt;br /&gt;Custa-me escrever estas verdades, mas em dia de chuva, DÁ NISTO DE DESABAFAR sobre a porcaria da política portuguesa contemporânea! Onde não aparece um político nem UM partido capaz! OS FANTASMAS DAS MOÇÕES DE CENSURA AMEAÇADOS PELO PCP E PELO BE, mostram bem ao nível a que a Política chegou na ponta ocidental da Europa!   &lt;br /&gt;Estamos condenados à mediocridade da Tia Ângela, do cinzento Nicolas, do cansado Barroso e de tantos outros que se pavoneiam pelas capitais do artificialismo global!&lt;br /&gt;E OLHA QUE A VIDA EM SAGRES, assim, ESTÁ MESMO NEGRA!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-6058101532894124606?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/6058101532894124606/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=6058101532894124606' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6058101532894124606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6058101532894124606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/02/costavicentina.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-8469041143189693342</id><published>2011-02-08T10:16:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T10:31:19.255-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CLUSTER DO MAR'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nauticampo 2011 atraiu 47 mil visitantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do interregno de 2010, a Nauticampo atraiu 47 mil visitantes de 2 a 6 de Fevereiro  de 2011. Mesmo com menos expositores do que em edições anteriores, conseguiu superar os 42 mil de 2009. &lt;br /&gt;Os stands que atraíram maior interesse foram os dos veleiros e lanchas motorizadas,  de conhecidas marcas estrangeiras e nacionais, mais da Polónia – o país convidado da organização da FIL. &lt;br /&gt;Os stands de charters de embarcações de recreio (Siroco e SeaWay), de desportos radicais (baptismo de mergulho, rappel, escalada, etc. no pavilhão 3), e da Marinha (para recrutamento de jovens para a Armada, Fuzileiros e Polícia Marítima), também foram bastante solicitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em paralelo, teve lugar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lisboa Boat Show (LBS)&lt;/span&gt;, com exposição flutuante e testes em embarcações novas e usadas à venda, assim como equipamentos técnicos e produtos para a prática de desportos náuticos e turismo fluvial, em crescimento em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LBS representou 21 marinas, 13 docas de recreio, albufeiras e escolas e clubes náuticos, tendo organizado o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1º leilão LBS multimarca&lt;/span&gt;, para as marcas com stocks para escoar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A destacar, ainda, os seminários promovidos pelo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fórum Empresarial para a Economia do Mar, Turismo de Portugal e Associação Portuguesa dos Portos de Recreio (APPR)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro seminário, intitulado &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marinas e Portos de Recreio – Aposta Competitiva para Portugal&lt;/span&gt;, atraiu cerca de 200 participantes, com curiosas intervenções do SET, Bernardo Trindade; de Luís Patrão, Teresa Ferreira  e Sérgio Guerreiro do TP; Heloísa Cid do Instituto Portuário de Transportes Marítimos (IPTM); Martinho Fortunato, presidente da APPR; Oscar Siches do Comité de Marinas do International Council of Marine Industry Association; António Almeida Pires, VP do Turismo do Algarve; André Barata Moura do Observatório de Turismo de Lisboa; Ingrid Fortunato, directora da Marina de Lagos; Ulrich Manigel, director de certificação do International Marine Certification Institute (IMCI); Isolete Correia e Katrin Schiffegger da Marina de Vilamoura; e Jorge Severino. Director da Severino – Construção Naval. Notou-se a ausência de representantes da Administração do Porto de Lisboa (APL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TURISMO NÁUTICO E DE CRUZEIRO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notou-se o habitual descontentamento, da parte dos participantes com quem falamos, sobre os conteúdos e faltas de resposta oficial às dúvidas da assistência. E houve uma série de equívocos sobre as estatísticas apresentadas e repetidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;crescimento de 8% averbado ao Turismo Náutico em 2010&lt;/span&gt;, afinal, deveu-se à soma do movimento dos cruzeiros oceânicos (escalas e passageiros movimentados nos portos nacionais no ano passado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os números de embarcações de recreio e tripulantes estrangeiros que visitaram marinas, docas e portos nacionais, em 2010, houve dúvidas. O que não surpreende. Ora &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;turismo náutico&lt;/span&gt; é praticado por desportistas nacionais e estrangeiros, em competição e lazer, ou em “charters” (embarcações alugadas a “brokers” nacionais e estrangeiros) para uma viagem à medida (custom made), ou férias flutuantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo de cruzeiros&lt;/span&gt; é outro segmento, em que os navios seguem itinerários programados, com passageiros chegados aos portos de embarque, vindos de todo o mundo, entusiasmados para conhecerem um navio, uma companhia ova ou tradicional, um porto, um país, ou um roteiro especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal está apenas representado no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;segmento dos cruzeiros internacionais&lt;/span&gt; pela &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Classic International Cruises&lt;/span&gt;, sediada em Lisboa, com navios com bandeira portuguesa, mas geridos pelo armador grego George Potamianos. De resto, as agências de navegação locais, ou os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;delegados locais dos armadores estrangeiros&lt;/span&gt;, têm pouca influência na escolha dos itinerários e número de escalas e de passageiros a embarcar e desembarcar em “turnaround”, ou em trânsito, em cada porto da sua área de influência, dada a alargada concorrência de portos e destinos turísticos, que promovem este negócio. &lt;br /&gt;No fim de contas, quem tem mais força ainda, é a chamada "ditadura dos n+umeros", isto é, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;são os próprios passageiros&lt;/span&gt;, pelo número de reservas que fazem para embarcar, desembarcar, ou conhecer os vários portos catalogados por cada companhia. Depende, pois, da procura do mercado e deste ser melhor ou pior promovido, por exemplo, para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cruzeiros&lt;/span&gt;, ou antes para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;curtas pausas low-cost&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;IMPROVISAÇÃO vs. ESPECIALIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, na Náuticampo, um dos poucos expositores de turismo organizado presente foi o operador El Corte Inglés, com uma oferta de férias para seniores. Também os excelentes oradores estrangeiros convidados eram todos especialistas no verdadeiro turismo náutico, não em cruzeiros comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soube-se no seminário, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as actividades marítimas em Portugal estão dispersas por seis ministérios&lt;/span&gt;, mas que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;há apenas um secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar&lt;/span&gt;, misturando, assim, as práticas navais com as das marinhas mercante, de pesca, e de recreio. E... quem sabe, com os cruzeiros internacionais que alimentam os nossos portos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ramo do Turismo náutico, objecto do seminário,o&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; IMCI é a autoridade internacional que certifica as marinas&lt;/span&gt;, emite e fiscaliza aquelas que satisfazem as normas, com o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;título Blue Star Marina&lt;/span&gt;. A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marina de Lagos já está certificada neste escalão. A única&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem queira conhecer o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;relatório anual consolidado do Sector Marítimo e Portuário&lt;/span&gt; pode consultar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;portal do mar do IPTM&lt;/span&gt;, que gere portos e pilotos, a segurança e inspecção aos navios que escalam os nossos portos (substituindo a antiga DG da Marinha Mercante).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ESTACCIONES NÁUTICAS CHEGAM A PORTUGAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração oficial de maior impacto, divulgada no seminário, foi &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a adesão do TP à fórmula ibérica das “Estaciones Náuticas”&lt;/span&gt;. Um serviço integrado, desde 2007, disponível em 22 marinas espanholas, com ofertas de 16 serviços, além dos postos de amarração e manutenção das embarcações “residentes” e “visitantes”. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Esta fórmula nasceu na gigantesca marina de Palma de Maiorca&lt;/span&gt;. Resta, agora, saber quantas e quais as marinas nacionais que vão associar-se a esta marca. &lt;br /&gt;Por mim, em vez de “Estações Náuticas” prefiro “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Centros de Dinamização Náutica&lt;/span&gt;”, juntando a amarração de embarcações a escolas de vela e navegação e de prática de diversos desportos náuticos em voga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, já assisti na Sardenha a um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Congresso de Turismo Náutico promovido pelo ENIT&lt;/span&gt;, ficando a saber que em Itália já havia cerca de 400 marinas integradas num consórcio dinâmico e oferecendo vantagens aos clientes das referidas marinas num esquema de intercâmbio reciproco. Aliás, o Clube Naval de Cascais tem acordos semelhantes com os Yacht Clubes do Rio de Janeiro e Mónaco.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A organização da actividade em Portugal centra-se nos Clubes Náuticos. Não nas Marinas&lt;/span&gt;. Além disso, as cinco docas de recreio da APL alugam ou dispensam (e bem) espaços a diferentes clubes, enquanto só as marinas privadas costumam investir num único clube próprio. Mas todos os nossos clubes náuticos proporcionam um leque de serviços de apoio desportivo, adaptável à oscilante procura dos seus associados. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não será uma iniciativa oficial destinada a privilegiar um novo concorrente dos actuais clubes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, não se vislumbra a vantagem de incluir mais um intermediário estrangeiro nesta actividade, a não ser o tal intercâmbio dispensado aos sócios de clubes estrangeiros, que passem nas marinas portuguesas. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas isso já existe há largos anos.&lt;/span&gt; Assim como não há almoços grátis, também os custos de lançamento e funcionamento das "Estaciones Náuticas" não são grátis, nem podem ser subsidiados pelo Estado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vários clubes náuticos de forte prestígio internacional&lt;/span&gt; e quando o Estado se mete no desporto, acaba sempre por sair mal. Veja-se os casos dos dois desportos que se encontram à beira de sofrer sanções das respectivas federações internacionais, por falta de estatutos aprovados. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;São o futebol e a FPF, e a vela e a FPV.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há em ambos os casos, interesses instalados, que não permitem a perda dos direitos adquiridos pelas associações regionais. Ora num país tão pequeno, e na era das comunicações electrónicas, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a antiga intermediação das associações regionais já não faz sentido&lt;/span&gt;. Mas também não cabe ao Estado impor novas normas para proteger este ou aquele clube ou dirigente, mudando o “equilíbrio” dos quadros dirigentes destes desportos. A não ser que ...? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, abusa-se dos diferentes status entre clubes, associações, federações e confederações. Por acaso, a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Confederação do Desporto&lt;/span&gt; é a única que tem o perfil mais baixo, limitando-se praticamente a realizar a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gala dos Desportistas do Ano&lt;/span&gt;. E &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nem existe ainda a Confederação do Mar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faltam, pois, problemas e novas opções ao vasto sector do Mar em Portugal. Dada a minha formação e dedicação, não deixarei de continuar atento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-8469041143189693342?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/8469041143189693342/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=8469041143189693342' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8469041143189693342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8469041143189693342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/02/nauticampo-2011-atraiu-47-mil.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-7230861657408702582</id><published>2011-01-29T10:52:00.000-08:00</published><updated>2011-01-29T11:24:46.037-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ENTRE A POLÍTICA E A ESCRITA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Centenário da ABI ... com ou sem vírgula ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... ABI = Associacao Brasileira da Imprensa  &lt;br /&gt;... Trata-se de uma campanha bastante útil ... &lt;br /&gt;Sobre boas práticas de comunicação, cá em Portugal, este Governo  nem se dignou avisar os titulares do novo cartão de cidadão, de que precisavam de tomar conhecimento prévio do seu novo número de eleitor e da mesa onde passariam a votar nas assembleias de voto da zona da respectiva residência. &lt;br /&gt;O avançado Plano Tecnológico Português --- pudera, a cargo de um tal Zorrinho (que ainda nem chegou a Zorro) ---, afinal, não previu qualquer solução técnica para que os titulares da nova "identificacão nacional simplex" --- o tal Cartão de Cidadão --- ficassem a usar o antigo número de eleitor ...&lt;br /&gt;Mas os inventores do cartão de cidadão português salvaguardaram o mesmo NIF (número de Identificação Fiscal), mais os da Carta de Condução, Segurança Social, e SNS (Serviço Nacional de Saúde). Só mudaram os números antigos do BI (bilhete de identidade) e o mais "difícil de todos"... o anterior número de eleitor! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ATÉ OS DEPUTADOS FORAM APANHADOS EM FALSO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agora, duas perguntas chatas:&lt;br /&gt;1ª QUESTÃO - Seria muito mais trabalhoso e dispendioso, se cada cidadão tivesse apenas de decorar um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO GERAL E COMUM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um numero comum que servisse para as seis entidades acima mencionadas, apenas acrescido de um código simplex diferente para cada operação, consulta, declaração?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POR EXEMPLO: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1 - 999999999IDN para o Registo de Cidadania e Nacionalidade; &lt;br /&gt;2 - 999999999NIF para as Finanças; &lt;br /&gt;3 - 999999999DGV para a carta condução; &lt;br /&gt;4 - 999999999SS para a Segurança Social; &lt;br /&gt;5 - 999999999SNS para a Assistência do Serviço Nacional de Saúde; &lt;br /&gt;6 - e 999999999CNE para as eleições, supervisionadas pela Comissão Nacional de Eleições?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMO AINDA NÃO TRATEI DA OBTENÇÃO DO NOVO CC&lt;/span&gt; (que custa a "módica" quantia de 36 euros por pessoa), não sei se também abrange os Números Nacionais de Pensionista do Estado, e/ou de Reformado da Segurança Nacional?  &lt;br /&gt;2ª QUESTÃO - Se houvesse alguma entidade interessada em fazer crescer a abstenção (por exemplo, artificialmente, através de uma manobra técnico-administrativa), nas eleições presidenciais de domingo passado, quem seria, habitualmente mais prejudicado? &lt;br /&gt;Os candidatos da chamada esquerda? NÃO! &lt;br /&gt;Ou o candidato rotulado de direita? sim!&lt;br /&gt;Mas na prática não sucedeu assim, pois o PS estava dividido entre três candidatos! E uma parte dos seus adeptos ainda votou no tal candidato vencedor da "direita" ... mas muito inclinado para as medidas políticas do actual governo!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PONTOS NO III &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;É que um tal ministro Pereira polivalente, teve o descaramento de nos vir dizer na TV, que se tratou, apenas, de um lapso técnico, sem quaisquer implicações políticas! Logo como ninguém ficou prejudicado, além, claro, dos eleitores impedidos de votar, o melhor que a comunicação social teria a fazer, seria esquecer a ligeira "diabrura" técnica! Pois, afinal, até quem perdeu as eleições à primeira volta foi o candidato apoiado pelo respectivo partido no poder... &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas que falta de vergonha do sujeito! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A culpa morre sempre solteira para estes políticos feitos à pressa! &lt;br /&gt;Têm o rei na barriga mas já é a quinta eleição que perdem (duas autárquicas e duas presidenciais). &lt;br /&gt;Só ganharam duas legislativas (afinal, as mais importantes para governar o País ...) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas sabe o leitor, que o tal ministro é quem tutela exactamente o processo da introdução do novo cartão de cidadão obrigatório até 2012?&lt;/span&gt; Está a ver o alcance técnico-administrativo isolado do alcance político?&lt;br /&gt;Deixemos a incidência política  em paz ... e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vamos antes aprender a usar bem a vírgula com os brasileiros!&lt;/span&gt; Onde a intervenção política também não costuma ser inocente!&lt;br /&gt;Humberto Ferreira    &lt;br /&gt;=====================&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;INTERVALO CULTURAL DA LUSOFONIA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sobre a Vírgula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Campanha dos 100 anos da ABI&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Associação Brasileira de Imprensa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vírgula pode ser uma pausa... ou não&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Não, espere.&lt;br /&gt;Não espere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ela pode sumir com seu dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;23,4.&lt;br /&gt;2,34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pode criar heróis...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Isso só, ele resolve.&lt;br /&gt;Isso só ele resolve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ela pode ser a solução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vamos perder, nada foi resolvido.&lt;br /&gt;Vamos perder nada, foi resolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A vírgula muda uma opinião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não queremos saber.&lt;br /&gt;Não, queremos saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A vírgula pode condenar ou salvar.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Não tenha clemência!&lt;br /&gt;Não, tenha clemência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Uma vírgula muda tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua e nossa informação. Nem o Sócrates, quanto mais a Dilma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um bom exemplo - Escreva correctamente a seguinte frase:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Se você for mulher, certamente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;colocou a vírgula depois de MULHER...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;* Se você for homem, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;colocou a vírgula depois de TEM...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E CADA UM ESTÁ CERTO!&lt;br /&gt;Portanto, nunca subestime a importância de cada vírgula! O pior é que a velocidade com que se escreve e a pressão para cumprirmos os prazos de entrega dos textos, por mais revisões que façamos, sobra sempre alguma falta! É A VIDA. E A VIDA É BELA!&lt;br /&gt;BOA SORTE, nos vossos textos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-7230861657408702582?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/7230861657408702582/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=7230861657408702582' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7230861657408702582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/7230861657408702582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/01/centenario-da-abi.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-4000409785612880057</id><published>2011-01-22T11:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T11:55:32.943-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GÉNIOS DA LUSOFONIA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;De Rosa Ramalho a Ernâni Lopes … dois génios a dignificar  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado no semanário PUBLITURIS - JORNAL DA INDÚSTRIA DO TURISMO (fundado em 1 de Março de 1968, em Lisboa) na edição de 21 janeiro 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi na TV uma artesã dizer que o artesanato actual nada tem a ver com o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galo de Barcelos&lt;/span&gt;. É mais estilizado, artístico e valioso. Desejo, pois, que as vendas deste renovado artesanato cresçam bastante, mas sem ignorar o que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rosa Ramalho&lt;/span&gt; fez para tornar o galo de Barcelos conhecido em todo o mundo. &lt;br /&gt;De Tóquio a Sydney e de NYC a Punta Arenas. Pois qual é a peça que identifica agora a nossa cultura e turismo? Se não for o Mourinho e o CR7, quem se lembra de Portugal? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mal do Povo que despreza a tradição e o génio&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;E não é desvalorizando os nossos génios, que a RTP faz serviço público! &lt;br /&gt;Assisti em Osaka ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dia de Portugal na Expo-1970&lt;/span&gt; e vi bem como Amália e as danças do Verde Gaio foram aplaudidas pela assistência internacional, que também admirou o nosso artesanato, saboreou a gastronomia e comprou milhares de galos de Barcelos, rendas e tapetes no Pavilhão de Portugal. &lt;br /&gt;Na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Expo Xangai-2010&lt;/span&gt;, o revestimento em cortiça do nosso pavilhão também foi um êxito, que seria multiplicado pela venda de mais produtos lusos de arte, utilidades, e supermarcas, para atingirmos os tops mundiais com o apoio dos portugueses estabelecidos lá fora. Siga-se o êxito do pastel de nata, com o indispensável toque de marketing, que o Turismo contemporâneo bem precisa!&lt;br /&gt;Entretanto, crescem as vendas das marcas de whisky escocês e irlandês, relógios suíços, carros alemães, moda italiana, francesa e inglesa, e produtos de entretenimento em inglês, enquanto as gerações portuguesas contemporâneas preferem absorver a moda oriental e africana e optar pela cerveja em vez do vinho, pela comida rápida em vez da tradicional, pelas marcas internacionais em vez do feito em Portugal. &lt;br /&gt;Os têxteis, azulejos, louças, vidros, mármores, conservas, vinho do Porto, lavoura e rolhas de cortiça estão &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;em fim de ciclo&lt;/span&gt;, augurando-se o esforço no crescimento nas exportações concentradas em “drawback” e mão-de-obra mal paga. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Receita repetida de políticos e economistas teimosos&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LISBOA TLx14&lt;/span&gt; – Enquanto Londres, Berlim, Paris, Milão, Madrid e Barcelona se modernizaram nas últimas décadas, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lisboa “grafitou-se”&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mas agora quer jogar na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;liga TLx14&lt;/span&gt; com um parque temático para quatro milhões, um centro de congressos para oito mil, mais hotéis para 4500 hóspedes, um aeroporto para voos de baixo custo, um terminal TGV central, um distrito dos museus (que já tem em Belém), e a integração dos cruzeiros como produto prioritário. São todas ideias maravilhosas. &lt;br /&gt;Não sei é quando poderão concretizar-se, pois até 2014 são anos de apertar o cinto sob mais PEC e o EFSF e FMI. &lt;br /&gt;É preciso entender, primeiro, se o TGV e a (mais fácil) expansão da "ponte aérea de voos de baixo custo" Madrid-Lisboa, são ambos viáveis? &lt;br /&gt;Se o poli-terminal do Oriente tem capacidade para o TGV + linha de Alcochete + tranvias Sintra-Vila Franca + Linha do Norte e saída principal das linhas de longo e médio curso que servem Lisboa + o Metro e as redes rodoviárias (urbana e suburbana). E onde fica a base de voos de baixo custo? Na Portela, Ota, Tires, ou Montijo? &lt;br /&gt;E se o terminal de cruzeiros Santa Apolónia-Doca da Marinha basta para um escalão mais alto nos cruzeiros. &lt;br /&gt;Por outro lado, a reabilitação de centenas de prédios em ruinas quantos anos demora? E as obras para evitar mais cheias nas avenidas? &lt;br /&gt;E quem garante mais segurança e limpeza na Grande Lisboa, hoje conhecida pela "Havana europeia"? Está à vista de qualquer residente ou visitante! &lt;br /&gt;Além de não se saber ainda quem garante a defesa da nossa língua-mãe nos hotéis, alojamentos, comércio e publicidade em geral? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lisboa ganhou em 2009 o prémio WTA de melhor porto para cruzeiros&lt;/span&gt; mas em 2011 o SEF vai passar a cobrar três euros por passageiro embarcado e desembarcado, dois euros por passageiro em trânsito (baixa nas excursões) e um euro por cada tripulante que vá a terra fazer compras, saborear a nossa comida ou passear. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nada pior para afastar armadores&lt;/span&gt;, dada a intensa concorrência entre destinos turísticos. Tudo isto é triste mas é o nosso fado!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FESTAS DO FIM DO ANO&lt;/span&gt; – Do Porto às praias do Algarve são 600 km. A elite anda a dizer mal todo o ano do produto sol e praia, mas a ERTA, ATA e municípios algarvios mais dinâmicos lançaram no fim do ano anúncios na TV sob o mote &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Segredo mais Famoso da Europa&lt;/span&gt;. Sabe qual é? Para afastar recentes chuvas e ventos fortes, apostaram em imagens de concertos ao ar livre, mergulhos e surf, como no verão. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E não é que o Algarve atraiu centenas de milhares ao São Silvestre!&lt;/span&gt; Mais do que as parcerias no Tejo e Douro! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUADRO DE  HONRA 2010&lt;/span&gt;  – O Conselho da Europa premiou o MUSEU DE PORTIMÃO como o melhor museu europeu; VINHOS E ARTE NA BAIRRADA – iniciativa de Joe Berardo com novo roteiro de sete colecções de arte nas Caves Aliança; TURISMO DO OESTE: A Oeste Tudo de Novo, visitoeste.com, e Há Sítios que Vale a Pena Visitar. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Coroas de Glória:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A expansão de ofertas sazonais de A VIDA É BELA e o prémio do Turismo de Portugal com o MELHOR STAND DE NEGÓCIOS &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;no World Travel Market 2010&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RECURSOS ASSOCIADOS&lt;/span&gt; – Não se limita aos nomes dos hotéis &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a fraca defesa da nossa língua&lt;/span&gt;, pois há programas e aviões que primam por slogans em inglês. &lt;br /&gt;É positivo criar apelos em inglês para atrair turistas dos países onde este idioma é corrente. Mas é negativo forçar clientes nacionais a usar firmas que parecem estrangeiras! &lt;br /&gt;Ao folhear um recente preçário da KFC vejo quase só nomes e textos em inglês. Dentro de anos, a juventude nem distinguirá um bife de um FKC Bucket?  &lt;br /&gt;A vila Natal e do chocolate é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Óbidos&lt;/span&gt;. A capital do Gótico, gastronomia e touradas é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Santarém&lt;/span&gt;. A rota do vinho do Porto e cruzeiros no Douro passa no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Porto, Gaia e Régua&lt;/span&gt;. A ria dos Moliceiros e doce de ovos é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aveiro&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Mas falta &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cada município&lt;/span&gt; apurar as suas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;âncoras mais representativas&lt;/span&gt; e a sociedade civil apostar nos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;municípios turísticos&lt;/span&gt; e na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;constelação dos recursos associados à cultura, desporto, economia, turismo&lt;/span&gt;, elevando a imagem externa de Portugal, em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;homenagem póstuma a Ernâni Lopes&lt;/span&gt; – outro génio lusitano, cuja memória lembro aqui, prestando a minha singela e sentida homenagem, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pelo alto contributo dado ao Turismo e ao nosso futuro&lt;/span&gt;. Na obra que nos legou, bem apontou as rotas a seguir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-4000409785612880057?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/4000409785612880057/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=4000409785612880057' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/4000409785612880057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/4000409785612880057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2011/01/de-rosa-ramalho-ernani-lopes-dois.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-3020348472264506801</id><published>2010-12-28T03:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T03:10:34.269-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PORTUGAL ... ESPERANÇA E FÈ EM 2011'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CRÓNICA MATINAL: Em que país eles vivem?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;À minha volta vejo vidas adiadas e carreiras desmoronadas. Depois leio o que por aí se escreve sobre um povo que não sabe viver com o sacrifício e pergunto-me: em que país vivem os nossos colunistas? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTES PELO CONTRÁRIO - Blogue de Daniel Oliveira - COLUNISTA DO EXPRESSO&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Texto divulgado no Expresso.pt em 28Dez2010&lt;br /&gt;Em frente a mim, um amigo com uma longa carreira almoça. Percebo que não o faz há dias. Demasiado velho (((ou será NOVO?))) para se reformar, demasiado novo (((ou será ENTRADO?))) para começar de novo, vive no limiar da sobrevivência. Mantém-se bem vestido para tratar das aparências. Tenta manter aquela dignidade que sempre me mereceu admiração.&lt;br /&gt;No chat, converso com um amigo emigrado. Excelente no que faz, quando chegou a Lisboa parecia que a sua carreira não encontraria grandes entraves. Até que, cansado de viver de recibos verdes mal pagos em ateliers que tratam o talento como coisa irrelevante, decidiu partir. Sem nada que o esperasse no destino. Lá se está a safar. Mas, apesar disso, quer saber como isto vai porque ainda não perdeu a esperança de voltar.&lt;br /&gt;Olho em volta e vejo os meus amigos mais promissores a dar aulas em universidades estrangeiras, com condições que aqui seriam virtualmente impossíveis. Outros a trabalhar em call-centers ou a viver de biscates, com as suas vidas adiadas para sempre. Vejo os pais deles a carregarem até à velhice o fardo de garantirem a sua sobrevivência. E a dos netos, quando os filhos tiveram coragem para tanto.&lt;br /&gt;(((CRUZO-ME))) Diariamente cruzo-me com a angústia de vidas impossíveis, onde tudo é contado. De trabalhadores menos qualificados aos melhores quadros que o nosso sistema de ensino produziu. Tanto desperdício de talento que perco a esperança neste país.&lt;br /&gt;Isto é o que vejo. Depois leio textos de colunistas e economistas. Vivemos acima das nossas possibilidades. Habituamo-nos ao bem bom. Perdemos a ética do trabalho. Já não sabemos o que é o sacrifício. Fico agoniado e assalta-me uma dúvida: sou eu que conheço demasiados azarados ou esta gente que escreve nos jornais e fala na televisão vive num País diferente do meu?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIO DE HF&lt;/span&gt; – Daniel Oliveira é um dos colunistas mais “beneficiados” do nosso actual sistema de comentadores e colunistas da política, economia e do sistema em que vivemos. E não lhe nego talento, apesar de raramente concordar com as suas bizarras opiniões como esta. Escreve no Expresso e tem um blogue bastante popular. Faz parte, portanto, do rol de COLUNISTAS eleitos pelo mais conceituado semanário do nosso País.&lt;br /&gt;Como classifica então Daniel de Oliveira um país que “consome” e “desperdiça” por ano o dobro do que produz. Sejam os privados, em bens, produtos e serviços que vendem no mercado interno ou ao exterior, seja o Estado em impostos, taxas, sobretaxas, coimas, multas, receitas ordinárias (na Justiça, Educação, Saúde, Segurança Pública, Museus e Monumentos, Portagens, Equipamentos Públicos, Ambiente, Segurança Social, Apoios Comunitários, etc.) e receitas extraordinárias (ainda há privatizações a fazer, vendas de imóveis do Estado e dos municípios, aumentos de impostos, taxas e sobretaxas, coimas, multas e outros serviços estranhos, pagos pelos utentes nas contas da electricidade, esgotos e outros)?  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Talvez: um País Porreiro, Pá? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;TRINTA E SEIS ANOS PERDIDOS&lt;br /&gt;Estragaram tudo. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ensino&lt;/span&gt; com cursos superiores que talentosos jovens tiraram com brilho e distinção mas que não servem para NADA A não ser para trabalhadores precários em centros de mau atendimento telefónico! Nem a Função Pública os quer! Nem os meios de comunicação social têm capacidade para absorver estes brilhantes compatriotas que passam a vida nos cafés, esplanadas e bares, sustentados pelos pais que lhes fizeram a vontade, para lhes evitarem traumas previstos pelos psicólogos! &lt;br /&gt;Mas também estragaram a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Saúde&lt;/span&gt; com maternidades instaladas numa centena de concelhos para agora haver dezenas de portugueses que nascem por ano nas ambulâncias enquanto outras centenas nascem em Badajoz e Tuy. &lt;br /&gt;Estragaram a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agricultura&lt;/span&gt; e o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Planeamento Demográfico&lt;/span&gt;, alimentando a vida de idosos nas aldeias mais pobres da Europa, instalando escolas, juntas, postos da GNR, guardas florestais, guarda-rios, cantoneiros e fiscais, ignorando que o minifúndio tradicional só gera pobreza e individualismo egoísta e até a rivalidade doentia. &lt;br /&gt;E, assim, afectaram as esperanças das gerações activas futuras com uma dívida do tamanho da pá da lendária padeira de Aljubarrota ou da espada do Afonso Henriques! &lt;br /&gt;E AINDA QUEREM CONTINUAR A MAMAR NA TETA DO CONTRIBUINTE URBANO? &lt;br /&gt;Contribuinte velho, doente, abandonado, com reformas de miséria, e sacrificado até à medula? &lt;br /&gt;Ou do pessoal entre 45 e 65 anos, desempregado, mal preparado e pouco produtivo, sem futuro à vista, que enchem os dormitórios das cidades mal planeadas, mal urbanizadas e mal aproveitadas? &lt;br /&gt;Ou dos jovens que não estudaram cursos com futuro, ou nada estudaram, preferindo associar-se em gangues que geram violência em bairros onde nem a polícia entra? &lt;br /&gt;ALTERNATIVAS MAIS INTELIGENTES&lt;br /&gt;O QUE DANIEL OLIVEIRA poderia fazer (COMO EU TENTO, QUASE TODOS OS DIAS) era avançar com algumas sugestões para o Governo planificar melhor e preparar, desde já, um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;equilibrado plano de desenvolvimento a longo prazo&lt;/span&gt;, que possa suscitar a aprovação de uma responsável maioria partidária, nos planos económico, tecnológico, cultural, social e financeiro, para assegurar o futuro de Portugal e dos portugueses nos próximos 30 anos. &lt;br /&gt;TODOS NÃO SOMOS DEMAIS PARA, NESTA BORRASCA, LEVAR PORTUGAL A BOM PORTO!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-3020348472264506801?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/3020348472264506801/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=3020348472264506801' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3020348472264506801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3020348472264506801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/12/cronica-matinal-em-que-pais-eles-vivem.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-463552800131465587</id><published>2010-12-24T01:33:00.000-08:00</published><updated>2010-12-24T01:36:09.151-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BOAS  FESTAS e FUTURO DE PORTUGAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORREIRO, PÁ!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Primeiro-Ministro de Portugal ao primeiro português Presidente da Comissão Europeia, quando o Tratado de Lisboa foi assinado em 13 Dez. 2007 ... já com bancos europeus a falir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VAMOS TENTAR UNIR, EM 2011, O QUE MAIS IMPORTA A TODOS&lt;/span&gt;  ...  E NÃO APENAS AOS BANQUEIROS OU FACÇÕES POLÍTICAS E ECONÓMICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;votos de Humberto Ferreira na véspera do Natal 2010&lt;/span&gt;. A corrida ao Turismo, ao Mar, ao Ar e às actividades produtivas em geral, nunca foi tão fundamental para a nossa recuperação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2010 deverá ser o melhor ano de sempre, diz Bernardo Trindade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de Dezembro de 2010 PubliturisOnline por Tiago da Cunha Esteves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, disse hoje, em comunicado, que “não obstante as dificuldades sentidas na Região Autónoma da Madeira, temos todas as condições para perspectivar 2010 como o melhor ano de sempre”. A reacção surgiu depois do Banco de Portugal ter divulgado no Boletim Estatístico de Dezembro as receitas turísticas relativas a Outubro. No comunicado, divulgado pelo Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, é dito que a subida de 12% em relação ao ano passado reforça a “boa recuperação do sector face ao actual enquadramento macroeconómico desfavorável a nível internacional”. Brasil (+51,4%), Estados Unidos (+22,8%), Reino Unido (+17,1%) e França (+9,4%) foram os mercados emissores que mais se destacaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo militar é uma potencialidade, diz Bernardo Trindade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 de Dezembro de 2010 PubliturisOnline por Tiago de Cunha Esteves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, disse esta terça-feira, em Tomar, que o turismo militar é mais uma potencialidade para o país. “É, sobretudo, mais uma solução relativamente à potencialidade que esta actividade económica turismo tem relativamente ao território”, disse, citado pela agência Lusa, nas primeiras Jornadas de Turismo Militar, uma organização do Instituto Politécnico local e da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos. “Neste quadro, a circunstância de termos as instituições militares a disponibilizarem as próprias instalações em torno de mais uma experiência enriquece esta actividade económica, o turismo”, acrescentou Bernardo Trindade. O ilustre governante defendeu ainda que, cada vez mais, turismo e cultura devem unir esforços. “Tudo aquilo que pudermos fazer em torno do nosso território para garantir condições de fruição àqueles – nacionais ou estrangeiros – que optam por fazer uma opção de lazer no nosso país é de extrema importância”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bernardo Trindade diz que China é aposta fundamental&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 de Setembro de 2010  PubliturisOnline por Tiago da Cunha Esteves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China é uma aposta fundamental na estratégia de diversificação do governo português. Quem o defende é o secretário de Estado do Turismo, que  se reuniu hoje em Xangai com um grupo de jornalistas chineses, no pavilhão português na Expo 2010, no âmbito da Semana do Turismo. “A aposta no mercado chinês assenta igualmente nas potencialidades identificadas pelas entidades oficiais dos dois países, considerando que são 500 anos de história e de relações que nos unem, nomeadamente através da presença portuguesa em Macau”, disse Bernardo Trindade, citado pela agência Lusa. No primeiro dia do lançamento da Semana do Turismo, segunda-feira, o responsável apresentou Portugal a alguns operadores turísticos de Xangai. Nos últimos dois anos, esta é a segunda campanha realizada por Portugal na China com o objectivo de divulgar o destino Portugal. A campanha, que termina amanhã (quarta-feira) surge em coerência com o Plano Estratégico Nacional de Turismo, no qual a China é identificada como um mercado de diversificação para o turismo nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;BOAS FESTAS, UM SANTO NATAL E UM SUAVE ANO 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os votos enviados de Lisboa, em 24 de Dezembro 2010, do Humberto Ferreira ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aos AMIGOS ... do AR, MAR e TURISMO, no período mais grave do Euro, do projecto de convergência da União Europeia, e das Finanças Públicas e da Economia de Portugal.&lt;/span&gt; Logo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DO ENDIVIDAMENTO, SACRIFÍCIOS E FALÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À EXPORTAÇÃO, TURISMO E ESPERANÇA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Título da crónica Turiscópio, de Humberto Ferreira, no Publituris, edição em papel, em 17 Dezembro 2010, também já editado neste blogue em Dezembro de 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-463552800131465587?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/463552800131465587/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=463552800131465587' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/463552800131465587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/463552800131465587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/12/porreiro-pa-um-primeiro-ministro-de.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-4643546155219647838</id><published>2010-12-21T07:38:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T08:06:12.549-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Balanço Turístico de 2010'/><title type='text'></title><content type='html'>TURISCÓPIO DE 17 DEZ. 2010&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Do endividamento, sacrifícios e falências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à exportação, turismo e esperança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                                                                        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a síntese do ciclo 2008-2011. Não soubemos interpretar os sinais externos, a avisar-nos da insustentabilidade da nossa governação nas últimas décadas. Chegamos à situação de ficar à mercê da especulação dos credores e da incapacidade de resistir sem orientações rígidas do núcleo duro europeu. &lt;br /&gt;Prestes a findar, o ano de 2010 foi caracterizado pelo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;choque com que interiorizamos o descontrolo orçamental e as medidas de austeridade&lt;/span&gt;, gradualmente impostas por políticos desacreditados. &lt;br /&gt;Situação agravada pela constatação da Constituição quase obrigar esses políticos a errar até ao Verão de 2011, sem reconfirmar o voto popular expresso em 29 Set. 2009. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O ano de 2010 foi duro no crescimento do desemprego e na quebra da auto-estima&lt;/span&gt;. Foi mais suave no consumismo, exportações e até nas estatísticas do turismo. &lt;br /&gt;Mas o pior está para vir em 2011. Já em Novembro de 2010, o primeiro mês sem operações regulares da Tui e T. Cook, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Algarve registou a maior quebra sazonal de sempre, com uma ocupação de 24,4%&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O balanço geral da economia nacional em 2010, apenas foi compensado pelo aumento das exportações em drawback (automóveis e tecnologia) e de vinhos, cortiça e materiais que evitaram o descalabro. &lt;br /&gt;Quanto ao ciclo da constatação do grave e elevado endividamento externo, foi ainda caracterizado pelo crescente desemprego, emigração e desorientação de gestores e trabalhadores. Resta-nos uma única esperança: que o ataque à crise seja, finalmente, bem reestruturado, cumprido e orientado. &lt;br /&gt;Não se mexe em equipa vencedora, mas muda-se sempre uma equipa perdedora. E quanto mais cedo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PLANEAMENTO ESTRATÉGICO &lt;/span&gt;– Precisamos com urgência de uma &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estratégia nacional com as linhas de acesso e aproveitamento viável aos nossos vários trunfos&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Voltar ao Mar&lt;/span&gt; e às múltiplas e lucrativas variantes da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agricultura, Floresta e Indústria&lt;/span&gt; (mais adaptada, pois o exemplo da falência da Quimonda foi cruel). &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fomentar&lt;/span&gt; as Minas, a gestão de Obras Públicas no exterior, os Transportes Internacionais, as indústrias da Ciência, Saúde-Bem Estar, Cultura, Espectáculo (com artistas nossos de projecção internacional como no desporto), Ambiente, Ensino, Desporto e Hospitalidade. &lt;br /&gt;Com um governo que garanta &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;proteger e baixar os custos operacionais das empresas produtoras de bens e serviços para exportar&lt;/span&gt;, sejam de dimensão micro, pequena, média ou grande. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portanto sem aumentar em 2011&lt;/span&gt;, 2012 e 2013, os custos da energia eléctrica, dos combustíveis, da água, dos transportes, dos encargos às empresas e trabalhadores.  &lt;br /&gt;Sem um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;trinómio unido&lt;/span&gt; entre empresários-trabalhadores-políticos (por esta ordem e sem supremacia política), não levamos a carta a Garcia. &lt;br /&gt;E nesta abrangente sugestão estratégica, devem ainda &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os partidos apostar na dignificação e formação profissional, apurando a potencialidade das Novas Oportunidades e adaptando o Ensino ao futuro da economia&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cultura e qualidade de vida&lt;/span&gt;. Como? Criando e comemorando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dias Nacionais das principais profissões&lt;/span&gt; técnicas e artísticas. Pois, precisamos de superar novos desafios, motivando iniciativas e propostas que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;surpreendam os consumidores externos e internos,  &lt;/span&gt; individuais e colectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUADRO DE HONRA TURÍSTICO&lt;/span&gt; – Entre os PROGRAMAS DE TURISMO que impressionaram os mercados, destaco: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL SENSACIONAL&lt;/span&gt; (2º ano) da Abreu – boa ideia para o turismo doméstico e receptivo; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO PERCA O SONO A PLANEAR AS SUAS VIAGENS. A TA TURISMO TRATA DE TUDO&lt;/span&gt; – proposta original no arranque da "ingénua" directiva Bolkestein, que liberaliza os serviços na Europa… sem “deslealdade, irregularidades ou fraudes”; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTO MAIS BONITO&lt;/span&gt; – promoção do Porto e Gaia, cidades abraçadas pelo Douro, onde com segurança há mais turismo e novas oportunidades para compensar a Red Bull Air Race. E as capitais gémeas do vinho do Porto, querem atrair mais congressos internacionais e cruzeiros a Leixões; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ALENTEJO – TEMPO PARA SER FELIZ&lt;/span&gt; – a nossa maior região renova a sua aposta em três trunfos: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agricultura, Mar e Turismo&lt;/span&gt;. Além dos excelentes vinhos, cavalos, artesanato, monumentos e turismo náutico no Alqueva e Litoral, assim como no sugestivo programa ALENTEJO RESERVA DARK SKY (em português: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ALENTEJO – O MAIS BELO CÉU ESTRELADO&lt;/span&gt;) – seis municípios do Alqueva – Barrancos, Portel, Reguengos de Monsaraz, Alandroal, Moura e Mourão – visam criar “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma nova vida ao cair da noite&lt;/span&gt;” com a amenidade do grande lago. &lt;br /&gt;Quanto a mim, falta ainda, por exemplo, um grande roteiro religioso: a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ROTA MARIANA&lt;/span&gt; por Braga, Viana, Fátima, Lisboa, Vila Viçosa, etc. Agora que o Turismo Religioso está prestes a entrar no PENT 2011-2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teremos que gerir com eficácia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O MELHOR DE PORTUGAL&lt;/span&gt;, aproveitando os recursos de cada região e zona. Para isso, cabe à &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sociedade civil&lt;/span&gt; apurar e promover &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as "âncoras" de cada município turístico&lt;/span&gt;, formalizando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os clusters associados ao turismo&lt;/span&gt;, para que regiões e zonas colaborem entre si através de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma renovada plataforma público-privada de promoção profissional&lt;/span&gt;. Em vez de se incentivar as rivalidades Interior-Litoral ou Norte-Sul, recomendo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a organização de uma grelha alargada de roteiros capazes de atrair mais e melhores turistas&lt;/span&gt;, e projectando a originalidade do nosso meio rural e costeiro, das planícies e serras, cidades, vilas e aldeias. Por exemplo: criando as &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAPITAIS da joalharia e filigrana&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cristal e porcelana&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;azulejos e loiças típicas&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mármore e pedras ornamentais&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;moda urbana e desportiva&lt;/span&gt; (enfoque na Slimwear para alta competição); &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;calçado e peles&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cortiça e enoturismo&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;termas e spas&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Maravilhas da Natureza&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desportos de competição e de bem-estar&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pecuária&lt;/span&gt; (do gado cavalar, bovino, taurino, e ovino, ao caprino); &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;artes plásticas e antiguidades&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;móveis e tapetes&lt;/span&gt;, etc. Afinal,temos que optimizar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;binómio Turismo-Produção Local&lt;/span&gt;.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ESTIMULAR PRÉMIOS INTERNACIONAIS&lt;/span&gt; – Depois das excelentes experiências dos WORLD TRAVEL AWARDS conquistados por destinos e empresas turísticas, um louvor para o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1º Emmy para Portugal&lt;/span&gt;. A novela Meu Amor ganhou em Nova Iorque  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o troféu da Melhor Telenovela Internacional em 2010&lt;/span&gt;. Produtos com rótulo Emmy passam a ser boas fontes de exportação. Também &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;os acessórios de cortiça da Pelcor&lt;/span&gt;, de S. Brás de Alportel, marcaram ao oferecer peças inovadoras aos líderes da Cimeira Nato 2010 em Lisboa. Aliás, Sandra Correia, a criadora da NovaCortiça aplicada à moda, sempre que vêm a Portugal líderes nas artes, política ou negócios, surge com brindes geradores de exportações. Sem esquecer que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Paula Rego&lt;/span&gt; foi em 2010 ordenada, pela Rainha Isabel II, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dama do Império Britânico&lt;/span&gt;, em reconhecimento da sua notável carreira.&lt;br /&gt;Resta-me desejar que o Ano Turístico de 2011 seja mais suave do que as notícias negativas nos apontam, e apresentar votos de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um Natal com Saúde e um Ano Novo com muita Esperança&lt;/span&gt; à equipa Workmedia, aos leitores do Publituris, e a toda a comunidade do Turismo em Portugal!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-4643546155219647838?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/4643546155219647838/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=4643546155219647838' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/4643546155219647838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/4643546155219647838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/12/turiscopio-de-17-dez.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-6124680265471793441</id><published>2010-12-12T00:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-12T03:11:40.793-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMARATE E PORTUGAL 30 ANOS DEPOIS'/><title type='text'></title><content type='html'>REVISTA DA IMPRENSA - NOTÍCIA DO DIA 11 DEZ. 2010:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Camarate de volta para 9ª tentativa enquanto Portugal se afunda &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;PSD e CDS-PP defendem a constituição da 9ª comissão de inquérito parlamentar&lt;br /&gt;O general Eanes diz que documentos dos EUA podem ajudar no caso Camarate &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Material da Agência Lusa para o portal do jornal Público, &lt;br /&gt;com comentários de Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEAD - O ex-Presidente da República Ramalho Eanes considerou "inaceitável” a ausência de uma conclusão final sobre Camarate, dizendo ser favorável a um inquérito parlamentar e alertando para a existência de documentos nos Estados Unidos que podem ajudar na investigação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia do Público começa: “Entendo que hoje há comissões de inquérito a mais, mas se porventura se entende que esta pode ajudar a esclarecer as questões que estão em aberto que se constitua”, afirmação do general Ramalho Eanes, quando falou aos jornalistas, à entrada para um almoço organizado pela Associação de Ex-deputados da Assembleia da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o general Eanes continuou “É perfeitamente inaceitável que trinta anos depois, esta questão não tenha sido resolvida.Julgo que a sua resolução era imposta pela democracia, pela informação correcta aos portugueses e também pelas memórias de Sá Carneiro, Amaro da Costa e dos outros cidadãos portugueses que morreram no acidente". &lt;br /&gt;Mas pode ser interessante esperar mais algum tempo, porque este ano irão ser desclassificados “documentos confidenciais dos Estados Unidos em relação àquela época”.“Esses documentos iriam fazer muita luz sobre esta questão, porque os Estados Unidos da América acompanharam de perto tudo isto e inclusivamente, a pedido do Governo, mandaram cá um conjunto de peritos” na década de 80, acrescentou Eanes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a notícia do Público remata: "PSD e CDS-PP defendem a constituição de uma nova comissão de inquérito (a 9ª) ao caso do desastre de avião que matou, a 4 de dezembro de 1980, o então primeiro-ministro Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, entre outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIO HF&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Ora a oitava comissão de inquérito parlamentar, face aos novos dados apresentados, concluiu pela “tese do atentado na investigação ao desastre de Camarate”, mas teve que encerrar apressadamente os trabalhos, quando o anterior Presidente Jorge Sampaio decidiu, no final de 2004, dissolver a Assembleia da República, apesar da maioria PSD-CDS que suportava o governo de Pedro Santana Lopes, dirigente nº 2 da comissão política do PSD à época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém relembrar que foi o próprio Presidente Sampaio que deu posse a Santana Lopes, como primeiro-ministro, apenas alguns meses antes. E que só depois de José Sócrates ter sido eleito secretário-geral do PS (em substituição de Eduardo Ferro Rodrigues que se afastou por não ter concordado com a recusa presidencial de convocar novas eleições para se resolver essa crise política), é que o Presidente Sampaio alegou que havia falta de condições de garantia para o desempenho democrático das instituições da República, na ausência de um governo legitimado pelo voto popular. Um comportamento bastante polémico. &lt;br /&gt;Pois a mudança do governo Barroso para o gabinete Santana Lopes deveu-se apenas a um acto político da maior relevância, Foi por José Manuel Barroso ter tido a coragem de aceitar o grande desafio dos seus pares da União Europeia em se candidatar a presidente da Comissão Europeia.&lt;br /&gt;Uns disseram que Barroso quis foi fugir da situação caótica que Portugal já vivia. Outros, como eu, diziam que Barroso e Manuela Ferreira Leite não tiveram foi tempo suficiente para endireitar o buraco pantanoso deixado por Guterres.&lt;br /&gt;Seja como for, José Manuel Barroso foi à luta na Europa e venceu. Desempenha esse alto cargo desde 2005, tendo já renovado a eleição para o segundo mandato. &lt;br /&gt;E convém não esquecer: foi a primeira vez que um português alcançou a indigitação e eleição para tão prestigiante e importante cargo, ao mais alto escalão da estrutura da União Europeia, de que Portugal faz parte integrante. Não foi uma saída precipitada mas mas uma distinção saufragada pela maioria dos europeus representados em Bruxelas e Estrasburgo.&lt;br /&gt;Quem andou mal foi Sampaio. Aceitou e "despediu" Santana. Desacreditou e afastou Ferro (à data líder do PS)e abriu o caminho para o milhão de asneiras e teimosias que Sócrates continua a fazer à custa de erradas avaliações de Belém.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FRÁGIL DEMOCRACIA  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Passados seis anos,afinal, quem acredita na boa-fé do nosso frágil “edifício” democrático?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS FACTOS - Em 2004, um presidente favoreceu o seu partido, dissolvendo a AR quando havia uma maioria parlamentar sem fracturas, apoiante do governo em exercício. &lt;br /&gt;Mas não deixou de exercer as competências constitucionais do seu alto cargo. &lt;br /&gt;Logo o que há é algo errado na Constituição e que tarda a ser reparado ou alterado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS EFEITOS - Agora, em 2010, um governo eleito a 29 de Setembro de 2009, através de falsas promessas eleitorais – como os aumentos precários dos salários do funcionalismo e outras ainda mais graves – tem governado o País para uma das mais graves crises de sempre, em termos de, em breve, correr o risco de não sustentar os encargos externos e internos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PERFIL POUCO RECOMENDÁVEL PARA UM POVO COM 870 ANOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;AS CIRCUNSTÂNCIAS - o actual Presidente faz outra leitura conservadora da situação. Primeiro, porque também não se comove facilmente com os sacrifícios impostos aos portugueses, à conta de equilibrar as frequentes quebras de galhos nas finanças públicas. Todos os governos têm gastado mais do que aquilo que conseguem cobrar em impostos e taxas, aumentando sempre a dívida externa e interna, apesar dos INCOMPORTÁVEIS SACRIFÍCIOS aplicados aos cidadãos que cohabitam com as maiores injustiças da União Europeia.&lt;br /&gt;Segundo, porque não se aplica suficientemente a MUDAR OS VÍCIOS INSTALADOS.&lt;br /&gt;Para ele tanto faz que, por um lado, os portugueses sejam os trabalhadores fixos e precários com os salários mais baixos da Europa e os que trabalham mais horas, com a agravante do pagamento das horas extraordinárias, ter sido praticamente abolido nas empresas privadas, passando a ser prerrogativa para polícias e serventuários do Estado (maior). Mais outro exemplo negativo do alegado Estado Social instalado,&lt;br /&gt;Por outro lado, quem se importa que os políticos enriqueçam mais rapidamente sem dar contas.&lt;br /&gt;Ou que os políticos elegíveis não saibam fazer mais nada, além da intriga e da mentira politica.&lt;br /&gt;Ou que a maioria dos gestores, embora também sejam mal preparados, nas escolas, universidades, organismos do Estado e empresas, possam, mesmo assim, auferir proveitos milionários. Casos específicos dos governadores do Banco de Portugal, TAP, EDP, Águas de Portugal, além de gestores de outras empresas públicas e semi-públicas com acções douradas, sociedades desportivas - as famosas SAD - etc. Desde que se aboliu praticamente a CARTEIRA PROFISSIONAL (e eu lembro-me bem do nome do governo (ir)responsável) que a incompetência, negligência, irresponsabilidade cresceram a um ritmo acelaradex. E quantos concursos públicos para nomeação de cargos oficiais não são sujeitos a contestação? Mas toleram-se títulos vitalícios, como os de gestor público (colocados ou em lista de espera), de formador das Novas Oportunidades, de comissário político (com direito a senhas de presença). &lt;br /&gt;Ou, ainda, quem se mexe para acabar com a corrupção, o compadrio, a marginalidade e a crescente insegurança? Já se diz que,afinal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal não é a WC da Europa (West Coast) mas sim o Faroeste da Europa!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não, enquanto ministros, chefes das polícias, magos das estatísticas, e alguns magistrados esconderem tudo, desde as medidas de segurança "oxalá" aos processos judiciais anedóticos. É preciso um corajoso que divulgue os Wikileaks lusitanos!&lt;br /&gt;O que todos gostam é de aplaudir algumas centenas de futebolistas e artistas que conseguem ganhar fortunas num dos ambientes mais miseráveis da Nova Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A DITADURA DO CALENDÁRIO ELEITORAL &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quem manda neste país é o calendário eleitoral de cada ciclo e cada "reinado". &lt;br /&gt;O actual Presidente está em plena campanha eleitoral para ser reeleito a 23 de Janeiro, próximo. &lt;br /&gt;Mas quem se preocupa em rever a Constituição? &lt;br /&gt;Como pode um país ser governado durante mais oito-nove meses, por um governo que descambou para uma espiral de endividamento externo, afectando várias futuras gerações?&lt;br /&gt;Fala-se que serão precisos 10/12 anos de sacrifícios. Mas nem se poderá pagar toda a factura das despesas dos últimos anos num prazo destes. &lt;br /&gt;Quando muito, poder-se-à reequilibrar o rácio "dívida externa-receitas públicas". &lt;br /&gt;Mas quando se assumiram as obras do TGV, Aeroportos de Alcochete e Beja, da reconversão da bitola ibérica para a europeia da rede ferroviária nacional, das obras ferroviárias do Terminal de Contentores de Alcântara, do fracasso das portagens nas ex-Scuts, e de outras "âncoras da política nacional", ainda vai ser pior.&lt;br /&gt;Só falta, depois, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mudar a capital para a Costa da Caparica&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Para Sócrates poder ficar na história como o Presidente Juscelino Kubitcheck fez em 1960 no Brasil. Construiu uma nova capital e mudou o executivo do Rio de Janeiro para o Distrito Federal.&lt;br /&gt;Neste caso singular, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lisboa muda-se para o Deserto do Lino Jamais&lt;/span&gt;! Nessa altura já dotado de alta velocidade, três aeroportos a sul do Tejo,as Polis da Costa da Caparica e Sesimbra, enfim a capital do socialismo lusitano. &lt;br /&gt;O Brasil também era pobre nos anos 60, mas ficou alegremente endividado para toda a vida. Quanto custa manter uma capital artificial em Brasília, quando a vida económica do país se situa em São Paulo. Quanto custa a deslocação semanal de milhares de titulares de cargos públicos, funcionários e assessores para Brasília? São os políticos visionários e perdulários, os mais perigosos do mundo!&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAIS VALE CAIR EM GRAÇA DO QUE SER ENGRAÇADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cá em Portugal, o actual PM Sócrates aumentou os funcionários 2,9% em 2010 mas vai-lhes reduzir, um ano depois, os vencimentos entre 5% e 10%, a partir de 2011. Baixou 1% do Iva em 2004 e, agora, aplica-nos aumentos semestrais, pois vamos sofrer um aumento generalizado do Iva em 3% (1% a partir de Junho e mais 2% a partir de Janeiro).&lt;br /&gt;Mas não se ficam por aqui &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as maldades do actual PM&lt;/span&gt;: propõe-se aumentar a taxa média do Iva de 12% em 2009 para 23% em 2011, afectando a economia de empresas produtoras e distribuidoras tão diversificadas como restaurantes, ginásios, floristas. &lt;br /&gt;E avança com o seu acto mais desumano de todos: retirando o abono de família aos pais que vencem acima de 529 euros/mês. Calcule-se, uma medida do Salazar fascista! &lt;br /&gt;Além de retirar, ou reduzir, a partir de 1 de Janeiro de 2011, vários apoios sociais a idosos, jovens, doentes crónicos, desempregados (cujo número se aproxima dos 700 mil e não para de crescer) e pobres, tudo em nome do tal novo “Estado Social”, mas do desacreditado modelo patenteado por Sócrates!&lt;br /&gt;Foi, de facto, sol de pouca dura, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;as promessas eleitorais inventadas por este líder do PS na trágica campanha eleitoral no Outono de 2009&lt;/span&gt;, quando conceituados especialistas em economia, finanças públicas e política, além dos comentadores das mais diversas correntes de opinião – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;incluindo a então derrotada líder do PSD, Manuela Ferreira Leite (tão criticada pela bancada do PS, onde estava o jovem Sócrates de serviço)&lt;/span&gt;, lhe fizeram chegar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;repetidos avisos sobre as inevitáveis consequências do grave endividamento público e privado dos portugueses, agravadas pela insustentabilidade dos seus arriscados orçamentos internos, face ao Programa de Estabilidade e Crescimento Europeu, indispensável ao equilíbrio do EURO, moeda comum a 16 Estados Europeus&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Este Sócrates só nos tem dado desgostos, tal como o seu homónimo grego deu aos gregos. Mas teve um fim trágico. Cá foi Sá Carneiro em 1980. O tal inquérito político português, que não bastaram oito versões para se apurar se foi atentado ou acidente, com ou sem negligência! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;APELO AO CONSUMO DESENFREADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É evidente, que um povo bem informado e bem ensinado, deve assumir os seus erros e as suas responsabilidades. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas os consumidores lusos foram, de facto, ludibriados pelos bancos e pelos grandes grupos responsáveis pelo consumismo instalado&lt;/span&gt;, não apenas nas grandes superfícies, mas também em todas as cidades e vilas, para vender largos milhares de primeiras e segundas habitações, automóveis, férias no estrangeiro, iates, festas e ostentação de riqueza sem fim … Sempre com a complacência do PS – que deixou em 2005 de ser o Partido Soarista para se tornar e institucionalizar como um facção socrática, neo-liberal encapuçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CÁ SE FAZEM CÁ SE PAGAM&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;É verdade que só se endivida quem quer, mas os portugueses foram muito mal conduzidos nos últimos 20 anos. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A propaganda oficial e a intensa publicidade dos bancos e grandes grupos económicos&lt;/span&gt;, passaram a dar a entender que os portugueses tinham &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;carta-branca para consumir ainda mais que os restantes europeus&lt;/span&gt;, cujos salários são três a cinco vezes superiores aos seus. Andava todo o mundo envaidecido e entusiasmado pelo euro e pelos volumosos quadros comunitários de apoio, cujo fim já era conhecido mas subtilmente encoberto!&lt;br /&gt;Mas pior ainda foi o facto de não serem apenas os anónimos cidadãos levados a consumir sempre mais e mais ... pelos governos socialistas e sociais-democratas de Cavaco, Guterres e Barroso, em crescendo até Sócrates – o homem que sonhou com o TGV, talvez para poder fazer jogging semanal no Passeio da Castelhana e trocar segredos da Internacional Socialista com Zapatero! &lt;br /&gt;E a “contabilidade” herdada por Teixeira dos Santos obriga a que a República se endivide em espiral para poder pagar os juros dos frequentes empréstimos contraídos, mais os salários e as reformas antecipadas do “monstro” criado pelo Estado Português desde o PREC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;INVENTORES DA PRECARIEDADE E REFORMAS ANTECIPADAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alguém já calculou qual o número total de reformados do Estado, do sector empresarial do Estado, das autarquias e das empresas do sector municipal, mais os reformados sector privado? Que percentagem da população representa?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E quantos deles foram reformados por antecipação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Conheço casos sem fim de reformados desde os 51 anos!&lt;br /&gt;Eu estou à vontade. Trabalhei e descontei de Outubro de 1955 a Maio de 2005 – são 50 anos – e estou aqui para as curvas! Até me “esqueci” de juntar à minha reforma os 25 meses em que servi no Exército, no gabinete do Ministro da Defesa Nacional. Achei sempre que o serviço militar era uma obrigação de cada português à Pátria. Não me preocupei com o que a Pátria não fez por mim, mas, sempre, com o que eu fiz pela Pátria nesse período, embora o País fosse então governado em ditadura por um núcleo poderoso. Nunca fui militarista, mas sinto honra em ter cumprido o meu dever num período difícil em que a antiga União Indiana invadiu Goa, Damão e Diu!&lt;br /&gt;Mas quantos têm um passado de trabalho semelhante ao meu? Talvez alguns médicos, advogados, empresários e o cineasta emérito Manuel de Oliveira! Titulares de cargos públicos, não acredito! Sejam de que cor forem!&lt;br /&gt;Mas agora? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não há um núcleo ainda mais poderoso que faz o que quer?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Simplesmente por estar apoiado por uma maioria sociológica eleitoral (obtida à custa de falsas promessas, conforme demonstrei acima), mas que difere bastante da matriz social que encontramos no dia-a-dia na rua, bairros, transportes, mercados, comércio, escolas, fábricas, repartições públicas, parques ou campos desportivos. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alguém dúvida das sondagens de opinião, e de que o descontentamento e a desilusão política alastram em todo o lado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E ainda alguém confia nos dados e conselhos do governo e dos deputados?&lt;br /&gt;Por isso não me admiro que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o general Ramalho Eanes se queixe, agora, de que, em 30 anos, a classe política tenha desprezado apurar a tese do alegado atentado contra o então ministro da Defesa Amaro da Costa&lt;/span&gt;, que vitimou também o Primeiro-Ministro Sá Carneiro e mais cinco pessoas, na trágica explosão, queda e fogo no Cessna sobre o popular bairro de Camarate, num abortado voos entre a Portela e Pedras Rubras na fatídica noite de 4 de Dezembro de 1980. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Passados 30 anos, poucos acreditam ainda na boa-fé da actual classe política&lt;/span&gt;. Nem posso dizer BEM FEITO, pois trata-se de um facto duplamente triste. &lt;br /&gt;Por sinal, estive presente no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;último discurso público de Sá Carneiro, no Congresso das Agências de Viagens e Turismo, realizado dias antes em Tróia&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Chego agora à conclusão, através das declarações do general Eanes, que vai ser necessário, o governo norte-americano libertar, brevemente, a documentação secreta de 1974/84, para uma Wikileaks qualquer revelar o segredo do tráfego de armas para o Iraque, através de Portugal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;  &lt;br /&gt;RECIBOS VERDES, TRABALHO PRECÁRIO E FUTURO INCERTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Temos futuro? Teremos. Mas com crescentes sacrifícios. Dou graças a Deus por ter nascido com a grave Depressão de 1930, ter passado em Lisboa, a II Guerra Mundial com muitos sacrifícios, apesar da nossa neutralidade. E ter beneficiado de 65 anos de Paz na Europa nos últimos anos, presenciando a libertação do regime de Salazar e Caetano, a admissão na Europa e na moeda única, além de nunca ter passado um dia no desemprego, e de ter trabalhado em mais de 12 empresas ao longo de uma carreira de 50 anos.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas quem inventou os recibos verdes no Estado? O trabalho precário? A quebra nas prestações da Segurança Social? Os salários em atraso? E as reformas antecipadas?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Eu não fui. Mas faço ideia de quem permitiu tais disparates!  &lt;br /&gt;Creio que não falta muito para mais portugueses receberem salários e pensões com atraso! Pois, a actual situação vai tornar-se insustentável. Quantos meses faltam? Eu não quero ser o arauto da desgraça! Apenas o leal amigo que os avisa das ameaças que pairam sobre o nosso País. Se todos nos unirmos, se nos mobilizarem no bom sentido e no melhor rumo. E se trabalharmos em equipa. Estou certo que conseguiremos ultrapassar mais este vendaval socrático!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-6124680265471793441?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/6124680265471793441/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=6124680265471793441' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6124680265471793441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/6124680265471793441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/12/revista-da-imprensa-noticia-do-dia-11.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-3573974285361819933</id><published>2010-11-20T02:29:00.000-08:00</published><updated>2010-11-20T04:50:59.818-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUROLÂNDIA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O país das excepções e dos "excepcionáveis"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Onde se aprecia mais o dinheiro vindo do saco roto e vazio do Estado, do que os macacos se perdem por uma banana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por humberto ferreira – comentarista freelancer de Benfica para o Mundo Português &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os juízes e magistrados a não aceitar os cortes salariais e “outros” complementos. Agora são os quadros do Banco de Portugal a queixar-se a Frankfurt!&lt;br /&gt;Mas foram os militares e os membros das forças policiais a quererem ser excluídos dos sacrifícios impostos aos restantes portugueses. &lt;br /&gt;Foram os deputados do partido no poder a lastimar-se e pedir para a cantina da Assembleia da República passar a fornecer também jantares ao “preço social”. &lt;br /&gt;Foram os autarcas a protestar pelos cortes nos salários e na distribuição do “bolo” dos impostos às câmaras e juntas de freguesia (com o crescente despovoamento do interior e da província, serão assim precisos o mesmo número de “poleiros” nas câmaras e freguesias?) O poder local é um dos polos onde é preciso reduzir despesas.  &lt;br /&gt;Foram os funcionários públicos a protestar, com alguma razão, para os cortes nos vencimentos em 2011 e... para sempre. Mas precisam deixar de praticar tantas pausas para fumar, tomar café, uma bebida ainda mais estimulante, ou, simplesmente para tomar ar ou desanuviar do ambiente pesado das repartições, ao mesmo tempo que exigem aumentos, indiferentes aos empréstimos externos quase diários que o Governo faz para pagar os juros dos empréstimos comprometidos nas últimas três décadas e para conseguir dinheiro, não apenas para pagar as parcerias público-privadas inventadas por esse génio Cravinho, que dotou o país com a rede de auto-estradas menos utilizada na União Europeia, mas também para pagar as constantes viagens e ajudas de custo de ministros, secretários de Estado, assessores, consultores, e secretárias, para Portugal estar sempre representado nas centenas de reuniões, conferências, cimeiras e congressos que se realizam nos destinos turísticos mais apetecíveis do globo, a propósito de tudo e de nada, talvez apenas para comprovar a superioridade dos políticos e tecnocratas em relação ao resto do pessoal contribuinte. Os funcionários públicos devem atender melhor os cidadãos e com mais eficácia e rapidez, se quiserem criar maior simpatia pela sua causa. Pois, na verdade, o cidadão médio sabe que o funcionalismo é mais bem pago que a generalidade dos trabalhadores privados. &lt;br /&gt;E foram os médicos, professores, enfermeiros, formadores, artistas, realizadores de cinema, criadores e membros de todas as “corporações” e “grémios” que souberam resistiram ao 25 de Abril e a que se juntaram os membros de todos os partidos e movimentos políticos, entretanto, constituídos para salvar o país, mas que se mostram sempre bem DESCONTENTES com o resultado das suas lutas, das suas batalhas, das suas exigências não atendidas, ou será apenas pela sua reconhecida falta de eficácia na solidariedade inter-profissional e multi-geracional? Uma vez que nem a educação cívica e a "escassa" informação souberam incutir, nos últimos 36 anos, esses deveres à maioria dos cidadãos activos deste país?&lt;br /&gt;Relembro a MENSAGEM que governantes e governados devem interiorizar, nesta fase da crise (que se adivinhava já em 2007, com os primeiros sinais da falência de bancos estrangeiros - aviso que em Portugal foi subestimado e artificialmente adiado para 2010, com a falência declarada do BPP e o "mistério" que ainda paira sobre o futuro do BPN nacionalizado em 2008?):&lt;br /&gt;IMPORTA, agora, é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;unir esforços, mobilizar o maior número possível de pessoas familiares, amigos e colegas, para convergir nas políticas e nos planos sensatos, visando a recuperação e o equilíbrio entre o que se produz e vende e entre o que se consome e se gasta em material absolutamente supérfluo&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;E prepararem-se para aguentar estes sacrifícios, pelo menos, mais cinco anos, até finais de 2015 para então se ver o resultado e respirar de alívio. Ora a VERDADE É ESSENCIAL NUMA JORNADA DIFÍCIL COMO ESTA. &lt;br /&gt;Devemos, sim, desmascarar a mentira e os mentirosos que nos têm desviado do cumprimento dos "nossos" compromissos comunitários e monetários, como membros do EURO – moeda única de um núcleo de países europeus, cujo sistema monetário central impõe certas normas, como não pode deixar de ser indispensável. Mas há pensadores e ideólogos que ainda pensam e transmitem que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para transaccionarem em euros, basta que os ALEMÃES pagam a crise?  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O vício de Portugal gastar sempre à grande já vem de trás - da monarquia, da 1ª República e do laxismo orçamental do Conselho da Revolução e da esquerda ortodoxa!  Os políticos contemporâneos com expressão eleitoral maioritária, foram formados na premissa de que não se pode cortar nos gastos supérfluos de uma Administração Pública bastante burocratizada mas demasiado aberta a desperdícios, erros e injustiças. Com um funcionalismo, por vezes, arrogante, ineficiente e intolerante a atender e servir o público. No Reino Unido, por exemplo, continua-se a adoptar a classificação de PUBLIC SERVANT. Por isso, dá vontade de perguntar cá: mas que mal fizemos nós para sustentar uma administração pública que só nos causa problemas? Quando para os resolver (e mal, na maior parte dos casos) temos que recorrer aos tribunais mais lentos do mundo! &lt;br /&gt;Há que vir alguém com coragem e MUDAR ISTO TUDO!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESVIO OBRIGATÓRIO&lt;/span&gt; - A Cimeira do Conselho do Atlântico, que hoje fecha em Lisboa, sendo um compromisso de defesa a que Portugal aderiu em 1949, não passa de mais uma tentativa para os actuais governantes desviarem a nossa e a atenção dos seus parceiros internacionais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;da DIFÍCIL situação em que os portugueses se encontram, até pagar a um nível aceitável, uma divida monstruosa de mais de uma centena de biliões de euros a bancos e investidores estrangeiros&lt;/span&gt;. É trista mas lembra as festas das famílias ricas que ficam a dever aos fornecedores e a quem trabalha para elas!   &lt;br /&gt;Ou, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMO ALTERNATIVA&lt;/span&gt;, … aos portugueses incapazes de compreender a situação triste do Pais, mas que não aceitem viver sem ser à custa de empréstimos cada vez mais caros e escassos, devem tratar, quanto antes, de EMIGRAR para outras paragens, como fizeram os nossos antepassados e milhares de contemporâneos têm voltado a fazer, enquanto lhes assiste o direito de livre circulação no espaço da União Europeia ... ou seja enquanto a ALEMANHA nos deixar transaccionar no sistema da Eurolândia. Quem será o primeiro país a ser "despedido" deste sistema por gastar mais daquilo que produz: a Grécia, Irlanda ou Portugla? Afinal, estamos no pódio da vergonha! E A CULPA NÃO FOI MINHA! &lt;br /&gt;Sem se trabalhar mais, sem se contribuir para as soluções e não para os problemas, e sem se demonstrar mais solidariedade e um espírito construtivo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a independência de Portugal não dura muito mais tempo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Especialmente, se este Governo continuar a gastar como tem gasto desde 2005 e continua a DESPERDIÇAR. Basta ler os jornais e ver a TV todos os dias a relatar factos inacreditáveis de fuga às disposições das Finanças! &lt;br /&gt;E, neste aspecto, convém lembrar que a nossa CONSTITUIÇÃO mal feita, não permite agora, até Maio de 2011, voltar a pensar em novas eleições … para se tentar remediar o ERRO cometido pelos eleitores em 29 de Setembro de 2009. &lt;br /&gt;Olhe que não foi assim há tanto tempo, que esses mesmos Juízes, Magistrados, Militares, Polícias, Guardas, candidatos a Deputados, Autarcas, Funcionários Públicos, Médicos, Enfermeiros, Professores, Formadores, Assessores, Consultores, Artistas, Realizadores de cinema, Criadores e membros de todas as “corporações” e “grémios” que têm conseguido resistir ao 25 de Abril de 1974, se ENGANARAM redondamente a votar! Só espero que não se enganem tão cedo. Por favor, experimentem outra solução mais sensata!       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOTÍCIA DO DIA 20 NOV. 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Governo garante que Banco de Portugal não escapa aos cortes salariais &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Do Público 20Nov2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Apelo do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, não surtiu efeito no Ministério das Finanças&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Governo não parece estar disposto a aceitar o apelo do Banco Central Europeu para que o Banco de Portugal seja excluído dos cortes salariais previstos no Orçamento do Estado para todos os ministérios e administrações públicas, incluindo os reguladores.&lt;br /&gt;Questionado pelo PÚBLICO sobre a possibilidade de se vir a introduzir uma alteração na disposição da proposta orçamental que prevê a extensão dos cortes salariais a entidades como o Banco de Portugal, fonte oficial do Ministério das Finanças garantiu que não serão previstas excepções. "Reafirmamos que as medidas aplicadas às empresas e institutos públicos propostas pelo Governo não contemplam quaisquer excepções, sendo assim de aplicação genérica", dizem as Finanças.&lt;br /&gt;A confirmar-se este cenário pode vir a abrir-se aqui uma guerra entre o governo e as autoridades monetárias europeia e nacional. O Banco Central Europeu, numa opinião assinada por Jean-Claude Trichet e entregue ao Parlamento português, diz que uma imposição deste tipo ao Banco de Portugal constitui uma violação ao princípio da independência dos bancos centrais, prevista nos tratados europeus.&lt;br /&gt;Trichet sugere que, na Assembleia da República, se discuta ainda esta matéria e se deixe para a instituição liderada por Carlos Costa a liberdade total para decidir qual o rumo que dá à sua política salarial e à gestão dos recursos humanos.&lt;br /&gt;No mesmo dia, o Banco de Portugal mostrou confiança total num recuo do Governo nesta matéria, cumprindo a decisão do BCE, dispondo-se, em contrapartida, por sua livre iniciativa, a aplicar uma política salarial de grande contenção. O PÚBLICO sabe que, dentro do Banco de Portugal, está mesmo a ser preparado um plano específico de cortes salariais que se adapte à instituição&lt;br /&gt;No entanto, nas propostas entregues pelos partidos de alteração à proposta de Orçamento do Estado para 2011, não consta qualquer mudança ao artigo que alarga o corte salarial na função pública às entidades reguladoras nacionais. Os deputados do Partido Socialista revelaram desconhecer a possibilidade de lançamento de qualquer iniciativa nesse sentido. E agora, com esta posição, o Ministério das Finanças mostra não ter como intenção proceder a mudanças. Do lado do Banco de Portugal não houve, ontem, novas reacções oficiais.&lt;br /&gt;COMENTÁRIO FINAL HF: Cá está o presidente do BCE (responsável pelo sistema monetário comum) a dizer que compete ao Parlamento de Lisboa decidir sobre os vencimentos dos quadros do BdP, uma vez que o sistema do Euro não é comandado pelo engenheiro Sócrates, mas sim por Frankfurt! Amigos: não há almoços grátis. Bom aviso do prof. João César das Neves!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-3573974285361819933?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/3573974285361819933/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=3573974285361819933' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3573974285361819933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3573974285361819933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/11/o-pais-das-excepcoes-onde-se-aprecia.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-271628669894912105</id><published>2010-11-11T00:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T01:33:55.564-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TURISMO REGIONAL SOB NOVO RUMO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turismo Regional Intensifica Ataque&lt;br /&gt;a Agências de  Viagens &lt;br /&gt;Introduzindo Novos Concorrentes ... as ARPT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos parecem aceitar estas curiosas propostas do organismo central de promoção e licenciamento turístico... Ou andarão entretidos com outras guerras? &lt;br /&gt;A comercialização directa das agências regionais de promoção, junto dos consumidores, só deve ser permitida se for feita através de incentivos às próprias campanhas dos operadores e agências turísticas. Há duas formas de promoção: a institucional e a directa. A promoção institucional deve ser orientada pelos organismos que superintendem cada sector. E a directa deve ser exclusiva das empresas e parcerias que o façam por sua conta e risco, ou pelas que se candidatem, nos termos de leis justas e equitativas, a verbas de apoio e incentivo às actividades económicas dedicadas à exportação - que será na próxima década (pelo menos) a prioridade no plano de recuperação da vida financeira portuguesa.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NÃO CONFUNDIR EMPRESAS COM ORGANISMOS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ou será que se pensa que as "agências regionais de promoção turística" também têm alvará de agência de viagens? Com direito de vender ao público? E competir com as empresas estabelecidas? &lt;br /&gt;Que grande negócio! Não pagam impostos. Não pagam rendas, salários nem despesas de manutenção e representação. O Orçamento do Estado até costumava dar para cobrir tudo. De futuro, não!&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, estas propostas de lei constituem sempre mais uma alegria para os boys!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E AS ENTIDADES REGIONAIS DE TURISMO ...?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Afinal para que servem? Para fazer o lugar mau da fita? As fiscalizações? A burocracia dos licenciamentos? As reuniões chatas? &lt;br /&gt;Vamos ver se nos entendemos: uma coisa é o apoio devido pelo Estado às empresas que se constituem legalmente, neste país, para promover as actividades económicas permitidas! &lt;br /&gt;Ora esse apoio pode ser prestado a nível público e privado. O público é por organismos de cooperação, como as agência regionais de promoção turística, que como o seu nome indica devem colaborar na organização dos melhores e mais eficazes meios para se promover os respectivos destinos, produtos e serviços turísticos, postos à disposição dos mercados externos e interno, pelas empresas que exercem a sua actividade em cada região ou até no estrangeiro. A nível privado por intermédio das associações empresariais, profissionais, culturais, desportivas, nacionaism regionais ou locais, assim como pela constituição de parcerias e consórcios especializados no sector, tema ou destino em causa.    &lt;br /&gt;Agora oficializar, por meio de um diploma a publicar no Diário da República, que compete exclusivamente às ditas agências regionais de promoção turística, o controlo de todas as campanhas de promoção nessa região, é um exagero de quem gosta de mandar e subjugar as empresas privadas ao seu poder de quero, posso e mando, a troco do uso canalizado das verbas provenientes dos impostos pagos pelo conjunto dos contribuintes portugueses, e destinados ao apoio do Estado à promoção turística das várias regiões de Portugal. Já se admite que a Administração Pública tem que ser "encurtada" e racionalizada, por isso, não faz sentido tantos organismos, nem tantas hierarquias e patamares. Somos um país pequeno e vivemos na era das comunicações electrónicas instantes.   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÕES REGIONAIS NA COMERCIALIZAÇÃO DIRECTA? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo li, prepara-se a breve apresentação pública do novo modelo de contratualização, entre o Turismo de Portugal e as agências regionais de promoção turística. Assim, o TP já terá apresentado o projecto do seu novo modelo de contratualização a certas Associações Regionais de Promoção Turística. &lt;br /&gt;Após a recolha dos pareceres das entidades contactadas, ficará concluído o processo, que subirá então a conselho dos secretários de Estado para aprovação, depois de introduzidas as mais válidas sugestões aceites. Por fim, será submetido a Conselho de Ministros e publicado no DR.&lt;br /&gt;Consta que, nesta nova proposta de contratualização, será atribuída prioridade para que a essas agências regionais seja permitida a comercialização directa, traduzida na obrigação de que um terço das verbas disponibilizadas no orçamento anual das mesmas, deverá ser atribuído ao apoio e incentivo à comercialização. &lt;br /&gt;Esta novidade, como não podia deixar de ser, foi bem recebida pelos responsáveis regionais, que poderão assim intervir directamente na comercialização de produtos e programas turísticos, em paralelo com as empresas estabelecidas no ramo e que vivem, de uma maneira geral, sob grandes dificuldades. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FINANCIAMENTO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A proposta prevê que o financiamento a projectos apresentados pelas empresas privadas, contemple o seguinte princípio: por cada euro investido pela empresa, corresponde a um euro pela ARPT, face a quatro euros da dotação do TP.&lt;br /&gt;Quanto ao processamento recomendado, começará pela análise das propostas de candidatura das campanhas idealizadas pelas empresas. Em seguida passa-se à fase da selecção das melhores, observando-se e seguindo-se, meticulosamente, o critério das prioridades estratégicas regionais, evitando-se toda e qualquer afinidade pessoal ou partidária. Credo! &lt;br /&gt;Finalmente, a quem conseguir passar por este crivo, será então concedido o apoio pretendido, mas ficando as ARPT responsáveis pela boa execução das campanhas. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MARKETING REGIONAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na elaboração, aprovação e execução dos planos regionais de marketing turístico está, aparentemente, redigido que as únicas entidades com intervenção na promoção externa são as ARPT e não as Entidades Regionais de Turismo. &lt;br /&gt;Daí a minha pergunta, acima: para que servem, afinal, as ditas Entidades Regionais de Turismo? Para reunir? Para marcara presença nas inaugurações e outros actos sociais da actividade regional turística?&lt;br /&gt;Por fim, confirma-se que o novo modelo de contratualização adapta à legislação continental, a recente iniciativa polémica do Turismo dos Açores e da Sata, sobre o genial título “Visite os Açores com voo incluído” (na versão em português). As favoritas ARPT passam, pelos vistos, a mandar em tudo, de mãos dadas com o TP, ficando de fora as ERT e as empresas que queiram ser diferentes.&lt;br /&gt;Foi para isto que os militares fizeram o 25 de Abril?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-271628669894912105?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/271628669894912105/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=271628669894912105' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/271628669894912105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/271628669894912105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/11/turismo-regional-intensifica-ataque.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-3111190326767323933</id><published>2010-11-06T15:30:00.000-07:00</published><updated>2010-11-11T00:03:35.094-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TURISMO E A CRISE GLOBAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RADIOSCOPIA DA REPÚBLICA CENTENÁRIA - I &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt; * Ciente das dificuldades de financiamento externo para pagar a despesa corrente do Estado Português em 2010 e anos seguintes, prescindi da radiografia, bastando-me as radioscopias mais baratas!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LUSITANAS VAIDADES &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira     &lt;br /&gt;Portugal-2010 é uma enorme feira de vaidades. Um terço da população finge que trabalha, outro terço finge que é rico, e outro terço finge que está satisfeita com a vaga cor-de-rosa-choque, pois já não trabalha, vive mal com pensões de miséria, mas consegue fazer fingir que “adora” Sócrates e o seu fingido “Estado Social” cada vez mais fragilizado. &lt;br /&gt;Apenas duas elites se livram deste estatuto: a financeira e a política, constituídas por banqueiros e executivos dos maiores grupos empresariais, mais centenas de autarcas e deputados, membros do governo, assessores, titulares de cargos públicos e os mal-amados gestores do sector empresarial do Estado e do crescente núcleo empresarial municipal. Um painel tríptico, que resta saber até quando dura?  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POLÍTICAS DESNORTEADAS&lt;/span&gt; - Foi criado e desenvolvido, nestes 15 últimos anos, o “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal faz de conta&lt;/span&gt;”, com um numeroso contingente de pobres de espírito, beneficiários do regime, a fazer de conta que trabalham e são importantes (imprescindíveis) para as respectivas comunidades. &lt;br /&gt;Uns são diplomados com os cursos mais teóricos da história da civilização ocidental (quando não em universidades duvidosas). Outros são indivíduos a quem falta o culto da pontualidade no trabalho e nos prazos, onde sobra a rivalidade, a crispação e a defesa prioritária dos seus direitos, esta sempre à frente do cumprimento dos seus deveres cívicos e pessoais. Outros ainda, a quem falta a cultura da cooperação, do trabalho em grupo e do profissionalismo bem organizado, mas onde avultam em excesso o egoísmo e o individualismo. Perguntam-me: mas o que tem a ver os Estado com essa falta endémica de civismo? Respondo: tudo! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAPEL DO ESTADO&lt;/span&gt; - Cabe ao Estado criar as condições para desviar a sociedade de eventuais vícios de ostensivo mau comportamento colectivo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;seja através do bom exemplo dos seus altos representantes&lt;/span&gt; seja pelo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ensino público adaptado às exigências do século XXI&lt;/span&gt;, seja ainda quando facilita, pela via legal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a cooperação e o trabalho colectivo&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;em vez do&lt;/span&gt; pendor para o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;facilitismo, a cunha, a artimanha, o egoísmo e o individualismo&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Uma coisa é querermos todos ser empreendedores e “empresários” quando se sabe e se pode. Outra é iludir as pessoas com falta de preparação &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para tomar conta da responsabilidade do binómio social e económico de uma loja, oficina, atelier, empresa ou fábrica!&lt;/span&gt; O regime fiscal acabou com comerciantes, comissionistas ou artífices, para promover todos a empresários. Creio que a reforma foi do PSD, na década de 1985/95 mas o resultado está à vista. &lt;br /&gt;A iniciativa privada não é apenas exclusivo dos audazes e “espertos” mas, sim, dos que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;trabalharam, estudaram e aperfeiçoaram a liderança através de formação adequada para tais responsabilidades&lt;/span&gt;. O documento a exigir &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a quem queira abrir uma “empresa na hora” deve ser um atestado público&lt;/span&gt; nem que seja das Novas Oportunidades, em como está habilitado para o efeito. O resto enquadra-se no leque viciado das lusitanas vaidades.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RADIOSCOPIA DA REPÚBLICA CENTENÁRIA - II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LUSITANOS VÍCIOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;A III República praticamente destruiu, desde 1974, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o aparelho produtivo na agricultura, pescas, indústria, serviços e comércio&lt;/span&gt;. Este governo tentou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;apoiar as Novas Tecnologias&lt;/span&gt;, como se fosse a panaceia para a nossa falta de produtividade e competitividade. Mas o maior erro foi à custa do criminoso abandono da agricultura, construção naval, indústria pesada, ligeira, química e outras. Aqui só valeram obras, alta-costura e alta tecnologia. O pior é que quando os empresários aceitam reformular fábricas ou escritórios, equipando as instalações e procedimentos com novas tecnologias, a primeira coisa que procuram é: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quantos empregados posso dispensar?   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nem a falência da exemplar Quimonda&lt;/span&gt; (caso que Sócrates se apressou, como sempre, a imputar a causas externas, ou seja ao fracasso da casa matriz alemã) serviu de emenda. O governo e grupos económicos lusos têm ignorado que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nenhum País deve assentar a esperança das gerações futuras numa grande fábrica&lt;/span&gt; (nem que tenha a maior quota de exportações anuais e 1800 trabalhadores) num único sector. Muito menos num produto com uma venda muito limitada, para um tipo específico de fabricantes. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aos primeiros sinais&lt;/span&gt; da crise global de 2008, não obstante a sua avançada tecnologia, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a Quimonda Portugal cessou a actividade e despediu o pessoal&lt;/span&gt;, não obstante as imediatas medidas de apoio portuguesas e europeias (aliás, a ajuda comunitária aos pessoal, só foi desbloqueada em Outubro de 2010). &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resta desejar o êxito da sua reconversão parcial&lt;/span&gt;. Basta de Aerosoles, Rhodes, Bombardier e tantas outros casos lamentáveis. Não a mais governos e empresários que vendem tão mal o talento e a qualidade nacional a terceiros.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PREFERÊNCIA POR MARCAS ESTRANGEIRAS &lt;/span&gt;- Qualquer análise destes 15 últimos anos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;passa pela descaracterização do alto valor do made-in-Portugal&lt;/span&gt;. Sei que no tempo em que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a Covilhã foi a capital das fazendas para as alfaiatarias de Saville Road&lt;/span&gt;, em Londres, também se fabricavam cortes e padrões que faziam a delícia dos gentlemen ingleses com a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;marca made-in-Great Britain&lt;/span&gt; na ourela. &lt;br /&gt;Mas com mais de sete anos de crise, nas lojas nacionais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sobram as grandes marcas mundiais&lt;/span&gt; ao lado do “pechebeque” chinês, numa corrida desenfreada a tudo o que é marca “made” no exterior …&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mesmo por vezes contrafeita, não obstante as “visitas” da Asae! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E sobre marcas mundiais, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portugal está ausente dos mercados externos&lt;/span&gt;. Hoje, apesar do inegável aumento das exportações, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não há vinho, outra bebida&lt;/span&gt; ou outro produto alimentar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;de marca portuguesa à venda nas melhores cadeias internacionais de hotéis, restaurantes, bares, cruzeiros, nem nas lojas francas, cadeias de armazéns e supermercados de marca&lt;/span&gt;. Lembro-me quando encontrei nas Ilhas Fiji, vinho Mateus Rosé, vinho do Porto, e entre outras marcas, atum Tenório, sardinhas La Rose, porcelanas Vista Alegre, ou na Europa fazendas da Covilhã, fósforos, máquinas Oliva, veículos todo-o-terreno UMM, navios construídos na CUF e Gafanha, etc. Agora, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;além dos computadores infantis Magalhães, canoas Nelo, e alguns catálogos de turismo&lt;/span&gt;, Portugal desapareceu dos centros comerciais. Até cá, no nosso comércio de luxo e no gourmet, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o made-in-Portugal está em franca desvantagem!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-3111190326767323933?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/3111190326767323933/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=3111190326767323933' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3111190326767323933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/3111190326767323933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/11/radioscopia-da-republica-centenaria-com.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-1027988241799468707</id><published>2010-11-06T15:06:00.000-07:00</published><updated>2010-11-06T15:21:18.495-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TURISMO E A CRISE GLOBAL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Unir esforços e reorganizar para Portugal e Turismo avançarem – I&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crónica publicada no semanário PUBLITURIS em 5 de Novembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sem consenso, seremos um povo marginal&lt;/span&gt;” - Artur Santos Silva no Centenário da República. É verdade, mas com o OE2011, o Governo vai amputar do Turismo a Inspecção Geral dos Jogos. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ouviu-se algum protesto? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O organismo data de 1927 mas o governo decretou a extinção em 2007 com o Prace, que extinguiu a DGT, Icep-Turismo e Inftur, mas encalhada numa irregularidade, a IGJ foi mantida. Insiste agora este governo que a Asae é adequada para inspeccionar casinos e recolher as verbas legais destinadas a obras do foro turístico. Aguardo o desfecho sob protesto, pois com casos destes torna-se difícil unir esforços e reorganizar Portugal e o Turismo, para enfrentar duros desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TANDÉM TURISMO-TRANSPORTES&lt;/span&gt; – A minha tese é reforçar a parceria Turismo-Transportes e não reduzir a competência nos casinos. Os Transportes reforçariam o cluster. Aliás não há Turismo sem Transportes e vice-versa! Transportes internacionais e Turismo ambos captam divisas e o MOPTC já é um ministério tão complexo, com tantas obras e equipamentos públicos e comunicações a dirigir, que dificilmente chega para planear e dinamizar os intensos elos externos inerentes às rotas aéreas, marítimas, ferroviárias e rodoviárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o Turismo oficial deve assumir que às regiões e áreas metropolitanas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;importa mais apoiar o turismo receptivo&lt;/span&gt; (externo e doméstico) em articulação com os indispensáveis transportes, do que subsidiar festas e iniciativas locais à conta do duvidoso retorno turístico avulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um País a reorganizar e melhorar&lt;/span&gt;, numa convergência de excelência colectiva super partidária, sabendo-se que os organismos e empresas devem ser periodicamente adaptados à inovação e tendências de cada década, sem cortar a linha da tradição, tão cara aos turistas. Estes procuram emoções, contrastes, aventura mas também tradição e cultura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRÓS E CONTRAS NO TURISMO&lt;/span&gt; – Não sendo o único a criticar o status-quo, lembro o que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vitor Neto&lt;/span&gt; (ex-secretário de Estado do Turismo do governo de Guterres) revelou nesta página a 22 Outubro: O Turismo já trazia antes de 2009 problemas a que se tem furtado, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;como a estagnação que não foi invalidada pelos bons indicadores de 2007, nem muito menos pelos dados de anos anteriores ou seguintes&lt;/span&gt;. A euforia apressada, gerada a seguir aos dados deste verão, permitiu chutar para a frente, decretando-se a recuperação. O que hoje não tem sentido, muito menos quando se anuncia mais do mesmo. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ignorando saber-se porque o Algarve perdeu 3,2 milhões de dormidas entre 2001 e 2009&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora a Tui e a Thomas Cook anunciam a suspensão de operações para o Algarve até Abril 2011, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;depois de mais de quatro décadas de presença nas férias do mais ameno inverno europeu&lt;/span&gt;. A Aheta bem avisa que a actual fragilidade do Turismo algarvio pode voltar a encerrar unidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o único a propor a isenção de portagem nas scuts aos autos ligeiros estrangeiros&lt;/span&gt;, para Portugal se afirmar como Destino de Turismo, mas prevaleceu a tónica “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os turistas que paguem a crise!&lt;/span&gt;”, aliás tal como o “alcaide” de Lisboa ao querer taxar as entradas aéreas, marítimas e ferroviárias, mais as dormidas na capital. Quem cá vier paga desde 20 cêntimos nas extintas pensões a 1,90 euros por cabeça nos hotéis de luxo, estimando um encaixe de 13 milhões de euros/ano para compensar o corte do OE2011. Proposta recusada pelos hoteleiros, deve ser abortada para os restantes 337 “alcaides” desistirem da corrida aos bolsos dos turistas. E de candidato ao Top10 mundial, Portugal passa a destino maldito do lóbi dos turistas motorizados e das empresas internacionais de rent-a-car.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E DEPOIS DE SETEMBRO ...&lt;/span&gt; – No Turiscópio de 8 Outubro apelei &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;à esperança em Portugal, no Turismo e no Mar&lt;/span&gt;, avisando para os efeitos do “fraco Agosto turístico no Algarve”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o INE, sempre a subir, revela que as dormidas na hotelaria portuguesa, em Agosto, atingiram 5,7 milhões e as receitas 291,8 milhões de euros, com uma receita média por quarto disponível (revPAR) de 54,7 euros, ultrapassando o recorde histórico de 2007. As dormidas registaram um crescimento mensal homólogo de 5,9%, graças aos não-residentes (+8%) e residentes (+3,1%). Em Agosto de 2009, ano da maior quebra geral na economia, as dormidas registaram 5,4 milhões e os proveitos 259,4 milhões de euros, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;depois de em 2008 terem também caído 1,1% as dormidas e 1,3% as receitas, relativamente a 2007.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agosto de 2010 registou ainda a subida homóloga dos principais emissores: França com + 14,7% e Alemanha + 14,6%. As quebras vieram da Holanda com menos 0,5% e Irlanda com menos 4,2%. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E o total de hóspedes subiu 4,9%, um recorde de 1,767 milhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Observatório do Turismo de Lisboa&lt;/span&gt; (não bastaria uma entidade nacional de estatística turística?) assinala para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Setembro 2010, uma baixa geral na hotelaria de Lisboa&lt;/span&gt;, onde &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um quarto de 5-estrelas custou menos 30,6% do que em Setembro 2008&lt;/span&gt;; um de 4-estrelas menos 16%, e um de 3-estrelas menos 3,4%. Mas o mesmo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OTL&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;prevê a recuperação para breve&lt;/span&gt;, pois &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;entre Janeiro-Setembro 2010/2009, o RevPAR em Lisboa, subiu nos 5-estrelas 11,1%&lt;/span&gt;, nos 4-estrelas 5,8% e nos 3-estrelas 2,3%. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Então em que ficamos?&lt;/span&gt; É sempre uma no cravo e outra na ferradura! Resta saber &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;como foi o Outubro turístico?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PART-TIME NO ALGARVE&lt;/span&gt; – Passo boa parte do verão, há mais de 50 anos, no Algarve e lembro que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;este foi o Agosto mais fraco deste século, com menos ingleses e alemães&lt;/span&gt;. Vi espanhóis, italianos, turistas do leste europeu, e portugueses “tesos”. Onde? Nas praias, restaurantes, bares, esplanadas, supermercados, centros comerciais e hotéis, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;onde se pratica a economia real e não a ”macro”!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foram os nossos compatriotas que “livraram” certas empresas do colapso no Algarve, mas de outros destinos também me chegaram “novas” de menos turistas, hóspedes, comensais e automobilistas, enquanto os dados do INE reflectem um cenário diverso de afastamento da crise. É certo que as praias, do Algarve à Grande Lisboa, encheram-se de Junho a Setembro, graças ao bom tempo e aos desempregados – numa ida à praia pouco se gasta. E creio que o resto do País não escapou a este “aperto”. Desejo que se unam esforços, reorganize-se o Pais e se avance! Para rasgar o rótulo de País periférico pouco competitivo!&lt;br /&gt;Tema a continuar no próximo Turiscópio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-1027988241799468707?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/1027988241799468707/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=1027988241799468707' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1027988241799468707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/1027988241799468707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/11/unir-esforcos-e-reorganizar-para.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-2732986522309650229</id><published>2010-10-20T04:35:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T01:04:26.573-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TURISMO: PERSPECTIVAS PARA 2011'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ACTIVIDADE DO TURISMO DE PORTUGAL EM 2011 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;PROPOSTA "ORIENTADA PARA O ESTÍMULO DA COMPETITIVIDADE DO SECTOR" NO OE2011&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comentários de Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Proposta de Lei do Orçamento de Estado de 2011, apresentada Sábado passado, (2010/Out/16) autoriza uma "despesa total consolidada" ao Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que soma 476,1 milhões de euros&lt;/span&gt;, verificando-se &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um acréscimo de 15,4%&lt;/span&gt; comparativamente à estimativa de execução de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto, a despesa relativa ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Instituto do Turismo de Portugal (TP)&lt;/span&gt;, está integrada no subsector &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Serviços e Fundos Autónomos (SFA) &lt;/span&gt;onde estão concentradas as iniciativas, projectos e acções tendentes ao acréscimo de produtividade e maior competitividade das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No subsector dos SFA desta Proposta Orçamental regista-se um acréscimo de 11,9% face à estimativa de 2010, situação que se encontra reflectida essencialmente no orçamento do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional (IFDR) e Instituto do Turismo de Portugal (TP)&lt;/span&gt;, motivado pelo crescimento das despesas de Investimentos do Plano, com cobertura em receitas gerais, financiamento nacional, devido ao aumento da transferência de fundos comunitários, conforme indica o relatório anexo à Proposta de Lei do Orçamento de Estado de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SEGUE A INDISPENSÁVEL DECIFRAÇÃO DO TEXTO OFICIOSO:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;QUEM PARTE E REPARTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1 - Afinal o Ministério da Economia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vai dispor em 2011 de um montante total de 476,1 milhões de euros&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ou seja, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma subida de 15,4% relativamente ao OE 2010&lt;/span&gt;, a acreditar na informação oficiosa. &lt;br /&gt;Portanto, não há lágrimas a verter, nem agora nem em 2011, a acreditar na palavra do ministro e da sua "conceituada" equipa, malgrado a minha desconfiança baseada no seu deles)repetido e demasiado optimista comportamento para esconder os exagerados gastos "superiormente" autorizados na legislação que têm publicado! &lt;br /&gt;O Miguel Sousa Tavares e eu até já havíamos noticiado ... e bem... &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a certidão de óbito da economia lusa em 2011&lt;/span&gt;, por antecipação.  &lt;br /&gt;Ele no Expresso, eu no Publituris.  &lt;br /&gt;Mas, pela minha parte, admito o meu engano, pois enquanto houver ainda uma boa parte dos 476 milhões ... para gastar e esbanjar,  como é costume,  em caprichos ministeriais, não há receio de rupturas orçamentais ou de tesouraria, nos organismos, alegadamente, criados para apoiar e desenvolver a Economia Nacional em 2011! &lt;br /&gt;E depois, muitas empresas estão habituadas a conceder crédito ao governo, bem acima dos 30 a 180 dias da (má) prática usada em Portugal! Pelo que acredito mais que tais governantes e gestores públicos irão continuar, à vontade, a gastar acima do orçamentado e autorizado pela AR, como tem sido prática corrente! E já lá vão mais de cinco anos de regabofe!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;GASTAR SOB AS APARENTES METAS DE PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;2 - A despesa autorizada ao TURISMO DE PORTUGAL (TP), nesta proposta de OE, está integrada no SFA (Serviços e Fundos Autónomos), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para apoiar iniciativas, projectos e acções, visando o acréscimo da produtividade e competitividade das empresas turísticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;RESTA SABER QUAIS SÃO ESSAS EMPRESAS? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Estou certo que queremos todos que sejam, em PRIMEIRO LUGAR, as empresas que tenham dado boas provas de cooperação ao REGIME instalado! &lt;br /&gt;Pois então ... a Democracia Lusa, na vertente que exerce o poder desde 2005, assim o defende em teoria. Já na prática, deixa muito a desejar e um vasto espaço para criticar! &lt;br /&gt;Para já: uma única pergunta. QUAL É O PROGRAMA IDEALIZADO PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS DO SECTOR? Será APENAS através da dedicada acção do "Fisco Amigo"?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ORÇAMENTO SOBE 11,9 POR CENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3 - O orçamento do SFA para 2011 reflecte uma &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;subida homóloga de verbas no montante de 11,9%.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;É obra ciclópica, num período de reconhecida crise e de inevitável recessão. Mas o optimismo do PM e do seu inefável MF são contagiosos, particularmente junto dos iletrados da escola pública e das Novas Oportunidades, o tal milhão de cidadãos "comprados" pela propaganda política deste regime, os quais importa esclarecer! Até porque estão também a ser alvo de sérios ataques aos chamados "direitos adquiridos" através desta "brutal" proposta de OE para 2011. Não faço, assim, mais do que o meu dever de cidadania!    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, mais uma vez, admito o meu anterior erro e avaliação dos efeitos do OE 2011 no Turismo e na Economia.&lt;br /&gt;Pois, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;com os institutos públicos autónomos a poder gastar mais 11,9% em 2011&lt;/span&gt;, certamente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não haverá qualquer crise de tesouraria&lt;/span&gt;! E, portanto, será dispensável  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o decretado corte nos salários da Função Pública, a eliminação do abono de família para as famílias com rendimentos de trabalho superiores a 529 euros mensais", e outras "barbaridades" socialistas contidas nesta vergonhosa proposta orçamental!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VOLTANDO AO TEOR DA NOTÍCIA DE 16 DE OUTUBRO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a despesa autorizada ao TP contará com receitas próprias de 213,3 milhões de euros, a que acrescem 37,3 milhões de euros de financimento comunitário, o que totaliza 250,7 milhões de euros&lt;/span&gt;, numa variação "positiva" de 18,1% com 2010. &lt;br /&gt;Segundo a Proposta de Lei do Orçamento de Estado de 2011, em análise, este "bafejado organismo que pretende coordenar e gerir todo o Turismo público e privado" &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;continuará a dar prioridade à promoção de Portugal como destino turístico, apoiando em particular os projectos relacionados com a promoção de Programas de Turismo Regional&lt;/span&gt;". Do Algarve à Serra da Estrela e aos Açores. &lt;br /&gt;Lamento, porém, que em 2011 o TP perca a gestão da extinta (ou, com mais rigor: a proposta de extinção contida no relatório do OE2011) da INSPECÇÃO GERAL DE JOGOS! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta em causa informa, ainda, que decorrente ainda da actividade desenvolvida no âmbito do Turismo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o TP beneficia de transferências do IFDR, num regime de incentivos do QREN, destinados ao POFC, para a ¨Campanha de Promoção Externa&lt;/span&gt;" da oferta turística portuguesa instalada ou a inaugurar no próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Do funcionamento das Agências Regionais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;transferência de IVA para o desenvolvimento do turismo regional&lt;/span&gt;, contemplada na Proposta de Lei do Orçamento de Estado de 2011, é de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;20 milhões de euros&lt;/span&gt;, receita a transferir para as actuais entidades regionais de turismo com base nos critérios definidos no Decreto-Lei n.º 67/2008, de 10 de Abril, (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que reorganizou as áreas regionais de turismo em cinco entidades e seis pólos de desenvolvimento turístico&lt;/span&gt;), alterado pelo Decreto-Lei n.º 187/2009, de 12 de Agosto (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;que alterou a composição dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pólos de desenvolvimento turístico de Leiria-Fátima e do Oeste&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, deixando os municípios de Alcobaça e de Nazaré de integrar o pólo de desenvolvimento turístico de Leiria-Fátima, mas passando a integrar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pólo de desenvolvimento turístico do Oeste&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONTINUANDO A DESCODIFICAR O TEXTO OFICIOSO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Assim, ficarão teoricamente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ao dispor do TP verbas que somam 250,6 milhões de euros&lt;/span&gt; (e não 250,7 milhões, pelas minhas contas) com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma variação de 18,1% com 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas fico sem saber se a variação é positiva ou negativa? Um pormenor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me, sim, do SET anunciar já em 2010 (depois da aprovação do OE2010 em Fevereiro), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a verba de 250 milhões de euros para o Turismo&lt;/span&gt;! Pelos vistos, entre 2010 e 2011, tudo como dantes? &lt;br /&gt;Mas admito que possa estar equivocado!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;APOIOS COMUNITÁRIOS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;5 - Segundo a proposta orçamental lembra, muito bem (aos mais esquecidos), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;. O TP continuará a dar prioridade à promoção externa do turismo regional, nos quadros do IFDR e QREN&lt;/span&gt;. Ou seja, o que importa ao Governo (e muito bem) é: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aproveitar as verbas dos projectos públicos e privados, submetidos e aprovados pela Comissão Europeia!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Em especial, os projectos destinados ao POFC para a campanha de Promoção Externa pública-privada, logo a aprovar pelos habituais parceiros e estruturas sectoriais seleccionadas e aderentes!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FINANCIMENTO REGIONAL DO TEMPO DO PRD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;6 - Não é fantástico? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As actuais agências de promoção turística (ex-regionais) continuarão a beneficiar de uma parte das receitas do IVA. cobrado pelas empresas do ramo  nas respectivas NUT II e entregues ao Fisco&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Financiamento que, aliás, vem do tempo em que o deputado Carlos Matias de São Pedro do Sul(ex-PRD - Partido Renovador Democrático) apresentou, em forma de proposta de lei para a Regionalização Turística, a qual conseguiu aprovar em São Bento.&lt;br /&gt;Trata-se pois, agora, da continuidade da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1ª Lei da Regionalização Turística&lt;/span&gt; da autoria de Carlos Matias, a qual só veio a ser substituída, em 2007/08, pelo primeiro governo de Sócrates, perante o "aplauso" da maioria dos empresários do sector, autarcas aplicados, regionalistas convictos e deputados da Nação! Em democracia, qualquer maioria pode vencer. Mesmo que esteja enganada, manipulada ou "enfeitiçada"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAPA REGIONAL PASSOU A MAPA ESPECIAL TURÍSTICO&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;Eram 19 regiões continentais mais as duas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. Agora, pelos vistos, são &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;cinco Entidades Regionais e seis Pólos Turísticos&lt;/span&gt;, esquecendo-se, aparentemente, esta Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;dos quinhões do IVA devidos ao Turismo dos Açores e Madeira&lt;/span&gt;.  &lt;br /&gt;Sei bem que o Turismo está autonomizado nas duas citadas regiões insulares, mas as receitas para a promoção do Turismo Insular não provêm também do IVA?&lt;br /&gt;É o que eu digo, o Simplex ainda não chegou ao Turismo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOVO ESTILO&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Mas, pelo menos, ganhou-se em reduzir os 19 destinos "regionais" anteriores, para 11 -  só que hierarquizados em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;entidades e pólos&lt;/span&gt;. Não acha isto muito complicadex? &lt;br /&gt;Que pena esta confusão! Os governos do Sócrates nunca conseguiram, até agora, elaborar uma lei racional e simplex! Fica aqui exarado o meu protesto. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Qual é o operador ou turista estrangeiro que entende esta diferença entre pólos e entidades?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Nem me atrevo a perguntar se algum dos meus leitores, mais por dentro  destas pérolas da Administração Pública, me possa explicar a razão do chumbo das RT e da substituição das Juntas de Turismo pelos Pólos de Turismo? &lt;br /&gt;As &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Juntas de Turismo &lt;/span&gt;(mais antigas) fazem parte da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;História do Turismo &lt;/span&gt;(que, por sinal, está por escrever) e as &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Regiões de Turismo &lt;/span&gt;(pós 25 de Abril) tornaram-se bem conhecidas interna e externamente durante as décadas em que se desenvolveu a globalização, a difusão da internet, e o período áureo das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Feiras e Congressos Internacionais de Turismo,&lt;/span&gt; quando foram conquistados os maiores e melhores prémios dos stands, cartazes, campanhas e outras acções de promoção externa, obtidos até à data pelos responsáveis privados e públicos do Turismo português! &lt;br /&gt;Quem anda sempre a mudar de casa, de procedimentos, de marcas, e de "firma", não merece confiança. Mas, também, quem vê caras, não vê corações! &lt;br /&gt;Entretanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o TP vai dispor em 2011 de 20,8 milhões de euros para "sustentar" os 11 organismos descentralizados de promoção, animação e coordenação turística&lt;/span&gt;, se nenhum deles for, entretanto, "eliminado" no pacote III de austeridade orçamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Funcionamento da AICEP e distribuição das receitas de jogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na proposta oficial do OE 2011 está expresso que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Turismo de Portugal fica autorizado a utilizar, até ao montante de 12 milhões de euros, por conta do seu saldo de gerência, para aplicação nos termos previstos no n.º 1 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 15/2003, de 30 de Janeiro, que se referia às verbas de contrapartidas de jogo do Casino de Lisboa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Mas desde que tais verbas sejam distribuídas e destinadas à criação de: &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold,"&gt;33,5% para um teatro no Parque Mayer &lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;16,5% para outro equipamento cultural no Parque Mayer;&lt;/span&gt;; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;16,5% para a recuperação do Pavilhão Carlos Lopes;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;e 33,5% para um museu nacional a criar pelo Governo no município de Lisboa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, na rúbrica de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;transferências orçamentais&lt;/span&gt;, a proposta de Orçamento de Estado 2011 prevê, a transferência de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma verba até 15 milhões, proveniente do saldo de gerência do Turismo de Portugal&lt;/span&gt; para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a AICEP, E. P. E., Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal&lt;/span&gt;, destinada &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;à promoção de Portugal no Exterior&lt;/span&gt;, nos termos a contratualizar entre as duas entidades, no seguimento do que tem sido a prática corrente desde que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Turismo de Portugal deixou de ter Delegados e Centros de Turismo próprios no exterior&lt;/span&gt;, perante a apatia dos legítimos representantes e experts do sector! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIOS E DÚVIDAS FINAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;COMENTÁRIOS SOBRE RECEITAS DOS CASINOS&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - O TP vai dispor de mais 12 milhões de euros, por conta do seu saldo de gerência, provenientes das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;receitas dos Casinos&lt;/span&gt;.  &lt;br /&gt;Ora a Proposta do OE 2011 prevê, finalmente, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a extinção&lt;/span&gt; (para muitos: anti-constitucional) &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;da Inspecção Geral dos Jogos para ser integrada ... na ASAE!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como é possível? O Turismo passa a perder para a ASAE o controlo desta actividade e a perder o saldo remanescente dos 12 milhões. E pior, passa a ser a ASAE a gerir as transferências diárias das receitas cobradas aos casinos pelos ex-inspectores do Jogo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aliás, a integração do Turismo no Ministério da Economia... e não no Ministério dos Transportes, ou do Ambiente (com quem o Turismo tem imensas afinidades, apesar de ter, também, conflitos que urge resolver e que seriam mais fáceis dentro do mesmo ministério),... tem sido, desde 1985,&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a cobiça de outros departamentos governamentais da área da Economia, exactamente, por causa da miragem do acesso permanente ao fluxo das receitas do Jogo&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Receitas que, por sinal estão em queda, resultante da crise mundial ... não da doméstica. Essa jamais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAIS TEATROS E CASINOS EM LISBOA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;8 - Mas para que se destinam os 12 milhões de euros a gerir pelo TP? &lt;br /&gt;Ora esta verba, conforme assinalada nesta importante Proposta do OE2011(entregue até com atraso, fora do prazo, na Assembleia da República)&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;respeita unicamente ao Casino de Lisboa e destina-se a financiar&lt;/span&gt; (depois de garantida, pela mesma fonte orçamental, a construção do novo Museu dos Coches em Belém) das seguintes novas obras na capital:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - São 33,5% para um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;novo Teatro no Parque Mayer&lt;/span&gt; (que saiba não é NOVO mas, sim, para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a reconstrução do Capitólio&lt;/span&gt; - um "maravilhoso" projecto arquitectónico que vai espantar o mundo! uma simbiose de arte nova e arte contemporânea, - e, certamente, uma das fortes prioridades &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;para elevar Lisboa a Capital Turística da Europa!&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;Entretanto, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quem estudou o número de teatros vazios em Lisboa?&lt;/span&gt; E as tendências de entretenimento cultural e popular para as novas gerações? Ninguém!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Será essa a mais alta prioridade do Turismo de Lisboa (ATL)?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Por exemplo, já haverá &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;financiamento para o Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia/Campo das Cebolas?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Desactivada a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estação Marítima da Rocha&lt;/span&gt; - por corte da estrada portuária de acesso já efectuado pela APL - e estando a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estação Marítima de Alcântara&lt;/span&gt; em vias de desactivação, cujo espaço e cais já se encontra sob as ordens da LisCont (concessionária do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mega-Terminal de Contentores de Lisboa &lt;/span&gt;- alvo de uma investigação judicial, mas com um contrato assinado com o anterior governo de Sócrates). &lt;br /&gt;O que faz mais falta a Lisboa: teatros ou cruzeiros?&lt;br /&gt;Mas se o Partido no poder quer reconstruir o Capitólio? Ponto final!Quem quer, manda!&lt;br /&gt;Que aguarde outra oportunidade, o aumento da capacidade dos parques de estacionamento, a reabilitação dos prédios dos bairros, entre os quais a Baixa, Chiado, Castelo, Alfama, Mouraria, Alcântara, Graça, etc., assim como os esburacados passeios pedonais empedrados (bonitos mas com manutenção demasiado dispendiosa para um país que não consegue produzir o que paga em importações de alimentos, vestuário e máquinas), ou o pavimento esburacado das artérias rodoviárias da capital, agora repartidas com ciclo-turistas! Proponho até que seja premiado o habitante lisboeta que encontre uma rua ou passeio sem buracos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B - Mais 16,5% para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;outro equipamento cultural no Parque Mayer &lt;/span&gt; Não sei se será o Variedades, o ABC, ou o Maria Vitória, mas, tenho a certeza, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;deve ser algo muito melhor do que o projecto de Frank Ghery, chumbado pelo PS (lembram-se?) para o Casino de Lisboa&lt;/span&gt;, por ter sido apadrinhado por Santana Lopes!&lt;br /&gt;Mais 16,5% para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a recuperação do Pavilhão Carlos Lopes!&lt;/span&gt; - que também foi antiga &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;sede do Turismo Municipal de Lisboa&lt;/span&gt;, declarado impróprio para  se trabalhar e para receber empresários e dignatários estrangeiros e nacionais!&lt;br /&gt;Mais 33,5% para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um museu nacional a criar pelo Governo na capital&lt;/span&gt; Creio que seja &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o duplo Museu do Mar, a partir do espólio do actual Museu da Marinha e da Língua Portuguesa&lt;/span&gt;. Ou qualquer outra iniciativa semelhante, a imitar o que os brasileiros fizeram em São Paulo, e a destruir o que Lisboa tem de bom!  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mas já alguém contou quantos museus às moscas, há em Lisboa?&lt;/span&gt; Haverá falta de museus? Ou de piscinas municipais? &lt;br /&gt;E qual é o número total dos visitantes de museus da capital, por ano?&lt;br /&gt;Para se poder calcular a média? &lt;br /&gt;Creio mesmo que Lisboa já deve ter direito ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recorde Guiness da Capital Europeia com maior número de museus&lt;/span&gt; ... mas com o menor número médio de visitantes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ELEFANTES BRANCOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De facto, são cinco obras de elevado peso e benefício para elevar Lisboa a "Capital Turística da Europa" - um desejo, aliás bem conseguido, nas duas recentes candidaturas aos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;World Travel Awards&lt;/span&gt; e um passo avante em relação &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ao prémio "The LEADING" destino europeu de curtas pausas&lt;/span&gt;! (Short Breaks).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NOVO PROGRAMA PROMOCIONAL? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;9 - Por fim, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a promoção externa do Turismo de Portugal dispõe de 15 milhões de euros&lt;/span&gt; (a celebrar em protocolo com a AICEP) destinados às campanhas a "desenvolver" internacionalmente junto do "trade" e dos consumidores, através da imprensa, TV, internet e "outdoors", nos mercados externos europeus, norte-americanos, centro e sul-americanos, asiáticos, do Médio-Oriente, africanos e da Australásia-Pacifico! &lt;br /&gt;15 milhões para quantos mercados? Sem comentários!&lt;br /&gt;Aliás,apenas um pedido: queiram "limar, potenciar, adequar, modernizar, racionalizar e reorganizar o Plano multi-anual de Promoção Turística externa, aproveitando mais os canais TV globais e a internet, mas sem descurar os outdoors e as revistas de economia e sociais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SE A ECONOMIA ESTÁ CONDENADA, O TURISMO ESPERO QUE NÃO ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;10 -  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em resumo&lt;/span&gt;, o TP vai dispor, em 2011, do somatório das seguintes verbas em euros:  250,6 milhões +  20,8 milhões + 12 milhões + 15 milhões = &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;totalizando 291,4 milhões de euros em 2011&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;Ora se ao Ministério da Economia foram atribuídos  476 milhões de euros, não restam dúvidas, afinal, de que até nesta promissora distribuição de verbas, a ECONOMIA NACIONAL, no seu todo, vai ficar de rastos em 2011, apenas com os restantes 185 milhões de euros. A Indústria, o Comércio Internacional, as tais Exportações? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o MSTavares e eu tivemos razão: o PEC III e o OE2011 são a certidão de óbito, antecipada - dado a gravidade da doença - da Economia Portuguesa em 2011. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;E uma nota final&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;o OE2011 foi o que se conseguiu arranjar ,depois da maior crise mundial dos últimos 80 anos, de que Portugal e os portugueses foram vítimas alheias, totalmente isentas de responsabilidade!  &lt;br /&gt;Foi, pois,  uma crise maior do que a da II Guerra Mundial (1939/45), da nossa Guerra Colonial (1961/1974), e das outras guerras e recessões que temos sofrido nos intervalos? Como a da permanente falta de dinheiro! Agora, caros leitores, imaginem o que ainda temos que sofrer? &lt;br /&gt;Pelo menos, é o que os ministros do Sócrates, e ele próprio, não se cansam de nos doutrinar!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-2732986522309650229?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/2732986522309650229/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=2732986522309650229' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/2732986522309650229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/2732986522309650229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/10/actividade-do-turismo-de-portugal-em.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-8664189830565417109</id><published>2010-10-14T11:05:00.000-07:00</published><updated>2010-10-14T11:24:28.428-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TURISMO EUROPEU SOB REORGANIZAÇÃO'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LONDRES CONFIRMA CIVIL AVIATION AUTHORITY (caa), VISITBRITAIN E VISITENGLAND&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Humberto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Onde é que eu já vi e ouvi esta ONDA visando a eliminação de organismos oficiais? Foi em Lisboa, claro? &lt;br /&gt;Mesmo assim, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a Visit Britain e a Visit England também não poderiam ser fundidas?&lt;/span&gt; Acho que sim! &lt;br /&gt;Pois "cadé" a VisitScotland, a VisitWales e a VisitNorthern Ireland?&lt;br /&gt;Em França, Alemanha, Espanha e Itália, bastam a Maison de France, a DZT, a TurEspaña e o Enit, em cada uma destas super-potências turísticas. Se bem que cada região autónoma disponha, também, dos seus núcleos federais ou regionais de promoção turística, aliás, ... tal como em Portugal ... onde só existem duas regiões autónomas! &lt;br /&gt;Também pensei que o "Passenger Focus" e os diversos "Passenger Councils" no Reino Unido, eram organizações privadas? Para estudar os efeitos e as propostas de mudanças e tendências dos transportes de passageiros, às escalas doméstica e internacional. Quando, afinal, são dependentes do erário da Coroa!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ATITUDE PRAGMÁTICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os organismos oficiais só podem existir se forem úteis para as comunidades que servem, e se cumprirem os objectivos anuais traçados nos seus respectivos planos de actividades e de receitas.&lt;br /&gt;Agora, gostei da atitude inglesa do responsável da VisitBritain: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;em 2009, o Reino Unido recebeu 30 milhões de turistas que gastaram 16 mil milhões de libras em serviços e compras! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sem resultados atingidos, não há nada para ninguém! E os organismos de promoção vão ter que justificar os investimentos promocionais, já feitos e a fazer nestes dois últimos anos antes dos Jogos Olímpicos de 2012. Cada ano com objectivos a cumprir e a medir.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EXPERIÊNCIAS PORTUGUESAS OFF-THE-RECORD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Enquanto cá em Portugal, gasta-se o dinheiro, conforme propostas "bem intencionadas" das agências de comunicação contratadas pelo Ministério (tipo WC da Europa), e pronto! E mesmo quando os resultados são um fracasso, ninguém é responsabilizado!   A culpa também é dos empresários, que lá vão aprovando as campanhas que lhes apresentam, sob pena de perderem alguns subsídios e terem que pagar eles as contas totais da promoção no futuro!&lt;br /&gt;Depois, ainda estamos sujeitos às doentias rivalidades regionais e locais, como aquela "campanha" abortada, da Capital da Cultura em Guimarães, que lançou este ano (de todos os anos com a mais longa época balnear) mostrando praias vazias no Algarve, para tentar desviar os turistas (portugueses ou de língua portuguesa, neste caso) para a Cultura em Guimarães ... em 2012! &lt;br /&gt;Assim, com ideias tão mesquinhas, nunca mais chegaremos ao topo da Europa! &lt;br /&gt;Os publicitários não são apenas exagerados, roçam também o medíocre com estas atitudes! &lt;br /&gt;E o pessoal licenciado nas múltiplas escolas superiores de Turismo, dispersas por todo o País, ficou calado ... para não levantar mais ondas ... pois a criatividade e a ousadia são exclusivas dos mais audazes!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;REVER DISTRIBUIÇÃO DE VERBAS&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Penso que as receitas recolhidas dos casinos pela Inspecção dos Jogos (também em baixa, devido à crise), d&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;evem ser usadas, sim, para custear obras que interessam ao Turismo (como o Terminal de Cruzeiros nos portos de Lisboa, Portimão, Funchal, Leixões e Ponta Delgada)&lt;/span&gt;, as melhorias em alguns aeroportos (o de Beja sempre duvidei do seu factor potencial, e sobre a Base de Monte Real, devem decidir se querem, ou não, ter uma esquadra operacional de F16). Se chegarem à conclusão que o País não produz O SUFICIENTE para pagar esse "vício bélico", então podem &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;transformar Monte Real num aeroporto internacional&lt;/span&gt; para servir Fátima e os pólos de Leiria, Coimbra, Mondego e Beiras. Mas onde também ainda se pode &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aproveitar a pista privada existente em Fátima, para se construir um pequeno aeroporto regional&lt;/span&gt;, com um investimento reduzido. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O dinheiro do jogo não deve ser usado para campanhas promocionais institucionais,  nem para apoiar a organização de festivais, concertos e outros eventos sazonais, de natureza provinciana na sua esmagadora maioria&lt;/span&gt;, como até aqui. &lt;br /&gt;Basta estudar o que os "outros" europeus fazem? Por exemplo, os britânicos vão apostar agora nas "PARCERIAS LOCAIS" para promover a actividade económica. Em Itália também funcionam bem os "consórcios sectoriais", herdeiros dos antigos "sindicatos de iniciativas locais" que também existiram entre nós, no dealbar da República! &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DISTINGUIR PUBLICIDADE INSTITUCIONAL DA DIRECTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As nossas empresas têm que se convencer que devem contribuir com verbas para a promoção institucional do destino onde actuam, e com outras para a promoção das suas marcas e serviços (aliás como sempre fizeram). &lt;br /&gt;Só eventos nacionais com projecção global (como os Jogos Olímpicos, uma Expo Mundial, uma das Capitais da Cultura Europeia, o Mundial ou o Europeu de Futebol, Vela, Golfe, etc,) é que devem ser coordenados e custeados, pelo menos a 66% pela SET e OE. &lt;br /&gt;Mas também não se pode atender a todas as estranhas propostas e projectos locais, como os propósitos de construir novos terminais de cruzeiros em Setúbal, Cascais e, sei lá, em todas as ilhas açorianas! Bastam cinco portos capazes para receber cruzeiros internacionais, num país praticamente sem marinha mercante e com uma dívida externa tão grande, já é uma boa âncora! Os portugueses devem interiorizar que o País não suporta mais elefantes brancos. NÃO PODE SER!      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUE A NOTÍCIA EM INGLÊS QUE DEU ORIGEM A ESTE ARTIGO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tourism agencies survive "quango" bonfire in the UK&lt;br /&gt;14 Oct 2010 - e-tid.com &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VisitBritain and VisitEngland have been saved from the Government’s long-awaited ‘bonfire of the quangos’&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;The &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Government is to scrap 192 ‘quasi-autonomous non-governmental organisations&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;’ as part of its mission to cut the national debt and improve accountability.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, both the tourism agencies will be retained because they perform a ‘technical function which should remain independent from Government’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VisitEngland will see its constitution modified to increase representation of destinations on its board.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Civil Aviation Authority also survives, because its function requires impartiality.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Passenger Focus and Passengers Council will be retained, also on the grounds of impartiality, but face substantial reform ‘to focus on core role of protecting passengers, while reducing cost to taxpayers’&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Many organisations face mergers, including the Office of Fair Trading with the Competition Commission.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandie Dawe, chief executive of VisitBritain, said: ‘&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;We have a huge task ahead to deliver the Government’s ambition to generate a sustained increase in tourism as a result of the 2012 Olympic and Paralympic Games&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Last year 30m overseas tourists visited the UK, spending £16bn – making tourism the UK’s third foreign exchange earner&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Tourism is poised to expand faster than retail, chemicals, transport, the utilities and manufacturing. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Only construction and financial and business services look more promising.’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Berresford, chief executive of VisitEngland, added: ‘A key focus for us at this time is to work with Government and the industry to provide solutions that will ensure tourism is supported throughout the country once the Regional Development Agencies close.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘With agreement across Government departments, w&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;e have set up a transition team to ensure key tourism functions continue at a local level and will engage the emerging Local Enterprise Partnerships as they confirm their approach to tourism.&lt;/span&gt;’&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36899254-8664189830565417109?l=sagresschool.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sagresschool.blogspot.com/feeds/8664189830565417109/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36899254&amp;postID=8664189830565417109' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8664189830565417109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36899254/posts/default/8664189830565417109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sagresschool.blogspot.com/2010/10/londres-confirma-civil-aviation.html' title=''/><author><name>humberto salvador ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04000539200317217171</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36899254.post-1608390779166508697</id><published>2010-10-09T01:27:00.000-07:00</published><updated>2010-10-09T01:33:50.291-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O TURISMO DA REPÚBLICA  À ACTUALIDADE'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRIMEIRA PARTE&lt;br /&gt;Valeu a pena navegar, voar, visitar e conhecer tantos e tão bons amigos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Humberto Ferreira&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Uma semana emocionante. A sessão da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Confraria Marítima de Portugal&lt;/span&gt;, na Fragata D. Fernando II e Glória, revendo mareantes amigos, a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;palestra do prof. Carvalho Rodrigues (a estratégia da “Marinha do Tejo” e a derrota de Massena na invasão francesa de 1810)&lt;/span&gt;, e a entronização dos amigos Carlos M. Pitta e Gonçalves Viana. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O jantar dos 60 anos da Apavt, no Casino Estoril&lt;/span&gt;, revendo centenas de amigos e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;vibrando com a distinção a Belmiro Santos, com quem trabalhei décadas&lt;/span&gt;, enquanto acompanhei o talento de sete presidentes, directores e pessoal da Apavt, quadros da DGT, TAP e aviação internacional. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;telejornal de 29 de Setembro anunciou a certidão de óbito da economia, 100 anos após a da monarquia&lt;/span&gt;. Como se festeja a República num período de luto? Os anos 30 passaram sem festas. Só em 1940 assisti à Expo do Mundo Português. As gerações alimentam-se da estima colectiva, mas se perguntarem às famílias com cortes salariais e empresariais desde 2003, se aprovam gastos exagerados, a maioria dirá NÃO! É preciso produzir, vender e poupar mais. Por fim, o intervalo didáctico na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mostra “Viajantes e Turistas à Descoberta de Portugal na 1ª República”&lt;/span&gt;. E, assim, o Dia Mundial do Turismo passou despercebido… O Turismo faz a ponte entre a economia, cultura e sociedade. Valeu a pena, nestes 60 anos, trabalhar e conhecer gente de alto gabarito e marcar presença nesta semana histórica. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Obrigado a todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EXPOSIÇÃO VIAJAR EM 1910&lt;/span&gt; – Quem não visitou esta mostra? Vale a pena até 31 de Dezembro no Terreiro do Paço! Boa iniciativa da Comissão do Centenário e TP. Estudantes e profissionais do turismo e transportes, comerciantes e autarcas, podem aproveitar os trunfos, apostando mais forte no Turismo. Apreciei o belo livro VIAJAR, da INCM - 154 páginas com muito interesse.    &lt;br /&gt;Reli com alegria os factores que mais dinamizaram a apetência externa pelos nossos “lugares de lazer”, a ferrovia e as primeiras excursões –  Portugal, País de Excursões – e os papéis da Sociedade de Propaganda de Portugal (iniciativa privada de 1906); da 1ª Repartição de Turismo e do IV Congresso Internacional de Turismo na SG (1911); da 1ª classificação das 65 “terras de turismo” - 12 de 1ª e 53 2ª classe (1918); das primeiras 47 estâncias hidrológicas e 50 estâncias de praia (1923). Pergunto: não será útil, agora, o registo dos “municípios de turismo” e a “carta dos equipamentos e serviços de turismo”? Meios indispensáveis para requalificar a oferta? Nova proposta HF.&lt;br /&gt;Portugal no Top5 na organização e planeamento do turismo. Além da agência Pinto Basto datar de 1771 e a Agência Abreu de 1840, o Sud-Express liga Lisboa a Paris e Calais, afinal ao centro da Europa, desde 1887, e os “cruzeiristas” da Mala Real Inglesa, P&amp;O, Booth Line, Nelson Line e outras, visitavam e animavam a capital entre 1869 e 1969. Fausto Figueiredo e Guilherme Cardim abrem o Casino Estoril em 1916! Em 1921 já havia 135 “lugares de turismo” e data de 1922 uma foto no Cais do Sodré, com mais de 60 automóveis com cruzeiristas ingleses, à partida de uma excursão a Sintra e Estoril, sob a sugestiva legenda “Lisboa, cais da Europa”.      &lt;br /&gt;O Mar e Aviação mereciam maior destaque. Lembro que, enquanto a KLM foi criada a 7 Outubro 1919 (a completar 91 anos), os Serviços Aéreos Portugueses datam de 1927, a empresa Aero-Portuguesa de 1934, e os “TAP” de 14 Março 1945. A Lufthansa iniciou voos em 1926 e a British Airways em 1936. Marcas lusas na evolução da vida aérea europeia. Apaixonado pelo Mar, recorro a excertos da minha “Breve História de Cruzeiros, Armadores, Navios e Experiências de Turismo Náutico” (6 Out 2009, blogue Sagresschool-Bela Sagres):&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAQUETES PORTUGUESES&lt;/span&gt; – A 18 de Junho de 1910, a Empresa Nacional de Navegação (ENN) recebeu o paquete ”Lisboa”. Juntou-se ao ´”África” e “Lusitânia” na rota da África Oriental. O “Lisboa” partiu para a sua 2ª viagem a 1 de Outubro de 1910, sendo o último a largar com a bandeira da monarquia. Atracou em Luanda a 15 de Outubro, já sob o regime republicano. Partiu para Cape Town, onde era esperado a 24, mas na véspera encalhou em Soldiers’ Reef, a 60 milhas do destino, numa zona rochosa. Os náufragos foram salvos mas o navio perdeu-se. O “Lusitânia”(1905) da ENN encalhou a 18 de Abril de 1911 junto ao Cabo das Agulhas, com 800 passageiros e tripulantes, recolhidos e tratados na Cidade do Cabo, apenas com quatro baixas. A ENN ficou sem meios para novos navios. O “Lisboa” foi substituído pelo “Herzog” (1896), rebaptizado “Beira”, e o “Lusitânia” pelo “Bruxellesville” (1908), rebaptizado “Moçambique”. Na guerra de 1914-18, Portugal perdeu sete paquetes e 73 cargueiros. Finda a guerra, os Transportes Marítimos do Estado exploraram os navios alemães apreendidos em portos nacionais. Iniciativa pública fracassada. &lt;br /&gt;Em Abril de 1918, a ENN mudou para Companhia Nacional de Navegação (CNN). A Sociedade Geral (Grupo CUF) data de 1919, e a Companhia Colonial de Navegação de 1922. A Empresa Insulana de Navegação operou de 1871 a 1974, quando se ligou aos Carregadores Açoreanos e Companhia Colonial de Navegação, mudando o nome para CTM – Companhia de Transportes Marítimos, até ser desactivada em 1985, quando Portugal “desistiu” do Mar. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAQUETES OCEÂNICOS NOVOS &lt;/span&gt;– Só em 1929, a CNN recebeu o “Quanza”. Em 1930 a EIN recebe o “Carvalho Araújo” e o “Funchal” 31 anos depois, o qual ainda opera para a Classic International Cruises. Em 1967, a frota incluía 26 paquetes, tendo os últimos navios do despacho 100 – Renovação da Frota 1945-1955 – sido o “Funchal” e o “Infante D. Henrique” (este despacho concretizou 56 navios). Ambos foram adquiridos em 1977 e salvos da sucata pelo armador grego George Potamianos. O “Funchal” em 2011 será remodelado para “cruzeiro-boutique” e adaptado à Convenção Solas. Há quem invista no Mar. Este armador merece a Ordem do Infante, pela sua aposta em operar navios portugueses e ser o nosso único armador de cruzeiros internacionais. A esperança em Portugal, no Turismo e no Mar perdura! Mas jamais esquecerei o fraco Agosto turístico de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SEGUNDA PARTE – UMA EXPLICAÇÃO &lt;br /&gt;O fraco Agosto turístico 2010 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O habitual comunicado do INE sobre o comportamento mensal da hotelaria portuguesa, referente a Agosto de 2010 e distribuído em 8 de Outubro, não podia ser mais optimista:&lt;br /&gt;A hotelaria portuguesa conseguiu em Agosto 5,7 milhões de dormidas, 291,8 milhões de euros de proveitos e uma receita média por quarto disponível de 54,7 euros, com os quais &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ultrapassou os melhores resultados históricos para este mês, que datavam de 2007.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E continuava: “No mês de Agosto de 2010, a hotelaria apresentou 5,7 milhões de dormidas, representando um crescimento homólogo de 5,9%. Para este resultado contribuíram os não residentes (+8%) e também os residentes, embora com um aumento menos expressivo (+3,1%).”&lt;br /&gt;Em 2009, segundo os dados divulgados à época pelo INE, as dormidas tinham baixado para 5,4 milhões e os proveitos tinham caído para 259,4 milhões de euros, depois de em 2008 terem também caído em relação a 2007 respectivamente em 1,1% e em 1,3%.&lt;br /&gt;Sobre o RevPAR, o indicador que mede o valor médio de receitas por quarto disponível, e é o mais utilizado na hotelaria internacional, os 54,7 euros de Agosto deste ano comparam positivamente com 50,5 euros em 2009, 53,3 em 2008 e 51,1 em 2007. Assim, o Agosto de 2010 passa a ser o ano com o RevPAR mais elevado, segundo o INE.&lt;br /&gt;A informação do INE assinala ainda: “o comportamento dos principais mercados emissores foi maioritariamente positivo” e destaca os crescimentos das dormidas de franceses e alemães, respectivamente em 14,7% e 14,6% - ignorando que 2009 foi um ano de crise mundial nas finanças, na economia e no turismo.&lt;br /&gt;O INE releva que os turistas holandeses e irlandêses “foram os únicos” a terem quedas na hotelaria portuguesa em Agosto de 2010, respectivamente em 0,5% e 4,2%.&lt;br /&gt;O aumento do número de dormidas, segundo a análise do INE, resultou tanto de um crescimento do número de hóspedes, em 4,9%, para 1,767 milhões, como de uma subida do tempo médio de permanência dos clientes, e levou a uma melhoria da taxa de ocupação (em camas) em 1,5 pontos, para 64,7%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AGOSTO VIVIDO NO ALGARVE &lt;/span&gt;- Ora ainda me lembro bem de Agosto 2010 no Algarve – com poucos ingleses e alemães, alguns espanhóis, italianos e turistas do Leste da Europa, e muitos portugueses... mas "tesos". Quanto a franceses, irlandeses, holandeses, belgas e escandinavos nem se dava por eles nas praias, nos restaurantes, bares, esplanadas, supermercados e centros comerciais. &lt;br /&gt;Sabe-se que, mesmo assim, foram os clientes portugueses que "livraram" do colapso a hotelaria no Algarve e em Lisboa. Sim, Lisboa, pois ainda há algumas famílias da província que aproveitam as férias de Verão para visitar a capital e mostrar os monumentos e museus mais emblemáticos aos filhos. Mas já na Madeira e outros destinos turísticos, a história foi bastante diferente: menos turistas, menos emigrantes, menos veraneantes, menos vendas e menos receitas. Havendo muitas famílias que nem saíram de suas casas na Grande Lisboa e Grande Porto. Outras optaram por ir todos os dias de carro, ou transportes públicos, para a Caparica e praias das linhas do Estoril e Sintra, onde chegaram a ocasionar desacatos, sendo necessário reforçar o policiamento. Sinal de crise social latente! &lt;br /&gt;É certo que as praias tiveram sempre cheias entre Junho e Setembro, graças ao bom tempo e aos desempregados no Algarve e na Grande Lisboa – numa ida pouco se gasta além da deslocação. Creio que também o resto do País foi afectado pela mesma situação de “aperto” das famílias! Mais um sinal da crescente crise! Ou será que o número de desempregados também é mentira da reacção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OS INDICADORES DO TURISMO&lt;/span&gt; - Sei que é mais fácil para os serviços do INE trabalharem (por amostra) os dados da hotelaria e sossegarem o povo com os belos resultados dos hotéis seleccionados em Agosto. O problema é que o INE nunca foi um departamento especializado em Turismo. Até cerca de 1995, as estatísticas oficiais sobre Turismo eram compiladas e distribuídas pela extinta Direcção Geral do Turismo. Agora nem o Turismo de Portugal intervém.&lt;br /&gt;Portanto, aqui vou relembrar aos mais distraídos, que as estatísticas de qualquer ano, época, trimestre, ou mês turístico, a nível nacional ou regional, devem integrar os seguintes factores:&lt;br /&gt;1 – as dormidas e taxas de ocupação na hotelaria e meios complementares de alojamento local.&lt;br /&gt;2 – as entradas de turistas de nacionalidades estrangeiras (que permaneçam mais de 24 horas em território nacional) nas fronteiras aéreas, terrestres e marítimas.&lt;br /&gt;3 – as entradas de excursionistas estrangeiros (que permaneçam menos de 24 horas), incluindo os passageiros de navios de cruzeiro e de voos com ligações nos aeroportos nacionais, mais o intenso movimento transfronteiriço.&lt;br /&gt;4 – as entradas de cidadãos portugueses (emigrados ou residentes no exterior), os quais também concorrem para a balança turística com divisas e despesas durante a sua estada em férias.&lt;br /&gt;5 – as vendas de serviços complementares aos turistas, excursionistas e passantes: as voltas nos campos de golfe; a venda de excursões comerciais ou organizadas e cruzeiros fluviais e costeiros, com itinerários curtos ou de duração superior a 24 horas (incluindo, portanto, dormidas), para grupos fechados; as entradas em parques temáticos (parques aquáticos, zoológicos, desportivos, piscinas, programas de animação desportiva e de diversões nas praias e parques desportivos, museus, monumentos e matas nacionais, festivais, concertos, exposições, romarias, peregrinações, e outros eventos de impacto local, regional e nacional.&lt;br /&gt;6 – as vendas de transportes nas linhas de expressos rodoviários, comboios inter-cidades, táxis e transportes locais.&lt;br /&gt;São estes, afinal, os seis núcleos de serviços que constituem o produto turístico contemporâneo e que as universidades e os serviços de turismo devem analisar e divulgar, sem copiar a propaganda política que transparece dos comunicados do INE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORTUGAL 2010&lt;/span&gt; – De facto, se perguntarem, como eu, aos banheiros (agora são concessionários de apoios de praia, licenciados pela Autoridade Marítima (Capitania do Porto mais próximo - pois deixou de haver Delegações Marítimas nas antigas vilas piscatórias e balneares), em instalações aprovadas pelo POOC - Programa de Ordenamento da Orla Costeira, subordinado ao Ministério do Ambiente - o que eles inventam para o Simplex oficial e artificial... se tiveram em Agosto de 2010 mais receitas d
